IV. BULGULAR VE YORUM
4.3. Son Test Puanlarına göre Tüm Gruplarının KarĢılaĢtırılması
4.3.1. IÜABT Son Test Puanlarının KarĢılaĢtırılması
Além do ambiente religioso dos baganda existiram também outros povos que coabitavam e exerciam influência na região dos quatro grandes reinos. Os muçulmanos surgiram no período anterios à chegada dos missionários cristãos, os registros indicam que o Islã chegou a Buganda, por volta de 1844, quando Ahmed Ibn Ibrahim conhece o então palácio sede do monarca. No entanto, também acredita-se que alguns outros árabes muçulmanos ligados ao comércio já exerciam suas atividades desde 1830, durante o reinado do kabaka Suuna II`s. É também possível que os muçulmanos possam ter chegado mais cedo
36 Do original: “Insofar as a civil society in Africa is widely taken to depend on "the triunfo of liberal capitalism"
its future is not generally perceived to be a mere matter of materialities, of economic interests alone. something more elevated is at issue:"the embrace of the world historical spirit" that invests civic projects with "immanent purpose". For the less high minded the key to civility resides in mundanities;(...) the consolidation of eighteenth and nineteenth century capitalist society, with its characteristic social and cultural arrangements, its rights- bearing subjects, its "refined" manners.
Thus it is that Western intellectuals, lawyers, entrepreneurs, academics, teachers, and sometimes Christian leaders (never Muslim) was oriented. - and are typically seen from outside as the vanguards of civil society information. It is they who are thought most likely to commit themselves to the development of an active public sphere, along with its requisite media and voluntary organizations; to criate places and associations through which bourgeoisies might pursue their interests untrammeled by parochial loyalties, identity politics, or intrusive governments; to equate those interests with the good of society at large, even means of “humankind”.” Tradução Propria. In: COMAROFF, John L. COMAROFF, Jean. Civil Society and the Political. Imagination in
em Buganda através do eixo norte do Egito e do Sudão. O fato é que esses homens chegaram naquele reino pelo menos 33 anos antes do cristianismo e, assim como em certas áreas da África oriental se interessavam por vias de comércio. Junto com sua atividade divulgavam e seguiam o Islão há muitos séculos, como menciona Kofi Asare Opoku37:
Foi se desenvolvendo uma nova cultura muçulmana e, a partir dessa mistura com a cultura bantu, nasceu a cultura swahili. O kiswahili é, hoje, a língua franca da maior parte da África oriental. Antes da chegada das potências coloniais, o islão já avançara em proporção considerável. Dentre seus progressos, assinalemos a substituição do ciclo de festas tradicionais pelo calendário muçulmano em várias partes da África e a incorporação de numerosas palavras e conceitos árabes por línguas africanas como o haussa, o fula e o mandinga, o que contribuiu muito para enriquecê-las. No retorno da viagem, os peregrinos já seguiam novas modas de vestuário; e, com o exemplo de religiosos e clérigos muçulmanos residentes ou de passagem por diversas regiões da África, a cultura árabe tinha começado a causar grande impacto sobre os africanos. A influência se fazia sentir também na arquitetura, nos títulos, na música e em outros aspectos da cultura, principalmente entre as camadas mais favorecidas da população africana, sobretudo no Sudão. Malgrado o progresso muçulmano conseguido antes da chegada das potências coloniais, as últimas décadas do século XIX assistiram ao desmoronar de alguns Estados teocráticos da África ocidental, ao enfraquecimento do comércio e da influência muçulmanos na África oriental. (OPUKO, 2010. p. 595)
Percebemos a forte influência muçulmana secular e em vários âmbitos da sociedade de Buganda, com destaque para a formação da cultura swahili, esta que concentra aspectos dos povos bantus misturados no decorrer de séculos com a cultura árabe de tradição religiosa muçulmana que ficara fixada na arquitetura, nas vestimentas, artesanato, principalmente entre a elite dos reinos que cercavam os “Grandes Lagos”, alguns aspectos podem ser observados nas imagens pintadas dos soberanos, mas principalmente no campo linguístico onde a língua recebe também o nome de swahili e é compartilhada até hoje pelo povo de Uganda, tamanha e importante sua presença naquela região, bem como na paisagem urbana de lugares próximos, como o caso do Sudão que faz fronteira com o local de estudo.
Por conta dessa presença efetiva dos muçulmanos que configuram como parte da cultura e do cotidiano da região de Uganda, surgiram críticas e combate a influência entre os povos dos reinos ali presentes. Os missionários teciam críticas em seus escritos afrontar e combater os muçulmanos. Uma das práticas mais criticadas eram as circuncisões feitas pelos seguidores do Islão e veementemente combatidas pelos missionários, geralmente citadas como mutilações. A condenação não se fazia apenas contra os rituais muçulmanos, mas,
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OPOKU, K.A. A Religião na África durante a época colonial. In: História geral da África, VII: África sob
justamente para condenar seus seguidores que eram muitos dos baganda, uma vez que a religião tinha sido a religião do rei, ou seja, combater as influências muçulmanas era mais uma forma de enaltecer a necessidade de se inserir o cristianismo e solucionar os “atrasos” daquele povo representado a partir da visão dos membros da CMS.
