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II. BÖLÜM

2.3. Risâle’nin Çeşitli Yaklaşımlarla ve Farklı Başlıklar Altında Çözümlenmesi

2.4.1. Felsefî Etkilerine Kısa Bir Bakış

Projeto APPs Urbanas de Rio Claro

1. Termo de Abertura

1.1 Objetivo do Projeto:

Elaborar um gerenciamento de projetos para Áreas de Proteção Permanente dentro do perímetro urbano de Rio Claro, SP, baseado no guia PMBOK, com a finalidade de proteção e revitalização destas áreas, podendo vir a se tornar um modelo para futuros usos por parte de órgãos públicos.

1.2 Descrição do Produto:

Base cartográfica do perímetro urbano de Rio Claro; mapas de Uso do Solo de 2003 e 2010; mapa dos locais de APPs Ciliares, APPs em Vertentes e APPs em Topo de Morro; mapa síntese das APPs; mapa de Regularidade das APPs; mapa de APP Passível de Revitalização; análise quantitativa dos dados; Relatório com a análise dos dados e informações obtidas; plano de gerenciamento de projetos para a revitalização e proteção das APPs urbanas de Rio Claro.

1.3 Marcos do Projeto: - Levantamento Bibliográfico - Elaboração da Base Cartográfica - Elaboração dos Mapas Temáticos

- Análise dos Dados e Informações Obtidas (Relatório) - Plano de Ações

1.4 Premissas:

- Terá dados cartográficos do município em escala pequena - Terá imagens aerofotogramétricas de alta resolução

1.5 Restrições:

- Tempo para execução do projeto (o que limitou o mesmo às 2 primeiras etapas do gerenciamento)

1.6 Stakeholders:

- População de Rio Claro - Prefeitura/SEPLADEMA

- Moradores e usuários das APPs

2. Escopo

2.1 Escopo do Projeto:

- Levantamento Bibliográfico: levantar bibliografias a fim de auxiliar no entendimento dos processos de uso e ocupação do solo ao decorrer do tempo no município. Assim, antes mesmo do mapeamento, já se torna possível ter uma ideia geral, ainda que mais simples, da possível ocupação dominante. O entendimento dos processos de uso do solo na cidade auxilia nas futuras tomadas de decisão também. Além disso, é levantada qualquer informação que se faça necessária para o projeto, desde questões técnicas até questões relacionadas à equipe, se preciso.

- Elaboração da Base Cartográfica: Nesta etapa, busca-se levantar todas as informações já existentes no município quanto à cartografia básica. São necessárias cartas topográficas na escala 1:10.000, se possível, e imagens com alta resolução, para o mapeamento, devido a necessidade de medir-se as larguras das faixas marginais dos cursos d’água e de não generalizar muito as informações, já que são faixas geralmente de 30 a 50 metros apenas. Uma generalização muito grande acarretaria em muitos equívocos no mapeamento e prejudicaria as tomadas de decisão futuras. Extraem-se aqui as redes de drenagem e as curvas de nível das cartas topográficas em forma de vetor (formato shapefile). Das imagens aéreas, atualizam-se as drenagens da carta topográfica.

- Elaboração dos Mapas Temáticos: gerar os mapas de uso do solo dos anos de 2003 e 2010 para confirmar se os padrões de evolução de uso e ocupação levantados

na bibliografia ainda permanecem e, ainda para fornecer maior precisão para analisar os usos irregulares. Elaborar os mapas de Área de Proteção Permanente segundo o artigo 4º da Lei 12.561/2012 (Novo Código Florestal), portanto, para o perímetro urbano de Rio Claro, mapas de APPs em Vertentes, APPs Ciliares e APPs em Topo de Morro, formando o conjunto das APPs necessárias segundo tal lei. É preciso gerar também os mapas de regularidade das APPs e da passibilidade de revitalização das APPs, que permitem verificar quais estão sendo utilizadas de forma irregular e quais são passíveis de serem recuperadas, respectivamente.

- Análise dos Dados e Informações Obtidas (Relatório): analisar todos os dados e informações qualitativamente e quantitativamente, a fim de gerar relatórios e análises com dados estatísticos para auxiliar na tomada de decisão para atingir os objetivos do projeto.

- Plano de Ações: Medidas a serem tomadas para início da revitalização das áreas degradadas, escolhidas com base no relatório. Será realizado uma etapa para a recuperação das APPs sobrepostas por classes de maior porte e revitalizáveis (Pastagem e Cobertura Herbácea); por classes de menor porte também revitalizáveis (Cultura e Solo Exposto); por Silvicultura. Outra fase será realizada para a recuperação completa das APPs já cobertas por vegetação, mas que possuem clareiras.

