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entender Comte.

2.3 O POSITIVISMO DE COMTE

Auguste Comte (1798-1857) foi um dos grandes pensadores que influenciaram a construção da ciência moderna, aqui devemos entender ciência enquanto ciências, ou seja, as ciências humanas foram tragadas por esse filósofo e direcionadas conforme sua posição metodológica (RUSSELL, 2001), tal influência nas ciências humanas, nesse caso na Geografia, tiveram enormes repercussões teóricas e conceituais tanto na metodologia geográfica quanto no processo ensino-aprendizagem dessa ciência.

Verdenal (1974) evidencia Comte e toda sua filosofia como resquício da sociedade francesa revolucionária (a Revolução Francesa de 1789), o filósofo tentou superar uma sociedade árcade e extremamente religiosa, buscando inspirações na queda do poder francês através da revolução contemporânea e também na visualização da superação dos estágios inferiores de conhecimento e de aplicabilidade dos mesmos.

Comte considerava sua filosofia um remédio para uma sociedade doente e degenerada, buscava incessantemente ser o grande reformador universal encarregado de alcançar a ordem definitivamente (soberanamente) (VERDENAL, 1974).

Comte preocupou-se em criar um método único e capaz de entender por completo o mundo, assim laborou suas idéias por meio da necessidade em possuir o entendimento do real, ou seja, aquilo que pode ser experimentado, ou melhor, posicionado pelos sentidos. Foi muito além de Descartes e também dos empiristas (Berkeley, Bacon e Hume), todavia não abandonou o legado newtoniano para entender o mundo, “adaptou” as

teorias físicas de Newton para a própria ciência humana por meio da elaboração epistemológica do pensamento positivista (JAPIASSU, 1978).

Comte (1978) considerava importante as observações empíricas, todavia sabia da inutilidade das mesmas se as observações fossem simplesmente questões empíricas e não relacionadas a um corpo teórico:

“[...] Pois, se de um lado toda teoria positiva deve necessariamente fundar- se sobre observações, é igualmente perceptível, de outro, que para entregar-se à observação, nosso espírito precisa de uma teoria qualquer”. (COMTE, 1978, p.5).

Segundo Russell (2001) a filosofia positivista para Comte era o estágio máximo para o entendimento do mundo e do homem. Ao alcançar esse estágio o homem conseguiria superar todas as suas dificuldades, fraquezas e mazelas. As dificuldades, neste sentido, para compreender o mundo são pouco a pouco subtraídas, pois a humanidade historicamente vai rumando para novas ciências, novas classificações, aumentado o grau de complexidade do entendimento do cosmos.

Portanto, Comte (1978) classificou as ciências na ordem cronológica de criação e desenvolvimento: matemática, astronomia, física, química, biologia e sociologia. Todas as ciências, já no pensamento e no momento histórico de Comte, tiveram de ser fragmentadas para uma melhor e maior compreensão do todo. Assim, a matemática foi a primeira e mais elementar ciência, já a biologia e posteriormente a sociologia foram consideradas ciências últimas e muito complexas, uma vez que os elementos não eram entendidos de forma tão rápida quanto as ciências anteriores.

Comte (1978) entendeu o homem como parte de um conjunto de leis naturais, logo o homem seria entendido como parte da natureza e para conhecê-lo havia necessidade de conhecer os atributos fisiológicos do mesmo. Ainda o filósofo colocou que

“[...] todos os fenômenos sociais, observa-se, primeiramente, a influência das leis fisiológicas do indivíduo”. (p. 33)

O homem, portanto, não possui uma autonomia total, uma vez que está continuamente subordinado a sua fisiologia e ao mundo que o cerca. Comte acreditava na superação de tal mundo quando o homem conseguisse definitivamente superar a natureza, pois a natureza é o externo ao homem, aquilo que trava a passagem do homem dos estados psíquicos metafísicos para a “insuperável”cientificidade positivista (COMTE, 1978).

