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Felsefî Ekol 1. Sofist

1. MEVLÂNÂ’YA GÖRE FELSEFE VE FELSEFECĐ

1.3. Felsefî Ekol 1. Sofist

Esta Tese de Doutorado tem como um de seus propósitos realizar um estudo acerca da dinâmica da organização do trabalho em cooperativas tradicionais e populares, razão pela qual nesta seção serão analisados referenciais teóricos que abordam esta temática.

De maneira sucinta, pode-se entender a organização do trabalho como a atuação de um grupo de pessoas para atingir objetivos comuns através da atividade de trabalho, contemplando

[...] o conjunto de relações sociais que dizem respeito à especificação dos conteúdos do trabalho, métodos e relações entre os ocupantes de cargos em uma estrutura organizacional e sistema de produção. [...] Pela organização do trabalho, pretende-se satisfazer requisitos tecnológicos, organizacionais, sociais e do indivíduo ocupante do cargo (EID, 2000, p. 2).

Portanto, ao se organizar o trabalho deve-se levar em conta necessidades técnicas e sociais, compreendendo o trabalho como um elemento de identidade plena do homem com sua atividade, tema que será melhor discutido nos capítulos II e III.

Inicialmente, a organização do trabalho nas cooperativas é pautada pelo elemento coletivo que abrange todos os seus parâmetros. As cooperativas brasileiras pertencem ao marco legal regido pela Lei 5794/71, que discorre sobre a equidade entre todos os sócios, que são coletivamente proprietários dos meios de produção da cooperativa. A estrutura de poder nas cooperativas tem como órgão máximo de representação a Assembleia Geral, constituída por todos os sócios, que delibera sobre as ações da cooperativa, tendo poderes para decidir sobre todas as suas atividades e suas deliberações vinculam a todos, ainda que ausentes ou discordantes. A Assembleia Geral é a instância máxima de decisão sobre todas as ações vitais da cooperativa, sendo referendada pelo quorum de associados, onde, seguindo a doutrina rochdeleana, cada cooperado tem direito a um voto. As decisões seguem uma determinação pela base, que aprova ou veta as propostas oriundas dos órgãos de administração ou conselhos. Estes órgãos são responsáveis pela gestão propriamente dita da cooperativa, sendo compostos por membros escolhidos por seus diversos setores, imbuídos de competência para elaborar propostas de gestão, submetê-las à assembleia e executá-las em caso de aprovação.

A estrutura organizacional da cooperativa sujeita todos os objetivos do empreendimento ao corpo de associados/trabalhadores, que por sua vez deliberam sobre os assuntos concernentes ao seu empreendimento. Entretanto, o grau de democracia interna e de

45 apropriação do poder decisório pelos associados apresenta assimetria entre as cooperativas. Embora continuem com a paridade entre os sócios, a gestão da cooperativa, e em especial a organização do trabalho em seu interior, pode adquirir feições diferenciadas do modelo autogestionário, chegando-se a aplicar a heterogestão e o assalariamento. A análise do referencial teórico sobre a organização do trabalho nas cooperativas tradicionais e populares pode salientar as especificidades dos dois modelos, suas semelhanças e suas diferenças.

Na gestão das cooperativas tradicionais percebe-se a crítica ao modelo rochdaleano de equidade dos ativos e de poder entre os sócios. Segundo Zilberstajn (2005), o aumento da complexidade na gestão da cooperativa em virtude da ampliação de suas atividades deve ser acompanhado pela separação entre propriedade e controle da empresa. A sua expansão dependeria de um gerenciamento racional, feito por profissionais capacitados, contratados para lidar com os aspectos produtivos, administrativos e comerciais do negócio, uma vez que esses gestores estariam imbuídos de um maior instrumental técnico em comparação com os sócios. A colocação de Zilberstajn enfatiza a necessidade de profissionalização do corpo gerencial das cooperativas, podendo levar às seguintes situações de melhoria em seu desempenho: a) agilidade na tomada de decisões para administração das atividades de produção, finanças, comercialização (BIALOSKORSKY NETO, 1999); b) maior simetria das informações entre associado e cooperativa, agente e principal (COSTA, 2005); c) maior sintonia entre cooperativa e mercados (BIALOSKORSKY NETO, 2002); d) maior propensão à centralização e/ou fusão com outras cooperativas (PANZUTTI, 1996). e) setorização da cooperativa em unidades de negócio independentes (MENEGÁRIO, 2000).

