3. SÜRDÜRÜLEBİLİR ÜNİVERSİTE YERLEŞKELERİ
3.3 UI GreenMetric Dünya Üniversiteleri Sıralaması
3.3.3 GreenMetric rehberi kapsamında üniversite yerleşkelerinde sosyal
DESENVOLVIMENTODECOMPORTAMENTOSAGRESSIVOSEM
ADOLESCENTES
Cláudia Nunes 1, Isabel Leal 1,2, & Patrícia Gouveia 1,2,3
1ISPA, Instituto Universitário; 2UIPES (Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde); 3Instituto Superior de Ciências da Saúde - Egas Moniz
Os estudos recentes referem a existência de uma relação entre o comportamento de bullying e o suporte que os jovens recebem das suas famílias. Um ambiente familiar sentido como pouco afetivo ou demasiado rígido poderá aumentar a probabilidade da ocorrência de comportamentos agressivos. No que concerne aos fatores de risco inerentes ao meio próximo, podemos identificar os seguintes o convívio com amigos e colegas desviantes e a rejeição pelos pares.
Este estudo tem como principal objetivo analisar a relação entre a perceção que os jovens têm do seu suporte sócio-familiar e os diferentes tipos de comportamentos agressivos.
Participaram, neste estudo, 286 estudantes da Escola Secundária Emídio Navarro, com média de idades de 16 anos (M = 15,60), a frequentar o 3º ciclo do ensino básico e secundário. Os estudantes preencheram um Questionário Sociodemográfico; a Escala de Auto-Avaliação da Agressão (Little, T. D., Jones, S. M., Henrich, C. C., & Hawley, P. H., 2003, versão experimental de Gouveia, Leal, Cardoso, Sangalhos & Nunes, 2013), a Escala de Perceção do Suporte Social Familiar (PSS-Fa, Procidano & Heller, 1983; versão experimental de Gouveia, Leal, Cardoso, Sangalhos & Nunes, 2013) e a Escala de Perceção do Suporte Social dos Amigos (PSS-Am, Kopperman, 2007; versão experimental de Gouveia, Leal, Cardoso, Sangalhos & Nunes, 2013).
Os nossos resultados encontraram uma fraca relação entre o desenvolvimento de comportamentos agressivos e a percepção do suporte familiar. Contudo, as relações de amizade nesta fase do ciclo de vida e as formas de agressividade direta e relacional encontram-se associadas negativamente.
Palavras Chave: Bullying; Adolescentes; Suporte Sóciofamiliar; Comportamentos Agressivos
DESENVOLVIMENTODECOMPORTAMENTOSDEBULLYINGEOPAPELDOS
PROFESSORES
Tânia Sangalhos 1, Isabel Leal 1,2, & Patrícia Gouveia 1,2,3
1ISPA, Instituto Universitário; 2UIPES (Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde); 3Instituto Superior de Ciências da Saúde - Egas Moniz
O papel do professor e o conhecimento que este tem acerca do bullying nas escolas ainda é um ponto pouco estudado. Segundo alguns estudos as crianças têm receio em contar aos professores os comportamentos violentos que se sucedem nas escolas, o que acaba por ter repercussões nas mesmas.
Este estudo tem como principal objetivo analisar os comportamentos de bullying nos adolescentes e aceder às atitudes dos professores perante situações de bullying.
Participaram neste estudo 537 sujeitos da Escola Secundária Emídio Navarro; 498 alunos com idades compreendidas entre os 12 e os 21 anos (M= 15), e 37 professores entre os 40 e os 60 anos (M = 50). Os estudantes preencheram um Questionário Sociodemográfico; a “Escala de Auto-avaliação da Agressão - EAAA” (Little, T. D., Jones, S. M., Henrich, C. C., & Hawley, P. H., 2003, versão experimental da adaptação portuguesa de Gouveia, Leal & Cardoso, 2011), e a Escala de Agressão e Violência Escolar (AVE, Piñuel, I. & Oñate, A., 2006, versão experimental da adaptação portuguesa de Gouveia & Neves, 2011). Os professores preencheram o “Questionário de avaliação das respostas dos professores ao bullying” (Bush, M. D., 2009, versão traduzida por Gouveia, Leal & Cardoso, 2011).
