• Sonuç bulunamadı

İşletme 3.000.000 TL sermayeli “A” anonim Şirketinin sermayesinin %20 sine sahiptir İştirak Şirket I Yıl 500.000 TL net kar sağlıyor Şirket karın %80 in

4 Yıl Yıllık Amortisman Tutarı = 10.000 TL

Örnek 1: İşletme 3.000.000 TL sermayeli “A” anonim Şirketinin sermayesinin %20 sine sahiptir İştirak Şirket I Yıl 500.000 TL net kar sağlıyor Şirket karın %80 in

As curvas de sobrevida global foram feitas através do método de Kaplan-Meier. Com o objetivo de procurar por correlações entre a presença do polimorfismo e sobrevida global foram realizadas categorizando os pacientes como selvagens ou polimórficos (heterozigostos e homozigotos).

Observou-se que os pacientes selvagens para o polimorfismo Val12Met tiveram tendência a uma pior sobrevida (sobrevida mediana de 14,1 meses) em relação aos pacientes polimórficos (sobrevida mediana não atingida; =0,089 – Teste de Log-rank, Figura 14).

Meses 50.0 40.0 30.0 20.0 10.0 0.0 S o b re v id a G lo b a l A c u m u la d a 1.0 0.8 0.6 0.4 0.2 0.0 V / M ou M / M Censurado V / V Censurado V / M ou M / M V / V ABCG2 Sobrevida Global N = 5 N = 60 P = 0,089; Log Rank

Figura 14: Curvas de sobrevida de Kaplan-Meier em pacientes com carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço classificados de acordo com a presença do polimorfismo Val12Met.

Já os pacientes selvagens para o polimorfismo Gly141Lys tiveram tendência a uma pior sobrevida (sobrevida mediana de 15,8 meses) em relação aos pacientes polimórficos (sobrevida mediana de 25,6 meses; = 0,16 – Teste de Log-rank); enquanto não houve correlação entre a presença do polimorfismo Val417Ile e sobrevida, conforme mostram as figuras 15 e 16. Meses 50.0 40.0 30.0 20.0 10.0 0.0 S o b re v id a G lo b a l A c u m u la d a 1.0 0.8 0.6 0.4 0.2 0.0 G / L ou L / L Censurado G / G Censurado G / L ou L / L G / G ABCG2 Sobrevida Global N = 11 N = 53 P = 0,16; Log Rank

Figura 15: Curvas de sobrevida de Kaplan-Meier em pacientes com carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço classificados de acordo com a presença do polimorfismo Gly141Lys.

Meses 50.0 40.0 30.0 20.0 10.0 0.0 S o b re v id a G lo b a l A c u m u la d a 1.0 0.8 0.6 0.4 0.2 0.0 V / I ou I / I Censurado V / V Censurado V / I ou I / I V / V ABCC2 Sobrevida Global N = 26 N = 39 P = 0,635 ; Log Rank

Figura 16: Curvas de sobrevida de Kaplan-Meier em pacientes com carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço classificados de acordo com a presença do polimorfismo Val417Ile.

De acordo com o nosso estudo não encontramos correlação entre os polimorfismos Gly141Lys, Val12Met e Gly126stop do gene ABCG2 e Val417Ile, Ser789Phe e Ala1450Thr do gene ABCC2 e resposta à quimioterapia com cisplatina.

Todas as frequências gênicas encontradas neste estudo estavam em equilíbrio de Hardy – Weinberg, porém chamou a atenção o fato das freqüências do Val12Met e Gly141Lys (10% e 16%, respectivamente) estarem bem abaixo das descritas na literatura em indivíduos normais japoneses (35% e 50%) e mais próxima a de pacientes de câncer de pulmão caucasianos (8% e 28%) (Kobayashi ., 2005; Muller ., 2009).