A profissionalização da gestão das cooperativas também facilitaria o relacionamento com o mercado, ao sinalizar uma gestão similar às suas concorrentes, comprometidas exclusivamente com a eficiência econômica. Para Bialoskorsky Neto (1999; 2000) o desenvolvimento das atividades de produção, comércio e a administração financeira da cooperativa exigiria uma estrutura de deliberação eficaz, diferindo do tradicional desencontro de informações e morosidade demonstrados nas sessões das Assembleias Gerais, que poderiam ser em menor número e tratar das linhas gerais da política do empreendimento, delegando aos níveis hierárquicos com profissionais gabaritados um maior poder de deliberação.

Bialoskorsky Neto (1998) observa que o entendimento das cooperativas enquanto empresas de trabalho que não visam lucro pode estar determinando o ponto ótimo de

46 eficiência de operações na maximização de serviços, no lugar de ganhos, quando o aspecto coletivo da cooperativa levaria à deformação do conceito de eficiência econômica da empresa. Para o autor, as cooperativas, ao darem prioridade aos pequenos sócios produtores, negligenciam o componente competitivo e se abstêm de alcançar um posicionamento agressivo diante do mercado. Ao mesmo tempo, o trabalhador cooperado, ao assumir a função de gestor-empresário, deve assumir a missão de fazer o empreendimento crescer, fazendo uso de elementos da administração científica e suas ferramentas gerenciais, ou se auto-excluir da cooperativa. Fleury, M.T.L. (1980) aponta a ocorrência desta auto-exclusão em virtude das cooperativas voltadas para o mercado de commodities buscarem associados produtores de mercadorias com alto valor agregado e consumidores dos seus insumos, fomentando a acumulação por parte da cooperativa. O pequeno produtor de artigos para subsistência poderia ser descartado ou participar da cooperativa precariamente enquanto trabalhador rural nas propriedades de sócios cooperados, integrando cooperativas de trabalhadores rurais ou ainda arrendando suas terras para a cooperativa da qual era associado. Logo, para os sócios, seria melhor optar por gerir a cooperativa utilizando-se da divisão técnica do trabalho em atividades internas de produção, enquanto que a administração central seria conduzida por um corpo de gestores altamente qualificados e externos à cooperativa, em conformidade com os modelos flexíveis de organização do trabalho contemporâneos que adotam a desespecialização e a polivalência dos operadores, assunto que será debatido no capítulo II.

Levy (2001) enfatiza que a orientação para a profissionalização da gestão das cooperativas é indispensável, pois a economia agrícola do mundo globalizado demanda a utilização de ferramentas gerenciais que privilegiem a eficiência ao mutualismo. Apenas a esfera de planejamento e o núcleo central das decisões estratégicas se concentrariam na direção da cooperativa, ao passo que nas atividades gerenciais, técnico-administrativas e produtivas seria utilizado o trabalho não cooperado, realizado por profissionais contratados, prestadores de serviços aos proprietários/produtores cooperados19. Estes trabalhadores

externos seriam remunerados de acordo com a média salarial do mercado de trabalho para cada cargo, com base nas qualificações apresentadas e competências comprovadas. Já a organização do trabalho nas propriedades individuais dos associados não diria respeito à cooperativa. As relações de trabalho seriam estabelecidas entre os sócios proprietários e os

19 Não raro os trabalhadores e prestadores de serviços à cooperativa se associam ao empreendimento, mas continuam mantendo relações contratuais de trabalho.

47 trabalhadores contratados, com a remuneração do trabalho também seguindo a média do mercado de trabalho em nível local.

Na revisão dos autores supracitados, haveria um quadro de organização do trabalho nas cooperativas tradicionais com a separação entre proprietários dos meios de produção e proprietários da força de trabalho, com a centralização do poder e aumento na contratação de empregados pelas cooperativas, enfim, uma clara aproximação da prática da heterogestão.

