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Belgede Leica IP S. Lam yazıcısı (sayfa 67-72)

7. Hata arama ve giderme

7.3 Hata mesajları

Dentre as fichas e questionários que foram preenchidos, merece destaque a ficha terminológica, na qual registramos dados relevantes e pertinentes a cada unidade terminológica. O seu preenchimento abre a possibilidade de organizar as informações obtidas tanto na pesquisa documental como na pesquisa de campo. A aludida ficha encontra-se assim discriminada:

Em 1º lugar, apresenta um código, que indica o número identificador de cada termo, que é colocado de acordo com a ordem alfabética dos termos levantados. O código é gerado tomando como referência os seguintes dados: a primeira letra do nome do domínio de aplicação do termo, por exemplo, ‘’agronomia’’-A, seguido da letra do campo ‘’ coco’’ -C, depois do subampo ‘’produto’’-PD e numeração de ordem em que foi catalogado o termo. O código é, portanto, escrito com letras maiúscula e em negrito ;

O 2º espaço da ficha é o termo-entrada, trata-se do termo registrado como pertencente ao domínio do babaçu, podendo apresentar-se como uma ou mais palavras, siglas, abreviaturas, símbolos. O termo-entrada se apresenta da seguinte forma: escrita em negrito, iniciando com letra maiúscula; separada do corpo do enunciado terminográfico por dois pontos e com forma lematizada; o nome apresenta-se no masculino singular e o verbo no infinitivo;

O 3º espaço trata-se das referências gramaticais. Estas informam a classe lexical, o gênero e o número do termo;

O 4º espaço da ficha é direcionado à área de aplicação do termo. Neste, temos a indicação do campo ou ao domínio a que pertence inicialmente o termo. Utilizamos o étimo do termo para indicar a sua utilização mais remota. Nesta etapa, utilizamos dicionários etimológicos, além dos dicionários eletrônicos Aurélio e Houaiss;

O 5º espaço da ficha contém a indicação de dicionarização e suas acepções dicionarizadas. É a parte da ficha que permite observar o registro dos termos em obras lexicográficas. Fizemos opção por consultar os Dicionários Eletrônicos Aurélio e o Dicionário Eletrônico Houaiss. Em caso de dicionarização, informamos se a acepção é equivalente ao uso neste domínio, se é diferente ou complementar;

No 6º espaço da ficha, temos o campo conceitual, o qual contém a informação a que domínio ou área dentro universo do babaçu pertence o termo, em conformidade com as árvores de domínio descritas no item 4.1.6;

No 7º espaço temos o registro das variantes: Regionais, socioprofissionais, gráficas, morfossintáticas e fonéticas, diastráticas, diatécnicas e diatópicas;

O 8º espaço é dedicado aos conceitos dos informantes para o termo. Nesta etapa são catalogados os conceitos relevantes dados pelos informantes ou pela fonte escrita. Faz parte também deste espaço o código da ficha do informante. Esta informação visa identificar e confirmar a pertinência do termo ao universo do babaçu, pois o envolvimento do informante com esse universo o faz conhecer a terminologia utilizada;

O 9º espaço é dedicado à definição final. Após os conceitos dos informantes serem analisados, redigimos a definição final para o termo;

O 10º espaço da ficha é o contexto (+ fonte). Neste, fazemos a transcrição da ocorrência do termo, que deve estar entre aspas (‘’ ‘’), seguida das indicações da fonte bibliográfica (autor, ano de publicação e página), no caso do corpus escrito e a indicação do informante no caso do corpus oral, por meio de códigos mencionados nos quadros 4 e 5;

O 11º espaço da ficha é dedicado às remissivas, através destas observamos as relações de significação entre o termo-entrada e outros termos do mesmo campo semântico;

O 12º espaço é relativo às notas lingüísticas e enciclopédicas. Nestas estão contidas informações mais gerais sobre o termo entrada, na perspectiva lingüística, podemos ter informações léxico-semânticas, morfossintáticas, ou pragmático-discursivas; na perspectiva enciclopédica temos informações não lingüísticas sobre o termo-entrada. Trata-se de informações ainda não contempladas na ficha e consideradas importantes;

O 13º espaço da ficha é dedicado ao responsável pelo preenchimento da ficha, possivelmente o pesquisador. Este espaço contém o nome de quem preencheu a ficha;

O último espaço da ficha é dedicado à data do primeiro registro e da última atualização da ficha. Nesta etapa, temos o acompanhamento de quando a ficha foi alterada, aparece, portanto, a data em que a ficha foi preenchida pela primeira vez e as datas das revisões e re-elaborações.

