3.3. BANKACILIK SEKTÖRÜNDEKİ BİRLEŞME VE SATIN ALMALAR
3.3.4.2. Gönüllü Banka Birleşmeleri
As seguintes características dimensionais das variáveis morfológicas foram determinadas, sendo: área (A), perímetro(P), maior comprimento (C), maior largura(L),índice de circularidade (IC),índice de sinuosidade, coeficiente de compacidade (KC) , fator forma (KF) definidas à seguir:
Área (A): compreende a superfície total da bacia (HORTON, 1945); (CHRISTOFOLETTI, 1980). Foi medida empregando-se o IDRISI 32 e expressa em quilômetro quadrado (km2);
Perímetro (P): corresponde a medida do comprimento da linha do divisor de águas da bacia, que delimita a área da mesma (SMITH, 1950). Foi medido com o emprego do IDRISI 32 , expressa em quilômetro (km);
Maior comprimento (C): Representa a linha reta que une a foz até o ponto extremo sobre a linha do divisor de águas, seguindo a direção aproximada do vale principal (SCHUM, 1956). A sua medida foi efetuada no mapa divisório das microbacias, utilizando-se ferramentas do AUTOCAD menu “Modify-lengthen” e expressa em quilômetro sendo expresso em quilômetro (km);
Maior Largura (L): Foi medida transversalmente ao maior comprimento, no mapa divisório das microbacias, utilizando-se ferramentas do AUTOCAD, menu “Modify- lengthen sendo expressa em quilômetro (km);
Índice de Circularidade (IC): O índice de circularidade apresentado por MILLER (1953) citado por ROCHA & KURTZ, (2001), é uma variável morfométrica onde quanto maior for o valor de (IC) (verificado na comparação entre sub-bacias), mais próxima estará a mesma da forma circular, sendo maior o perigo de enchente. Foi medido com o emprego do IDRISI 32 menu “Modify-lengthen, após medição das respectivas áreas e perímetros das microbacias (equação no1);
Índice de sinuosidade do curso d água (Si) - A sinuosidade do curso d’água (Si) é a relação do comprimento do rio principal e o comprimento de um talvegue, que seria o seu comprimento reto medido a partir do fundo do seu leito, donde descreve o grau de tortuosidade dos cursos d água, sendo um fator controlador da velocidade de escoamento das águas (VILELA & MATTOS ,1975). Foram medidos os respectivos comprimentos, utilizando-se ferramentas do AUTOCAD menu “Modify-lengthen onde mediu-se os respectivos comprimentos.
Coeficiente de Compacidade (KC): O coeficiente de compacidade (Kc) relaciona o perímetro da bacia e a circunferência do círculo, cuja área é igual à da bacia de
drenagem. De acordo com VILLELA & MATTOS (1975), esse coeficiente é um número adimensional que varia com a forma da bacia, independentemente de seu tamanho. Para a efetivação do cálculo do Kc, partindo dos valores calculados das respectivas áreas e perímetros das microbacias (utilizando-se da equação no2), montou-se planilha eletrônica no software Microsoft excel, onde procedeu-se o cálculo do respectivo coeficiente. Posteriormente, no IDRISI 32 criou-se um banco de dados(arquivo de valores AVL) utilizando-se o menu “EDIT” para as 197 microbacias, onde utilizando o comando “ASSIGN” de adicionou os valores criados no banco de dados à imagem referente às microbacias em estudo, donde em seguida foi reclassificada segundo critério utilizado por SILVA & MELO (2006), buscando-se determinar as áreas mais propensas a enchentes na bacia.
Fator de Forma (Kf): É a relação entre a largura média e o comprimento do eixo (ou axial) da bacia. Esse comprimento é medido da foz ao ponto mais distante da bacia. Obtém-se a largura média dividindo-se a área pelo comprimento do eixo (equação no3). Para o cálculo do coeficiente Kf, partindo do valor calculado das respectivas áreas das microbacias estudadas, montou-se uma planilha eletrônica no software Microsoft excel, onde procedeu-se o cálculo do respectivo coeficiente.
2.2.4.2 - Variáveis relativas à composição da rede de drenagem e relevo.
As seguintes características dimensionais das variáveis relativas às redes de drenagem foram determinadas, sendo: comprimento definidas a seguir: comprimento total da rede de drenagem (Cr), comprimento total dos canais por ordem(Ctw), densidade de drenagem(Dd), densidade hidrográfica(DH), ordem dos cursos d água(OR), e o comprimento de rampa médio do escoamento superficial(CR).
Comprimento total da rede de drenagem (Cr): corresponde ao comprimento total do segmento de rio que forma a rede de drenagem da bacia hidrográfica (HORTON, 1945). A sua medida foi realizada com auxílio do Autocad utilizando o menu “Modify-lengthen” e expressa em quilômetro (km).
Ordem de ramificação ou magnitude (OR): os canais de drenagem foram classificados de acordo com o sistema de HORTON (1945), modificado por STRAHLER (1957).
Comprimento total dos canais por ordem (Ctw): representa o comprimento total dos segmentos de rios em cada ordem, sendo identificados por Ctw (Ctw1, Ctw2) FRANÇA (1968).
