2. MUKAYESELİ HUKUKTA DÜZENLENİŞ ŞEKLİ
2.1.3. Gerçek Tehdit Kavramı " True Threat"
Os resultados referentes ao estudo 1 serão apresentados com base nas categorias explicitadas no quadro 3 localizado na seção Método.
DOCUMENTOS
Proyecto Educativo de Centro – PEC
Este documento é de importância central no funcionamento de uma escola e nele são declarados todos os seus propósitos. Refere-se às opções educacionais básicas e à organização geral. Cada escola tem autonomia para elaborar seu PEC de acordo com suas demandas e necessidades. Trata-se de um trabalho feito de forma democrática e participativa, já que são levadas em conta as diretrizes do conselho escolar e as propostas apontadas pelo claustro e pelas equipes dos ciclos. Após sua elaboração, pela equipe diretiva da escola, o documento deve ser aprovado pelo conselho escolar.
Em seu conteúdo há uma breve descrição do contexto sociocultural no qual a escola está inserida e há a caracterização da população atendida. Também há uma descrição detalhada da própria escola, sua identidade, propósitos, objetivos, valores, prioridades, estrutura e as relações que se pretende estabelecer entre pais, alunos, professores, corpo diretivo e a comunidade que atende.
Além disso, geralmente apresenta elementos importantes como os pontuados: - Organização geral da escola;
- Regimento interno da unidade;
- Formas estabelecidas para favorecer a colaboração entre os setores envolvidos; - Abertura oferecida para a formação e aprimoramento dos professores que ali atuam;
- Propostas de colaboração entre os serviços sociais e educacionais oferecidos pelo município extramuros da escola e as possíveis relações com outras instituições;
- Plano de convivência;
- Plano de atenção à diversidade que no caso se refere à inclusão e;
- Sua postura democrática, com o oferecimento de condições para a participação dos alunos e sua representatividade no conselho escolar.
Caracteriza-se como um documento democrático, participativo e aberto com previsão de estabilidade em médio prazo. Não precisa ser refeito a cada ano, mas deve ser revisto com atenção para que suas intenções ali explícitas não se distanciem da prática real exercida no dia a dia da escola. Cada um dos seus pontos pode ser discutido e modificado sempre que a equipe escolar julgar necessário.
Com essas características, esse documento se aproxima do Projeto Político Pedagógico das escolas brasileiras, que dá as direções para onde cada instituição deve seguir, inclusive, estabelece seus princípios acerca do atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais que exigem o uso de estratégias diferenciadas e específicas para propiciarem seu desenvolvimento acadêmico.
Plan General Anual – PGA
Trata-se de um documento que antecipa o que será feito no ano letivo com base na avaliação do curso oferecido no ano anterior, no seu rendimento, no que é possível realizar e o que se projeta como ideal a ser alcançado. Da mesma forma que o PEC, deve ser elaborado democraticamente com participação da equipe escolar, principalmente os professores que estão diretamente envolvidos com a aplicação dos conteúdos e dinâmicas da escola junto aos alunos e estão a par dos resultados obtidos com essa prática. É elaborado pela equipe da direção da escola com a participação de todos os
membros da escola e aprovado pelo conselho escolar. Esse documento garante o desenvolvimento das atividades e a proposta da escola que são explícitos no PEC.
É um instrumento que subsidia o planejamento e a gestão de cada um dos anos do ensino obrigatório. Nele devem ser apresentados critérios e meios de avaliação das propostas ali explícitas para que se possa comprovar a eficácia de sua aplicação. Como o PEC, o PGA é um plano de trabalho aberto a revisões e modificações de acordo com as demandas da escola.
