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3. MATERYAL VE YÖNTEM

4.4.2 Beden Eğitimi ve Spor Yüksekokulu Öğrencileri ile Yapılan Görüşmeler

4.4.2.7 Görüşme 7 – K7

Apesar de ter afirmado que o progresso nas pesquisas em processamento da linguagem natural dependia dos desenvolvimentos tanto na teoria sintática como na semântica, Simmons (1966), autor do primeiro capítulo de revisão, destacou que grande parte dos esforços em processamento de linguagem estava fortemente embasada em teorias formais da estrutura sintática (p. 139). Simmons (1966) citou Garvin (1965) que listou 12 abordagens para gramática: estado finito (finite state), estrutura de frase (phrase structure), análise de dependência (dependency analysis), formacional (formational), transformacional (transformational), estratificacional (stratificational), dentre outras1, mas afirmou que certamente a área da linguística mais fértil é a teoria transformacional, escola amplamente desenvolvida por Chomsky e Katz e Postal (na década de 60).

Bobrow et al. (1967) consideraram como objetivo dos linguistas ao escrever uma gramática, representar os fatos que os falantes nativos da linguagem conhecem. Este conhecimento tem sido chamado de competência do falante. Assim, uma gramática deve ser pensada como um modelo para a competência ideal. Segundo Bobrow et al. (1967), este conhecimento nem sempre é óbvio, depende do contexto e da pronúncia (ou seja, das regras fonológicas). Com isto, várias regularidades da linguagem podem ser capturadas somente através de representações abstratas dos fatos superficiais (p. 162). Ainda segundo Bobrow et

al. (1967), um objetivo mais distante dos linguistas é encontrar características de

todas as linguagens, e então determinar uma especificação mais simples possível destes fatos universais, a parte das características específicas de uma linguagem em particular. Esta abordagem assume que todas as linguagens apresentam similaridade. No entanto, geralmente assume-se que não existe um procedimento para determinar a análise linguística mais criteriosa para uma parte de uma dada linguagem em termos de uma determinada teoria linguística (p. 162).

Bobrow et al. (1967, p. 163 a 165) citam como contribuições na área de sintaxe os trabalhos de Lakoff (1965), Fillmore (1966), Chapin et al. (1965) que apresentam as regras gramaticais desenvolvidas para o procedimento de análise para gramática transformacional MITRE.

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Além de outras gramáticas, tais como word-paradigm, item-and-process, item-and-arrangement, immediate constituent, tagmemic and glossematic.

Salton (1968) afirmou que, apesar de procedimentos de análise sintática não poderem ser usados para resolver por completo o problema de identificação de conteúdo, o conhecimento de propriedades sintáticas das palavras é importante para reconhecer certas relações que existem entre palavras dentro das sentenças, por exemplo, combinações de sintagmas nominais, preposicionais, adverbiais, e agrupamentos simples de sujeito-verbo-objeto (p. 172). Ainda segundo Salton (1968), a maioria dos sistemas de análise sintática automática é baseada em regras de construção, ou em gramáticas, conhecidas como gramáticas de estrutura de frase, na qual uma sentença em linguagem natural é considerada como sendo constituída de um conjunto de frases justapostas e aninhadas. Segundo o autor, uma gramática de estrutura de frases é normalmente definida por um conjunto de regras de reescrita. A derivação de uma dada sentença produzida por uma gramática de estrutura de frase é especificada pela citação das regras de reescrita, usadas na sua geração, assim como a ordem na qual as regras foram aplicadas. A derivação de uma sentença numa dada gramática pode se representada por uma árvore chamada de marcador de frase ou descrição estrutural (p. 172).

No entanto, Salton (1968) alertou que as gramáticas de estrutura de frases sofrem de várias desvantagens já conhecidas, que diminuem o potencial do seu uso em sistemas de análise automática de conteúdo: não existem métodos que permitem escolher a regra correta quando existem várias derivações possíveis a serem aplicadas a uma dada sentença; e alguns resultados da análise, embora gramaticalmente corretos, podem ser semanticamente inaceitáveis (p. 173). Outro inconveniente da gramática de estrutura de frases é o fato de refletir somente a estrutura de superfície de cada sentença, usada na representação fonética, mas não necessariamente para a interpretação semântica (p. 173.).

Segundo Kay e Sparck Jones (1971), a maioria dos linguistas acredita que uma gramática deve não somente prover um significado para distinguir sentenças de não-sentenças (p. 143). Uma gramática adequada para uma linguagem deve mostrar as partes de uma sentença e deve classificar os tipos de relações que podem ser realizadas entre estas partes, assim como a influência do significado como um todo (propósito principal da gramática) (p. 144). Os autores destacaram que Chomsky considerava que as regras transformacionais, que fazem a mediação entre estruturas profundas e de superfície, não deveriam ter efeito de significado. Assim, os componentes semânticos da gramática precisam ser aplicados somente à

estrutura profunda (p. 144). Ainda segundo os autores, apesar de vários argumentos favoráveis e contrários à natureza da preservação de significado das regras transformacionais, evidências claras para um julgamento final ainda não estão disponíveis (p. 145). Outro problema lógico que tem sido tema de discussão são os chamados quantificadores sintáticos: negação, conjunções, etc... (p. 145). Os autores afirmam que a relação entre linguagem natural e lógica é de fundamental importância sempre que qualquer material textual precisar ser tratado mecanicamente (p. 145).

Kay e Sparck Jones (1971) destacam que alguns semanticistas generatistas advertem que uma gramática transformacional não deve conter um componente semântico separado do componente sintático, mas as regras transformacionais devem mediar diretamente a relação entre as representações semânticas e as estruturas sintáticas de superfície. E complementam que a noção de estrutura profunda, distinta da estrutura semântica, não tem justificativa satisfatória. Um segundo grupo de gramáticos transformacionais, liderados por Fillmore (1968), acredita que grande parte da nossa fala, principalmente os verbos, comporta-se como funções, que recebem um conjunto de argumentos de tipos específicos e podem ser nulos (p. 146). E nesta direção, segundo os autores, a gramática de casos de Fillmore tenta elucidar que a correlação entre marcadores gramaticais em estruturas de superfície e os casos ou tipos de argumentos da estrutura profunda são algumas vezes complexas (p. 146). O apelo da gramática de casos para linguistas computacionais não é difícil de entender, porque funções com argumentos podem ser facilmente modeladas com o cálculo de predicados. Em outras palavras, a gramática de casos provê um conjunto de formas canônicas para sentenças que são facilmente acomodadas num formalismo bem conhecido.

Benzer Belgeler