Os conflitos religiosos eram frequentes e perseguições feitas durante o governo do rei Mwanga ante os cristãos, muitas vezes apoiados pelos muçulmanos mais próximos representou uma forma de afirmação por parte do rei baganda na defesa de seus interesses e de sua cultura religiosa. Essas ações eram duramente combatidas nos textos dos missionários ingleses que condenavam as ações do rei e enalteciam o caráter vitimador de seus membros. O líder baganda e sua corte foram representados pela olhar da crueldade com que agiam para com os protestantes e não como defensores de seu território, ainda que com artifícios violentos.
Os combates físicos ou críticos entre os europeus cristãos protestantes contra o governo local e muçulmanos que aconteceram em diversos momentos, baseavam-se em juízo de valores culturalmente europeu e apontam de certa forma um jogo de influências constante para o domínio regional. Os muçulmanos estavam na região há muito mais tempo do que os europeus e haviam influenciado todo um processo de construção da cultura, incluindo a religiosa, além de desenvolverem atividades comerciais fundamentais para a região desde antes da chegada dos europeus e já no século XIX exerciam uma grande influência no âmbito político inclusive sob as ações do monarca.
A influência islâmica foi fundamental para que o europeu imperialista afirmasse na África a sua identidade na segunda metade do século XIX. (SANTOS, 2002, p. 84)
O que se observa é que a incursão do cristianismo na África se deu de maneira tão forte no período de domínio colonial, porque ela tinha raízes no período anterior à chegada das missões e no caso de Buganda, a entrada dos membros da Church Missionary Society fora pouco tempo anterior a dos padres missionários católicos, também na segunda metade do século XIX.
O continente africano ja havia tomado contato com as ideologias e rituais do cristianismo em algumas etapas da história, porem algumas regiões só vieram a tomas contato com esta vertente religiosa mais tardiamente como no caso do reino Buganda. A África, portanto, passou por três etapas de intensa presença do cristianismo em seu território, segundo Kofi Opoku38, a primeira etapa de expansão cristã no continente africano vai do século I até o
38 OPOKU, K.A. A Religião na África durante a época colonial. In: História geral da África, VII: África sob dominação colonial, 1880-1935 / editado por Albert A. Boahen. – 2.ed. rev. – Brasília : UNESCO,
século VII quando os “rivais” muçulmanos passam a expandir seus domínios pelo norte e centro do continente, começou no final do século I no Egito, e até o fim do século II na região em torno de Cartago, a Igreja Ortodoxa de Alexandria foi um exemplo desta presença precoce do cristianismo, seguido pelas Igrejas Copta também no Egito e Igreja Ortodoxa Etíope, conhecida oficialmente como Igreja Ortodoxa Etíope Tewahido. Essas Igrejas foram essenciais para deixarem uma importante contribuição cultural nessas determinadas regiões do continente, muitas delas com forte influencia até os dias atuais.
A segunda fase se iniciou no século XV com as navegações. A partir dela se ampliou o conhecimento sobre o continente africano e se inicia um maior trânsito junto com a presença dos portugueses que levou a uma grande penetração das ideias cristãs, nas regiões costeiras e centro africana.
Essas ideias e desenvolvimento do cristianismo no continente africano, porém, foi suplantado pela intensa atividade do tráfico de escravos durante séculos. Devido a ele, a ampliação das igrejas cristã europeias na busca de novos fieis foi diminuta em relação os espaços de ação do comércio. O tráfico negreiro estava em desacordo com a atividade religiosa, porém esta atividade era tão lucrativa que era tolerada por ela.
A última fase é o período de chegada dos missionários de diversas vertentes cristãs. É este também o momento de interesse deste trabalho, vindos da Europa durante os fins do século XIX, mais intensamente na década de 1880, derivados de correntes surgidas desde o século XVIII na Europa, como é o caso da CMS que aparece em 1799 na Inglaterra com claras intenções de expansão de suas doutrinas e evangelização de territórios onde o cristianismo estava pouco presente ou praticamente inexistente.
Esses homens membros dessas instituições vinham de diversas localidades apoiados e incentivados por elas para iniciarem suas jornadas no interior do continente. Neste momento, diferente dos outros dois períodos anteriores, o que perdurou até o século VII e posteriormente no século XV em outras regiões do continente, aconteceu na parte oriental, ou seja, na região dos “Grandes Lagos”. A inspiração para tal feito era a expansão evangelizador somado a um maior conhecimento da região. Ainda que não fosse tão avançado, contava-se com os relatos de experiências dos primeiros exploradores que povoavam semanalmente os jornais de todo mundo contando as aventuras de viajantes na “África selvagem”.