Comte (1978) no seu “Discurso sobre o conjunto do positivismo”, enumera a natureza como aquilo que é externo (o mundo natural) e aquilo que somos, ou seja, nossa natureza. O filósofo vê a natureza em si como obstáculo ao desenvolvimento do pensamento científico, conseqüentemente para todo desenvolvimento humano. Crê firmemente no papel decisivo da sua filosofia para a humanidade adentrar em momentos especiais e felizes, para isso prega (como fez no final de sua vida) a ordem como ponto inicial até o progresso da humanidade (fim último de sua filosofia), por isso considerava as revoluções desperdícios de vidas e tempo, já que apenas a ordem seria viável para o sucesso e desenvolvimento de uma nação.

Sem dúvida, Comte inspirou-se na revolução industrial que estava bem adiantada por causa da evolução das tecnologias e das técnicas de trabalho, fitando o cenário econômico, político e social concluiu que apenas a ordem poderia possibilitar o progresso humano, por conseguinte o social.

Assim, o positivismo surge por estímulo da chamada revolução industrial e simultaneamente/posteriormente fomenta o processo de industrialização, bem como a própria organização fabril que inspirou Henry Ford.

“ [...] o positivismo acompanha e estimula o nascimento e a afirmação da organização técnico-industrial da sociedade moderna e exprime a exaltação otimista que acompanhou a origem do industrialismo”.

O positivismo de Comte assume, assim, a ciência enquanto algo prático e até mesmo algo utilitário (influenciando posteriormente de forma bem direta a formulação da filosofia utilitarista), enxergava a sociedade dessa maneira, bem como as relações sociais, políticas e, principalmente, as relações sociedade-natureza: a relação homem e meio-ambiente só poderia ter um resultado último, a superação humana de seu próprio estágio inferior (o estágio natural). Em Comte, apesar disso não ser muito explorado por pesquisadores, encontramos uma vontade imensurável em superar o natural, em ir além das barreiras da natureza.

Esse quadro comteano homem –natureza e a superação do primeiro sobre o segundo certamente influenciou o possibilismo francês, tal como o romantismo alemão (por meio do idealismo inaugurado por I. Kant) foi um dos pontos fundamentais na formulação do determinismo alemão.

A filosofia de Comte assume e impõe como validade científica o empirismo, considera válido enquanto método os argumentos posteriores a observação e prática indutiva. Comte, portanto, é adversário do idealismo alemão (lê-se romantismo e kantismo), adepto e defensor da experiência e seu papel na formulação e aprimoramento do desenvolvimento para o progresso humano. Para Comte (1978) a ciência em si é indutiva e nada pode superar tal estágio, precedido pelos estágios teológico e metafísico (COMTE, 1978), assim entende o mundo de forma evolutiva.

Comte entendia o cosmos e a sociedade de maneira evolutiva, ou seja, acreditava que desde a origem do homem, o mesmo tem papéis diferentes acoplados no

momento temporal (histórico) oportuno, bem como a relação do homem com a natureza é modificada por causa desse fator evolutivo:

[...] as explicações indicadas acima nos garantem previamente sua aptidão necessária a também abarcar o desenvolvimento social, cuja marcha geral necessitou sempre depender da marcha de nossas concepções elementares sobre o conjunto da economia natural. A parte histórica de minha grande obra demonstra a correspondência contínua entre a evolução ativa e a evolução especulativa, cujo concurso natural deveria regular a evolução afetiva. (COMTE, 1978. p.113).

Em Comte (1978) evidenciamos a capacidade evolutiva cognitiva do homem e seu papel indiscutível em superar os estágios em que se encontravam. Primeiro, superar o estado teológico do homem o qual fazia-o enxergar a natureza enquanto elemento mágico e superior ao mesmo, subtraindo qualquer possibilidade para ir além daquele momento temporal. Segundo, superar a metafísica, superar o idealismo, a própria crença em deidades personificadas, ou a própria natureza personificada em deidades, aqui a natureza é, de certa forma, idolatrada. Por último, o positivismo seria o auge da evolução ativa e especulativa imbricados na afetiva:

“Desse modo, uma mesma lei geral nos permite de agora em diante abarcar ao mesmo tempo o passado, o presente e o futuro da humanidade”. (COMTE, 1978, p. 113)

A sistematização do cosmos é o ponto chave e único, nessa filosofia, para conhecer , prever e agir sobre o mundo num dado momento histórico com todos os seus pontos e atributos respectivos.

