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Huzurun ‘Şehir’lerinden İnsanı Betonlaştıran ‘Kent(leşme)’e Karşı Başkaldırı ve Direniş:

ARİF AY ŞİİRLERİNİN TEMA VE İÇERİK BAKIMINDAN

2. ARİF AY’IN ŞİİRLERİNİN TEMA VE İÇERİK BAKIMINDAN İNCELENMESİ

2.7. Yüzleşme: Ölüm:

2.8.3. Huzurun ‘Şehir’lerinden İnsanı Betonlaştıran ‘Kent(leşme)’e Karşı Başkaldırı ve Direniş:

Criado no ano de 2004, pela Lei n° 10.861, de 14 de abril, o SINAES foi instaurado com a finalidade de esmerar a qualidade da educação superior, orientar sua expansão de oferta com “o aumento permanente da [...] eficácia institucional e efetividade acadêmica e social e, especialmente, a promoção do aprofundamento dos compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação superior” (BRASIL, 2004, p. 01), que, em oposição ao PAUIB, não admitiu o preceito da adesão voluntária por parte das IES e, além da avaliação formativa, também adotou o caráter regulatório.

Nessa perspectiva, esse sistema nacional de avaliação foi concebido com foco em duas ideias, de integração e participação, “conceitos fundamentais para [...] aprofundar os compromissos e responsabilidades sociais das instituições, bem como promover os valores democráticos, o respeito à diversidade, a busca da autonomia e a afirmação da identidade” das instituições (SINAES, 2009, p. 91). Assim, no que se refere à integração, visa assegurar “as dimensões internas e externas, particular e global, somativo e formativo, quantitativo e qualitativo e os diversos objetos e objetivos da avaliação”. Do mesmo modo, busca a participação de todos os agentes, seja da instituição, pertencentes ao governo ou mesmo da sociedade, a fim de atender “a exigência ética própria dos processos educacionais” (SINAIS, op. cit., p. 92).

especialistas constituídos pelo INEP para avaliação dos cursos; discentes ingressantes e concluintes da graduação para avaliação de seu desempenho; avaliação da instituição com representantes da própria IES, avaliação interna e especialistas compostos pelo INEP para avaliação externa. Todos, coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), instituída “no âmbito do Ministério da Educação e vinculada ao Gabinete do Ministro de Estado”, com operacionalização do INEP, no que tange a responsabilizar-se pela “realização da avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes” (BRASIL, 2004, p. 03).

Em virtude do citado, o SINAES qualifica instituições educacionais fundamentando-se em três processos avaliativos:a Avaliação da IES (AVALIES), englobando os processos de auto-avaliação, pela Comissão Própria da Avaliação (CPA) e a avaliação externa, com base em um instrumento institucional de avaliação elaborado conjuntamente pela CONAES e INEP; a Avaliação da situação dos Cursos de Graduação (ACG), com ênfase no “[...] perfil do corpo docente, às instalações físicas e à organização didático-pedagógica”; e através do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), aplicado com periodicidade aos graduandos, “ao final do primeiro e do último ano de curso” (BRASIL, 2004, p. 02). Tais processos visam orientar e aperfeiçoar qualitativamente a organização de ensino, ademais de regular e supervisionar o processo de educação, compreendendo, com base na legislação, o “credenciamento e a renovação de credenciamento de instituições [...], a autorização, o reconhecimento e a renovação de reconhecimento de cursos de graduação” (op. cit., p. 01), com devida publicização e transparência dos procedimentos efetivados.

Dessa forma, com ênfase no citado instrumento de avaliação externa, pertencente ao processo de avaliação das IES, apresentou-se, de maneira sucinta, as dez dimensões do SINAES que retratam “o que a própria sociedade brasileira espera da Educação Superior”, que assegure a “[...] qualidade acadêmica e o compromisso social com o desenvolvimento do País” (SINAES, 2009, p. 126). Destarte, a primeira dimensão refere-se ao atendimento dos informes constantes na Missão e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), “considerando as metas e as ações institucionais previstas e a estrutura e os procedimentos administrativos”, além da vinculação com “os processos de [...] auto-avaliação a avaliação externa” (Ibid., p. 127).