Os resultados apontam para uma fraca perceção do bullying por parte dos professores, atuando de forma insuficiente para a sua redução.
Palavras Chave: Bullying; Adolescentes; Agressão; Vitimização; Perceção dos Professores
BULLYINGEENVOLVIMENTOPARENTAL
Patrícia Gouveia 1,2,3, Isabel Leal1,2, & Jorge Cardoso 1,3
1ISPA, Instituto Universitário; 2UIPES (Unidade de Investigação em Psicologia e Saúde); 3Instituto Superior de Ciências da Saúde - Egas Moniz
A família tem grande poder de influência e transformação na vida de crianças e adolescentes. Assim, tem-se considerado que diferentes níveis de monitorização por parte dos pais poderão estar associados quer com o comportamento de intimidação, quer de vitimização, embora de formas opostas (Georgiou, S. N. & Fanti, K. A., 2010).
Deste modo, este estudo tem como principal objetivo analisar o conhecimento parental acerca das práticas de bullying e perceber a sua relação com as principais preocupações parentais. Participaram, neste estudo, 150 Encarregados de Educação (pais/cuidadores), 120 do sexo feminino e 30 do sexo masculino, com média de idades de 45 anos (M=44, 62). A maioria era de nacionalidade portuguesa (97,3%), com escolaridade ao nível da licenciatura (36,7%) e em média com dois filhos (50,7%). Preencheram um Questionário Sociodemográfico; o Questionário de Intervenção e Consciencialização do Bullying (Warburton, 2010, versão traduzida por Gouveia, Leal & Cardoso, 2011) e a Escala de Preocupações Parentais - Versão Adolescentes (versão experimental de Gouveia, Leal & Cardoso, 2013).
Os resultados evidenciaram que a maioria dos pais/cuidadores tem um fraco conhecimento acerca desta temática, não sendo esta alvo primordial de preocupação com os seus filhos. Grande parte destes cuidadores, centra as suas preocupações na sintomatologia física, nos comportamentos negativos e com o grupo de pares.
Palavras Chave: Bullying; Perceção dos Pais/Cuidadores; Preocupações Parentais
SIMPÓSIO:
“AS
TÉCNICAS
DE
DESENHO
E
ESCRITA
NA
PSICOLOGIAPEDIÁTRICA”
Coordenação e discussão: Lígia Lima & Marina Serra de Lemos, Unidade de Investigação
da Escola Superior de Enfermagem do Porto, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto
O simpósio inscreve-se num projeto que tem vindo a ser desenvolvido desde 2008 no domínio das conceções infantis de saúde e doença. O simpósio apresentará o desenvolvimento de metodologias de investigação que permitem aceder às conceções infantis de saúde e doença, reconhecendo que estas desempenham um papel importante quer a nível dos comportamentos de saúde e prevenção da doença, quer nos processos de adaptação e gestão de doença. Para além disso apresentam-se resultados relativos à descrição da natureza das conceções infantis de saúde e doença em função de fatores de influência ligados à experiência da criança.
Assim, numa primeira comunicação “Aspetos metodológicos na utilização do desenho e da escrita em Psicologia Pediátrica (Marina Lemos)” descreve a adaptação e desenvolvimento da “técnica do desenho-e-escrita” e do sistema de categorização das respostas das crianças. Seguidamente a comunicação “ Natureza e componentes das conceções infantis de saúde e de doença: seus determinantes” (Lígia Lima), apresenta as principais dimensões das conceções infantis de saúde e doença em função de diferentes tipos de exposição e vivência de situações de doença. Na comunicação “Conceções infantis de saúde e de doença mental” (Pedro Capela e Marina Lemos) o foco será na análise de especificidades das significações em torno da saúde mental. Finalmente a comunicação “ O Child Drawing: Hospital, como medida de avaliação do impacto emocional da hospitalização (Lígia Lima, Catarina Silva, Sara Fontoura e Ana Ferreira) evidencia a utilidade desta técnica para a avaliação do stresse associado aos processos de internamento hospitalar nas crianças.