Por sua vez, a organização do trabalho em cooperativas populares parte da premissa de que o trabalho é o ativo principal que os trabalhadores associados detêm, levando a abordagens singulares quanto às modalidades de realização do trabalho na cooperativa: a) trabalho de reprodução, produzindo bens para autoconsumo; b) trabalho comunitário: participação em ações conjuntas para a melhoria das condições de existência coletiva; c) trabalho de formação: aumento das capacidades individuais para o trabalho através do estudo e/ou treinamento; d) trabalho mercantil, produzindo mercadorias para o mercado ou sob dependência assalariada (CORAGGIO, 2003).

As cooperativas populares têm na coletivização da propriedade dos ativos de forma igualitária entre os sócios uma garantia de sua perenidade e transportam esta equidade para a democracia interna, para a gestão da produção e para a organização do trabalho em seu interior. A democratização do poder no empreendimento afrouxa as hierarquias e o ordenamento ‘de cima para baixo’, como verificado nos postulados da administração burocrática das empresas heterogeridas.

Nas cooperativas populares haveria a possibilidade de uma maior autonomia entre os setores de produção, aos quais os associados podem vincular-se em um centro de trabalho, sendo que cada centro executa o planejamento das tarefas, com coordenadores setoriais a distribuírem funções previamente acordadas. As decisões referentes ao planejamento são coletivas e a divisão técnica do trabalho é aplicada mediante rodízio das tarefas e alternância nos postos de coordenação dos setores, comissões, conselhos e de direção20. A fixação de

metas de produção, o grau de responsabilidade junto às atividades e os critérios de formação

20 O rodízio aplicado nas cooperativas populares tem por objetivo propiciar aos trabalhadores associados um maior conhecimento acerca das atividades de gestão e também execução para aplicação no trabalho concreto, ampliando seu domínio a respeito da totalidade do empreendimento. O conceito de rodízio nas cooperativas populares difere daquele empregado na engenharia de produção e nas empresas heterogeridas, em que o rodízio se restringe à alternância de alguns postos de trabalho fixos, com objetivo de dotar a força de trabalho de certo conhecimento sobre atividades similares para uma possível substituição funcional em outros postos de trabalho.

48 técnica e administrativa são discutidos coletivamente e colocados para a apreciação da Assembleia Geral. A abrangência de contato com diversos centros de trabalho nos setores de produção da cooperativa possibilita também o aprimoramento dos trabalhadores nas aptidões técnico-produtivas e técnico-administrativas, ressaltando a aplicação da politecnia na organização interna do trabalho - tema a ser abordado no capítulo III.

A forma de remuneração do trabalho nas cooperativas populares é tema delicado, pois mesmo sendo determinada coletivamente, a remuneração, o controle e a mensuração do trabalho tem se revelado um problema para as cooperativas. Nas cooperativas populares a remuneração do trabalho pode se dar conforme os ditames do mercado de trabalho, segundo os critérios de qualificação, posição hierárquica, desempenho e produtividade, com diferenças de remuneração para atividades distintas ou mesmo para atividades similares. Como ressalta Tauile et. al. (2005, p.37) em estudo junto a 23 cooperativas e empreendimentos autogestionários,

De modo geral, as remunerações dos trabalhadores são divididas de acordo com as funções desempenhadas, podendo existir, inclusive, uma variação horizontal de remuneração entre trabalhadores, o que implica níveis diferentes de retiradas dentro de uma mesma atividade.

Mesmo com diferença na remuneração do trabalho, as cooperativas populares mantém uma discrepância menor com relação ao que se observa nas empresas de capital, sendo comum que nas cooperativas a remuneração mais alta se limite ao triplo do valor da remuneração mais baixa no mesmo empreendimento. Tal procedimento propicia uma maior compactação nas médias de remuneração dentro da cooperativa, dando respaldo para a maior isonomia entre os sócios. Porém, a diferenciação na remuneração do trabalho pode ter reflexos na formação de uma hierarquia rígida no empreendimento e concentração de poder (TAUILE et al, 2005).