2.2. Escopo do Produto:

- Mapa de Uso do Solo de 2003: Mapa da área perimetral urbana de Rio Claro, contendo a classificação em 6 classes (Pastagem, Cultura, Área Urbanizada, Vegetação Natural, Silvicultura, Massas d’água), obtidos a partir dos dados do Centro de Análise e Planejamento Ambiental (CEAPLA) – UNESP, Rio Claro.

- Mapa de Uso do Solo de 2010: mapa da área perimetral urbana de Rio Claro, contendo a classificação em 11 classes (Área Urbanizada, Área Urbanizada Industrial, Cultura, Pastagem, Silvicultura, Área de Vegetação Natural, Cobertura Herbácea Urbana, Área Construída com Vegetação, Área Construída, Solo Exposto, Corpos d’água), a fim de detalhar quais são os usos que se sobrepõem às APPs. A

segmentação e classificação do mapa é manual, na escala de 1:5.000, com base na imagem aerofotogramétrica de 2010/2011 da EMPLASA. O mapa de 2003 será utilizado como referência para comparação com o de 2010.

- Mapa das APPs Ciliares: mapa contendo todas as faixas marginais seguindo as especificações da Lei 12.561/2012, indicando as áreas de proteção permanente no perímetro urbano de Rio Claro. O nível de detalhe da elaboração é o mesmo da extração das drenagens da carta topográfica atualizadas pelas imagens aéreas.

- Mapas de APPs em Vertentes: mapa indicando as áreas de proteção permanente em vertentes com declividade superior a 45º, dentro do perímetro urbano de Rio Claro, também seguindo as especificações da Lei 12.561/2012.

- Mapa de APP em Topos de Morro: mapa indicando as áreas de proteção permanente em topos de morro com altura mínima de 100 metros, inclinação média superior a 25º; em áreas delimitadas a partir da curva de nível, por 1/3 da altura, contando do topo do morro para baixo.

- Mapa Síntese das APPs: mapa síntese, contendo os três mapas de APPs (Ciliar, Vertente e Topo de Morro), facilitando a visualização da extensão de todos os tipos de APPs.

- Mapa da Regularidade das APPs: integrando as informações de uso do solo de 2010 com a informação síntese das APPs, verificar as áreas em conformidade com a Lei 12.561/2012, ou seja, as APPs que estejam cobertas por vegetação nativa, e verificar as áreas que estejam irregulares, com usos diversos sobrepostos.

- Mapa de APP Passível de Revitalização: das áreas de proteção em estado irregular, verificar quais tem a possibilidade de revitalização conforme seu uso do solo sobreposto.

- Relatório: contendo todas as informações e análises obtidas ao longo do processo, com a finalidade de facilitar as tomadas de decisão quanto ao projeto.

- Levantamento Bibliográfico - Elaboração da Base Cartográfica - Elaboração dos Mapas Temáticos

2.4 Estrutura Analítica do Projeto (EAP)

2.5 Tempo

2.5.1 Atividades Sequenciadas e suas Respectivas Durações de Execução 1º Histórico do município (1 dia);

2º Levantamento de bibliografias relacionadas ao projeto de forma geral (1 dia); 3º Coleta de dados (2 semanas);

4º Georreferenciamento/Transformação de Datum (preparação da base cartográfica) (1 dia);

5º Vetorização das curvas de nível (1,5 semana); 6º Vetorização da rede de drenagem (1 dia) 7º Atualização da rede de drenagem (1 dia)

8º Elaboração do Mapa de Uso do Solo de 2003 (1 dia)

9º Elaboração do Mapa de Uso do Solo de 2010 (2,5 semanas) 10º Elaboração do Mapa de APP Ciliar (1 dia)

11º Elaboração do Mapa de APP em Vertente (1 dia)

12º Elaboração do Mapa de APP em Topo de Morro (2 dias) 13º Elaboração do Mapa Síntese das APPs (1 dia)

14º Elaboração do Mapa de Regularidade das APPs (1 dia)

15º Elaboração do Mapa de Passibilidade de Revitalização das APPs (1dia) 16º Análise quantitativa das informações (3 dias)

17º Análise qualitativa das informações (3 dias)

18º Gerar relatório contendo as análises geradas (2 dias)

19º Revitalização das APPs sobrepostas por classe de maior porte 20º Revitalização das APPs sobrepostas por classe de menor porte 21º Revitalização das APPs sobrepostas por silvicultura

22º Melhoria das APPs já contempladas por vegetação

2.5.2 Cronograma