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HACCP Planının Gözden Geçirilmesi

As m édias dos parâm et ros ecot ext ura ut erina, t ônus ut erino e not a, nas diferent es qualidades do parâm et ro ej eção do fluido são m ost radas ( FI G. 8) . Escolheu- se o parâm et ro ej eção do fluido com o base para as com parações devido a est e t er sido o parâm et ro ult ra- sonográfico que m ais variou dent re os est udados ( TAB. 7) . O núm ero experim ent al obt ido no grupo com result ado negat ivo não perm it iu análise est at íst ica.

Qualidade da obser v ação ej eção do fluido

+

+ / -

-

E s c o re ( 1 a 4 ) 1 2 3 4 Ecot ex t ur a Tônus Not a

Figura 8. Com paração da ecot ext ura ut erina, do t ônus ut erino e da not a at ribuída pelo operador a I I U ent re as diferent es qualidades do parâm et ro ej eção de fluido.

Pode- se observar que as m édias da ecot ext ura e do t ônus possuem padrão sem elhant e ent re as diferent es qualidades de inj eção, enquant o a m édia da not a at ribuída pelo operador no final do procedim ent o parece sofrer m aior variação. Dem onst ra- se assim , novam ent e, que o parâm et ro de observação ult ra- sonogr áfica, ej eção do fluido, t ransm it e m aior segurança ao operador para a qualificação geral em pont os da I I U.

Sem elhant e à FI G. 8, a ecot ext ura ut erina foi ut ilizada com o base para observação das m édias dos parâm et ros pont os, not as e t ônus na I I U. Na prát ica, aparent em ent e, a ecot ext ura elevada ( escor es ent r e 3 e 4) parece ser responsável por dificult ar o procedim ent o de I I U devido ao m aior núm ero de pregas endom et riais e à presença de edem a dent ro das m esm as. As m édias dos parâm et ros pont os, not as e t ônus, não variaram ( P> 0,05) ent re as difer ent es classes de escor e de ecot ext ur a ut er ina ( FI G. 9) . Pode- se concluir, pela análise das m édias das not as, que os diferent es escores de ecot ext ura ut erina não int erferiram no result ado final do procedim ent o.

Classes de escor e de ecot ex t ur a ut er ina 1 a 2 2,1 a 3 3,1 a 3,5 3,5 a 4 E s c o re ( 1 a 4 ) 1 2 3 4 Pont os Not as Tônus

Figura 9. Com paração da influência da ecot ext ura ut erina nas m édias dos par âm et r os pont os, not as e t ônus. As m édias de t odos os parâm et ros não diferiram ent re si ent re as diferent es classes de ecot ext ura ut erina ( P> 0,05; Test e de Kruskal- Wallis) .

Sem elhant e à ecot ext ura, o t ônus ut erino baixo ( escore abaixo de 1,5) parece ser um dificult ador do procedim ent o de I I U pelo operador. Na FI G. 10 são apresent adas as m édias dos pont os, das not as e dos escor es de ecot ext ur a em classes de escor es de t ônus ut er ino.

Não foram evidenciadas ( P> 0,05) diferenças ent re os m esm os nas diferent es classes de t ônus. As not as, const ant es nas diferent es classes de t ônus ut erino com o ocorrido na análise da ecot ext ura, dem onst ram que, apesar da m aior dificuldade percebida pelo operador na prát ica, o t ônus ut erino não influencia no result ado final do procedim ent o de I I U.

Classes de escor e de t ônus ut er ino 1.5 2.0 2.5 E s c o re ( 1 a 4 ) 1 2 3 4 Pont os Not a Ecot ex t ur a

Figura 10. Com paração da influência do t ônus ut erino nas m édias dos par âm et r os pont os, not a e ecot ext ur a ut erina. As m édias de t odos os parâm et ros não diferiram ent re si ent re as diferent es classes de t ônus ut erino ( P> 0,05; Test e de Kruskal- Wallis) .

As FI G. 9 e 10 confirm am que a avaliação global do procedim ent o de I I U, feit a pelo operador im ediat am ent e após a efet ivação da m esm a, é m ais dependent e da boa visualização dos parâm et ros ult ra- sonográficos. Os valores das not as e dos pont os sem pre foram elevados, apesar dos variados escores de t ônus e ecot ext ura ut erina encont rados. O m ovim ent o de vai- e- vem do cat et er ant es da I I U e a visualização da ej eção do fluido durant e a inj eção são os parâm et ros det erm inant es para o bom result ado da I I U.