São importantes os seguintes itens de um PGA:
- Definição de objetivos prioritários para esse ano escolar e como desenvolvê-los. - Critérios pedagógicos para a elaboração de horários das aulas e distintas atividades dos alunos;
- Relação com o PEC e seus pressupostos;
- Menção aos projetos curriculares de cada ano, ciclo ou etapa;
- Um programa de atividades extracurriculares e serviços complementares oferecidos dentro da escola como os horários anteriores e posteriores aos de aula para que os alunos que necessitem sejam acolhidos, oferecimento de transporte público e outros;
- Programação das atividades docentes a serem praticadas na escola;
- Nele estão os projetos de convivência da escola e de atenção à diversidade: - Uma memória breve com indicações da situação da escola quanto às suas instalações e equipamentos disponíveis para uso de alunos e professores assim como sobre os avanços e dificuldades identificados no ano anterior como base para o ano vigente;
- Aspectos relevantes que precisem ser repensados por não terem tido tanto êxito no ano anterior e a mudança de objetivos e/ou estratégias caso seja necessário. Traz uma breve análise dos resultados e avaliação das intervenções na escola no ano anterior com
dados por anos, disciplinas, globais de toda a escola, bem como do trabalho de cada professor, da orientação, do plano de convivência e participação, das atividades extraescolares e dos serviços oferecidos naquele ano à comunidade.
Faz parte do PGA o Plano de Atenção à Diversidade da escola. Esse item, bastante relevante para o presente trabalho, aborda os princípios de igualdade, equidade e de inclusão escolar como valores fundamentais. Esse plano contempla um conjunto de ações, o qual se pretende implementar na escola para atender as especificidades dos alunos, sendo ele:
- Critérios e procedimentos para a identificação e avaliação das necessidades
específicas de apoio dos alunos;
- Definição de objetivos e determinação de critérios para tomada de decisões;
- Identificação e avaliação das necessidades específicas de apoio derivadas de
problemas de aprendizagem, deficiência ou transtorno grave de conduta, altas habilidades ou por requerer um programa específico para o ensino da língua, ou superar as carências de competências básicas;
- Descrição de medidas curriculares e organizativas;
- Recursos humanos e materiais disponíveis para a implementação do plano;
- Funções e responsabilidades de cada um dos profissionais envolvidos;
- Colaboração das famílias e dos agentes externos sejam eles profissionais ou
instituições dos quais o aluno também receba atendimento;
- Avaliação e continuidade do plano;
- Número de professores que atendem os alunos (apoios, professores de
educação especial), assinalando as horas que se dedicam cada um deles;
- Número de alunos (atendidos com recursos específicos).
Esse plano é elaborado pela equipe de orientação e apoio, ou seja, a equipe de educação especial da escola juntamente com os professores dos alunos alvo desse tipo de intervenção. Após sua confecção, o plano deve ser aprovado pelo claustro, composto pelos professores da própria escola. Além de atender às especificidades dos alunos que necessitam de algum tipo de apoio, o plano também pode abarcar as normas de
convivência da escola indicando, inclusive, os procedimentos de mediação e resolução de conflitos.
Programação Didática
Este documento trata do planejamento, desenvolvimento e avaliação de cada área do currículo. Ele é elaborado pelas equipes de cada ciclo, ou seja, pelos professores do 1º e 2º ano, do 3º e 4º ano e do 5º e 6º ano. Mesmo sendo elaborado separadamente com base nos ciclos deve apresentar uma continuidade e encadeamento entre eles. Além disso, deve deixar clara desde suas intenções até a avaliação do que foi proposto. Assim como o PGA também faz menção aos ideais explícitos no PEC que é o documento principal da escola. Apresenta os seguintes itens:
- Objetivos; - Conteúdos;
- Competências básicas e como são desenvolvidas;
- Níveis de competência exigido em relação a cada conteúdo; - Metodologia;
- Organização de tempo, grupos e espaços; - Materiais e recursos disponíveis;
- Critérios e instrumentos de avaliação e; - As medidas de atenção à diversidade.
É com base na programação didática que os professores planejam suas aulas e cada um deles deve atuar com base na programação didática de acordo com seu contexto de sala de aula, em sua disciplina, com suas habilidades e seus recursos pessoais fazendo, de uma mesma base, intervenções distintas e únicas, na chamada programação de aula.