Para o gene ABCG2 encontramos somente um paciente com o polimorfismo Gly126stop, frequência que está de acordo com a literatura em indivíduos normais sem câncer da população japonesa (Kobayashi ., 2005; Hirouichi ., 2004). Apesar de ser pouco freqüente (aproximadamente 1%), achamos que polimorfismo Gly126stop merece um estudo numa população maior, uma vez que este alelo produz um códon de parada, gerando uma proteína truncada podendo diminuir a quantidade da proteína na célula, resultando em hipersensibilidade de células normais para agentes anti-câncer (Sugimoto ., 2005). Acreditamos ser importante o estudo deste polimorfismo, apesar da baixa frequência, visto o impacto que esta alteração pode ter na proteína, além de não haver nenhum relato na literatura sobre essa freqüência na população brasileira e poucos trabalhos da população em geral, sendo a maioria deles de origem japonesa.

Quanto ao polimorfismo Val12Met do gene ABCG2, acreditamos que a significância estatística não foi atingida, talvez, devido ao pouco número de polimórficos (n=7) em relação aos pacientes selvagens (n=61), pois 6 dos 7 (85,7%) pacientes Val12Met responderam ao tratamento enquanto no grupo selvagem apenas 35 dos 61 (57,3%) pacientes responderam ao tratamento (p=0,23). Quanto à curva de sobrevida, nenhum dos pacientes polimórficos desta análise morreu, enquanto o grupo selvagem teve sobrevida mediana de 18,7 meses (p=0,084, log rank). Mizuarai e colaboradores (2007) mostraram que a presença desta alteração resultou em aumento do acúmulo de droga & e perda de resistência celular para um grande número de drogas, entre eles o topotecam, doxorrubicina, mitoxantrone e vincristina. Eles também mostraram a perda da localização na membrana em células LLC-PK1 transfectadas com cDNA carregando esta mutação. Por outro lado, não foi encontrada relação entre a presença do Val12Met e resistência às drogas SN38, SN35 e SN 398 (análogos de camptotecina) em linhagens de células Flp-In transfectadas com este polimorfismo (Tamura ., 2007).

Em relação ao polimorfismo Gly141Lys, encontramos uma tendência de menor sobrevida dos pacientes com genótipo selvagens (sobrevida mediana de 15,8 meses) comparado aos pacientes que possuem este polimorfismo (sobrevida mediana não atingida, p = 0,13, Log Rank); dados estes que vão de acordo com Muller e colaboradores de 2009, que também não conseguiu correlacionar a presença do polimorfismo com resposta ao tratamento, mas observou menor sobrevida dos pacientes selvagens em

relação aos polimórficos em pacientes com câncer de pulmão de pequenas e não – pequenas células com tratamento a base de platina.

O fato dos pacientes que possuíam polimorfismos que provocam déficit de função no ABCG2 não apresentarem melhor resposta ao tratamento, mas terem maior sobrevida que os pacientes com a variante normal deste gene, em nosso estudo, indica que o gene pode estar envolvido em outros processos da célula tumoral além do efluxo de drogas. Este gene é muito expresso em uma grande variedade de células – tronco, podendo ter importância na manutenção de indiferenciação de células progenitoras, por expelir da célula o fator de indução de diferenciação DIF-1 (Zhou ., 2001). Além disso, a sua alta atividade está diretamente relacionada à sobrevivência celular em situação de hipóxia devido a sua capacidade de exportar da célula agentes tóxicos, entre eles a heme – porfirina, que em grande quantidade gera radicais livres danosos ao DNA (Krishnamurthy ., 2004 e Susanto ., 2008).

Um trabalho recente mostrou em linhagens celulares DU145 e A549 que a inibição do ABCG2 por RNA de interferência e inibidores químicos levava a inibição da proliferação celular. O mecanismo proposto foi o de que a supressão deste gene leva a parada celular na fase G0/G1, associado com uma diminuição da expressão de ciclina D3, aumento da expressão de p21 e aumento de número de células que entram em apoptose (Chen ., 2009).

Com base nestes dados da literatura, podemos especular que este gene não está associado apenas à resistência a drogas, mas também a

processos celulares importantes para a sobrevivência das células tumorais,

sendo necessários mais estudos funcionais para elucidar estes processos. Para o gene ABCC2, não encontramos pacientes com os

polimorfismos Ser789Phe e Ala1470Ala já o Val417Ile foi mais frequente neste grupo (38%) em relação às populações, sem câncer, de origem japonesa (10,9%) e judia (22,7%) (Wada ., 2006).