Elencamos esses dados para a elaboração da ficha terminológica, há, no entanto, outras possibilidades de elaboração. Porém consideramos que esta contempla as necessidades sugeridas pela pesquisa até o presente momento. Como podemos ver na ficha preenchida abaixo.

FICHA PREENCHIDA ANEXO 4

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ - UFC

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LINGÜÍSTICA - PPGL LINHA DE PESQUISA: Descrição e Análise Lingüística

PESQUISA: Uma palmeira em muitos termos: terminologia da cultura agroextrativista, industrial e comercial do coco babaçu.

PESQUISADORA: Josete Marinho de Lucena

ORIENTADORA: Profª Drª. Maria do Socorro Silva de Aragão

FICHA TERMINOLÓGICA CÓDIGO: MCPD141 1. Termo-entrada: gongo Pachymerus nucleorum

2. Referências gramaticais: substantivo masculino 3. Área de aplicação do termo: música

4. Indicação de dicionarização ou não dicionarização e suas acepções dicionarizadas: DA– Dicionário Aurélio DH – Dicionário Houaiss

( ) TND ( X ) TD ( ) AE ( ) TND ( X ) TD ( ) AE ( X ) AD ( X ) AD ( ) AC ( ) AC 5. Campo conceitual:

( ) Palha ( X ) Coco ( ) Negociação ( ) Trabalho ( ) Árvore 6. Variantes

a. Regionais: bigongo

b. Socioprofissionais: bicho do coco c. Fonéticas:

d. Gráficas:

7. Conceitos dos informantes: Cód.do Inf.:

LQ5

Conceito 1:

vezes ele tem quatro vagem num coco, muita das vezes cria um “gongo”, né, besouro chamado que escurece e cresce, que chama gongo, ás vezes ele não destrói tudo, ás vezes sai um,mas tem coco que também num sai, num nasce também , porque ele come, quando dá gongo, mas se lá nós deixar aquele coco lá e nós num apanhar de lá a palmeira num nasce

Cód. do Inf.: TT1

Conceito 2: Um “gongo”... ele é só óleo, ele vira óleo lá.

Cód. do Inf.: MMCNPQ

Raimunda Nonato

Conceito 3:O “gongo” é tipo uma larvazinha que ela entra na massa,uma lagartinha,que vara o coco,vara aquela massa.Vara o osso do coco,ele come a amêndoa.Aí ele é um negocinho assim curvadinho.ele vira óleo.a gente torra e come.Ele dá até sabão

Cód. do Inf.: Conceito n:

8. Definição final:espécie de larva que se alimenta da amêndoa e logo após ocupa o seu lugar. É considerado o bicho-do-coco, porém no caso do babaçu é aproveitado, assim como a amêndoa, para fazer o óleo, ou seja, sua presença no coco não se constitui impedimento para que o óleo seja feito. É muito comum as famílias das quebradeiras comerem o gongo frito. 9. Contexto de atualização (+ fonte): a gente come o “gongo” frito... é bom demais (CQ5) 10. Remissivas:

Ver Cf. 11. Notas:

Lingüística: de origem malaia, representa uma onomatopéia. Séc. XIX. Enciclopédica:

12. Data do 1° registro e da última atualização da Ficha: 08/12/2005- 06/07/2007- 07/12/2007

Legenda: TD= Termo dicionarizado TND= Termo não dicionarizado AE= acepção equivalente AD= acepção diferente AC= acepção complementar

Belgede Leica IP S. Lam yazıcısı (sayfa 67-72)

Benzer Belgeler