2.4. ENFLASYONLA MÜCADELE YOLLARI
2.4.1. Türkiye’de Enflasyonla Mücadelede Uygulanan İstikrar Programları
2.4.1.6. Güçlü Ekonomiye Geçiş Programı
Deficiência Auditiva
A Organização Mundial de Saúde caracteriza a deficiência auditiva como uma diminuição ou perda completa da audição.
Whaley e Wong defendem que as deficiências auditivas podem ser classificadas de acordo com a sua etiologia, com a sua patologia, bem como, gravidade dos sintomas sendo estas impreteríveis no que reporta ao seu tratamento, prevenção e reabilitação. (1989, p.419).
Nielsen, define a deficiência auditiva quando Um indivíduo que apresenta um problema de audição é considerado surdo, se a sua capacida de de audição não se revela funcional em termos de actividade do dia a dia. É considerado que apresenta hipoacusia , se essa capacidade é deficiente mas ainda funcional, recorrendo ou não a um aparelho auditivo. Esta deficiência não deve ser confundida com disfunções auditivas, isto é, com a incapacidade para interpreta r estímulos auditivos que não resulta de perda de audição (1999, p. 43).
Almeida salienta factores hereditários e adquiridos que poderão estar implícitos na origem desta deficiência. Como factores hereditários encontram-se registados as causas genéticas, as infecções virais e tóxicas pré-natais. Respeitante a factores adquiridos são retratados as complicações de parto e infecções. (2011, p. 29)
Whaley e Wong, defendem a etiologia da deficiência auditiva, enfatizando a perda de acuidade auditiva sendo esta causada por factores pré-natal e pós-natais, estas condições incluem uma história familiar de comprometimento auditivo na infância, malformações congênitas da cabeça ou pescoço, baixo peso ao na scer, asfixia perinatal grave, infecção perinatal (citomegalovirose, rubéola, herpes, sífilis, toxoplasmose e meningite bacteriana), infecções otológicas crônicas, para lisia cerebral, síndrome de Down ou administração de medicações ototóxicas(1989, p.421).
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As autoras defendem também, concomitante com causas anteriormente defendidas pela OMS, Whaley e Wong enfatizam a exposição excessiva a elevados níveis de ruídos, ocorrendo na vida em centros urbanos, músicas barulhentas, aeromodelismo, esquis motorizados para a neve, competições de tiro, corridas de automóveis, motocicletas e máquina s industriais pesadas
(1989, p.421) As autoras enfatizam também recém – nascidos de alto risco, susceptíveis à perda da audição, derivado do seu distúrbio específico ou mesmo devido ao tratamento recebido.
A OMS refere dois tipos de deficiência auditiva, condutiva ou de condução e neurossensorial. A deficiência auditiva de condução, apresenta lesões no ouvido médio ou externo, lesões estas tratáveis por medicamentos ou cirurgia. Whaley e Wong definem que a perda de audição de condução ou do ouvido médio resulta da interferência na transmissão do som para o ouvido médio (1989, p.421). As autoras referem que este é o tipo mais comum de perda auditiva, sendo esta a deficiência da audição de condução resultante de uma interferência na intensidade do som, tendo em alternativa o uso de aparelhos auditivos para um amplificar de som (1989, p.421)
No que respeita a deficiência auditiva neurossensorial, a OMS defende que é devido a lesão no ouvido interno e/ou nervo auditivo, é resultante de excesso de ruído, do envelhecimento natural e de doenças, tais como, a meningite, o sarampo, a rubéola concomitante com Whaley e Wong, que definem como “(…) lesão das estruturas auditivas
internas e/ou do nervo auditivo” apresentando como causas comuns: defeitos congênitos dessa s estrutura s e consequências de anormalidades adquiridas, como Kernicterus, infecções, administração de medicações ototóxicas ou a exposição a ruídos excessivos(1989, p.421).
As autoras apresentam as designações de perda auditiva condutivo – sensorineural mista, que resulta de interferência na transmissão de som para o ouvido médio e ao longo das vias neurais, esta geralmente apresentada como consequência de otite média bem como suas complicações. Definem também deficiência auditiva central
correspondente esta ao total das perdas auditivas, não apresentando anormalidades nas estruturas condutoras ou sensorineurais (1989, p.421).
O diagnóstico é realizado, segundo Almeida, mediante testes audiológicos, que nos fornecem a curva audiométrica, esta que nos possibilita verificar o grau de perda de audição em decibéis (2011, p.29).
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Whaley e Wong defendem que consoante a gravidade, a deficiência auditiva pode ser expressa em decibéis (dB) respondendo à unidade de intensidade. O défice auditivo pode classificar-se mediante nível auditivo (através de um audiómetro), bem como, o grau de intensidade do sintoma (1989, p.421).
Intensidade dos sons expressa em decibéis
Decibéis (dB) Som representativo
0 O som mais suave que o ouvido norma l
pode ouvir
10 Batimento cardíaco, farfalhar das folhas
20 Sussurro, a 1,8 m
30 – 45 Conversação normal
60 Ruído em um restaurante médio
70 – 80 Ruídos da rua
80 Rádio alto em casa
90 – 100 Comboio
120 Trovão, música alta
140 Avião a jacto durante a descolagem
>140 Limiar da dor
Tabela 7: Intensidade dos sons expressa em decibéis
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Classifica-se a deficiência auditiva em cinco grupos diferentes, tais como:
Classificação da perda auditiva de acordo com a gravidade do sintoma Nível de audição (dB) Efeito
Ligeira <30 (difícil de ouvir)
- Apresenta dificuldade para ouvir conversa distante ou sussurrada;
- Geralmente não percebe a dificuldade auditiva;
- Probabilidade de progredir na escola, embora pode apresentar problemas;
- Sem anormalidades na fala Leve - 30 – 35
(difícil de ouvir)
- Compreende as conversas a 1,0 a 1,5m, porém apresente dificuldade caso a voz seja baixa ou não possa ver o rosto do interlocutor.
Moderada – 55 – 70 (difícil de ouvir)
- Incapaz de compreender as conversas, a menos que altas;
- Considerável dificuldade nas discussões em grupo ou em sala de aula;
- Requer educação especial da fala. Grave – 70 – 90
(surdo)
- Pode ouvir uma voz alta, desde que próxima;
- pode ser capaz de identificar sons ambientais altos;
- Pode distinguir as vogais, porém não distingue maioria das consoantes;
- Requer educação da fala. Profunda - >90
(surdo)
- Pode ouvir apenas sons altos; - Requer intensa educação da fala.
Tabela 8: Classificação da Deficiência Auditiva
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Whaley e Wong defendem que é impreterível a prevenção, detecção e a reabilitação, por forma a prestar uma resposta mais e melhor adequada às necessidades urgentes de cada criança que apresente um comprometimento auditivo (1989, p.422).