Lígia Maria Monteiro Lima
Unidade de Investigação da Escola Superior de Enfermagem do Porto Av. Meneres 234, bloco 9, 6esq 4450-189 Matosinhos
ASPETOSMETODOLÓGICOSNAUTILIZAÇÃODODESENHOEDAESCRITAEM
PSICOLOGIAPEDIÁTRICA
Marina S. Lemos
A utilização do desenho e escrita pode ser uma estratégia privilegiada de investigação e de intervenção no domínio da psicologia pediátrica. Esta técnica é frequentemente caracterizada como sendo uma estratégia participativa, permitindo à criança expressar as suas conceções de uma forma mais livre e espontânea. Também resulta particularmente adequada para crianças doentes, especialmente crianças com doença crónica, que muitas vezes se encontram física e psicologicamente debilitadas e por isso menos capazes de participar em formas mais convencionais de recolha de dados. Permite simultaneamente avaliar a vivência emocional da situação de doença e desempenhar um papel de ajuda na adaptação da criança à situação de doença.
Apesar de existirem inúmeras investigações em que a técnica de desenhar e escrever é utilizada são ainda poucos os estudos que apresentam informação em torno das questões de ordem mais metodológica de forma clara e rigorosa.
Esta apresentação descreve os estudos que tiveram como objectivo desenvolver procedimentos rigorosos de recolha de dados e um sistema de análise do desenho e da escrita.
Nesse sentido serão apresentados dois estudos. O primeiro estudo descreve o desenvolvimento e validação de um sistema de categorização das conceções infantis de saúde e doenças obtidas através desta técnica. O segundo, centrado na análise do tipo de instruções dadas à criança na técnica de desenhar e escrever, veio demonstrar que a forma de formular a instrução é determinante da natureza dos dados obtidos.
Marina Serra de Lemos
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto Rua Alfredo Allen 4200-135 Porto
NATUREZAECOMPONENTESDASCONCEÇÕESINFANTISDESAÚDEEDE
DOENÇA:SEUSDETERMINANTES
Lígia Lima
Unidade de Investigação da Escola Superior de Enfermagem do Porto
Reconhece-se atualmente que as conceções infantis de saúde e doença desempenham um papel importante quer a nível dos comportamentos de saúde, quer nos processos de adaptação e gestão de doença.
O objetivo desta comunicação é o de sintetizar os resultados obtidos noutros estudos, que foram desenvolvidos para identificar as especificidades das conceções de saúde e doença em função de diferentes tipos de exposição ou vivência de situações de doença. Utilizando a técnica do desenho e escrita, compararam-se as concepções de saúde e doença em diferentes subamostras, incluindo crianças saudáveis, com ou sem experiência de vivência da pandemia da gripe e crianças com doença oncológica, diabetes e asma.
Participaram crianças com idades entre 6 e 13 anos e os dados foram recolhidos em vários hospitais e em duas escolas do Distrito do Porto.
Os resultados revelaram diferenças significativas entre os grupos pré e pós-gripe sugerindo que a pandemia de gripe teve um impacto significativo, nomeadamente através reforçando a ideia de que a saúde e a doença dependem de comportamentos preventivos. Relativamente à comparação entre crianças com diferentes tipos de doença crónica, os resultados sugerem que as suas conceções de saúde e doença refletem as vivências típicas de cada doença e seus tratamentos.
Assim e no global, os resultados vão ao encontro de uma conceção funcionalista da génese das conceções de saúde e de doença. Serão discutidas as suas implicações para a intervenção centrada no desenvolvimento e atividades de educação para a saúde e da promoção da adaptação das crianças com doença crónica.