Em continuidade, a segunda dimensão do SINAES, em relação à avaliação na IES, trata-se da “coerência das políticas de ensino, pesquisa e extensão com os documentos oficiais”, como também “políticas institucionais para cursos de graduação [...] e [...] sequenciais (quando for o caso) [...] e suas formas de operacionalização”, incluindo-se

também os cursos de pós-graduação (SINAES, 2009, p. 128); a terceira dimensão delineia sobre a responsabilidade social da instituição, seu relacionamento com a sociedade; a quarta dimensão avalia o sistema de comunicação da IES com a sociedade; a quinta descreve sobre a satisfação dos servidores com a instituição, “as políticas de pessoal, de carreiras do corpo docente e corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, seu desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho” (p. 133); em seguida, a sexta faz citação à gestão e a organização da IES, sua representação pelos conselhos, colegiados e comunidade universitária nos processos decisórios.

À vista disso, a infraestrutura física da IES em atendimento a sua missão faz referencia a sétima dimensão; seguidamente, a oitava evidencia sobre o “planejamento e avaliação, especialmente em relação aos processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional” (SINAES, op. cit., p. 138); prontamente, a nona dimensão (com correspondência aos objetivos desse estudo, ao apresentar políticas avaliativas para acompanhamento de estudantes e egressos, sendo tema a ser explicitado no tópico seguinte) delineia sobre as políticas de atendimentos aos discentes, mais especificamente sobre associação das “políticas de acesso, seleção e permanência de estudantes [...] praticadas pela IES [...] com as políticas públicas e com o contexto social” (p. 140), assim como o acompanhamento dos egressos da graduação, na qual a IES deve possuir “mecanismos adequados para conhecer a opinião dos egressos sobre a formação recebida, tanto curricular quanto ética, para saber o índice de ocupação entre eles, para estabelecer relação entre a ocupação e a formação profissional recebida [...]” (p. 141), informações essenciais para auxiliarem na avaliação da eficácia dos cursos superiores de graduação; por fim, a décima, trata da sustentabilidade financeira da instituição em função do colhimento, alocação e aplicação de recursos.

Dessa forma, a avaliação de desempenho de ingressantes e concluintes dos cursos de graduação, realizada também através do SIANES, com o ENADE, que possui caráter compulsório com registro de participação no histórico escolar do graduando, objetiva aferir saberes relacionados a assuntos “previstos nas diretrizes curriculares [...], [...] habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e [...] competências para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua profissão [...]”. Competências essas não verificadas pelo “Provão”, em virtude de não envolver questões relacionadas a temas exteriores, de formação geral. Assim, além do descrito, em acompanhamento ao ENADE, também há um instrumento para coleta de informações sobre o perfil dos discentes, “relevante para a compreensão de seus resultados” (BRASIL, 2004, p. 02).

Por conseguinte, esse apanhado de informações em torno do ENADE, evidencia a necessidade de se coletar informações do e sobre os reais participantes envolvidos no processo educativo dos cursos de graduação; ação que se tornou central para o SINAES, que, segundo Lacerda, Ferri e Duarte (2016), minimizou a ACG em prol do exame nacional, tornando-a “opcional de acordo com o resultado apontado no ENADE” (LACERDA, FERRI, DUARTE, op. cit., p. 980).

Ademais, ainda de acordo com os autores citados, o SINAES, sistema que “[...] aplica-se integralmente à EaD” (MIRANDA, 2008, p. 3), passou por três ciclos de mudanças. A primeira, compreendendo o período entre os anos de 2004 a 2006, com discussões acerca da “metodologia de amostragem”, efetivando sua transformação, no ano de 2008, em um exame censitário similar ao “Provão”, “anterior exame nacional de cursos”. Logo após, o segundo ciclo, de 2007 a 2009, envolveu uma nova reformulação no ENADE, na qual a aferição do desempenho dos ingressantes “não mais é utilizado para a composição do conceito ENADE final do curso”, além de indicadores como regime de trabalho docente, percepção dos graduandos em relação ao plano do curso e sua infraestrutura, entre outros. E por último, o terceiro ciclo de mudança, na qual o desempenho dos ingressantes passa a ser realizado através do ENEM, e não mais do ENADE, assim como reformulações nos instrumentos de avaliação externa (LACERDA, FERRI, DUARTE, op. cit., p. 979).

Em virtude do citado, a respeito da avaliação de discentes e egressos da instituição de ensino, enfatizando-se principalmente o SINAES, no tópico a seguir foram expostas informações, devidamente fundamentadas, sobre a necessidade de análise da percepção de concluintes e egressos de cursos superiores para eficácia da formação acadêmica, além de tal ação incorrer na persuasão ao planejamento da IES, com o intuito de aperfeiçoar seus serviços prestados a sociedade.