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2. YAKIT PĐLLERĐ

2.4. Polimer Elektrolit Membranlı Yakıt Pili(PEMYP)

2.4.1. Polimer Elektrolit Membranlı Yakıt Pili Bileşenleri

2.4.1.4 Çift Kutuplu Plakalar

Os encontros individuais de planejamento com a professora Rosa, embora tivessem ocorrido nas mesmas situações das demais professoras de espaço e falta de sossego, aconteceram de maneira mais tranquila, graças ao seu estilo de interação com as crianças. Nesses encontros, ficou evidenciada a experiência de Rosa em desenvolver projetos e a minha contribuição se deu no sentido de ampliar suas sugestões de atividades a serem desenvolvidas e, principalmente, de debater sobre suas dúvidas com relação à sua ideia de projetos.

Nessa fase de planejamento, Rosa explicou que o tema animais, escolhido por ela e previsto na grade curricular, já havia sido trabalhado em alguns aspectos com as crianças. Esclareceu ainda que os conteúdos determinados nessa grade para trabalhar esse assunto previam, por exemplo, a diferença entre os animais selvagens e os domésticos. Embora tenha acatado essa proposição bem tradicional de abordar os animais, Rosa procurou a maneira mais interessante de desenvolvê-la com as crianças. No lugar de empregar a apostila de atividades mimeografadas (a atividade era pintar,

dentre muitos animais, os animais domésticos), Rosa trouxe muitas figuras de animais, colocou-as espalhadas no centro da roda de conversa, pediu que as crianças escolhessem uma figura. Cada criança falou sobre o que sabia do animal, sendo complementada pelos colegas e pela professora. Ao final, a professora Rosa pediu que as crianças colassem os animais no painel de cartolina trazido por ela e escrito: “animais selvagens e domésticos”.

Para desenvolver o projeto, Rosa pensou em atividades dinâmicas e diversificadas. É importante relembrar que Rosa foi a única professora que iniciou o projeto antes do recesso escolar de final de ano e que também foi a que mais tempo passou desenvolvendo o projeto, um pouco mais de um mês. Justificando o tempo maior destinado ao projeto, Rosa disse: “as crianças estavam tão envolvidas e entusiasmadas que não pude interromper o projeto”. Em razão do tempo longo, não foi possível estar presente ao desenvolvimento de todas as atividades do projeto, pois tinha que fazer as observações nas demais salas e participar dos encontros de planejamento com as outras professoras. Combinamos, então, que eu acompanharia em sala as atividades do projeto duas vezes por semana, além dos encontros de planejamento. Nos demais dias, combinamos que Rosa, porque já tinha algumas produções das crianças, faria um portfólio, registrando as atividades desenvolvidas para que discutíssemos nos momentos de planejamento. A sugestão de registrar e documentar todo o desenvolvimento do projeto, ou seja, elaborar um portfólio foi dada a todas as professoras, porém, somente Rosa conseguiu realizar essa atividade.

O momento de planejamento com Rosa foi aproveitado para a sistematização das atividades desenvolvidas, pensando na elaboração de um portifólio para ser apresentado no momento da síntese do projeto; para a sugestão das atividades a serem ainda desenvolvidas ao longo do projeto, bem como para a discussão de aspectos relacionados à prática anterior de Rosa em desenvolver projetos. Em especial, sobre a perspectiva de projeto proposto por Dewey, que valoriza a participação das crianças em todas as etapas do projeto e que pressupõe o desenvolvimento do projeto com suporte nos interesses e nos problemas expressos por elas, e não a predeterminação, pela professora, das atividades a serem realizadas. Sobre isso, Rosa disse:

[...] nossos projetos na escola eram primeiramente sistematizados, com objetivos claramente especificados e as atividades determinadas, inclusive a culminância, depois é que a gente desenvolvia com as crianças.

A construção processual de projeto parece ter se apresentado como um desafio para Rosa, que se empenhou em planejar de forma coletiva com as crianças, considerando suas interrogações e interesses.