O homem, para Comte (1978), segue a mesma evolução cognitiva resultando nas mudanças reais do ser humano diante do mundo, diante da natureza, ou seja, o homem expectador do mundo alcança o estado de conquistador e modificador de tudo, alterando a natureza para o próprio bem do homem:

“Consiste, como se sabe, na sucessão necessária dos diversos caracteres principais da atividade humana, primeiro, conquistadora, depois defensiva e, finalmente industrial.”(COMTE, 1978, p. 113). Respectivamente, segundo o próprio filósofo,

Antiguidade, Idade Média e o Estado Moderno. Entendemos com tudo isso que o estado letárgico do homem foi o momento contemplativo do mesmo, segundo Comte, a característica humana industrial é superior as demais, finalmente, Comte revela a sua vontade em superar a natureza, tê-la enquanto possibilidade para ser transformada segundo a lógica e necessidade do homem do Estado Moderno.

Toda filosofia positivista está subordinada ao estudo sistematizado e fragmentado do todo, já que estudar os elementos naturais e sociais é a meta para chegar até o máximo objetivo: a sociedade engendrada na cientificidade e, por conseguinte, o bem social.

A natureza é peça fundamental para o bem social na filosofia positivista, Comte (1978, p. 114) escreve:

“O universo deve ser estudado não por si mesmo, mas para o homem, ou melhor, para a humanidade. Qualquer outro desígnio seria no fundo tão pouco racional quanto moral.”

A natureza serve em primeiro lugar para servir ao homem e suas vontades, ou necessidades (como lembra Comte) e é importante o homem não esquecer disso pois ao não cumprir tal meta certamente o homem estará caminhando para uma imoralidade social e até mesmo científica.

Deste modo a filósofa Chauí (1984, p. 27) explica resumidamente o significado da filosofia positivista:

O lema positivista por excelência é: “saber para prever, prever para prover”. Em outras palavras, o conhecimento teórico tem como finalidade a previsão científica dos acontecimentos para fornecer à prática um conjunto de regras e de normas, graças às quais a ação possa dominar, manipular e controlar a realidade natural e social.

O positivismo com sua filosofia pragmática e utilitarista muito influenciou as ciências humanas (RUSSELL, 2001), no caso da Geografia fez com que a mesma fosse direcionada, principalmente no Brasil, para uma construção apartada da sociedade e seus reais

problemas (FERREIRA e SIMÕES, 1986), já que Comte pregava a não interferência do cientista nos problemas, a necessidade do mesmo ser imparcial (ABBAGNANO, 1956).

Löwy (1991) coloca o positivismo de Comte como uma filosofia que busca entender o natural, ou seja, busca compreender o mundo através de leis invariáveis que aí estão. Sendo tais leis invariáveis ou imutáveis, independe da posição do pesquisador, todavia, a própria sociologia de Comte prega o distanciamento do pesquisador quanto aos fenômenos observáveis, uma vez que as coisas já estão prontas e postas.

Lowy (1991) enxerga o projeto de Comte, quando o mesmo afirma que tudo são leis inalteráveis, para a sociedade por meio de sua submissão a ordem estabelecida, assim, consegue manter o status quo e para que não existam possibilidades desordem na sociedade. Enfim, Comte almejava que os proletários continuem assim, pois há uma lei geral que tudo regula e cada qual realiza seu papel.

As conseqüências para o processo ensino-aprendizagem foram terríveis quando houve a apropriação da metodologia positivista, pois os alunos ficavam distantes do conhecimento e ali estavam simplesmente para receberem informações, esse estágio da educação com sua respectiva metodologia ficou conhecida como educação bancária (FREIRE, 1997).