Densidade de drenagem (Dd): obtido pela relação entre o comprimento da rede de drenagem (Cr) e a área da bacia (A), expressa em quilômetro/quilômetro quadrado (km/km2): Dd = Cr/A , (HORTON, 1945); os comprimentos das redes de drenagem das microbacias mapeadas foi elaborado utilizando-se software AUTOCAD 2007, utilizando- se os comando MODIFY> LENGTHEN, a partir do mapa das redes de drenagem para se medir os comprimentos das respectivas redes.
Para a efetivação do cálculo do Dd, partindo dos valores calculados das respectivas áreas das microbacias estudadas, montou-se planilha eletrônica no software Microsoft excel, onde se procedeu ao cálculo do respectivo coeficiente (equação no4). Posteriormente, no IDRISI 32 criou-se um banco de dados (arquivo de valores AVL) utilizando-se o menu “EDIT” para as 197 microbacias, onde utilizando o comando “ASSIGN” de adicionou os valores criados no banco de dados à imagem referente à divisão das microbacias) (Figura 9).
Figura 9. Metodologia utilizada para elaboração do mapa densidade de drenagem
Comprimento de rampa médio do escoamento superficial (Crm):definido como sendo a distancia média em que a água da chuva teria que escoar sobre os terrenos de uma bacia, caso o escoamento se desse em linha reta desde onde a chuva caiu até o ponto mais próximo no leito de um curso d água de uma bacia (VILLELA & MATTOS (1975)). Estimado à partir do parâmetro densidade de drenagem;
Dd Crm × = 4 1 = Cr A × 4
(Coeficiente de Rugosidade (RN)):
A abordagem a ser feita, neste estudo, corresponde a identificar e quantificar os danos ambientais na microbacia hidrográfica, através da aplicação dos diagnósticos físico conservacionista
O diagnóstico físico-conservacionista caracteriza o uso da terra, na microbacia, a partir da determinação do Coeficiente de Rugosidade (Ruggdeness Number – RN), parâmetro que direciona o uso potencial da terra com relação às suas características para agricultura, pastagem e/ou florestamento. ROCHA & HURTZ (2001), cita quatro classes para o RN, descritas abaixo:
A – Solos com aptidão para agricultura (menor valor de RN); B – Solos com aptidão para pastagem;
C – Solos com aptidão para pastagem/florestamento;
D – Solos com aptidão para florestamento (maior valor de RN).
A partir da digitalização do mapa de curvas de nível, elaborado de cartas topográficas do IBGE representativas da área em estudo (Uberaba, Veríssimo), utilizando-se do Software Autocad, mediante o comando “MODIFY-LENGTHEN” determinou-se o comprimento total das curvas de nível de cada microbacia. A delimitação das microbacias foi realizado à partir da importação do mapa “divisão das microbacias” do Software IDRISI 32 para o ambiente do Software Autocad.De posse dos valores do comprimento total das curvas de nível , a partir das equações no 5 e 7, calculou-se a declividade média e o coeficiente RN de cada microbacia, no software Excel, elaborando-se posteriormente o banco de dados (Coeficiente RN x microbacias) através do comando “EDIT” (software IDRISI 32). Utilizando-se do comando ASSIGN (IDRISI 32) atribuiu-se ao mapa divisão das microbacias o banco de dados criado (Coeficiente RN) resultando no mapa Coeficiente RN de cada microbacia, segundo fluxograma apresentado na FIGURA 10.
Figura 10. Metodologia utilizada para elaboração do coeficiente RN
Para se caracterizar o “Uso Potencial das Terras”, nas quatro classes classificadas por Sicco Smith, citado por ROCHA & HURTZ (2001), são calculados a “Amplitude” – A e o Intervalo – I, dos coeficientes de rugosidades, sendo:
A = (maior valor de RN – menor valor de RN) I = A/4,
O denominador 4 representa o número de classes de aptidão (A, B, C, D). Para definição dos intervalos de domínios (largura dos intervalos das classes de RN’s), inicia- se com a classe inferior, a fim de incluir o menor valor de RN, após isso, acrescenta-se o valor do intervalo de classe, definindo-se deste modo o limite superior do intervalo. As demais classes serão definidas, segundo o mesmo procedimento, observando-se que valor do limite inferior da classe subseqüente será fixado a partir do limite superior da classe antecedente.
A partir da determinação do uso potencial da terra, elaborado a partir do coeficiente de rugosidade (Ruggdeness Number – RN), procedeu-se elaboração de mapa de classificação nas 197 microbacias estudadas, utilizando-se o software IDRISI 32. Desta forma, criou-se um banco de dados (arquivo de valores AVL) utilizando-se o menu “EDIT” ,onde utilizando o comando “ASSIGN” se adicionou os valores estimados de RN à imagem das microbacias em estudo, donde em seguida foi reclassificada segundo as classes de aptidão, mediante uso do comando “GIS ANALYSIS>DATABASE QUERY> RECLASS” (Figura 11).
Figura 11 - Metodologia utilizada para elaboração do mapa do Coeficiente RN reclas- sificado de acordo com classes de aptidão.