3. PROJE PLANLAMA VE KONTROL SİSTEMLERİNİN YENİ NESLİ
3.2. Simülasyon Modeli
3.2.2. İnşaatta Simülasyon Modeli
3.2.2.4. İşletme-Organizasyon Aşamasında Simülasyon
Os entrevistados identificaram aspectos que requerem melhoria no processo de inclusão.
E1, emergencialmente, sugere a oferta de cursos, disponíveis a todos os servidores e obrigatórios para os que exercem cargos de gestão, que abordem a diversidade humana, as particularidades das pessoas com deficiência, suas capacidades, as tecnologias assistivas, a acessibilidade, a legislação relacionada e todos os demais motes relacionados à temática da inclusão. Essas medidas servem para conscientizar os servidores e gestores da casa, de forma a superar as situações de exclusão e para reconhecer o direito à participação plena dos servidores com deficiência na sociedade em igualdade de oportunidade com os demais. E1 aponta ainda que é evidente o poder cada vez maior e em constante evolução do ensino a distância, que se coloca como uma ferramenta primorosa nesse processo de mudança de paradigmas e rompimento da barreira atitudinal dentro da instituição. Nesse contexto, E1 afirma que por mais que o servidor com deficiência consiga mostrar as suas potencialidades e o seu papel transformador na sociedade, haverá uma insistente tendência, inerente ao ser humano, de ser visto por um olhar inclinado de seus pares e do público a que atende. Trata-se de um paradigma que deve ser reconstruído urgentemente e veementemente com a participação de todos, sendo que as ações educacionais são fundamentais nesse processo de construção.
Além dos aspectos relatados por E1, destaca ainda a necessidade da difusão dessas práticas inclusivas nas ações educacionais presenciais, como também da reformulação dos conteúdos dos cursos antigos disponibilizados na Escola Virtual do INSS, para implantação da acessibilidade como a disponível nos cursos atuais. Ressalta que essa questão é um desejo pessoal que com certeza será atendido em breve.
Neste aspecto, E2 afirma que apesar de não ter participado ativamente de ações de educação a distância nos últimos meses, acredita que se deva realizar um levantamento
prévio de possíveis educandos com deficiência e que a esses, deva ser preliminarmente proporcionado o acesso aos meios adaptativos (caso a caso), e que todo o ambiente virtual, desde a página, fóruns, e materiais de apoio, sejam ofertados de acordo com os preceitos de desenho e acesso universal. E2 salienta que este trabalho deve ser realizado antes de ser iniciada a ação educacional, para que não seja necessário prover adaptações saneadoras ao longo da capacitação.
E3 e E4 relatam não ter condições de propor melhoria sem conhecer profundamente todo o processo de produção e oferta de cursos a distância no CFAI. Destacam que será preciso uma análise para responder esta questão com mais segurança.
Na percepção de E5, o que precisa ser implementado no sentido de melhorar o processo de inclusão é um melhor preparo dos educadores (presencial e a distância) em relação as ações e atividades do Programa de Inclusão Educacional no INSS.
Para E6, seria interessante criar um grupo de servidores que trabalhasse com as questões específicas de acessibilidade e inclusão nas ações educacionais nesse primeiro momento. A partir dessa experiência em equipe, todos do grupo poderiam compartilhar experiências e conhecimentos para que fossem continuamente aprimoradas.
E7 destaca que um aspecto essencial seria a profissionalização dos saberes, ou seja, permitir que os conteúdos e materiais didáticos sejam elaborados por profissionais das áreas específicas dos saberes.
Aponta E8 que, dentro do modelo que vem sendo adotado pelo CFAI, não vislumbra necessidades de melhorias, pois seria necessário um maior conhecimento dentro de novas possibilidades.
Neste ponto E9 propõem nas estratégias de aprendizagem uma maior utilização de vídeos e estudos de casos e a diminuição de textos.
Na percepção de E10 a inclusão de diversidade de mídias com vídeoaulas, ambientes interativos, objetos de aprendizagem podem agregar valor e melhorar o processo de inclusão educacional.