Unidade de Investigação da Escola Superior de Enfermagem do Porto [email protected]
CONCEÇÕESINFANTISSOBREASAÚDEEADOENÇAMENTAL
Pedro Capela & Marina Serra de Lemos
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto
Este estudo procurou testar a adequação de um sistema de categorização das conceções gerais de saúde e doença ao domínio da saúde e doença mental. Teve também como objetivo caracterizar e comparar as conceções de saúde e de doença mental, explorando possíveis efeitos de factores individuais e contextuais.
A amostra deste estudo contou com 123 alunos distribuídos pelo 5º ao 9º ano de escolaridade, de três escolas do distrito do Porto. A recolha dos dados foi realizada com recurso ao método de “Desenhar e escrever” (Williams, Wetton & Moon, 1989), tendo sido analisados apenas os textos, com recurso a um método misto de análise, qualitativo e quantitativo.
O estudo permitiu a adaptação de um sistema de categorização fiel, que possibilita a caracterização e comparação sistemática das conceções. Os resultados obtidos demonstraram a existência de diferenças na riqueza das conceções, ilustrando uma maior dificuldade das crianças em concetualizarem a saúde mental comparativamente à doença mental. Verificaram- se ainda diferenças nas conceções de saúde e doença mental em função de variáveis individuais e contextuais, como o género, idade, ano de escolaridade e NSE.
Estes resultados contribuem para a investigação científica na área, colocando à disposição uma metodologia válida e rigorosa de acesso e análise da problemática. Para além disso, ofereceu uma caracterização das conceções das crianças portuguesas sobre a saúde e doença mental que pode fornecer uma base útil para o direcionamento e adequação de intervenções na área da educação para a saúde e da saúde mental infantil.
Marina Serra de Lemos
Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto Rua Alfredo Allen 4200-135 Porto
OCHILDDRAWING:HOSPITAL,COMOMEDIDADEAVALIAÇÃODOIMPACTO
EMOCIONALDAHOSPITALIZAÇÃO
Lígia Lima 1, Catarina Silva2, Sara Fontoura2, & Ana Ferreira2
1Unidade de Investigação da Escola Superior de Enfermagem do Porto; 2Faculdade de
Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto
A hospitalização surge frequentemente como uma experiência associada a stress, ansiedade e medo em idades pediátricas. A experiência de hospitalização envolve respostas cognitivas, emocionais e físicas que nem sempre se manifestam através de sintomas perceptíveis. O desenho, enquanto técnica projetiva, tem-se revelado um instrumento eficaz para avaliar os estados emocionais da criança, sobretudo por facilitar a comunicação de pensamentos e sentimentos.
O Child Drawing: Hospital (Clatworthy, Simon & Tiedeman, 1999) surgiu no sentido de compreender as vivências emocionais das crianças hospitalizadas.
O presente estudo tem dois objetivos principais: (1) contribuir para a adaptação do Child Drawing: Hospital (Clatworthy, Simon & Tiedeman, 1999) à população portuguesa, nomeadamente avaliando a sua validade, através da comparação de grupos contrastantes de crianças com e sem experiência de hospitalização e (2) compreender o impacto emocional da experiência de hospitalização nas crianças.
A amostra deste estudo é constituída por dois grupos de crianças com idades compreendidas entre 8 e 13 anos (média de idade= 9,41). Um recolhido num agrupamento de escolas do distrito do Porto (N= 44) e outro num centro hospitalar do norte do país (N= 26).
