B- Konjenital Toksoplazmozis; 1 Asemptomatik enfeksiyon
6.2. İnsan Sitomegalovirüs Enfeksiyonu (48)
Introdução
Algoritmos Genéti os são algoritmos esto ásti os inspirados na teoria da evolução
deCharlesDarwin(Goldberg,1989). Estestrabalhamsobreumapopulaçãodesoluções
andidatasemodelamarti ialmentepro essos ara terísti osdaevoluçãode espé ies,
omo seleção, ruzamentoe mutação. A ada indivíduodapopulaçãoé atribuídauma
aptidão(ou tness)quetem omobasesua avaliação. Dá-seaos indivíduosmaisfortes
maior han e de sobreviver e onseqüentemente gerar des endentes. A melhoria da
populaçãoé onseqüên iadarepetidaseleçãodosindivíduosmaisaptos,quetemmaior
han e de produzir bons des endentes Fonse a(1995).
O livro publi ado por Holland (1975) é onsiderado o ponto ini ial para desen-
volvimento dos GAs. David Goldberg, aluno de Holland, obteve su esso na apli ação
industrialdeGAsemmeadosdosanos 80. Desdeentão osmesmosvêmtendo res ente
apli ação.
Cara terísti as dos GAs, omo as itadas no Cap. 1, zeram dos mesmos uma das
ferramentasmais utilizadasnasoluçãode problemas otimização. Estes algoritmosvêm
sendoapli ados em diversas áreas, omo:
•
Planejamentode pro essos (Awadh etal., 1995);•
Projeto daaerodinâmi ade asas paraaviões subsni os (Anderson , 1996);•
Re onhe imento de objetos(Aherne et al., 1997);•
Problemas de s heduling (Cardon et al., 1999);•
Planejamentourbano(Feng and Lin, 1999);•
Projeto daaerodinâmi ade mísseis (Anderson et al.,2000);•
Geraçãode imagens (Aguirreet al., 2001).Algoritmo
A estrutura bási a de um GA é apresentada abaixo. Osaspe tos mais importantes
desta estrutura são dis utidos na seqüen ia. A des rição dos mesmos foi adaptada de
(Fonse a,1995).
Estrutura Bási a do Algoritmo Genéti o
1:
pop0
←
gerar população(N)
; 2:f0
←
avaliar(pop0)
;3:
f it0
←
al ular tness(f0)
; 4:conv ←
false;5:
ger ← 1
;6: while
conv =
falsedo7:
popger
←
seleção(f itger−1, popger−1, s)
; 8:popger
←
shue(popger)
;9: for
i = 1
atéN
2
do 10: if random≤ pcruz
then11:
(pop
i
ger, pop
N
2+1
ger
) ←
ruzamento(pop
i
ger, pop
N
2+1
ger
)
; 12: endif 13: endfor 14: fori = 1
atéN
do 15: if random≤ pmut
then16:
(pop
i
ger) ←
mutação(pop
i
ger)
;17: endif
18: endfor
19:
fger
←
avaliar(popger)
;20:
f itger
←
al ulartness(fger)
; 21: if onvergiu then 22:conv ←
true ; 23: else 24:ger ← ger + 1
; 25: endif 26: end while Parâmetros de Entrada:Quatroparâmetros devemser denidos a priori,para exe ução doGA:
• N
- Tamanhoda população: Inteiro,par;• s
-Número de ópias esperadas para o melhorindivíduo: Real;• pcruz
- Probabilidadede ruzamento por par de indivíduos: Real,0 ≤ pcruz
≤ 1
;• pmut
- Probabilidadede mutaçãoporindivíduo: Real,0 ≤ pmut
≤ 1
.População:
Nos GA's, a população deve ser onsiderada em 2 níveis: fenótipo e genótipo. O
fenótipode adaindivíduorepresentaomesmonodomínioemqueafunçãoestádenida
(oespaço
R
n
emproblemas ontínuos por exemplo). Já ogenótipodo indivíduorepre-
senta o mesmo em um domínio odi ado, onde oalgoritmo atua. Qualquer estrutura
onveniente pode ser utilizadapara odi ar o fenótipoem genótipo(Rothlauf, 2005).
Namaiorparte dos asos, osgenótipossão onstruídosatravésde seqüên ias de bits, o
fa ilitaageneralizaçãodoalgoritmo. Noentanto,emdeterminados asosesta distinção
não pre isa ser rígida, podendo haver uma orrespondên ia direta entre genótipo e
fenótipo: oalgoritmogenéti oreal polarizado(Ramos etal.,2003)porexemplo,utiliza
umarepresentaçãorealnaqualgenótipoefenótiposão oin identes. Arelaçãogenótipo-
fenótipo, deve obede er um mapeamento
1 → 1
( odi ações não-redundantes), oun → 1
( odi açõesredundantes).Avaliação da População e Atribuição da Fitness:
Os indivíduos da população são avaliados através da função objetivo que dene o
problema. Os valores de função objetivo al ulados são utilizados para atribuição da
tness.
A distinçãodovalorde função objetivoe atness é apaz realizara interfa eentre
problemas de minimização e a natureza de maximização dos GA's. No entanto, a
prin ipalvantagem deste pro esso é a possibilidade de ontrole da pressão seletiva do
algoritmo. Isso permite a manutenção da representatividade da população. O uso de
té ni as, omo oranking linear des ritona seqüên ia, age nesse intuito.