Nesta questão, os entrevistados apontaram pontos a serem melhorados no processo de inclusão e cada um segundo sua visão afirma acreditar no processo de melhoria contínua e gradual nas práticas inclusivas
5 CONCLUSÕES
Tornar os cursos acessíveis não atende somente a demandas sociais em virtude de cumprimento de leis, mas, sobretudo, proporciona a construção do conhecimento e o pleno e efetivo exercício da cidadania.
O objetivo desta pesquisa é analisar as adequações necessárias aos métodos e ferramentas pedagógicas promotoras da inclusão da pessoa com deficiência visual nas ações educacionais a distância.
A pesquisa evidenciou que para o alcance desse objetivo é essencial que os princípios pedagógicos sejam pensados para a intervenção nos ambientes virtuais de aprendizagem de modo que facilitem o processo ensino-aprendizagem, garantindo sua efetividade.
Esta pesquisa identifica em seu referencial teórico um vasto repertório de possibilidades para tornar a aprendizagem na educação a distância uma ferramenta promotora da inclusão, por meio de estratégias acessíveis.
No entanto, para a concretização dessas estratégias, faz-se necessário romper com velhos conceitos e promover uma verdadeira transformação social.
O Instituto Nacional do Seguro Social, por meio do seu Centro de Formação e Aperfeiçoamento, reconhece e promove uma transformação social. Fato esse evidenciado nos relatos das entrevistas realizadas com servidores da Instituição. Os depoimentos ratificam que o CFAI iniciou recentemente a inclusão educacional das pessoas com deficiência, mas, que já consiste em uma prática concreta e que busca melhoria contínua e gradual para o aprimoramento de suas ações.
No tocante a pessoa cega e com baixa visão, a plataforma de educação a distância promove ações educacionais baseadas no desenho universal, com uso de tecnologias assistivas, com adaptações e adequações necessárias.
Nessa perspectiva, as equipes do CFAI utilizam ambientes virtuais de aprendizagem a distância, que, em um país com as dimensões do Brasil, constitui uma importante ferramenta na promoção da inclusão. A criação desses espaços de aprendizagem integra as políticas educacionais do MEC e devem atender aos requisitos de acessibilidade.
Destaca-se que, apesar dos esforços empenhados para a concretização dessa inclusão, é essencial uma continuidade nas ações norteadoras desse processo. Saviani (2008) afirma que
a descontinuidade de políticas educacionais é uma marca na história da educação brasileira. Sendo assim, com a inclusão educacional da pessoa com deficiência não é diferente.
Sendo assim, a pesquisa evidenciou que requer um esforço por parte do Instituto Nacional do Seguro Social para que o processo de inclusão possa ser internalizado na Instituição, como: garantir patrocínio dos gestores da Instituição, promover a capacitação dos servidores envolvidos na produção e oferta de cursos, disseminar direitos e conceitos relacionados à temática da inclusão, investir nas estratégias tecnológicas e difundir boas práticas inclusivas e valorizar ações promotoras da inclusão educacional das pessoas com deficiência.
Segundo Corrêa (2002), não basta trocar de suporte sem trocar nossas práticas educativas, pois estaremos apenas apresentando uma fachada de modernidade, remodelando o “velho” em novos artefatos.
6 TRABALHOS FUTUROS
Além das questões levantadas na conclusão desta pesquisa, evidenciando necessidades a serem desenvolvidas com a finalidade de internalizar o processo de inclusão da pessoa com deficiência no INSS, o presente estudo sugere para trabalhos futuros, os seguintes temas:
• Analisar casos de outras Instituições públicas e privadas que promovam a inclusão em suas ações educacionais;
• Aplicar a mesma pesquisa, porém com um número maior de pessoas para uma análise quantitativa;
• Mensurar o resultado de processos inclusivos e sua relação com a produtividade; • Identificar boas práticas no processo de inclusão da pessoa com deficiência na
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