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George W. Bush’un Dış Politikası ve 11 Eylül Saldırılarının Etkisi

2.2. Soğuk Savaş’ın Ardından Ortadoğu’da Amerikan Politikası

3.1.3. ABD’nin Güvenlik Stratejisi

3.1.3.1. George W. Bush’un Dış Politikası ve 11 Eylül Saldırılarının Etkisi

A política ambiental da Defesa é objecto de dois documentos estruturantes: - a directiva 107/1997, do ministro da Defesa Nacional

- a instrução 30/1998, do Secretário de Estado da Defesa que se materializam no Plano Geral Para o Meio Ambiente.

b. Objectivos da Política Ambiental para a Área da Defesa (1) Objectivo 1

Melhoria da consciência ambiental, individual e colectiva no seio das Forças Armadas.

(2) Objectivo 2

Poupança e eficiência no consumo de energia.

(3) Objectivo 3

Actuação agro-florestal nas propriedades da Defesa e estabelecimento de normas de comportamento e actuação que evitem a deterioração do meio ambiente.

(4) Objectivo 4

Minimização da contaminação do meio ambiente provocada pela actividade das Forças Armadas.

c. Prossecução dos objectivos

A prossecução dos objectivos é feita através:

- da definição de planos, programas e actividades de acordo com o disposto no Plano Director e nos Programas Anuais para as Infra-estruturas;

- da criação de uma estrutura orgânica ambiental até ao nível considerado adequado sob o ponto de vista dos objectivos ambientais a atingir;

- de uma Comissão Consultiva para os Assuntos Ambientais (CAMA – Comission Asesora de Medio Ambiente) que elabora estudos e propostas sobre qualquer matéria ambiental relacionada com as Forças Armadas, por sua iniciativa própria ou a pedido de qualquer dos Ramos

- do estabelecimento e implementação de Normas;

- da utilização de Sistemas de Gestão Ambiental (SGA), procurando-se implantar este modelo a todos os níveis do Ministério

d. Competências e Dependências

– dependente do Secretário de Estado da Defesa – o desenvolvimento da Política Ambien- tal do Ministério, assegurando simultaneamente a direcção e supervisão da sua implemen- tação.

Dependem funcionalmente da DIGENIN (autoridade técnica) os órgãos compe- tentes na área ambiental dos Ramos da Forças Armadas e dos organismos autónomos do Ministério da Defesa

e. Estrutura de Protecção Ambiental do Ministério da Defesa

f. Sistemas de Gestão Ambiental (SGA)

A implementação de SGA nas UEO das Forças Armadas permitirá dispor de uma ferramenta adequada para obter e manter actualizado o conhecimento da sua situação ambiental bem como para validar os métodos e procedimentos empregues para se atingi-

rem os objectivos gerais da política de protecção ambiental.

A implementação de SGA em UEO das Forças Armadas Espanholas é um processo que vem a decorrer desde 1996.

A figura 5.8 apresenta a evolução do processo de implementação de SGA nas UEO:

Fig 5.8 – Unidades com SGA

Algumas das UEO têm já os seus SGA certificados (Fig 5.9).

Figura 5.9 – Unidades com SGA certificado

g. Detalhe dos Objectivos

(1) Objectivo 1 - Melhoria da consciência ambiental, individual e colectiva no seio das Forças Armadas

Áreas de interesse:

- Aumentar o conhecimento da situação ambiental nas instalações do Ministério da Defesa

- Divulgação à Sociedade civil da situação e dos esforços para a melhorar Actividades genéricas:

- Criação de uma base de dados cartográfica das propriedades do Ministério da Defesa (Base de dados ambientais das propriedades do Ministério da Defesa); - Realização de reuniões, auditorias, inspecções e estudos diversos, nomeadamente

para proceder ao levantamento da situação ambiental de unidades do Exército; - Realização de Jornadas, Cursos e Seminários sobre assuntos relacionados com a

protecção do meio ambiente;

- Participação em reuniões, seminários e cursos no Estrangeiro, nomeadamente na Escola OTAN;

- Criação de uma base de dados com a Legislação com interesse ambiental facil- mente acessível aos responsáveis ambientais das UEO;

- Definição da informação ambiental que deverá conter o futuro Sistema de Gestão de Infra-estruturas do Ministério da Defesa;

- Desenvolvimento de um programa de formação e sensibilização ambiental em diferentes escolas da Armada, incluindo o convénio MARPOL 73/78, a gestão de resíduos e a gestão ambiental;

- Preparação e execução de actividades militares pelo EMACON (Estado-Maior Conjunto) usando como referência o STANAG 7141 (Doutrina Conjunta de Pro- tecção Ambiental em Operações sob a égide da OTAN) e o MC 469 (Princípios e Políticas OTAN para a Protecção Ambiental);

-Desenvolvimento de acções de sensibilização para a poupança de recursos energé- ticos;

- Participação em congressos;

- Edição de Brochuras, DVDs ou outras Publicações; - Desenvolvimento de páginas especificas na internet;

- Estabelecimento de acordos de cooperação diversos (Universidades, Ministério do Ambiente, Autoridades Regionais. Laboratórios);

- Participação em GT / OTAN;

- Estabelecimento de protocolos sobre a gestão de resíduos sólidos;

- Elaboração de um Plano de Contingência Interno para a eventualidade de uma contaminação marinha.

- Compras ecológicas

Resolução do Conselho de Ministros de 19Mai2006 para a criação de uma Comissão para a incorporação de critérios ambientais nas aquisições de bens e serviços por parte da Administração Central.

(2) Objectivo 2 - Poupança e eficiência no consumo de energia

Actividades (genéricas)

- Realização de Estudos de Viabilidade para a Construção de Centrais de Cogeração para redução das emissões de CO2;

- Realização de Avaliações Técnicas para optimização do consumo energético nas UEO;

- Melhorias das Instalações de Aquecimento Ventilação e Ar Condicionado (AVAC) e Centrais Térmicas de diversas instalações;

- Instalação de Sistemas de Aproveitamento de Energia Solar Térmica para a pro- dução de Água Quente Sanitária (AQS).

(3) Objectivo 3 - Actuação agro-florestal nas propriedades da Defesa e estabelecimen- to de normas

- Normas e Actuações de Prevenção e de luta contra Incêndios; - Preservação e Recuperação de Ecossistemas;

- Normas de procedimento e actuação em actividades ou exercícios de treino opera- cional;

- Plano Agro-florestal 2001-2010. Actividades (genéricas)

- Colaboração com o Serviço de Incêndios Florestais da Direcção Geral para a Bio- diversidade do Ministério do Ambiente para a elaboração das Orientações Téc- nicas dos Planos de Defesa Contra Incêndios Florestais dos terrenos sob gestão do Ministério da Defesa;

- Execução de corta-fogos em diversas propriedades militares, - Reordenamento e reflorestação de espaços verdes diversos;

- Execução de lagoas de acumulação de água para combate a incêndios; - Execução de caminhos rurais em diversas propriedades.

(4) Objectivo 4 - Minimização da contaminação do meio ambiente provocada pela ac- tividade das Forças Armadas