O positivismo, além de influenciar o ensino da História, também influenciou a Geografia Física e a Geografia Humana e seus aportes teóricos (CLAVAL, 1974), bem como o processo ensino-aprendizagem nos mesmos.

A natureza, conforme o positivismo, está diretamente ligada a sua utilidade e serventia ao homem, mas o que realmente justifica tal afirmação positivista? Darwin tenta explicar isso através de sua teoria evolucionista.

2.4 O EVOLUCIONISMO

Comte, como já foi dito anteriormente, acreditava profundamente num avanço positivo temporal somado a melhoria tecnológica e social, enfim, acreditava numa evolução, tal como exemplificou na reta histórica direcionada da Antiguidade, passando pela Idade Média até o ponto chave e superior aos demais: o estágio de industrialização do mundo (COMTE, 1978).

Por muitos anos o ensino em geral acompanhou o raciocínio mencionado a cima, já que muitos livros didáticos traziam informações relacionadas a uma linha temporal, tendo os tempos pretéritos como inferiores a contemporaneidade e o momento atual seria, indubitavelmente, superado pelo futuro.

O passado era inferior ao presente e o futuro seria muito melhor do que aquilo que é/está, principalmente no quesito tecnológico e social. Um clássico exemplo disso no Brasil é a famosa frase econômica imposta durante o regime militar: “Vamos fazer o bolo crescer e depois repartí-lo.” Tal frase evidencia a esperança no futuro, o mesmo ocorre com o jargão nacionalista: “Brasil, país do futuro”.

Ao falarmos de evolucionismo não podemos pensar num caminho direcionado somente aos processos biológicos, pois o próprio utilizou idéias evolutivas de Buffon, Kant, Lamarck e Lyell (ABBAGNANO, 1956).

Inquestionavelmente a doutrina de Charles Darwin (1809-1882) foi a que mais influenciou os meios acadêmicos na tentativa de entender o mundo durante o século dezenove : a natureza e a sociedade.

Darwin foi influenciado pelas teorias de Malthus (1766-1834), tais teorias tentavam dar um cenário do futuro da humanidade prevendo enormes problemas, pois

segundo Malthus a população aumentava em progressões geométricas, enquanto a capacidade para produzir alimentos progredia aritmeticamente (RUSSELL, 2001).

Darwin partindo das idéias malthusianas deduziu que o aumento dos seres vivos no mundo proporciona aos mesmos uma constante luta pela sobrevivência, assim, Darwin transfere a teoria de Malthus para o reinos vegetais e animais. Em tais lutas (constantes e ininterruptas) apenas o mais forte e habilidoso conseguiria sobreviver, apenas o mais apto conseguiria se reproduzir e manter sua espécie (RUSSELL, 2001).

As teorias biológicas de Darwin foram transferidas por outros pensadores para contextos diferentes, a transferência dos conceitos evolutivos de Darwin para o ambiente social fez com que houvesse novas interpretações do mundo, com destaque para a situação das raças humanas (RUSSELL, 2001). A partir dessa transferência houve uma identificação ideológica quanto a raça de forma a considerar umas inferiores e outras superiores, como exemplo mais nítido a teoria hitlerista.

A natureza no romantismo alemão era harmônica e perfeita, em constante equilíbrio com o homem (VOLOBUEF, 1999), em Comte observamos um distanciamento da mesma e a retomada da visão de natureza de Galileu, na qual a natureza é entendida como aquela que pode ser estudada e modificada por uso de técnicas (LENOBLE, 1969). Mesmo o homem sendo superior a natureza, desde Galileu a Comte, há uma certa homogeneização da natureza e por isso aparentemente surge relativa harmonia entre o homem (que tem o seu papel superior muito bem definido) e a natureza (cujo papel é de servir e ser constantemente superada). Em Darwin a harmonia é totalmente destruída, a natureza não mais pertence a visão bucólica dos românticos alemães e nem ao ordenamento exato da metodologia de Comte, surge uma natureza dura, fria e concorrente do próprio homem. A natureza, em Darwin, é acima de tudo cruel, logo desarmônica.