O diâm et ro m édio da saculação de fluido foi anot ado nos escaneam ent os com a probe linear de 5 MHz após as I I U. Em bor a não sej a form ada um a saculação perfeit a, procurou- se congelar a im agem ult ra- sonográfica da porção ut erina onde m aior volum e de fluido pudesse

ser visualizado. O diâm et ro m édio ± EPM da saculação de fluido foi de 22,4 ± 1,2 m m .

Vale ressalt ar t am bém que nest e est udo som ent e foram ut ilizadas éguas com ausência t ot al de fluido ut erino. Algum as éguas part iciparam nesse experim ent o som ent e um a vez ( 3 éguas) , duas vezes a cada 48 h ( 9 éguas) ou t r ês vezes a cada 48 h ( 4 éguas) . Dessas éguas, um a t eve persist ência de fluido ut erino 48 h após a prim eira I I U e duas t iveram persist ência de fluido ut erino 48h após a segunda I I U. A possibilidade de cont am inação ut er ina nest es casos não pode ser descar t ada. Nesse experim ent o, o aparat o de inj eção ainda não era prot egido com as cam isas sanit árias, procedim ent o est e descrit o na m et odologia da I I U e que foi im plant ado para as t ransferências de em briões nos Experim ent os 2 e 3.

5 .2 . Ex pe r im e n t o 2

Com pa r a çã o da Té cn ica Ult r a - son ogr á fica de I n j e çã o I n t r a - u t e r in a com a Té cn ica Tr a n sce r v ica l Con v e n cion a l pa r a Tr a n sfe r ê n cia de Em br iõe s e m Eqü in os

5 .2 .1 . Est u do da e ficiê n cia da s t é cn ica s

Trint a e nove TE foram realizadas pela t écnica ult ra- sonográfica de I I U e t rint a e oit o TE pela t écnica t ranscervical convencional em duas est ações reprodut ivas ( 2001/ 2002 e 2002/ 2003) .

As t axas de prenhez da est ação 2001/ 2002, da est ação 2002/ 2003 e o result ado geral das duas est ações são apresent ados na TAB. 10. Não foi observada diferença ( P> 0,05) nas t axas de prenhez ent re as t écnicas nas duas est ações reprodut ivas est udadas e t am bém quando os result ados dest as foram analisados conj unt am ent e.

Tabela 10. Taxas de prenhez obt idas pelas t écnicas de TE por I I U e via TC nas est ações reprodut ivas 2001/ 2002 e 2002/ 2003.

+ -

Est ação Técnica

% n % n Tot al I I U 78,3 18/ 23 21,7 5/ 23 2001/ 20021 TC 82,6 19/ 23 17,4 4/ 23 46 I I U 75,0 12/ 16 25,0 4/ 16 2002/ 20032 TC 73,3 11/ 15 26,7 4/ 15 31 I I U 76,9 30/ 39 23,1 9/ 39 Geral3 TC 78,9 30/ 38 21,1 8/ 38 77 1,2,3( P> 0,05; Qui- quadrado)

Esses result ados, independent em ent e da t écnica ut ilizada, são sim ilares aos m aiores valores de t axas de prenhez aos 15 dias cit ados para a t écnica t ranscervical ( I MEL, 1981; I MEL et al., 1981; SQUI RES et al., 1982a,b,c; I ULI ANO et al., 1985; MULLER & CUNAT, 1993; RI ERA & McDOUGH, 1993; FLEURY, 1998; SQUI RES et al., 2003) .

A hipót ese de que a t écnica ult ra- sonográfica de I I U para TE originaria m aiores t axas de prenhez que a t écnica t ranscervical não foi sust ent ada. Acredit a- se que o t reinam ent o e a habilidade do t écnico, desde o processo de m anipulação do em brião, seleção da recept ora e principalm ent e na execução do procedim ent o da TE t ranscervical, t enham sido os fat ores responsáveis pelas elevadas t axas de prenhez obt idas nas est ações est udadas. Dem onst r a- se, port ant o, que com o t écnica alt ernat iva de TE, a I I U guiada por ult ra- sonografia pode ser um a possibilidade viável para algum as éguas onde a t écnica t ranscervical é de difícil aplicação, assim com o em algum as espécies de eqüídeos ( ex. asininos) ou em out ras espécies ( ex. espécie bovina - novilhas ou vacas com dificuldade de inovulação t ranscervical) . Além disso, adapt ações

específicas dessa t écnica poderão colaborar para est udos fut uros de ut ilização de TE em out ras espécies de anim ais dom ést icos e silvest res.