Esses documentos são a identidade oficial da escola e por meio deles se conhece sua filosofia e seus ideais. Neles estão impressas as características de um coletivo, um conjunto de profissionais que estão juntos em um mesmo propósito. Se a escola pretende ser para todos, se tem a intenção de atender todos aqueles que têm direito a ela, se sabem como vão fazer isso, se há inclusão, são nesses documentos que devem estar claras essas ideias de maneira oficial antes das ações serem empregadas no dia a dia da escola.
ORGANIZAÇÃO
DIAC (Documento Individual Adaptación Curricular)
A resposta educacional à diversidade da escola se caracteriza por um conjunto de ações direcionadas para seus alunos e seu entorno. Trata-se de uma atenção personalizada que favoreça a aquisição e/ou aprendizagem das competências básicas. Essa atenção à diversidade se concretiza em um documento voltado para uma parcela de alunos denominada alumnado con necesidad especifica de apoyo educativo – ACNEAE. Em comparação com o Brasil pode-se dizer que estes alunos são o público alvo da educação especial (PAEE).
No DIAC são registrados todos os dados do aluno, um pequeno histórico de sua trajetória escolar, tudo o que ele é capaz de fazer ou que ainda está em processo de aquisição. Trata-se de um registro da situação do aluno que justifica a necessidade de uma adaptação curricular. Este é um documento estático, a partir dele é que serão elaboradas as ações a serem aplicadas junto ao aluno.
Esse é um modelo oferecido para a organização da resposta educacional e pedagógica para cada aluno com deficiência, previamente diagnosticado pela orientação da escola, e serve para a captação das informações necessárias sobre o aluno que necessita de adaptação curricular, mas as escolas têm autonomia para criar seu próprio documento. Em uma das escolas observadas na qual foi possível ter acesso a ele, o documento se chamava Plano de Trabalho Individualizado (PTI). Ele deve ser elaborado
pelo professor da sala, mas em algumas situações existe a colaboração dos profissionais da educação especial (PT, AL e orientador). O ideal é que o DIAC de cada aluno seja elaborado para cada bimestre ou trimestre, de acordo com a segmentação que a escola dá para o ano letivo. Dessa forma, é possível acompanhar o desenvolvimento do aluno, o qual norteia o estabelecimento de novas metas e objetivos.
Normalmente, o documento, que não tem uma regra, mas sim propostas de como ser elaborado, é composto por três partes:
- Aprendizagem: descrição os objetivos, das competências básicas e dos critérios de avaliação. Esses aspectos determinam exatamente o que e como será ensinado e o que se espera do aluno naquele período de tempo estipulado. Obviamente, os parâmetros são baseados no desempenho anterior do aluno o qual norteia as medidas especiais tomadas pelo professor.
- Procedimentos de avaliação: especificação dos meios pelos quais o aluno, que já recebe uma intervenção diferenciada, terá seu progresso avaliado. Importante destacar os procedimentos que serão diferenciados do restante da turma.
- Aspectos organizacionais: são listadas as formas de intervenção que esse aluno terá no decorrer do período, como: as sessões de atendimento com os profissionais da educação especial, AL e PT, material a ser utilizado, tanto a adoção de livros diferenciados como os materiais confeccionados pela própria equipe de professores .
Podem-se agregar outras informações que sejam relevantes para o professor, como a avaliação psicopedagógica do aluno ou outros pareceres de profissionais de fora da escola fornecidos pela família. Este documento serve para planejar e nortear as ações do professor junto ao aluno que tem uma demanda diferenciada em sala de aula. Pode ser feito um DIAC para cada área caso sejam professores diferentes ou, no caso do professor polivalente, o DIAC pode ser mais abrangente.