Provando que o homem se origina da evolução natural, Darwin fere de morte de uma só penada, o conceito de natureza e de homem pactuado entre a

Física Mecânica e a Escolástica, provocando-lhe enorme abalo. Por um lado prova que, se a natureza é dotada de movimento mecânico, também o é de movimento de autotransformação, disso resultando que nem só o que é matemático-mecânico e inorgânico é natureza, mas também o interativo e o orgânico, portanto sendo natureza a rocha, a chuva e a vida. (MOREIRA, 2004, p. 26)

Surge na teoria evolucionista de Darwin uma natureza concorrente do homem, até então ou a natureza era bucólica ou era inferior, agora a natureza é concorrente, não estamos falando de inferioridade e superioridade, sim em concorrência. A luta pela sobrevivência faz com que o homem busque constantemente a derrota da natureza, para que o mesmo possa ser elevado a condições para sobreviver e existir.

A teoria de Darwin muito influenciou a Geografia alemã, principalmente a escola alemã determinista geográfica (cuja também a influência romântica ocorreu, pois neste momento o homem moldava a natureza pelos seus sentidos, assim em Darwin surge novos sentidos e dos mesmos outros objetivos na relação homem e natureza).

Ribeiro (1999) aponta a influência direta do darwinismo na Geografia, destacando Stoddart (pelo artigo Darwin’s impact on geography, publicado nos Anais da Associação de Geógrafos Americanos em 1966), que direcionou a teoria evolucionista na concepção teórica geográfica as idéias de mudança gradual e progressiva em simultaneidade com o tempo; a luta pela sobrevivência; a organização societária e a seleção natural.

Ainda em Ribeiro (1999) a concepção de Darwin quanto ao meio assume características distintas de Lamarck, pois o meio era considerado um meio orgânico no qual a luta pela vida é contínua, seja entre indivíduos da mesma espécie, entre outras espécies ou ainda entre as espécies e o meio cósmico.

A influência da luta pela seleção natural povoou o raciocínio geográfico de Ratzel (1844-1904), cuja obra principal foi Anthropogeographie, na qual destacava a influência do meio físico na constituição societária e tecnológica de certos povos. Apoiado pela visão darwinista quanto a organização espacial e a luta entre o homem e o meio

considera florestas, desertos e charcos como inimigos da expansão do homem, pois para Ratzel:

“A humanidade, está, sem cessar, em estado de fermentação e movimento e a procura do ideal de civilização [...]” (GABAGLIA, 1945, p.841)

Daí, nesta associação entre Darwin e Ratzel foi possível ao segundo formular suas idéias expansionistas sob os auspícios do espaço vital.

Da evolução positivista até a evolução darwinista tivemos uma ruptura total com o passado envolvendo as impressões conceituais e teóricas quanto a natureza, pois a mesma passou de inferior para concorrente, neste caso, o homem de superior – compreendido anteriormente como parte das graças divinas - passou a necessitar constantemente de imposições técnicas e tecnológicas para sobressair a natureza (GABAGLIA, 1945).

A soma dos ideais capitalistas com as teorias de Comte e seu compromisso com uma sociedade industrializada somadas às teorias de Darwin e sua evolução que subtraí os inaptos e imorredoura os mais fortes, ecoaram progressivamente nas teorias da ciência geográfica no período contemporâneo de suas formulações e até hoje colhe tais teorias no processo ensino-aprendizagem de Geografia, justificando as diferenças sociais e econômicas, por exemplo: a evolução temporal em simultaneidade com o melhoramento das condições de vidas, a expansão da modernização (máquinas e equipamentos em gerais) sobre a natureza (partes do território nacional inexplorado) e a esperança em um futuro que está apenas no futuro.

Benzer Belgeler