Os resultados mostraram que existem diferenças significativas sobretudo em parâmetros tais como o afecto geral e alguns índices de ansiedade, o que evidencia a utilidade desta técnica para a avaliação do stresse associado aos processos de internamento hospitalar nas crianças. Lígia Maria Monteiro Lima
Unidade de Investigação da Escola Superior de Enfermagem do Porto Avenida Meneres, 234, bloco 9, 6esq
4450-189 Matosinhos [email protected]
SIMPÓSIO: "A COMER É QUE A GENTE SE ENTENDE": ESTUDOS
EM PSICOLOGIA SOCIAL DA ALIMENTAÇÃO
Coordenadora-Maria Luisa Lima, CIS/ISCTE-IUL
A alimentação tem sido estudada em Psicologia principalmente ligada a comportamentos desadequados. Este simpósio reúne um conjunto de seis comunicações que têm como ponto comum de partida a utilização de modelos da psicologia social para investigar questões relativas à alimentação e à promoção de hábitos alimentares saudáveis. Apesar de muitas destas pesquisas terem surgido no contexto de um mesmo grupo de investigação, trata-se de estudos com características muito diversas, que abordam o tema da alimentação de perspetivas muito diferentes. Começamos com a apresentação de dois estudos que salientam o impacto de algumas variáveis societais nas escolhas alimentares - os estereótipos (comunicação 1) e os valores sociais (comunicação 2). A terceira comunicação ilustra o papel das normas sociais e da identificação grupal na determinação do consumo de bebidas alcoolicas entre jovens universitários. Apresentamos depois alguns estudos em que procuramos responder a algumas questões importantes sobre a maneira como as pessoas reagem a informação sobre os alimentos - é mais eficaz salientar os benefícios da alimentação saudável ou os riscos de não a seguir (comunicação 4)? Como podemos influenciar as pessoas que evitam expor-se a informação sobre riscos alimentares (comunicação 5)? Como podemos observar as estratégias de coping em situação de crise alimentar (comunicação 6)? A diversidade das questões abordadas serve para ilustrar a multiplicidade de níveis de análise com que podem ser pensadas as intervenções psicológicas neste domínio.
Maria Luisa Soares Almeida Pedroso de Lima
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa; CIS - Centro de Investigação e Intervenção Social, ISCTE-IUL Av. das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa
962339232 [email protected]
http://www.cis.iscte-iul.pt/People.aspx?id=46
ESTEREÓTIPOS DE ENVELHECIMENTO & ALIMENTAÇÃO: EFEITOS IMPLÍCITOS
Sibila Marques & Maria Luisa Lima
CIS-IUL/ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa
Diversos trabalhos têm demonstrado a existência de uma visão mista das pessoas idosas nas nossas sociedades contemporâneas. De facto, os estereótipos que acompanham este grupo etário apresentam traços positivos (ex. maduros, sábios) e traços mais negativos (ex. doentes, coitados). O modo como estas diferentes representações podem estar salientes nos contextos tem o poder de influenciar os comportamentos das pessoas idosas em diversas esferas (Levy,
2003). Neste estudo mostramos evidências de que este tipo de primação tem também um efeito significativo sobre as suas preferências e comportamentos alimentares. O Estudo 1 (n=62; 62 (M(idade)=70,4 anos; DP=4,7), permitiu verificar que, de facto, as pessoas idosas partilham uma representação mista do grupo das pessoas idosas como um grupo de pessoas que são ao mesmo tempo, por exemplo, “sábias” e “dependentes”. Por sua vez, o Estudo 2 (n=38; (M(idade)= 71 anos, DP=6.4), de cariz experimental, permitiu verificar que a ativação destas representações afeta as suas preferências por determinados alimentos considerados como potencialmente mais arriscados para a saúde. Estes resultados demonstram o poder da ativação subtil dos estereótipos de envelhecimento e a relevância de considerar este fator na intervenção nesta área.
Sibila Fernandes Magalhães Marques
ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa; CIS - Centro de Investigação e Intervenção Social, ISCTE-IUL Av. das Forças Armadas, 1649-026 Lisboa
968621220
http://www.cis.iscte-iul.pt/People.aspx?id=56
SAVOURING MORALITY: MORAL SATISFACTION RENDERS FOOD OF