Não encontramos relação com resposta ao tratamento e nem com sobrevida para o SNP Val417Ile. Resultados similares aos de Hirouchi . (2004), que não encontrou efeito funcional deste polimorfismo na proteína, e de Sun . (2009) que não encontrou correlação entre a presença desta alteração e resposta à quimioterapia a base de platina em pacientes com câncer de pulmão de células não – pequenas. Fujita . (2008) mostrou que em pacientes com câncer colorretal metastático tratados com irinotecam tiveram uma menor curva tempo – concentração quando possuíam o alelo alterado, tendo maior resistência a esta droga. Não há um consenso na literatura quanto ao papel deste polimorfismo no resultado final da ação protéica e na resistência aos fármacos; o fato dele se localizar na porção transmembrânica da proteína, região mais associada à especificidade do substrato do que com a atividade transportadora, não fornece qualquer informação de como esta alteração possa modular a eficiência da proteína, indicando que ele provavelmente não exerça influência na resistência de drogas.

Resumindo, nosso trabalho foi o primeiro a correlacionar estes polimorfismos em genes codificadores de transportadores de cisplatina com

resposta ao tratamento em pacientes com carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço. Embora não tenhamos encontrado nenhuma correlação significativa, achamos que dos polimorfismos estudados, Val12Met e Gly141Lys e o gene ABCG2 merecem ser melhor estudados.

Abraham, J; Earl, HM; Pharoah, PD; Caldas, C. Pharmacogenétics of Cancer Chemotherapy. Biochimica et Biophysica Acta. 2006 1766: 168-183

Bailey-Dell, KJ; Hassel, B; Doyle, LA; Ross, DD. Promoter characterization and genomic organization of the human breast cancer resistance protein (ATP-binding cassette transporters G2) gene. Biochimica et Biophysica Acta. 2001 1520: 234-241.

Borst, P; Evers, R; Kool, M; Wijinholds, J. The multidrug resistance protein family. Biochim Biophys Acta. 1999 1461(2):347-57.

Cepeda V, Fuertes MA, Castilla J, Alonso C, Quevedo C, Pérez JM. Biochemical mechanisms of cisplatin cytotoxicity. Anticancer Agents Med Chem. 2007 Jan;7(1):3-18

Chen Z, Liu F, Ren Q, Zhao Q, Ren H, Lu S, Zhang L, Han Z. Suppression of ABCG2 inhibits cancer cell proliferation. Int J Cancer. 2009 Jul 29

Ding X, Wu J, Jiang C. ABCG2: A potential marker of stem cells and novel target in stem cell and cancer therapy. Life science. 2010; 86: 631- 637.

Gerk PM, Vore M. Regulation of expression of the multidrug resistance- associated protein 2 (MRP2) and its role in drug disposition. J Pharmacol Exp Ther. 2002 Aug;302(2):407-15.

Giaccone G. Clinical perspectives on platinum resistance. Drugs. 2000;59 Suppl 4:9-17; discussion 37-8.

Greenlee RT, Hill-Harmon MB, Murray T, Thun M. Cancer statistics. Cancer J Clin. 2001 Jan-Feb;51(1):15-36.

Fujita K, Nagashima F, Yamamoto W, Endo H, Sunakawa Y, Yamashita K, Ishida H, Mizuno K, Matsunaga M, Araki K, Tanaka R, Ichikawa W, Miya T, Narabayashi M, Akiyama Y, Kawara K, Ando Y, Sasaki Y. Association of ATP-binding cassette, sub-family C, number 2 (ABCC2) genotype with pharmacokinetics of irinotecan in Japanese patients with metastatic colorectal cancer treated with irinotecan plus infusional 5- fluorouracil/leucovorin (FOLFIRI). Biol Pharm Bull. 2008; 11: 2137-42.