Ranking Linear:
1. Avaliaros
N
indivíduos dapopulação utilizandoa função objetivo;2. Ordenarosindivíduosdomelhorpara opior,seguindo o valorde função objetivo
al ulado;
3. Atribuir o ranking (
r
) de ada um dos indivíduos dapopulação ordenada, sendo queo melhorindivíduo re eber = 0
eo piorr = N − 1
;4. Determinara tnessde ada um dos indivíduos através de:
f it(r) = s − (s − 1) ·
2r
N − 1
(3.1)O ranking linear impede que uma solução que se destaque muito do restante da
população, e re ebaum número muito grandede ópiasna seleção.
Umades rição sobreoutrosmétodosde rankingpode seren ontradaem(Goldberg,
1989;Fonse a , 1995; Tanomaru, 1995; Silvaet al., 2006).
Seleção:
A seleção em GA's tem omo função es olher os indivíduos que deverão parti ipar
do ruzamento e mutação, seguindo omo proporção a tness. No entanto, uma vez
que o número de ópias deve ser um inteiro, o número de indivíduos sele ionados será
maior,ou menor,que ovalordesejado,o que ausa um erro de seleção.
AseleçãoemGA'ségeralmenterealizadade formaesto ásti a,visandoevitar erros
deseleçãosistemáti os. Onúmeroesperadodeoperaçõesrealizadassobreumindivíduo
deveria ser exatamente orrespondente a sua tness, enquanto que, o erro de seleção
esto ásti o deveria ser o menorpossível.
O método mais utilizado para seleção é a roleta esto ásti a (do inglês, Roulette
Wheel Sele tion ou RWS) Goldberg (1989). A roleta esto ásti a onsiste de uma se-
qüên iadeeventos deseleçãoindependentes,ondeaprobabilidadede adaindivíduoser
sele ionadoé propor ionala sua tness relativa (atness relativa deneaárea do slot
referentea adaindivíduonaroleta). Aotodosãorealizadas
N
seleçõesindependentes. No entanto a roleta esto ásti a geralmente provo a grandes erros de seleção. Parareduziresteserrosdeseleção,eoserrosdeamostragem,Baker(1987)propsummétodo
de seleção hamado amostragem universal esto ásti a (do inglês, Sto hasti Universal
Sampling ouSUS).Neste método, aroletaé preen hida damesmaformaquenaroleta
esto ásti a, omaáreadoslotreferentea adaindivíduopropor ionalàsua tness. No
entanto, aoinvésde
N
seleçõesindependentes é realizadauma úni a seleção, om uma roleta omposta porN
ponteiros igualmente espaçados. Após a exe ução do SUS as soluçõessele ionadas são ordenadasaleatoriamente, paraevitar polarizaçõesduranteoComoexemplo,sejaumapopulaçãode5indivíduos ujosvaloresde funçãoobjetivo
são
fob= [1 2 3 4 10]
eosvaloresde tnesssãof it = [2 1.5 1 0.5 0]
(apósapli ação doranking linear). UmapossívelrealizaçãodoRWSedoSUSparaeste problemapodeser vistana Fig. 3.1.
PSfrag repla ements
(a) RWS
PSfrag repla ements
(b) SUS
Figura3.1: Métodos de seleção emGA's: RWSvs. SUS
OutrométodousualmenteutilizadoparaseleçãoéoTorneio(do inglêsTournament
Sele tion ouTS)Han o k(1994). Emumaimplementaçãosimpli ada,para adapasso
da seleção são extraídos dois indivíduos da população e o melhor deles é sele ionado.
Assim omonoRWS,oTS pode apresentar grandeserros deseleção. Noentantopode-
sereduziresteserrosaumentandoonúmerode indivíduospor omparação,eutilizando
algum outro método de seleção para es olher os indivíduos que serão submetidos ao
torneio.
Detalhes sobre outros métodos de seleção disponíveis podem ser en ontradas em
(Goldberg, 1989; Fonse a ,1995; Tanomaru,1995;Soares, 1997).
Mutação e Cruzamento:
A simplesseleção de indivíduos não é apaz de produzir nada melhorque omelhor
indivíduo da população. Devido a isso, são ne essários me anismos de variação, a-
Mutação:
Na mutação, o genótipo do indivíduo é modi ado onforme alguma regra prob-
abilísti a. Usualmente apenas uma pequena parte do genótipo é modi ada, o que
idealmente impli a em pequenas modi ações no fenótipo. Com isso, o indivíduo re-
sultante herdaa maior parte das ara terísti asdo pai. Métodos dedi ados a mutação
de indivíduos reais e bináriospodem ser en ontrados em (Goldberg, 1989; Tanomaru,
1995;Soares , 1997; Ramos etal.,2003).
Cruzamento:
No ruzamento(ou re ombinação),osgenótiposdedoisindivíduospais são ombi-
nadospara riaçãodedois novoslhos,tambémseguindoalgumprin ípioesto ásti o.
Nesta operação espera-se que os indivíduos resultantes tragam informações herdadas
dos pais.
Convergên ia:
Vários ritériospodemserestabele idosparaanálisede onvergên iadeGA's, omo:
•
Obtenção do ótimo onhe ido: este ritério interrompe a exe ução do algoritmo após a obtenção de um ótimo previamente onhe ido. Sua apli ação é útil paraavaliação de algoritmosevolu ionários;
•
Estabilização do valor de função objetivo: este ritério interrompe o algoritmo após uma não-melhoria da melhor solução en ontrada durante um número pré-determinado de avaliações de função. Neste aso parte-se do prin ípio que o
algoritmo onvergiuparaoótimoou hegouaumaregiãodaqualnãose onsegue
melhorasigni ativa;