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ÜLKEMİZDE RİSKTEN KORUNMA AMAÇLI TÜREV ARAÇLARIN KULLANIMI VE MUHASEBE UYGULAMAS

KODU FİRMA ADI ENDEKS SEKTÖR

Holland et al. (1990) estudaram as respostas periapicais em dentes de cães de obturações realizadas com o cimento Sealapex com ou sem o acréscimo de iodofórmio. Os resultados histopatológicos mostraram selamento biológico com formação de cemento na maioria dos dentes de todos os grupos experimentais. O acréscimo do iodofórmio no cimento não altera as suas propriedades biológicas.

Leonardo et al. (1997) analisaram in vivo a reação histopatológica frente a dentes obturados com os cimentos Sealapex, CRCS, Sealer 26 e Apexit, restaurados com amálgama. Após 180 dias, a análise histológica mostrou que o

Sealapex foi o cimento que melhor proporcionou a deposição de tecido mineralizado, promovendo o completo selamento em 37,5% dos casos. Além disso, não se observou a presença de infiltrado inflamatório. Para os demais cimentos, os graus de inflamação foram: médio para o CRCS, severo para o Apexit e leve ou ausente para o Sealer 26.

Barbosa et al. (2003) observaram a influência da infiltração coronária no processo de reparação de dentes obturados com os cimentos Sealer 26 ou Roth e preparados para retentor intra-radicular quando expostos a flora oral pelo período de 90 dias, tendo ou não a proteção da parte coronária realizada com cimento temporário. Na análise histomorfológica, 70% e 20% dos dentes obturados respectivamente com Roth e Sealer 26 tiveram infiltrações coronárias quando não tinham a proteção coronária, enquanto que, com a proteção coronária os índices foram 30% e 0% respectivamente. Uma reação inflamatória crônica foi mais comumente observada nos dentes obturados com o cimento Roth (p<0.01)

Kopper et al. (2003) avaliaram a capacidade de selamento dos cimentos AHPlus, Sealer 26 e Endofill em dentes de cães expostos a cavidade oral após o preparo para retentor intra-radicular pelo período de 45 dias. Os dentes foram examinados pela penetração do corante tinta da Índia com o auxílio de uma lupa de 20 aumentos. Concluíram que, após 45 dias, nenhum dos cimentos foi capaz de prevenir a infiltração coronária e que o cimento AH Plus (média de 0.13mm) obteve melhores resultados comparados aos cimentos Endofill (média de 2.27mm) e Sealer 26 (média de 3.08mm), sendo estes resultados significantes (p<0.001)

Leonardo et al. (2003) estudaram a reparação apical após tratamento endodôntico em dentes de cães com necrose pulpar e lesão periapical crônica obturados com diversos cimentos obturadores (Sealapex, AH Plus e Sealer Plus). A

análise histopatológica demonstrou que os dentes obturados com os cimentos Sealapex e AH Plus apresentaram melhor reparação (p<0.05) em relação ao cimento Sealer Plus, que apresentou resultados insatisfatórios.

Shipper et al. (2005) avaliaram in vivo a condição da região periapical de dentes obturados com guta-percha associada ao cimento AH Plus ou com o Resilon associado ao cimento Epiphany denominado Sistema Monobloco Resilon (RMS). Como resultados, inflamação de nível médio foi demonstrada em 82% dos casos obturados com a associação guta-percha/AH Plus, e em 19% dos casos obturados com o sistema RMS (p<0.05). Os autores concluem que a ocorrência deste sistema monobloco Resilon esta associada ao menor índice de patologias periapicais devido a sua grande capacidade de selamento marginal.

Holland et al. (2005) observaram o processo de reparo em dentes de cães após obturações de canais com dois cimentos (Sealer Plus e FillCanal) fazendo ou não a patência apical. Após o período experimental de 60 dias, os autores observaram melhores resultados nos grupos onde não foi realizada a patência apical (p=0.01). Dentre os cimentos avaliados, os melhores resultados foram observados em dentes obturados com o cimento Sealer Plus (p=0.01)

Rueda (2006) avaliou a biocompatibilidade e a infiltração no sentido coroa/ápice dos cimentos EndoRez a base de uretano dimetacrilato e Sealapex, com ou sem restauração coronária expostos ao meio bucal por 90 dias. A avaliação histopatológica mostrou que nos grupos obturados com EndoRez (com e sem restauração) e sem Sealapex sem restauração, apresentaram infiltrado inflamatório crônico de grau moderado/severo e severo aumento do espaço periodontal e ausência de selamento biológico. Contrariamente, quando da utilização do cimento

Sealapex com restauração, apresentaram condições histopatológicas melhores (ausência ou grau leve) e espaço periodontal normal.