Haenisch S, Zimmermann U, Dazert E, Wruck CJ, Dazert P, Siegmund W, Kroemer HK, Warzok RW, Cascorbi I. Influence of polymorphisms of ABCB1 and ABCC2 on mRNA and protein expression in normal and cancerous kidney cortex. Pharmacogenomics J. 2007 Feb;7(1):56-65.

Hesselink DA, van Hest RM, Mathot RA, Bonthuis F, Weimar W, de Bruin RW, van Gelder T. Cyclosporine interacts with mycophenolic acid by inhibiting the multidrug resistance-associated protein 2. Am J Transplant. 2005 May;5(5):987-94.

Hirouchi M, Suzuki H, Itoda M, Ozawa S, Sawada J, Ieiri I, Ohtsubo K, Sugiyama Y. Characterization of the cellular localization, expression level, and function of SNP variants of MRP2/ABCC2. Pharm Res. 2004 May;21(5):742-8.

Imai Y, Nakane M, Kage K, Tsukahara S, Ishikawa E, Tsuruo T, Miki Y, Sugimoto Y. C421A polymorphism in the human breast cancer resistance protein gene is associated with low expression of Q141K protein and low-level drug resistance. Mol Cancer Ther. 2002 Jun;1(8):611-6.

Ito, K; Suzuki, H; Horie, S; Sugiyama, Y. Apical/basolateral surface expression of drug transporters and its role in vectorial drug transport. Pharm. Res. 2005 (10):1559-77.

Johnson SW, Stevenson JP, O`Dwyer PJ. Cisplatin and its analogues. Cancer, Principles and Practice of Oncology. 2001(6): 376-380.

Jonker, JW; Buitelaar, M; Wagenaar, E; van der Valk, MA; Scheffer, GL; Scheper, RJ; Plosh, T; Kuipers, F; Elferink, RP; Rosing, H; Beijin, JH; Schinkel, AH. The breast cancer resistance protein protects against a major chlorophyll-derived dietary phototoxin and protoporphyria. Proc Natl Acad Sci U S A. 2002 99(24):15649-54.

Kage, K; Tsukahara, S; Asada, S; Ishikawa, E; Tsuruo, T; Sugimoto, Y. Dominant-negative inhibition of breast cancer resistance protein as drug efflux pump through the inhibition of S-S dependent homodimerization. Int J Cancer. 2002 97(5):626-30.

Kartalou M, Essigmann JM. Mechanisms of resistance to cisplatin. Mutat Res. 2001 Jul 1;478(1-2):23-43.

Keppler D, Leier I, Jedlitschky G. Transport of glutathione conjugates and glucuronides by the multidrug resistance proteins MRP1 and MRP2. Biol Chem. 1997 Aug;378(8):787-91.

Kobayashi D, Ieiri I, Hirota T, Takane H, Maegawa S, Kigawa J, Suzuki H, Nanba E, Oshimura M, Terakawa N, Otsubo K, Mine K, Sugiyama Y. Functional assessment of ABCG2 (BCRP) gene polymorphisms to protein expression in human placenta. Drug Metab Dispos. 2005 Jan;33(1):94-101.

Konig J, Nies AT, Cui Y, Leier I, Keppler D. Conjugate export pumps of the multidrug resistance protein (MRP) family: localization, substrate specificity, and MRP2-mediated drug resistance. Biochim Biophys Acta. 1999 Dec 6;1461(2):377-94.

Krishnamurthy P, Ross DD, Nakanishi T, Bailey-Dell K, Zhou S, Mercer KE, Sarkadi B, Sorrentino BP, Schuetz JD. The stem cell marker Bcrp/ABCG2 enhances hypoxic cell survival through interactions with heme. J Biol Chem. 2004 Jun 4; 279(23):24218-25.

Krishnamurthy P, Schuetz JD. Role of ABCG2/brcp in Biology and Medicine. Annu. Rev. Pharmacol. Toxicol. 2006; 46: 381-410.

Lindpaintner, K. The impact of pharmacogenetics and pharmacogenomics on drug discovery. Nature Reviews. Drug Discovery. 2002; 1:463-9.

