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Üye İşyeri Sözleşmesinin Hukuki Niteliği

A. KART ÇIKARAN KURULUŞ İLE ÜYE İŞYERİ ARASINDAKİ İLİŞKİ

4. Üye İşyeri Sözleşmesinin Hukuki Niteliği

Esta tese de doutorado sefundamenta noseguinteobjetivo prin ipal:

Construir uma ferramenta de planejamento da instalação e expansão de sistemas de

distribuiçãode energiaelétri a queseja apaz de:

projetar a estrutura da rede (topologia) assim omo denir o tipo e apa idade dos ondutores utilizadosem ada onexão;

posi ionarnovasunidadesdegeraçãoesubestaçõesparaampliaçãoda apa idade de atendimentode lientes;

alo ar eespe i ar unidades de geraçãodistribuída aolongo do sistema;

estudar o impa to da inserção de unidades de geração distribuída no sistema de distribuiçãode energiaelétri a.

Todosestesaspe tosdevemsertratadosemumambientemultiobjetivo, onsiderandoo

assoluçõesofere idasaoprojetistadevemserrobustas aeventuais in ertezasexistentes

nos parâmetros de entrada do problema ( arga,disponibilidade de geração, et ).

Pretende-se ainda al ançarosseguintes objetivos espe í os:

desenvolver ferramentas de bus a lo al determinísti a para melhoria do usto, onabilidadee robustez das soluções andidatas;

proporme anismos de baixo usto paraposi ionamentode subestações/unidades de geração nosistemade distribuição de energia elétri a;

fazer um estudo sobre os impa tos o asionados pela inserção da geração distri- buída nosistema de distribuição de energia, espe ialmente noque tange à on-

abilidadeerobustez dosistema;

dimensionare alo ar unidades de geraçãodistribuída nosistema de distribuição;

Geração Distribuída

2.1 Introdução

A geração distribuída (GD) utiliza geradores de baixa apa idade de geração, dis-

tribuídosaolongo dosistemaelétri o, om ointuitode atender as argas aumamenor

distân ia(Dugan et al., 2003). A GD tem um poten ialinteressante para melhoria do

sistemadedistribuição,devidoaoseumenor usto,pequenotamanho/altamodulariza-

ção,benefí ioambientalereduçãodasperdasedosinvestimentosne essáriosparasuprir

o aumento de arga (Haghifam and Hadian, 2010). Sua utilização no sistema de dis-

tribuição tem aumentado onsideravelmente nos últimos anos (Haghifam and Hadian,

2010).

O on eitode baixapotên iaempregadonaGDvariadeautorparaautor. Segundo

Dugan et al. (2003), devem ser empregados na GD geradores om apa idade inferior

a 10MW. Já para Dias etal. (2005), a geração distribuída no Brasil é denida por

unidades de geração de até 50MW.

Originalmente, os sistemasde energia elétri aeram onstituídos de pequenos gera-

dores, ongurados em ilhas isoladas (Dugan et al., 2003). Com o passar do tempo a

geração foi então para longe dos entros urbanos para que a geração  asse próxima

às fontes utilizadas na geração (Dugan et al., 2003). Re entemente, a implantação da

e tem permitidolidar om os res imentos ontínuos de arga de forma adequada.

De a ordo om Dugan etal.(2003), osbenefí ios dageração distribuídapodem ser

analisados sob três perspe tivas:

1. Consumidoresnais: os onsumidorespodemsebene iar omaexistên iadeum

ba kup de geração que, por sua vez, melhora a onabilidade do sistema. Além

disso, os onsumidores podem ser remunerados pela omer ialização de parte da

sua apa idade de geraçãode energia.

2. Sistemadeenergia: ainstalaçãodeunidadesde GDpodereduzirane essidadede

intervençõesde expansões nosistema para lidar om oaumento de arga. Ainda

que essas instalações sejam ne essárias futuramente, a instalação da GD pode

postergarestes investimentos, oque reduz seu valorpresente.

3. Comer iantes de energia: asunidades de GD podem ser one tadas diretamente

aosistemade energiaouainda atender argasainda des one tadas. Este tipo de

vantagempermiteatenuar asperdas té ni as ereduziros ustosne essários para

atendimento de lientes emáreas de difí ila esso.

Ainda segundo (Dugan etal., 2003), algumas te nologias mere em maior destaque no

ontexto dageração distribuída:

1. Turbinas de ombustão: as turbinas de ombustão omumente utilizadas na o-

geraçãopossuem apa idadesentre

1

MWe

10

MW(unidadesdemaior apa idade

são normalmente one tadas ao sistema de transmissão). Nesses equipamentos,

o gás natural é o ombustível mais omum, embora ombustíveis líquidos tam-

bém sejam utilizados. Re entemente também têm sido utilizadas mini e mi ro-

turbinas, onsideravelmente mais ompa tas, e om apa idades nas asas de

300 − 400

kW e

30 − 75

kW respe tivamente.

2. Células ombustível: as élulas ombustível são unidades de geração silen iosas

que não apresentam emissões no ivas ao meio ambiente durante seu fun iona-

eletrome âni o baseado na onversão do hidrogênio. É gerada orrente ontínua

(CC), sendo ne essário o uso de inversores. Além disso, o usto da te nologia é

alto.

3. Turbinas eóli as: as turbinas eóli as têm apa idade de geração entre

700 −

1200

kW e são geralmenteagrupadas emfazendas eóli as para riar ban osque variam de

200

a

500

MW. Devido àsrestriçõesgeográ as e àspotên ias envolvi-

das, são geralmente one tadas ao sistemade transmissão de energia.

4. Célulasfotovoltai as: as élulasfotovoltai assão geralmenteutilizadasjunto om

ban os de bateria para atendimento de lientes de difí il a esso. A apa idade

de ada unidade empregada para ns residen iais varia entre

2

e

6

kW. O usto

de instalação é alto, além de ser ne essária a instalação de inversores devido a

geraçãoCC.