• Sonuç bulunamadı

1.1 EĞİTİM, FLÜT ve FLÜT TEKNİĞİNİN ÖNEMİ

1.1.4 Flüt Eğitimi ve Flüt Eğitiminde Tekniğin Önemi

1.1.4.8 Yan Flüt Eğitiminde Nefes ve Ton Kavramı

A ideia inicial deste estudo surgiu da necessidade da inclusão da habilidade de realização da punção lombar no ensino de graduação do curso de medicina da UFRN, visto que nosso principal cenário de prática na disciplina de Doenças do Sistema Nervoso é o Hospital Universitário Onofre Lopes- UFRN, onde não há atendimento de urgência e cuja oportunidade de execução do procedimento em pacientes internados para investigação está mais direcionada para os médicos residentes. Até a realização deste estudo a aula de punção lombar era no formato tradicional teórico, complementada com uma apresentação de vídeo.

O ensino baseado em simulação tem sido utilizado em todo o mundo e o treinamento de diversas habilidades técnicas (sondagem vesical, punção venosa central, intubação orotraqueal etc.), tem sido colocado como forma de capacitar o aluno, aumentando seu grau de confiança para quando for realizar qualquer procedimento no paciente. Portanto, com este estudo, visamos primeiramente redirecionar o ensino da punção lombar para um contexto prático e assim desmistificar a técnica de punção lombar.

Ainda não é claro para nós qual seria o melhor momento de inserção do treinamento durante o curso médico. Se num nível crescente de complexidade dos procedimentos no decorrer dos anos, se somente durante o internato, quando as oportunidades de execução real podem ser maiores ou, ainda, se o ideal se em diversos momentos integrado ao contexto de diferentes disciplinas, permitindo a repetição da prática.

Neste momento em que passamos por uma revisão do Projeto Pedagógico do Curso de Medicina da UFRN pensamos, a médio prazo, na inserção do treinamento simulado de punção lombar longitudinalmente, contextualizado em algumas áreas além da neurologia, como a infectologia e anestesiologia. Nesse sentido, pensamos na monitoria como uma estratégia, onde a colaboração de estudantes já capacitados atuando como instrutores, poderia manter a prática nas varias fases do curso, sabendo-se que o treinamento e avaliação por pares é tão eficaz quanto por professores.37

Entendemos portanto, a contribuição deste estudo, pela necessidade de pensarmos a formação médica no contexto atual atrelado às DCNs. Sendo a urgência/emergência uma área prioritária, entendemos que a punção lombar é uma habilidade importante que precisa ser desenvolvida durante a graduação, no sentido de contribuir para uma melhoria da assistência, onde nem sempre existe um especialista disponível para realizar o procedimento, que vem sendo negligenciado na formação médica.

6. REFERÊNCIAS

1) Kneen R, Solomon T, Appleton R. The role of lumbar puncture in suspected CNS infection – a disappearing skill? Arch Dis Child. 2002;87(3):181-183.

2) Cartwright M, Reynolds P, Rodriguez Z, Breyer W, Cruz J. Lumbar puncture experience among medical school graduates: the need for formal procedural skills training. Med Educ. 2005;39(4):437.

3) Rolfe IE, Pearson S, Sanson-Fisher RW, Ringland C. Identifying medical school learning needs: a survey of Australian interns. Educ Health. 2001;14(3):395-404.

4) Druck J, Valley MA, Lowenstein SR. Procedural Skills Training During Emergency Medicine Residency: Are We Teaching the Right Things? West J Emerg Med. 2009;10(3):152-156.

5) Brasil. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº3 de 20 de junho de 2014. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de junho de 2014; Seção 1, pp 8-11.

6) Medical School Objectives Project. Learning objectives for medical student education–guidelines for medical schools: Report I of the Medical School Objectives Project. Acad Med. 1999;74:13-18.

7) Academia Brasileira de Neurologia. Comissão de educação médica. Critérios mínimos adaptados às exigências da comissão nacional de residência médica. ABNeuro [on line] 2013:16. [capturado em 21 de dezembro de 2014].Disponível em:

http://www.cadastro.abneuro.org/site/ABN_EDITAL_2013_09_01_2013_ FINALIZADO.pdf

8) Brasil. Ministério da Educação.Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Ciências da Saúde. Projeto político-pedagógico do curso de graduação em medicina, 2001;p11.

9) Lammers RL, Temple KJ, Wagner MJ, Ray D. Competence of new emergency medicine residents in the performance of lumbar punctures. Acad Emerg Med. 2005;12(7):622-628.

10) Pruden C, Kerrey B, Mittiga M, Del Rey J. Procedural readiness of pediatric interns: defining novice performance through simulation. J Grad Med Educ. 2010;2(4):513-517.

11) Moravej H, Haghbin S, Dehghani SM. Pediatric Residents’ Dexterity in Performing Lumbar Punctures. Journal of Comprehensive Pediatrics. 2013;4(3):160-164.

12) Nigrovic LE, Kuppermann N, Neuman MI. Risk factors for traumatic or unsuccessful lumbar punctures in children. Ann Emerg Med. 2007;49(6):762-771.

13) Nathan BR, Kincaid O. Does experience doing lumbar punctures result in expertise? A medical maxim bites the dust. Neurology. 2012;79(2):115- 116.