As rotas comerciais e a agricultura figuravam como parte dos projetos de catequização, a permanência e o conhecimento desenvolvido a partir da presença missionária foram de fundamental importância para o momento em que se iniciaram as lutas de fato pela
conquista do continente por parte dos governos europeus. A figura do missionário auxiliou muitas vezes no conhecimento de trilhas e caminhos assim como muitas vezes o inverso também acontecera com relação à entrada em territórios mais inóspitos. Opoku argumenta que as ações missionárias encorajavam entusiasticamente a intervenção europeia, sobretudo a partir dos anos 1870, nela vendo um empreendimento moralmente justificado e no caso de Uganda não fora diferente.
Durante o período colonial vemos a difusão da forte influência europeia dentro da região interiorana do continente, a mudança de local de exploração saída da costa e chegada a territórios recentes marcou a trajetória do cristianismo dentro da África. A visão “progressista” defendida pelos europeus de todas as instâncias seja ela religiosa, comercial ou política passava por um processo de convencimento da sociedade local de que era necessária a desconstrução de ideias e apegos culturais e inserção de outros valores como no caso da cultura escrita para ampliação e edificação do cristianismo para obtenção da característica do progresso que era o status de “civilizados”.
Via-se em várias citações durante as pregações de Mackay, por exemplo, a crítica ao ambiente pagão e às tradições não aceitas por qualquer ocidental ou como algo errado que deveria dar lugar aos dogmas do universo cristão.
Mackay após enaltecer o caráter critico e a postura egocêntrica de M’tesa, valorizando seu discurso, tece suas pregações para diminuir a importância dos ensinamentos muçulmanos repassados para o monarca por um árabe chamado Masudi e causar impacto a respeito da posição “correta” que o kabaka deveria seguir:
Oh Mtesa, meu amigo, não repita sempre essa desculpa! Quando você e eu estivermos diante de Deus no grande dia do julgamento, você vai responder a Deus Todo-Poderoso que você não sabia no que acreditar, porque Masudi te disse uma coisa e Mackay disse que outra? Não, você tem o Novo Testamento; leia lá para você mesmo. Deus vai julgá-lo por isso. Nunca houve qualquer pessoa que mesmo diante da verdade disse não tê-la
encontrado. 39(MULLINS, 1904. p. 29)
Assim como na Europa, política, cultura e religião estavam intimamente ligadas e, no continente africano estes aspectos eram ainda mais interligados à vida cotidiana. O advento da política europeia colonial com os princípios da religião tradicional nativa foi inevitável uma vez que se constituía como uma das bases da centro sociedade africana. Esta condição era análoga as diversas regiões da região equatorial, exceto na Etiópia onde o cristianismo há
39 Do original: “Oh M’tesa, my friend, do not always repeat that excuse! When you and I stand before God at the great day of judgment, will you reply to Almighty God that you did not know what to believe because Masudi told tou one thing and Mackay told you another? No, you have the New Testament; read there for yourself. God will judge you by that. There never was any one yet who looked for the truth there and did not find it.” Tradução
muito estava presente se nos remetermos à dinastia salomônica, provavelmente descendente de Salomão, rei do povo hebreu, ali reinante. O forte embate entre os europeus e a religião tradicional, foi o grande desafio para a sobrevivência das tradições por parte dos africanos. Esse conflito trouxe como protagonistas, os povos locais e missionários que agiam como ponte entre a religião e a cultura ocidental e religião e a cultura nativa. A conversão, portanto, não deveria ser somente religiosa, mas sim para uma vida nova, como mostra Opuko:
Trabalhavam sem descanso para converter os africanos a uma forma de vida na qual a religião estava separada dos outros aspectos da existência. Ensinavam ao seu novo rebanho que a vida podia ser dividida em esfera espiritual e esfera secular – ensino que se opunha à própria base da cultura africana, ou seja, a unidade entre religião e vida. Desse modo, os missionários tratavam de atacar o próprio elemento que sustentava a coesão das sociedades africanas. (OPUKO, 2010 p. 597)
As ações afirmativas a partir das missões foram contestadas e combatidas por diversos chefes locais como o caso de Mwanga e sua corte, bem como os muçulmanos árabes que perceberam a possibilidade de perdas de influência como apontado por Mullins. Foi comum em publicações dos missionários da CMS os relatos dessas relações conflituosas sempre expondo o europeu como vítima desses chefes e não como ameaçadores da cultura tradicional:
O rei os desapontou elaborando um plano diabólico contra todos os
principais ‘readers’ entre cristãos e muçulmanos, junto com sua corte, eles seriam enviados a uma pequena ilha no Lago e seriam deixados a mingua.