Como momento “detonador” do projeto, Rosa sugere fazer um reconhecimento dos conhecimentos das crianças sobre alguns animais, em especial, sobre os sons que emitem. A proposta é apresentar um CD com as vozes de animais diferentes para que as crianças as reconheçam. Outras atividades sugeridas para o primeiro dia são: a representação dos animais reconhecidos no desenho e na escrita espontânea de seus nomes no papel e por meio de massa de modelar. Rosa ainda inclui o momento da narração de uma história sobre animais. Minha participação no planejamento ocorreu com o oferecimento de alguns livros com histórias de animais para que as crianças tivessem oportunidade de escolher a história a ser contada.

No encontro de planejamento seguinte, Rosa havia decidido, baseada nas “leituras” realizadas pelas crianças dos livros sobre os animais, escolher com elas alguns animais para serem pesquisados. O combinado era que fossem escolhidos animais diferentes dos até então trabalhados. Discutimos, então, sobre a dificuldade apresentada por ela em dar conta das informações sobre cada animal escolhido. Rosa decide trabalhar os animais presentes na escola e na casa das crianças. A proposta é que o grupo realize um passeio no espaço da instituição, observando os animais presentes e que, com a ajuda da família, tragam algum animal encontrado em casa. Também sugeri a apresentação, na roda de conversa, de uma caixa existente no NDC, com animais verdadeiros, tais como grilo, formigas de diferentes tamanhos, aranha, tarântula e abelha, possíveis animais que seriam encontrados na pesquisa de campo das crianças. A ideia é apresentar os animais, examiná-los com uma lupa e registrar os conhecimentos das crianças sobre eles. Rosa ainda sugere que, em outro momento, as crianças comparem os animais encontrados na instituição e em casa com os animais da caixa. Complementando as atividades de pesquisa, Rosa propõe uma atividade de representação gráfica dos animais por meio de desenho e escrita.

Em outro momento de planejamento, retomamos as atividades realizadas, em especial, a pesquisa sobre os animais encontrados na instituição. Entusiasmada, Rosa apresentou alguns animais coletados pelas crianças, como formigas, uma borboleta morta e uma lagarta verde, ainda viva. Rosa sugere pesquisar sobre a lagarta, seu habitat e alimentação, porque as crianças demonstraram muito interesse por ela. Apresenta algumas ideias: ler a história de uma lagarta que se transforma em borboleta; conversar

com as crianças sobre os cuidados com o animal para que ele não morra; apresentar um vídeo sobre a metamorfose da borboleta e pesquisar, através de uma lupa, todas as características físicas da lagarta, número de pernas, antenas, olhos, forma da boca etc. Também propõe desenhos, escrita da palavra lagarta e a sua modelagem com massa. Discuto com Rosa, nessa ocasião, a importância da documentação do projeto, com a escolha das atividades gráficas realizadas e o registro fotográfico das crianças trabalhando.

Também foram planejadas, em outro momento, atividades relacionadas às pesquisas sobre os animais encontrados em casa e trazidos pelas crianças, Rosa sugere uma pesquisa sobre as características físicas de cada animal e uma roda de conversa sobre a maneira como o animal foi capturado, acerca do que as crianças já sabem sobre ele e as diferenças entre os animais trazidos. Sugiro que Rosa forme grupos menores com as crianças que trouxeram o mesmo animal para facilitar e enriquecer as trocas e utilizar melhor a única lupa da sala. Também proponho que sejam trabalhadas as atitudes das crianças com relação aos cuidados com os animais capturados vivos. Rosa acrescenta a leitura de uma história que envolva algum dos animais pesquisados e a sua representação gráfica, por meio de desenho e da escrita, para a elaboração de um painel sobre esses animais para ser exposto na sala.

Como síntese do projeto, Rosa sugere uma exposição de todos os trabalhos realizados e dos animais pesquisados pelas crianças. A ideia é de que as próprias crianças apresentem seus conhecimentos construídos e suas produções. Sugiro que Rosa, junto com as crianças, convide formalmente as demais salas para prestigiarem a exposição e o final do projeto.