Os passos a serem dados pelo professor são todos baseados nas informações contidas no DIAC, por isso ele deve ser revisto com certa periodicidade para que as ações do professor estejam adequadas à demanda real do aluno.
Apoios
Os principais apoios que as escolas dispõem para atender os alunos que necessitam são os profissionais de educação especial, um deles chamado de pedagogia terapêutica (PT) e o outro de audição e linguagem (AL), conhecido como fonoaudiólogo escolar, os dois com formação de professor, como já foi descrito anteriormente. Todas as unidades têm permanentemente essas duas figuras que, mediante indicação do orientador e prévia avaliação, atendem os alunos que requerem seus serviços, coordena sua ação o professor regente de sala de aula ou tutor de cada aluno com necessidades educativas especiais. O PT pode atender os alunos dentro ou fora de sala de aula dependendo da demanda e da abertura que o professor responsável dá para que haja colaboração entre eles. Já o AL, na maioria das vezes, retira o aluno da sala para trabalhar exercícios específicos referentes às dificuldades do aluno.
Há outra figura que periodicamente está presente na escola para acompanhar os alunos em situação de risco que também caracteriza outro tipo de apoio. O trabajador social ou, como se chama no Brasil, assistente social atende as indicações da escola nos casos em que há negligência da família em relação ao aluno. Além de visitar a escola, quando necessário, o trabalhador social também visita a casa e conversa com a família para avaliar a situação real. A escola sempre recebe um retorno desse profissional sobre o que foi avaliado sobre a situação na casa e, dessa forma, há um acompanhamento do caso. Algumas das situações que levam à intervenção do trabajador social são, por exemplo, o excesso de faltas sem justificativa, recorrência de doenças, indícios de falta de cuidado com a criança e, na presença de alguma delas, ele é responsável por coordenar as respostas assistenciais ao aluno e/ou à família.
Outro apoio, também humano, é a figura do fisioterapeuta que pode estar presente em algumas escolas, como a Alcarria, observada pela pesquisadora. Trata-se de uma escola de referência no atendimento de alunos com comprometimentos motores, por isso havia esse profissional disponível para atender os alunos cadeirantes em horários específicos dentro do período de aula.
Se na escola há um aluno com deficiência visual, por exemplo, ou que requer um material didático diferenciado, o uso do Braille e seus instrumentos próprios, esse aluno tem o direto de ser atendido em suas especificidades e recebe o material necessário para trabalhar na escola. Às vezes, este aluno pode ser atendido por professores especializados da Organización Nacional de Ciegos da España – ONCE em uma cooperação com as Secretarias de Educação6. O mesmo acontece com outros tipos de deficiências e suas demandas específicas.
Recursos
As salas, onde estão alocados o PT e o AL, são equipadas com materiais didáticos diversos, computador, softwares educativos, jogos pedagógicos, brinquedos educativos. Quando há a presença do fisioterapeuta na escola, este trabalha em uma sala adaptada com os materiais necessários para o desenvolvimento do seu trabalho junto aos alunos favorecendo a prática de exercícios específicos para cada aluno.
Quase todas as salas de aula são equipadas com lousa digital, projetor multimídia e cada professor possui um notebook para preparar suas aulas e utilizá-los em classe. Na época em que a pesquisa foi realizada estavam em vias de serem instalados os equipamentos em salas onde ainda não estavam disponíveis. Alguns dos materiais didáticos utilizados pelas escolas possuem sua versão digital, que é utilizada pelo professor em correções de tarefas e outras situações de sala de aula com o auxílio dos equipamentos disponíveis no local.
Os alunos, quando iniciam o 5º ano da Primaria, recebem um netbook cada um. Este computador é para uso na escola e em casa, até o final do 6º ano, quando deve ser devolvido à escola. Para o uso desse equipamento são oferecidas aulas programadas pelo professor e propostas pesquisas e trabalhos para serem realizados em casa. Os alunos podem instalar e salvar o que quiserem nos netbooks enquanto estiverem usando, mas tudo deve ser apagado quando for devolvido à escola.
