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1. Dil İlimleri

2.3. Bedî‘

2.3.1. İbn Kemal Tefsirinde Bedî‘

O questionário foi enviado para 70% dos docentes do departamento de engenharia

mecânica e para vários discentes e profissionais que atuam na indústria. Devido ao

baixo índice de questionários que retornaram não será possível fazer uma análise

estatística dos dados obtidos, por esse motivo a discussão dos resultados será

qualitativa e não quantitativa.

comparando, através de gráficos, as sete competências gerais nos três grupos

distintos e as competências especificas que por sua vez foram divididas nesses sete

grupos também relacionando os três grupos consultados.

Para realizar a comparação, em termos de importância, das competências e

habilidades foi dado uma nota para cada item. Essa nota foi obtida fazendo a média

das notas fornecidas pelos elementos dentro de cada um dos grupos pesquisados.

Além dessa média, foi verificada, para cada uma das habilidades e competências, a

opção de resposta de cada respondente, para que desta maneira ficasse claro qual

a competência específica dentro de um grupo geral era considerada a mais

importante para aquela categoria de respondentes.

Verifica-se que a maior parte daquilo que está sendo exigido pelo engenheiro, está

ligado ao aprendizado não técnico, à criação e implantação do novo currículo no

curso de Engenharia Mecânica da UFMG, foi um passo importante em busca dessas

CÁPITULO 6

CONCLUSÕES

A competência geral considerada menos importante para a formação do engenheiro

foi o “conhecimento de história e cultura”, sendo que, em dois deles ela não foi

considerada fundamental por nenhum dos indivíduos.

Para a competência geral mais importante deve-se destacar quatro competências e

habilidades ao invés de apenas uma. O “conhecimento técnico”, “os conhecimentos

intelectuais”, “as atitudes” e a “proficiência em línguas estrangeiras” foram

consideradas pela maioria dos indivíduos dos três grupos como sendo fundamental

ou muito importante para o engenheiro. As outras duas foram consideradas como

sendo importante ou pouco importante para a atuação do profissional no mercado de

trabalho. Mostrando que é realmente necessário dividir esses grupos em categorias

mais especificas como foi realizado no trabalho.

As “competências especificas” relacionadas ao conhecimento técnico, aos

conhecimentos intelectuais e às atitudes foram consideradas como sendo as mais

importantes para a formação do engenheiro mecânico. A figura 47 mostra as

competências consideradas fundamentais para cada um dos grupos de

FIGURA 47: Competências e habilidades consideradas fundamentais para o engenheiro

Pode-se analisar a FIGURA 47 da seguinte forma: as habilidades e competências

que estão na região de sobreposição dos três grupos são consideradas essências

para a formação do engenheiro, as que estão na região de sobreposição de dois

grupos são as competências e habilidades desejáveis e são vantajosas as que estão

na região de um grupo individual.

Ainda analisando a FIGURA 47 as habilidades e competências consideradas

essenciais são todas ligadas aos conhecimentos intelectuais e às atitudes, esse fato

é importante, pois aquelas que têm relação com os conhecimentos técnicos não

Já as consideradas desejáveis fazem parte dos grupos citados anteriormente e com

algumas do conhecimento técnico e uma ligada a idiomas que é a capacidade de

falar outro idioma.

Por outro lado, houve uma diferença muito grande na opinião dos grupos em relação

a algumas competências e habilidades, tal como, projeto, pontualidade, padrões

técnicos, multiculturalismo, terminologias técnicas entre outras. Por que esses

grupos possuem diferentes posições em relação a esses itens?

Segundo Maturana (1998) quando dois seres vivos se encontram em interações

recorrentes, como na FIGURA 48, há uma história de mudança estrutural congruente

entre eles, no qual o meio de A inclui B e C, o de B inclui A e C, e o de C inclui A e

B. Essa mudança deve ser inserida no processo de escolha das competências onde

o tipo de ambiente no qual a empresa possui, a formação e o contexto cultural no

qual os funcionários e os chefes (normalmente engenheiros) estão inseridos

influencia e modifica os valores de todos envolvidos. No âmbito dos alunos essa

influência vem da família e da cultura que os mesmos tiveram e com relação aos

professores está ligado à área de atuação de cada professor e o tipo de contato que

Quase todas as competências foram mais valorizadas pelos respondentes ligados à

academia em relação aos ligados à indústria, o próprio currículo que é utilizado no

curso de graduação em Engenharia Mecânica da UFMG mostra que há uma grande

preocupação em formar o engenheiro com múltiplas capacidades, pois engloba as

áreas de ciências básicas, ciências mecânicas e ciências humanas, mas a

universidade como um todo não está preparada para esse tipo de flexibilização, por

isso, esse currículo vem enfrentando vários problemas para sua efetiva

consolidação.

A integração dos cursos foi o real objetivo de se fundar a UMG através da união das

Escolas de Engenharia, Medicina, Direito e Odontologia, mas esse entrosamento

nunca foi algo que efetivamente tenha ocorrido.

Disponibilizar conhecimentos dispersos não é suficiente para preparar o engenheiro

que a indústria está exigindo. É necessária uma reestruturação da metodologia de

ensino, pois das onze competências e habilidades que a indústria considerou como

sendo fundamental, seis delas são atitudes (54%) e três são conhecimentos

intelectuais (27%). Esses conhecimentos, normalmente, não são obtidos em aulas

do tipo transmissão-recepção, e necessárias estratégias pedagógicas diversas para

que esses conhecimentos sejam adquiridos dentro da universidade.

A indústria e os discentes rejeitaram todos os conhecimentos de história e cultura,

sendo que os docentes não foram tão resistentes a esses itens, pode-se explicar

esse fato pela própria função da universidade de fundar cidadãos conscientes de

entre os sexos, demonstra bem essa situação, no qual os discentes (60,9%) e a

indústria (52,9%) a consideram sem importância, já os docentes (79,2%) a

consideram como sendo muito importante.

O panorama encontrado é muito favorável, pois a maioria dos docentes têm

consciência das às exigências do mercado em relação aos conhecimentos não

técnicos, mas o que falta é agir efetivamente para que ocorra uma melhora na

formação dos engenheiros mecânicos da UFMG.

6.1 Pesquisas futuras

Esse assunto é muito complexo e extenso por isso são sugeridas outras pesquisas

importantes para a continuidade da investigação iniciada por esse trabalho:

Fazer uma pesquisa similar a essa, englobando um maior número de docentes,

discentes e pessoas que atuam na indústria, incluindo os professores e alunos da

PUC-MG, CEFET-MG, para que seja possível fazer uma análise estatística dos

dados.

Fazer uma análise comparativa das competências e habilidades consideradas

importantes para os discentes recém formados e dos calouros, a fim de reconhecer

se houve mudança nas opiniões dos mesmos durante o curso.

Testar metodologias de ensino diversas e verificar se houve melhoria na obtenção

de competências e habilidades relacionadas a atitudes.

Avaliação do rendimento e das competências desenvolvidas nos alunos que

participam dos projetos extracurriculares do curso de engenharia mecânica da

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