As m édias do t ônus ut erino, ecot ext ura ut erina, pont os e not as, no dia das TE ( Dia 7) , foram com paradas ( TAB. 11) . Não foi observada diferença ( P> 0,05) ent re os grupos est udados para esses parâm et ros. Est a análise dem onst ra que, t ant o para os result ados posit ivos de prenhez com o para os result ados negat ivos, em m édia, as éguas t iveram sem elhant es caract eríst icas ut erinas ( t ônus e ecot ext ura) no dia da TE, independent em ent e da t écnica ut ilizada e do post erior result ado de prenhez. O grau de dificuldade do operador t am bém foi sim ilar em t odas as TE realizadas pela t écnica de I I U, pois não houve variação ( P> 0,05) dos parâm et ros not as e pont os ent re os grupos posit ivo e negat ivo.

Tabela 11. Com paração dos valores m édios ( Dia 7) do t ônus e ecot ext ura ut erina, pont os e not as versus t écnicas de TE subdivididas em result ados de prenhez ( est ações 2001/ 2002 e 2002/ 2003) .

Técnicas Tônus1 Ecot ext ura2 Pont os3 Not a4

+ 1,99 2,23 3,90 3,90 I I U - 1,98 2,26 3,83 3,83 + 1,89 2,29 - - TC - 1,99 2,23 - -

1,2 P> 0,05 ( Test e de Kruskal & Wallis) 3,4 P> 0,05 ( Test e de Mann & Whit ney)

5 .2 .2 . Re cu pe r a çã o e m br ion á r ia

As t axas de recuperação em brionária foram diferent es ( P< 0,05) ent re as est ações reprodut ivas est udadas. Na est ação 2001/ 2002, obt eve- se 78,4% ( 76/ 97) de recuperação em brionária enquant o na

est ação 2002/ 2003, obt eve- se 63,0% ( 46/ 73) . A t axa geral de recuperação em brionária nas duas est ações est udadas foi de 71,8% ( 122/ 170; TAB.16; Apêndice p.121) . Esses result ados, independent em ent e se consider ados nas r espect ivas est ações ou em conj unt o, são sem elhant es aos encont rados nos relat os da lit erat ura ( I ULI ANO, 1985; SQUI RES, et al., 1982a; MEI RA, 1990) .

O t em po m édio gast o para recuperação em brionária ( t em po = int ervalo ent re posicionam ent o corret o, lavado e ret irada da sonda Bivona) foi de 20,7 m inut os na est ação 2001/ 2002 e de 14,9 m inut os na est ação 2002/ 2003, diferindo ( P< 0,001) ent r e as est ações. O t em po m édio t ot al foi de 18,4 m inut os ( TAB. 17; Apêndice p.122) . O m enor t em po m édio na segunda est ação reprodut iva ( 2002/ 2003) , provavelm ent e t enha sido devido ao m aior t reinam ent o adquirido pelo operador.

O percent ual de fluido recuperado nest e experim ent o foi de 98,0% ( Tabela 18; Apêndice p.122) . Esse valor é sem elhant e aos cit ados por out ros pesquisadores ( 97,3% e 92,0% , OGURI & TSUTSUMI , 1972 e I MEL, 1981, respect ivam ent e) . O volum e m édio de déficit ( 83,7 m L) da est ação 2001/ 2002 foi m aior ( P< 0,001) que o da est ação 2002/ 2003 ( 31,3 m L) . A m aior experiência do operador pode t er cont ribuído, t am bém , para essa diferença ent re est ações. No ent ant o, o volum e recuperado variou m uit o pouco em t erm os percent uais ao volum e infundido ent re as est ações, ou sej a, a diferença encont rada ent re as m édias de déficit represent aram m uit o pouco em relação ao volum e t ot al infundido. Vale ressalt ar que, apesar de pequenos volum es de déficit represent arem m uit o pouco em t erm os percent uais, o m áxim o de recuperação do m eio infundido é m uit o im port ant e para a m anut enção da int egridade ut erina e, por conseqüência, para um program a de TE eficient e. Os m ecanism os ut erinos de lim peza podem não ser capazes de elim inar o pequeno déficit da recuperação em t em po hábil para im pedir um am bient e propício à m ult iplicação bact eriana.

5 .2 .3 . Qu a lida de e m br ion á r ia

Cent o e vint e e dois ( 122) em briões foram colet ados nas duas est ações reprodut ivas est udadas. Apenas em briões classificados em qualidade Grau 1 ou 2 for am t r ansfer idos ( McKI NNON & SQUI RES, 1988a) . Cent o e um em briões ( 82,79% ) at enderam essa exigência. Não foi encont rada diferença ( P> 0,05) na qualidade dos em briões recuperados ent re as est ações est udadas ( Tabela 19; Apêndice p.123) .