Em todos esses lances de planejamento, foi possível observar o esforço de Rosa em considerar os questionamentos das crianças; em organizar o espaço de sua sala para dar conta dos animais trazidos e não “incomodar” a professora com quem divide a sala; em propor as situações de aprendizagem e, especialmente, em buscar as informações necessárias para que o grupo conseguisse responder aos questionamentos surgidos e os materiais para desenvolver as atividades propostas, como jogos, CD, DVD, livros de literatura infantil, lupa, massa de modelar, papéis diferenciados, canetas e lápis, e outros.

7.4.2 Desenvolvimento do projeto

No dia previsto para o início do projeto, chego à sala de Rosa, encontrando-a organizando seu armário. As crianças, chegando aos poucos, ganham sua atenção, desejando de forma calorosa uma boa tarde e são orientadas a sentarem-se às mesas e pegarem alguns brinquedos disponíveis na sala. Já estão acostumadas com minha presença e com a filmadora e já não se interessam tanto. Quando a maior parte das crianças chega, Rosa chama-as a todas para uma roda de conversa ao redor de um aparelho de som trazido da biblioteca. As crianças, curiosas, começam a querer saber o que vão ouvir. Rosa diz que é uma surpresa e que não vai dizer mais nada. Pede que as crianças escutem. As crianças logo identificam que são as vozes de animais e começam a citar alguns. Como todas querem falar ao mesmo tempo, Rosa combina que a cada som do animal ela vai parar o CD e pedir que alguém identifique o animal. Diz também que todas podem ajudar, se for necessário. Depois que todos os animais foram identificados, Rosa inicia uma conversa sobre as vivências com alguns dos animais identificados, por exemplo, se já viram “in vivo”, se sabem o que comem, onde moram, se são perigosos, dentre outras coisas. As crianças conversam animadas e contam o que sabem sobre alguns animais, todas envolvidas. Rosa sugere que as crianças façam o desenho dos animais e escrevam o nome de cada um. Imediatamente as crianças se dirigem para as mesas, escolhidas por elas mesmas, já definindo o animal que vão desenhar e cujo nome vão escrever. Com todas as crianças sentadas, Rosa pede a ajuda de duas crianças para entregar lápis e papel em cada mesa e explica que vai colocar o CD novamente e parar em cada animal para que todos identifiquem, desenhem e escrevam o nome. Rosa só inicia a atividade quando observa que todos entenderam o que ela falou. Assim, a cada som emitido de um animal, as crianças gritam seu nome e iniciam o trabalho de desenho e escrita. Sensível ao tempo das crianças, Rosa incentiva e elogia os desenhos, perguntando o momento de colocar outro animal para ser identificado. Circulando entre as mesas, Rosa observa a produção das crianças, mas não interfere na escrita dos nomes dos animais, nem mesmo quando elas solicitam ajuda. Quando uma criança pergunta como é que se escreve o “le” de leão Rosa responde dizendo que ela pense no som das letras e escreva do jeito que ela acha, afastando-se logo em seguida para colocar o som de outro animal para ser identificado. Desanimada, a criança pensa um pouco e escreve outro l. Fiquei sem compreender por que Rosa, que

sugeriu incluir a escrita dos nomes dos animais na atividade, não aproveitou a oportunidade para trabalhar as hipóteses de leitura e escrita das crianças.

Rosa faz perguntas referentes aos desenhos e também resolve os conflitos surgidos entre as crianças, com calma e delicadeza, trabalhando as suas atitudes. Para uma criança que está escrevendo diretamente na mesa, ela diz: “Você sabe que não pode escrever na mesa! Quer outra folha de papel para terminar seu trabalho? Depois você precisa deixar a mesa limpa, certo? É o combinado”. A criança diz que não precisa de outra folha e começa a apagar o que escreveu na mesa.

A atividade é interrompida com o aviso de que o lanche está pronto. Rosa orienta as crianças para deixarem tudo em cima das mesas e se dirigirem ao banheiro, para lavar as mãos, e ao refeitório. Não acompanha, porém, as crianças nessas ações. Fica na sala organizando as atividades de casa. Assim, ela não sabe quem lavou as mãos ou quem lanchou. Quando as crianças vão aos poucos retornando, é que ela faz perguntas sobre o lanche.