(MULLINS, 1904. p. 51) 40
A abominação das formas ritualísticas era um meio de expor sua indignação aos modos de vida desses povos. Acreditar em divindades, em espíritos, no sobrenatural, no poder dos antepassados sobre a realidade do presente, dentre outros aspectos característicos desses povos locais a partir da representação da visão do soberano e não conhecerem o monoteísmo cristão ou abdicar dele estava, para o europeu, diretamente ligado ao “atraso” dessas sociedades. Os missionários, assim como os europeus não religiosos propagavam sua posição contrária a essas tradições. Um exemplo desta crítica negativa esta na análise publicada a respeito do cenário de Uganda na época do estabelecimento dos primeiros missionários, retratando não só o ambiente pagão como também o envolvimento dos árabes muçulmanos no comércio de escravos:
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Do original: “The king soon disappointed them. He conceived a diabolical plot to get rid of all the principal ‘readers’, both the Christian and Mohammedan, about his court. They were to be decoyed on to a small island on the Lake and there left to starve. The plot laked out.” Tradução própria.
Um Comissário especial em seu relatório (...) descreveu os encantos e cortesia dos baganda de hoje, enquanto também retratara em cores chocantes do derramamento de sangue, o grande número de escravos, os vícios, e a adoração degradada de “lubare” (espírito ao qual dedicavam sua adoração) da antiga religião pagã de Uganda. As cenas horríveis daqueles dias através das cores chocantes estiveram em todas as primeiras narrativas tanto dos missionários quanto dos exploradores. Assassinatos arbitrários não tinham outra razão senão por capricho do rei e estavam constantemente ocorrendo. O rei pediria ao longo do tempo que as estradas deveriam ser vigiadas, e todos aqueles que as atravessasse ocasionalmente deveriam ser apreendidos e até mesmo condenados à morte. Mutilação era uma punição comum para o crime. Deboche dessas situações era indescritível e prevaleceu. O comércio de escravos era galopante. Mackay, por exemplo, em uma carta ao The Times, em 1889, afirmou que 2.000 escravos foram vendidos para fora de Uganda a cada ano para traficantes
de escravos árabes.41(MULLINS, 1904. p. 18-19)
Até mesmo o poder de influência curandeiros, feiticeiros, líderes políticos que respondiam também pela religião (costumes que inclusive, haviam acontecido na História da Europa como em Os reis taumaturgos42), esteve fadado à críticas e condenações, foi um meio
de barrar a importância desses cargos dentro das relações sociais, dando espaço para atividade missionária. A adoção da religião cristã, portanto, era também de interesse das nações europeias, logo a figura do missionário apareceria como aquela que auxiliaria na suplantação desta religião local diante das posições muitas vezes impopulares dos kabakas segundo a visão dos missionários. Mesmo assim, neste cenário aparentemente propício, a incursão e a difusão do cristianismo protestante enfrentou uma serie de barreiras devido a superstição que os baganda mantinham a respeito da figura do kabaka, não partiu da vontade da população de Buganda a “necessidade” de uma nova religião, pois a estrutura do governo, misturada com a posição religiosa do monarca seguida pelos súditos, satisfazia uma ordem natural desde a organização daquele reino. A impopularidade dos atos, portanto, é fruto da representação dos missionários a respeito dos governantes e não da população do reino. Como no excerto:
O governo de Uganda, tal como existia quando descoberto pela primeira vez, tinha como base uma estrutura ruralizada. O kabaka, ou rei, era um ser supremo e e as pessoas tinham reverência a ele, uma espécie de superstição para com ele, mesmo quando este tinha posturas impopulares. Isso explica a
41 Do original: “A special commissioner in his report (...) described the charms and courtesy of the
Baganda of to-day while he also pictured in lurid colours the bloodshed, the slave-raiding, the vice, and degraded lubare worship (spirit-worship) of the old pagan Uganda. The horrible scenes of those days colour all the early narratives of both missionaries and explorers. Wanton murders, for no other reason than that it was the king's caprice, were constantly occurring. The king would order from time to time that the road-tracks should be watched, and all casual wayfarers seized put to death. Mutilation was a common punishment for crime. Indescribable debauchery prevailed. The slavetrade was rampant. Mackay, for instance, in a letter to the TIMES in 1889, stated that 2.000 slaves were sold out of Uganda every year to Arab slavers.
42Descrição do caráter sobrenatural do poder régio na França e Inglaterra presente na obra de Marc Bloch.
influência exercida pelo tirano Mwanga mesmo depois que ele foi deposto.43
(MULLINS, 1904. p. 19)
Neste universo onde a figura do governante era reverenciada pelos súditos, temos a