5 .3 . Ex pe r im e n t o 3

Com paração dos Mét odos de Transferência de Em briões pelas Técnicas Ult ra- sonográfica de I I U e Transcervical: Est udo da Cont rat ilidade, Tônus e Ecot ext ura Ut erina, do Corpo Lút eo e da Dinâm ica da Vesícula Em brionária.

5 .3 .1 . Est u do da Eficiê n cia da s Té cn ica s

Com o descrit o, os result ados de prenhez das t écnicas de TE aqui apresent ados correspondem aos result ados da est ação reprodut iva 2002/ 2003, ut ilizados no Experim ent o 2. No ent ant o, no present e experim ent o, foram efet uadas com parações das t axas de prenhez ent re os grupos de TE com o grupo Cont role. Adicionalm ent e, com parações das dinâm icas ut erina, do corpo lút eo e da vesícula em brionária foram realizadas ent re os t rês grupos. As t axas de prenhez, no Dia 15, ent re os gr upos TE por I I U ( 75,0% ; 12/ 16) , TE via TC ( 73,3% ; 11/ 15) e Cont role ( 68,8% ; 11/ 16) não diferiram ( P> 0,05) e foram sim ilares às t axas de prenhez m ais elevadas cit adas na lit erat ura ( I MEL, 1981; I MEL et al., 1981; SQUI RES et al., 1982a,b; I ULI ANO et al., 1985; MULLER & CUNAT, 1993; RI ERA & McDOUGH, 1993; FLEURY, 1998; SQUI RES et al., 2003) .

Vist o que não se observou diferença significat iva ent re a eficiência das duas t écnicas de TE t est adas, e dest as com o grupo cont role, as avaliações da dinâm ica ut erina, do corpo lút eo e da vesícula em brionária poderão fornecer subsídios fisiológicos para o uso da t écnica de TE por I I U com o um a alt ernat iva à t écnica de TE via TC em casos específicos de TE. Adicionalm ent e, as dosagens horm onais ( PGFM e ocit ocina) previst as, m as não abordadas nest a dissert ação, poderão colaborar subst ancialm ent e para o ent endim ent o dos efeit os do est ím ulo da cérvix e do út ero após a ut ilização das t écnicas de TE por I I U e TE via TC.

5 .3 .2 . D in â m ica Ut e r in a

5 .3 .2 .1 . Con t r a t ilida de Ut e r in a

Na FI G. 11 obser va- se a dist ribuição m édia dos escores de cont rat ilidade nos devidos int ervalos de t em po em m inut os por grupo, evidenciando- se efeit o de t em po.

Nenhum a diferença ( P> 0,05) ent re as m édias de cont rat ilidade nos t em pos est udados foi encont rada no grupo TE por I I U. No gr upo TE via TC foi localizada diferença ( P< 0,0001) ent re as m édias de t odos os Tem pos quando com parados ao Tem po 5. No grupo Cont role diferenças ( P< 0,0009) ent re as m édias dos Tem pos - 10 e 5 e dos Tem pos 5 e 60 foram localizadas. Apesar de diferenças t erem sido localizadas nest e grupo, diferent em ent e ao que ocorreu no grupo TE via TC, não se verificou diferença ent re o pico de cont rat ilidade ( 20 m inut os) com out ros t em pos de avaliação ( ex. 5, 120 e 240 m inut os) , ou sej a, esse grupo apresent ou um com port am ent o hom ogêneo e const ant e da cont rat ilidade nos t em pos est udados. Quando as m édias de cont rat ilidade ut erina foram com paradas ent re grupos de TE dent ro dos m esm os t em pos, diferença ( P< 0,03) foi encont rada ent re os dois grupos nos Tem pos 5 e 20. Esses achados sugerem m aior efeit o est im ulat ório da t écnica de TE via TC sobre a cont rat ilidade ut erina.

Minut os - 10 5 20 60 120 240 E s c o re ( 1 a 4 ) 1.0 1.5 2.0 TE por I I U TE via TC Cont r ole G: NS T: 0,0001 GT: NS

Figura 11. Cont rat ilidade ut erina ( m édia ± EPM) em diferent es t em pos em m inut os ( Tem po 0 = t rat am ent o) no Dia 7 nos diferent es grupos. As linhas pont ilhadas com est rela ligam m édias diferent es. Est relas isoladas na base do gráfico represent am a presença de diferenças ent re grupos dent ro de cada t em po. G = efeit o de grupo; T = efeit o de t em po; GT = int eração; NS = não significat ivo.