Rosa pede que as crianças peguem alguns brinquedos e esperem tocar a sirene para o recreio. Algumas crianças querem retomar a atividade, mas Rosa diz que não vai dar certo porque terão que interromper logo. A sirene toca e as crianças saem para o recreio e a professora vai para a sala dos professores.

Quando o recreio acaba e a professora retorna, as crianças são orientadas a retomar à atividade das vozes dos animais para finalizá-la. Depois dessa atividade, Rosa convida as crianças para escutar uma música sobre uma abelha. Algumas crianças sentam-se ao redor da professora, cantando com ela, outras dançam e outras duas resolvem ficar à mesa para pintar os animais que haviam desenhado.

Como última atividade do dia, Rosa convida as crianças para a contagem de uma história. Rosa pede que as crianças escolham, dentre os 11 livros apresentados, a história que querem ouvir. As crianças, mediante votação, escolhem uma história sobre a transformação de uma lagarta em borboleta. Ao final, Rosa faz algumas perguntas às crianças sobre a história: se gostaram da história, qual a parte de que mais gostaram, o que mudariam na história. Depois dessa atividade todos se arrumam para ir para a casa.

No outro dia de observação das atividades do projeto, Rosa, depois que todas as crianças chegaram, senta-se com elas ao chão para uma roda de conversas. Em suas pernas, a grande caixa de animais, coberta com os livros de histórias sobre os animais. Rosa diz que tem uma grande surpresa para as crianças. Animadas e amontoando-se em cima da professora, as crianças tentam, em vão, enxergar o que há dentro da caixa. Rosa

pede que as crianças tenham paciência e pede a duas delas que marquem no calendário os dias de ontem e de hoje. Somente quem presta atenção no calendário são as duas crianças que estão marcando, pois, as demais têm os olhos fixos na caixa e nos livros. Rosa reapresenta todos os livros, um a um, fazendo perguntas, desafiando as crianças a anteciparem do que trata cada história. As crianças chegam à conclusão de que todas as histórias são sobre animais. Depois da apresentação, Rosa entrega os livros para as crianças manusearem. As crianças ficam envolvidas “lendo” as histórias dos livros para o colega do lado, nem se lembrando da caixa nas pernas da professora. É importante observar como Rosa deixa as crianças à vontade na roda, algumas leem deitadas, outras sentadas e algumas até de joelhos. Não há o costumeiro embate travado entre professora e crianças para que fiquem sentadas imóveis nas cadeiras. Quando todos já tiveram tempo de manusear e “ler” o livro, Rosa pergunta quem quer contar sua história para o grupo. Algumas crianças se oferecem e, imitando a posição de leitora da professora, contam a história de seus livros, mostrando a todos, as gravuras do livro. Rosa respeita o tempo das crianças, incentiva-as a continuarem, e procura envolver aquelas que querem se dispersar, criando um suspense na história lida. A cada história lida, Rosa faz perguntas às crianças para saber sua compreensão. Depois que a última criança “lê” sua história para o grupo, Rosa se volta para a caixa de animais. Pergunta às crianças o que acham que há na caixa e elas respondem, dizendo o nome de vários animais: borboletas, barata, abelha e outros. Rosa faz um combinado para que todas as crianças possam ver o conteúdo da caixa com calma: sugere que cada uma tenha um tempo para examinar e falar sobre o que viu. As crianças aceitam o combinado, mas, no instante em que a caixa é posta no meio da roda, as crianças não se seguram de tanta curiosidade: aproximam-se da caixa e falam ao mesmo tempo. Rosa reorganiza a roda e as crianças começam a listar os animais: barata, mariposa, grilo, formigas de tamanhos diferentes, besouros e, de acordo com uma criança, “um mosquito da dengue”. Contam coletivamente todos os animais, comparam seus tamanhos e número de patas, apontam o mais perigoso, falam os que já viram em casa, dentre muitos outros conhecimentos. O animal que mais chama a atenção das crianças é uma aranha enorme. As crianças falam muitas coisas que sabem sobre ela. Quando uma criança pergunta quem matou os animais e furou com um alfinete, Rosa explica que a caixa com os animais foi preparada para pesquisas e que os animais estão mortos há muito tempo. Sem pressa, respondendo às perguntas das crianças, que estão muito envolvidas, Rosa continua a pesquisa até o momento que avisam que o lanche está pronto. As crianças reclamam que não querem deixar a sala,

mas Rosa as convence de que depois elas continuam olhando os animais. A caixa é posta em cima de uma mesa no centro da sala.