14) Barsuk J, Cohen E, Caprio T, McGaghie W, Simuni T, Wayne D. Simulation-based education with mastery learning improves residents' lumbar puncture skills. Neurology. 2012;79(2):132-137

15) Lenchus, J. End of the "see one, do one, teach one" era: the next generation of invasive bedside procedural instruction. J Am Osteopath Assoc. 2010;110(6):340-346.

16) Gordon JA, Hayden EM, Ahmed RA, Pawlowski JB, Khoury KN, Oriol NE. Early Bedside Care During Preclinical Medical Education: Can Technology-Enhanced Patient Simulation Advance the Flexnerian Ideal? Acad Med. 2010;85(2):370-377.

17) Aggarwal R, Mytton OT, Derbrew M, Hananel D, Heydenburg M, Issenberg B, MacAulay C, Mancini ME, Morimoto T, Soper N, Ziv A, Reznick R. Training and simulation for patient safety. Qual Saf Health Care. 2010;19 Suppl 2:i34-43

18) Okuda Y, Bryson EO, DeMaria S Jr, Jacobson L, Quinones J, Shen B, Levine AI. The utility of simulation in medical education: what is the evidence? Mt Sinai J Med. 2009 Aug;76(4):330-43.

19) Kessler DO, Arteaga G, Ching K, Haubner L, Kamdar G, Krantz A, Lindower J, Miller M, Petrescu M, Pusic MV, Rocker J, Shah N, Strother C, Tilt L, Weinberg ER, Chang TP, Fein DM, Auerbach M. Interns' success with clinical procedures in infants after simulation training. Pediatrics. 2013;131(3):811-820.

20) Lenchus JD, Kalidindi V, Sanko JS et al. Critical elements to advance procedural instruction: Knowledge, attitudes, and skills. Academic Internal Medicine Insight. 2010;8(1):14-18.

21) Epstein, RM. Assessment in Medical Education. N Engl J Med. 2007;356:387-396.

22) Pereira, CML. A simulação como metodologia de aquisição de competências na formação médica pré-graduada. Porto;2011. Mestrado [Dissertação] – Universidade do Porto.

23) McGaghie WC, Issenberg SB, Petrusa ER, Scalese RJ. A critical review of simulation-based medical education research: 2003-2009. Med Educ. 2010;44(1):50-63.

24) Kessler D, Auerbach M, Pusic M, Tunik M, Foltin J. A randomized trial of simulation-based deliberate practice for infant lumbar puncture skills. Simul Healthc. 2011;6(4):197-203

25) Gaies MG, Morris SA, Hafler JP, Graham DA, Capraro AJ, Zhou J, Landrigan CP, Sandora TJ. Reforming procedural skills training for pediatric residents: a randomized, interventional trial. Pediatrics. 2009;124(2):610-619.

26) Conroy M, Bond F, Pheasant S, Ceccacci N. Competence and retention in performance of the lumbar puncture procedure in a task trainer model. Simul Healthc 2010;5(3):133-138.

27) Lenchus J, Issenberg SB, Murphy D, Everett-Thomas R, Erben L, Arheart K, Birnbach DJ. A blended approach to invasive bedside procedural instruction. Med Teach. 2011;33(2):116-123.

28) Adachi K, Yoshimura A, Aso R, Miyashita T, Yoshida D, Teramoto A, Shimura T. Clinical clerkship course for medical students on lumbar puncture using simulators. J Nippon Med Sch. 2012;79(6):430-437. 29) Cook DA. The Literature on Health Care Simulation Education: What

Does It Show? [capturado em 12 de dezembro de 2014] Disponível em: http://webmm.ahrq.gov/perspective.aspx?perspectiveID=138

30) Cook DA, Brydges R, Hamstra SJ, Zendejas B, Szostek JH, Wang AT, Erwin PJ, Hatala R. Comparative effectiveness of technology-enhanced simulation versus other instructional methods: a systematic review and meta-analysis. Simul Healthc. 2012;7(5):308-320.

31) Shanks D, Wong R, Roberts J, Nair P, Ma I. Use of simulator-based medical procedural curriculum: the learner's perspectives. BMC Med Educ. 2010;8:10-77.

32) Sidhu RS, Grober ED, Musselman LJ, Reznick RK. Assessing competency in surgery: where to begin? Surgery. 2004;135(1):6-20. 33) Ellenby MS, Tegtmeyer K, Lai S, Braner DAV. Lumbar puncture. N Engl

J Med [on line]. 2006;355(12). [capturado 25 nov. 2014]. Disponível em: http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMvcm054952

34) Berg K, Riesenberg LA, Berg D, Mealey K, Weber D, King D, Justice EM, Geffe K, Tinkoff G. The development of a validated checklist for adult lumbar puncture: preliminary results. Am J Med Qual. 2013;28(4):330- 334.

35) Iyer MS, Santen SA, Nypaver M, Warrier K, Bradin S, Chapman R, McAllister J, Vredeveld J, House JB. Assessing the validity evidence of an objective structured assessment tool of technical skills for neonatal lumbar punctures. Acad Emerg Med. 2013;20(3):321-324.

36) Martin JA, Regehr G, Reznick R, MacRae H, Murnaghan J, Hutchison C, Brown M. Objective structured assessment of technical skill (OSATS) for surgical residents. Br J Surg. 1997;84(2):273-278.

37) Brydges R, Nair P, Ma I, Shanks D, Hatala R. Directed self-regulated learning versus instructor-regulated learning in simulation training. Med Educ. 2012;46(7):648-656.