Mizuarai S, Aozasa N, Kotani H. Single nucleotide polymorphisms result in impaired membrane localization and reduced atpase activity in multidrug transporter ABCG2. Int J Cancer. 2004 Mar 20;109(2):238-46.

Meyer zu Schwabedissen HE, Jedlitschky G, Gratz M, Haenisch S, Linnemann K, Fusch C, Cascorbi I, Kroemer HK. Variable expression of

MRP2 (ABCC2) in human placenta: influence of gestational age and cellular differentiation. Drug Metab Dispos. 2005 Jul;33(7):896-904.

Müller PJ, Dally H, Klappenecker CN, Edler L, Jäger B, Gerst M, Spiegelhalder B, Tuengerthal S, Ficsher JR, Drings P, Bartsch H, Risch A. Polymorphism in ABCG2, ABCC3 and CNT1 genes and their possible impact on chemotherapy outcome of lung cancer paients. Int. J. Cancer 2009; 124: 1669-1674.

Peyrone, M. Ann Chem. Pharm., 1845, 51: 1.

Piccirillo JF, Feinstein AR. Clinical symptoms and comorbidity: significance for the prognostic classification of cancer. Cancer. 1996 Mar 1;77(5):834-42.

Rabik, CA; Dolan, ME. Molecular mechanism of resistance and toxicity associated with platinating agents. Cancer Treatment Reviews. 2007 33: 9-23.

Robert J, Morvan VL, Smith D, Pourquier P, Bonnet J. Predicting drug response and toxicity based on gene polymorphisms. Crit Rev Oncol Hematol. 2005 Jun;54(3):171-196

Rosenberg, B; VanCamp, L; Trosko, JE; Mansour, VH. Platinum compounds: a new class of potent antitumour agents. Nature. 1969 222(191): 385-386.

Sun N, Sun X, Chen B, Cheng H, Feng J, Cheng L, Lu Z. MRP2 and GSTP1 polymorphisms and chemotherapy response in advanced non-small cell lung cancer. Cancer Chemother Pharmacol. 2009 Jul 1. [Epub ahead of print]

Susanto J, Lin YH, Chen YN, Shen CR, Yan YT, Tsai ST, Chen CH, Shen CN. Porphyrin homeostasis maintained by ABCG2 regulates self- renewal of embryonic stem cells. PLoS One. 2008;3(12):e4023.

Takes RP, Baatenburg de Jong RJ, Wijffels K, Schuuring E, Litvinov SV, Hermans J, van Krieken JH. Expression of genetic markers in lymph node metastases compared with their primary tumours in head and neck cancer. J Pathol. 2001 Jul;194(3):298-302.

Tamura A, Wakabayashi K, Onishi Y, Takeda M, Ikegami Y, Sawada S, Tsuji M, Matsuda Y, Ishikawa T. Re-evaluation and functional classification of non-synonymous single nucleotide polymorphisms of the human ATP- binding cassette transporter ABCG2.Cancer Sci. 2007 Feb;98(2):231-9.

Taniguchi S, Mochida Y, Uchiumi T, Tahira T, Hayashi K, Takagi K, Shimada M, Maehara Y, Kuwano H, Kono S, Nakano H, Kuwano M, Wada M. Genetic polymorphism at the 5' regulatory region of multidrug resistance 1 (MDR1) and its association with interindividual variation of expression level in the colon. Mol Cancer Ther. 2003 Dec;2(12):1351-9.

Wada M. Single nucleotide polymorphism in ABCC2 and ABCB1 genes and their clinical impact in physiology and drug response. Cancer Letters 2004; 234: 40-50.

Young AM, Allen CE, Audus KL. Efflux transporters of the human placenta. Adv Drug Deliv Rev. 2003 Jan 21;55(1):125-32.

Zhou S, Schuetz JD, Bunting KD, Colapietro AM, Sampath J, Morris JJ, Lagutina I, Grosveld GC, Osawa M, Nakauchi H, Sorrentino BP. The ABC transporter Bcrp1/ABCG2 is expressed in a wide variety of stem cells and is a molecular determinant of the side-population phenotype. Nat Med. 2001 Sep;7(9):1028-34.