Leonardo et al. (2007) avaliaram a resposta periradicular in vivo de dentes de cães obturados pela técnica de condensação lateral e restaurados ou não, sendo os grupos: G1 - Resilon/Epiphany com restauração coronária, G2 - Guta- percha/Sealapex com restauração coronária, G3 - Resilon/Epiphany sem restauração coronária e G4 - Guta-percha/Sealapex sem restauração coronária. Após o período de 90 dias, os animais foram sacrificados e as maxilas e mandíbulas foram submetidas à análise histológica. Os resultados mostraram diferença entre os grupos G1 e G2 (p=0.021) e entre os grupos G3 e G4 (p=0.021) nos quais os dentes obturados com Resilon/Epiphany tiveram menores níveis de inflamação periapical. Do mesmo modo não houve diferenças entre G1 e G3 (p=0,093) e entre G2 e G3 (p=0.269). Assim, obturações com o sistema Resilon/Epiphany resultaram em reações teciduais periapicais significantemente mais favoráveis.

Pereira et al. (2007) compararam a capacidade de selamento dos cimentos RoekoSeal, AH Plus e EndoRez; em dentes de cães obturados por condensação lateral, preparados para retentor intra-radicular e expostos ao ambiente oral por 45 dias. Os dentes removidos foram imersos em tinta da Índia por 96 horas e posteriormente a infiltração foi mensurada. O cimento EndoRez mostrou menores índices de infiltração quando comparado ao RoekoSeal (p<0.05). Não houve diferença estatisticamente significante entre o cimento AH Plus e os outros dois cimentos.

Gomes et al. (2007) analisaram a infiltração apical (IA) e a resposta inflamatória (RI) em dentes de cães após obturação dos canais com 3 cimentos (AH Plus, RoekoSeal e Sealer26) pela técnica da condensação lateral, preparo para

retentor intra-radicular deixando 4mm de obturação e exposição do conduto a cavidade oral pelo período de 90 dias. As médias de escores para IA e RI foram: Sealer 26- 2.44+/-0.98 e 2.50+/-0.70; AH Plus - 2.50+/-0.78 e 2.22+/-0.54; RoekoSeal - 1.84+/-0.95 e 2.63+/-0.83; e grupo controle (sem obturação) - 2.56+/- 1.23 e 3.11+/-0.60. Embora RoekoSeal tenha obtido o menor índice IA e o AH Plus o menor índice RI, não foram encontradas diferenças estatisticamente significantes entre os 3 cimentos utilizados, e não houve correlação entre infiltração apical e resposta inflamatória.

Leonardo et al. (2008) avaliaram a biocompatibilidade dos cimentos RoekoSeal e AH Plus em tecidos periapicais de cães. Os dentes foram instrumentados, obturados pela técnica da condensação lateral com os cimentos, restaurados e levados a análise histopatológica após 90 dias. A formação total e parcial de barreira de tecido mineralizado foi respectivamente de 43.8% e 56.2% para o RoekoSeal e de 12.5% e 75% para o cimento AH Plus. Os autores mostraram não haver diferenças entre ambos os cimentos em relação à quantidade e infiltrado inflamatório, espessura do ligamento periodontal e reabsorções (p>0.05).

Pela análise da literatura pode-se observar um grande número de artigos que mostram a grande variedade de metodologias empregadas.

Tal fato remete para a busca de métodos eficazes para a análise dos novos cimentos endodônticos e das suas reações, que seja o mais proximo do modelo clínico de estudo ideal.

3 PROPOSIÇÃO

Face ao exposto, avaliou-se in vivo a reação inflamatória periapical resultante da percolação em dentes de cães obturados pelas técnicas da condensação lateral e termoplástica por condensação vertical aquecida, com os cimentos resinosos AH Plus®, RealSeal® e RealSeal SE®.

4 MATERIAL E MÉTODOS

Benzer Belgeler