Na FI G. 12 apresent a- se a cont rat ilidade ut erina com parada ent re t odos os anim ais com DG ( diagnóst ico de gest ação) posit ivo e negat ivo independent e do grupo. Efeit o de t em po foi encont rado sobre a m édia da cont rat ilidade ut erina.

* *

Minut os - 10 5 20 60 120 240 E s c o re ( 1 a 4 ) 1.0 1.5 2.0 DG+ DG

-

G: NS T: P< 0,0001 GT: NS

Figura 12. Cont rat ilidade ut erina ( m édia ± EPM) em diferent es t em pos em m inut os ( Tem po 0 = t rat am ent o) no Dia 7, nos subgrupos com DG posit ivo e DG negat ivo. As linhas pont ilhadas com est rela ligam m édias diferent es. G = efeit o de gr upo; T = efeit o de t em po; GT = int er ação; NS = não significat ivo.

A cont rat ilidade ut erina m édia não diferiu ( P< 0,05) ent re os subgrupos com DG posit ivo ou DG negat ivo dent ro de cada t em po. Quando os anim ais com DG posit ivo e DG negat ivo foram analisados separadam ent e ent re os t em pos, foram encont radas diferenças ent re m édias de cont rat ilidade no Tem po 5 com parado com t odos os out ros t em pos do grupo de DG posit ivo ( P< 0,0001) . Mesm o com os desvios das m édias sendo balanceados pela união dos t rês grupos experim ent ais, diferenças t em porais foram encont radas no grupo com DG posit ivo. Faz- se im port ant e salient ar que as m esm as diferenças eram esperadas no grupo com DG negat ivo. Provavelm ent e o pequeno núm ero de anim ais

*

adicionado à grande variabilidade dos dados dest e subgrupo, cont ribuíram para obscurecer qualquer diferença.

Análise por grupos foi realizada dent ro dos subgrupos de éguas com DG posit ivo ( FI G. 13) e DG negat ivo ( FI G. 14) . Na FI G. 13 verifica- se a dist ribuição m édia da cont rat ilidade ut erina nas éguas com DG posit ivo nos respect ivos t em pos de avaliação por grupo.

Minut os - 10 5 20 60 120 240 E s c o re ( 1 a 4 ) 1.0 1.5 2.0 TE por I I U TE v ia TC Cont r ole G: P< 0,0474 T: P< 0,0001 GT: NS

Figura 13. Cont rat ilidade ut erina ( m édia ± EPM) em diferent es t em pos em m inut os ( Tem po 0 = t rat am ent o) no Dia 7, em éguas com DG posit ivo nos diferent es grupos. As linhas pont ilhadas com est rela ligam m édias diferent es. Est relas isoladas na base do gráfico represent am a presença de diferenças ent re grupos dent ro de cada t em po. G = efeit o de grupo; T = efeit o de t em po; GT = int eração; NS = não significat ivo.

A cont rat ilidade ut erina m édia do Tem po 5 no grupo de TE via TC diferiu ( P< 0,0001) das m édias dos out ros t em pos est udados. Quando os grupos foram com parados ent re si nos m esm os t em pos, diferenças ent re as m édias do gr upo TE via TC com o gr upo TE por I I U e ent r e o gr upo TE

* *

via TC com o grupo Cont role no Tem po 5 ( P< 0,0106) foram localizadas. Adicionalm ent e, o grupo TE via TC diferiu ( P< 0,0146) do grupo TE por I I U no Tem po 20.

Essa análise evidencia o poder est im ulat ório rápido e t ransit ório da t écnica de TE via TC sobre a cont rat ilidade ut erina. Ent re os t em pos est udados, no grupo TE via TC, o pico de cont rat ilidade ocorreu 5 m inut os após a m anipulação cervical e est a ret ornou a valores norm ais 60 m inut os depois. Os grupos TE por I I U e Cont role assum iram um padrão const ant e de cont rat ilidade at é 240 m inut os e se diferenciaram da t écnica de TE via TC quando est a apresent ou seus m aiores valores de escore de cont rat ilidade ut erina ( ent re 5 e 20 m inut os pós- t r at am ent o) .

Acredit a- se assim que, em TE via TC, a possível dificuldade em t ranspor a cérvix prom ova a liberação de subst âncias út ero- cinét icas, ocor r endo conseqüent em ent e aum ent o da cont rat ilidade ut erina pós-

Benzer Belgeler