As crianças retornam e continuam a observar a caixa. Rosa combina que depois do recreio elas podem continuar a pesquisar os animais da caixa. Após o recreio, Rosa distribui papel e lápis para que as crianças desenhem os animais que quiserem e escrevam seus nomes. Elas, entusiasmadas, fazem seus desenhos e escrevem os nomes dos animais, algumas copiam da ficha, outras escrevem do jeito que sabem.

O passeio pela escola para pesquisar os animais foi realizado e as crianças coletaram algumas formigas de tamanhos diferentes e besouros. Na sala, as crianças puderam observar os animais com uma lupa e depois fizeram seu registro em desenhos.

Rosa sugeriu que as crianças trouxessem alguns animais que encontrassem em suas casas. O relato apresenta a riqueza de experiências vivenciadas pela turma nesse momento do projeto:

As crianças trouxeram vários animais encontrados no quintal de casa e coletados com ajuda dos parentes (besouros, grilos, baratas, cachorro de areia, formigas e um besouro diferente que uma criança chamava de ‘pai da joaninha’, segundo informação colhida em casa com sua irmã mais velha, um besouro preto com um X branco nas costas). Organizamos um mostruário de pequenos animais com todos os bichos. Assumi o papel de escriba, escrevendo as informações do painel de acordo com o que era falado pelo grupo. (PROFESSORA ROSA).

Dentre esses animais, uma lagarta “amarela e preta, com chifres nas duas cabeças e pernas pequenas”, detalhada assim por uma criança, depois que fez o exame com uma lupa, tornou-se o centro das atenções de todos. Segundo Rosa, várias experiências e descobertas foram realizadas com essa lagarta:

A comida da lagarta foi outro momento de descobertas: o grupo já sabia que a lagarta comia folha, mas qual seria a que ela mais gostava? O grupo saiu pela escola para coletar folhas e colocar na casa de Leandra [nome escolhido a partir de uma história] a lagarta, nossa mascote. No dia seguinte ao observar a única folha devorada, as crianças retiraram o restante das folhas da ‘casa’ da Leandra e foram pegar mais folhas de “asclépias”, uma planta venenosa [informação pesquisada]. Lá pegamos outra lagarta para fazer companhia para Leandra e o grupo batizou de Leo. Leo e Leandra, nossas lagartas. Foi necessário organizar o grupo para que todos participassem dos cuidados e da alimentação dos bichos em nossa sala. Ao longo da semana as crianças comentaram: “Essa lagarta come muito, ela só come e faz cocô, muito cocô”. Um dia ela virou uma pupa verde e o grupo entrou em alvoroço. “Olhe é um casulo verde e vai virar borboleta igual ao filme”! A expectativa das crianças era que ela se transformasse em borboleta, como havia acontecido na história lida novamente e no filme. Infelizmente o casulo secou e a lagarta morreu.

No dia da síntese do projeto, encontrei Rosa com as crianças, numa grande animação e ansiedade, organizando o espaço: pregando as pesquisas e representações referentes aos animais investigados; organizando as mesas com os animais pesquisados (baratas, besouros, mariposas, miriápodes, lagartas e formigas) e os grupos de crianças responsáveis para falar sobre cada animal; montando na mesa o painel com os bichos em miniatura, de plástico (gafanhoto, escorpião, sapo, lagartixa, lacraia, aranha e outros); preparando o espaço dos livros sobre os animais, que ficariam à disposição das crianças. Após ter organizado todo o material e o espaço, Rosa reúne as crianças numa

Benzer Belgeler