2. ÖĞRENME STİLLERİ
2.3 İnşaat Sektöründe Öğretim Stilleri
Em trabalho publicado em 1995, os autores Cappell e Boone (1995), encontraram evidência empírica de associação entre IC e desempenho financeiro. O estudo compara o desempenho de Empresas com e sem sistemas de IC em termos de vendas (Volume e Crescimento), market
share e Earnings Per Share (divisão do lucro de uma empresa pelo número de ações da
mesma). Os resultados mostram que, nos casos estudados, as companhias com sistemas de IC, superaram em média àquelas sem atividade aparente de IC. Cabe aqui ressaltar a disponibilidade do autor James Cappel e a presteza com que respondeu a contato via e-mail, oferecendo-se para disponibilizar hard copy do artigo citado que, dada a sua ancestralidade, torna-se difícil de ser encontrado nas bibliotecas digitais tais como: Ebsco, Proquest, etc.
Essa pesquisa pode dar a idéia da importância da IC no sucesso de uma empresa. Claro que este sucesso é o resultado do esforço de muita gente e seria até mesmo arrogante atribuí-lo apenas a um departamento ou profissional de inteligência. Contudo o trabalho demonstra o valor da contribuição individual da IC. A medida dessa contribuição pode ser feita de diversas maneiras, demanda muita criatividade, mas é possível.
A mais evidente avaliação da IC é aquela que mede seu impacto direto em lucros ou economias derivados de sua atividade. Sendo possível estimar corretamente a estrutura de custos e a margem do produto do competidor se terá uma consistente vantagem em um mercado onde os preços regem a alta competitividade (BARNEY, 2002). Se o departamento de vendas usa essa informação em uma campanha bem sucedida, uma porção desse sucesso pode ser atribuída à IC.
A tentativa de associar IC e seu impacto financeiro indireto é menos precisa. A IC pode não significar ganhos imediatos, mas projeta essa possibilidade para o futuro (MILLER, 2002). A IC é frequentemente associada à criação de previsão de market share (COMBS; MOORHEAD, 1992), que por sua vez é utilizada para decidir as cotas de produção. Não se pode negar a participação da IC no estabelecimento correto de cotas futuras de produção. Nos casos em que a IC tem um impacto indireto sobre os negócios, é importante determinar de que maneira a informação fornecida pela inteligência foi utilizada e seu impacto resultante.
Há ainda situações em que à IC não pode ser atribuído algum valor financeiro direto ou indireto, o que não a desqualifica absolutamente uma vez que toda é qualquer informação agregada de valor de previsibilidade poderá influir na formulação de estratégias futuras, na correção das implementadas, na antecipação de ameaças e oportunidades.
Este trabalho analisa exatamente as associações entre IC e desempenho, consideradas as práticas esposadas pelas Indústrias com mais de duzentos funcionários, sediadas em Pernambuco. Alguns trabalhos anteriores tentaram analisar o fenômeno em causa em outros países e despertaram a curiosidade do pesquisador para a situação no Brasil.
O referencial teórico acima apresentado conduz à seguinte questão norteadora deste trabalho, que corresponde ao objetivo específico 12:
QN12 - Qual a percepção das empresas respondentes quanto ao seu desempenho comparado ao do principal concorrente?
A Fundamentação Teórica deste trabalho e suas principais referências estão resumidas no
Quadro 2 a seguir:
Autor Aspecto Levantado
Cultura Organizacional Aidar et al, (1995) Bethelem, (1999) Caldas,(1997) Damatta, (2001) Davel, (1997) Freitas, (1997) Motta, (1997 e 2001) Prates, (1997) Santana,( 2003),
Influências das Culturas Regionais, Nacionais e Organizacionais
Ciclo da IC - Planejamento Kahaner (1996); Jakobiac (1991); D’Aveni (2004) Necessidades de Inteligência e
Perfil dos Decisores Porter(1980) Análise Estrutural da Industria Platt (1967);
Gomes E Braga (2001) Questionamentos para Planejar IC Keiser(1987);
Mokler (1992)
Festervand & Murrey Jr. (1993) Identificação de Concorrentes Festervand E Murrey Jr .(1993);
Linn (1994) Fuld (1995); Galing (1995).
Diagnóstico da Empresa
Ciclo da IC - Coleta De Dados
Fleischer E Bensoussan(2002 Padrões Tradicionais de Pesquisa
Friedman (1998) Platt (1967) Unidades de Coleta
Focadas Apenas no Data Mining Montgomery E Weinberg (1998);
Porter (1986).
Metodologia Limitadora
Versus Excessiva Coleta de Dados Porter (1980); Mcgee E Prusak (1994); Fuld (1995); Kahanner (1996); Gilad (1996); Calof (1997); Tyson (1998) Nolan(1999); Thomas(2000)
Classificação das Fontes: Primárias – Secundárias, Públicas – Não Publicadas, Formais - Informais Percentual de Composição Da IC
Habilidade e Criatividade na Coleta Relacionamentos com TI
Ciclo da IC - Análise Myburg (2004);
Prescot & Grant (1988); Friedman (1998); Marceau E Sawka (2002) Escolha de Metodologias Reunião e Análise Ganesh E Zaveri (2001); Dou (1995); Fuld (1995); Kahaner (1996); Tyson (1998); Johnson (2002a)
Informação Gerando Inteligência Estratégica, Inteligência Tática e Contra – Inteligência (Malhortra (1999); Bovo E Balancieri ( 2001); Tarapanoff (2001); Prescott E Miller (2002); Marceau E Sawka (2002) Embricamentos Com TI Hovis (2002
Tyson (1998) Competências e Habilidades do Profissional De IC
Disseminação E Utilização
Tysson (1997), Pirâmide Hierárquica
Kahaner (1996) Bernhardt (1993); Tyson (1998) Nolan (2001a):
Segmentação da Disseminação
Calvino (1985), Apud Passos (2006) Características da Redação Em IC “Levesa, Rapidez, Exatidão, Visibilidade e Multiplicidade”
Ciclo da IC - Feed-Back E Avaliação
Combs (1992); Fuld (1998);
Fleisher E Bensousan (2002) Myburg (2004).
Feed-Back e Avaliação = Controle e Aperfeiçoamento
Kerr (2004) Importância da Atividade de IC Medida pela Frequëncia da Requisição
Herring (1999) Impacto da IC
Estrutura Da IC
Marceau E Swaha (2004) Proximidade do Decisor
Prescott (2002) Coordenação por Orgão Central
Tyson (1998) Órgãos Independentes nas Unidades de Negócios
Castells (2000) Redes de Inteligência.
Desempenho Empresarial
Nickell(1995) Parâmetros Tradicionais para Desempenho
Barney (2001) Valor Criado X Valor Esperado
Venkatraman E Ramanunjam (1986) Desempenho = Foco da Gestão Estratégica
Sirilli (2001) Moraes (l988)
Crescimento de Vendas como Parâmetro para Avaliação de Desempenho
Associações entre IC e Desempenho
Cappel e Boone (1995) Associações entre CI e Desempenho
Barney (2002) Mercados de Alta Competitividade
Crescimento de Vendas e Retorno Sobre o Investimento
Nickell e Bell (1995) Barney (2002) Moraes (1988)
QUADRO 2 - Resumo da Fundamentação Teórica Conclusão
Vistos os aspectos teóricos que constituem a fundamentação deste estudo, o capítulo seguinte tratará da metodologia de pesquisa.