6 Na minha estadia não tive a oportunidade de conhecer nenhuma destas ações, mas os professores me
As salas de aula são equipadas com materiais de acordo com a demanda da série e da idade dos alunos. Nos anos em que se trabalha a alfabetização a classe tem um alfabeto móvel. Todas as classes possuem uma biblioteca com livros de história, dicionários e livros didáticos. Há mapas dispostos nas paredes assim como esquemas corporais. Também estão disponíveis globos terrestres para consulta dos alunos.
MÉTODO
A partir das observações realizadas nas escolas de Guadalajara e Azuqueca de Henares é possível discorrer sobre algumas estratégias utilizadas pelos professores e pelas próprias escolas que fazem parte do processo de inclusão e favorecem sua implementação. A partir de agora essas estratégias serão abordadas nas categorias que se seguem.
Organização de aula
Os professores têm autonomia para organizar fisicamente sua classe. Enquanto uns mantêm o estilo tradicional, de carteiras enfileiradas umas atrás das outras, alguns modificam o aspecto geral da classe de acordo com a demanda de seus alunos e suas próprias concepções sobre aprendizagem. Um exemplo é da professora de 1º ano da escola Maestra Plácida Herranz, que identificou certa dificuldade dos alunos na transição do ensino infantil para a Primaria. Normalmente a sala do primeiro ano já tem outras características, mas como aquela turma apresentava problemas com a adaptação optou- se por manter dois aspectos de rotina do infantil: as carteiras juntas em grupos colaborativos e a realização da assembleia, uma roda de conversa que inicia o dia de aula com a data, uma leitura sobre o tema a ser trabalhado na aula, informações importantes e a estimulação de aprendizagens informalmente as quais serão trabalhadas no livro ou no caderno ao longo do dia.
Outro modo de organizar a sala é dispondo as carteiras em fileiras, porém essas se juntam lateralmente. Os alunos ficam muito próximos uns dos outros. Alguns professores,
como o do 4º ano da escola La Paloma utiliza esse agrupamento para incentivar e acostumar os alunos a trabalhem em grupos cooperativos, já que a partir do quinto ano essa prática é constante na escola. Os alunos são avaliados por sua participação e realização de tarefas sob o ponto de vista de grupo, portanto todos precisam se empenhar para não prejudicar os demais colegas.
Mesmo não trabalhando com a ideia de grupos cooperativos, a professora de 5º ano da escola Alcarria utiliza a mesma disposição das carteiras em sua sala. Sua justificativa é que, dessa forma, favorece a comunicação e a ajuda entre os alunos. Ela acredita que os alunos, por estarem na mesma situação, de quem aprende, são mais generosos ao explicarem para os colegas algo que não foi compreendido. A ordem e a disciplina são mantidas, pois a professora deixa claro que conversas paralelas e em tom alto é um desrespeito com os demais, mas auxiliar quem está ao lado pode ser feito sempre que necessário. Por conta dessa visão, os alunos que apresentam dificuldades são posicionados estrategicamente ao lado daqueles que costumam ter mais afinidade e paciência em situações de ajuda.
O clima que se vivencia nessa classe, a partir dessa postura, é de respeito entre os alunos e entre os alunos e a professora, ou seja, falam cada um na sua vez, quando um colega está se manifestando os outros ouvem até o fim para então se manifestarem. A forma como a professora de 5º ano trabalha remete ao critério autocontrole da mediação na teoria de experiência de aprendizagem mediada de Feuerstein, o qual exige que o professor não só esclareça aos alunos o que exige deles, mas que, ao mesmo tempo, dê o exemplo em suas atitudes e na maneira de conduzir as aulas.
Na classe da mesma professora de 5º ano, quando o atendimento da professora de educação especial acontece dentro de sala de aula, os alunos com alguma dificuldade e o aluno que tem adaptação curricular se sentam na última fileira, todos juntos. A PT dá