No caso específico das cooperativas ligadas ao MST, Christofolli (1998) aponta para as principais modalidades de remuneração e controle do trabalho: a) a distribuição igualitária das sobras per capita, uma modalidade que requer uma forte união entre os cooperados, pois a remuneração igual independe da dedicação individual ao trabalho. A crítica a essa modalidade reside no seu baixo estímulo ao trabalho sem uma compensação ao desempenho individual; b) o controle por dias trabalhados, em que as sobras são distribuídas em razão dos dias completos trabalhados pelos sócios. A dificuldade de mensuração do total de horas trabalhadas efetivamente por cada cooperado pode resultar em distorções; c) o controle por

49 horas trabalhadas, realizado pelos coordenadores de setor, que contabilizam as horas trabalhadas individualmente por cada cooperado durante um período. A produção ou as sobras líquidas são divididas pelo número de horas totais trabalhadas pelo coletivo e distribuídas proporcionalmente pelo número de horas trabalhadas por cada sócio, o que permite visualizar a contribuição quantitativa de cada cooperado para a produção, mas que não mensura a qualidade desta contribuição, podendo mascarar a baixa produtividade individual; d) o controle das horas somado à produtividade do trabalho, um sistema avançado de controle híbrido que combina o sistema de controle por horas trabalhadas e a medição da produtividade física do trabalho, quando possível. Esta modalidade procura elevar a produtividade do trabalho em atividades com maior retorno, mas pode incitar a desunião do grupo, pois nem todos os trabalhadores têm o mesmo desempenho para determinadas funções, privilegiando certos grupos de cooperados.

No entendimento da Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil - CONCRAB, o sistema de controle da produtividade do trabalho e distribuição das sobras demanda uma reflexão por parte das cooperativas (CONFEDERAÇÃO DAS COOPERATIVAS DE REFORMA AGRÁRIA DO BRASIL, 1996). Christoffoli (1998) defende a aplicação de metas de produtividade para definição da distribuição das sobras, em que cada setor tem metas a atingir em dado período. A avaliação do desempenho dos trabalhadores seria baseada no desempenho do trabalho mediante seus resultados, com clareza na proposição das metas e delimitação das responsabilidades individuais e coletivas. Caso o trabalhador ou o setor tenham desempenho superior à meta acordada, recebem estímulos materiais, como bônus em dinheiro ou estímulos ideológicos. Para o autor, a aplicação de metas intensifica as responsabilidades e aumenta o foco na produtividade do trabalho. Porém, a CONCRAB adverte que privilegiar setores ligados à produção de gêneros de alto valor agregado, negligenciando setores que apresentam resultados econômicos pouco expressivos, pode levar ao sectarismo no interior da cooperativa. Nas cooperativas populares eventualmente pode haver prática de assalariamento de trabalhadores externos, contratados permanentemente ou como diaristas para momentos críticos da produção ou em picos de demanda, sendo em tese uma medida provisória e geralmente pouco defendida nas cooperativas.

Um aspecto importante para a configuração da organização do trabalho nas cooperativas populares é a integração efetiva do trabalhador associado ao coletivo de trabalho

50 como proprietário dos meios de produção, co-gestor da administração e trabalhador na produção. A maior amplitude de participação do trabalhador acarreta uma mudança em sua função econômica, uma vez que sendo proprietário participa das sobras dos resultados e como gestor e trabalhador na produção interessa-se pela totalidade do processo produtivo (TAUILE et al., 2006).

O maior interesse dos trabalhadores pelo empreendimento pode levar ao aprimoramento da produção, gerando uma racionalidade solidária de compromisso com o coletivo. O empenho individual permite que se desenvolva a formação de trabalhadores- gestores, politécnicos, suplantando o trabalho assalariado e a divisão típica entre as esferas de propriedade (remuneração do capital), decisão (melhor remunerada) e execução (baixa remuneração). Ao aplicarem a autogestão da organização da produção e do trabalho, recusando o modelo de heterogestão da empresa típica capitalista, as cooperativas populares assumem novas prioridades, que não apenas as econômicas, quando

[...] os conceitos e valores associados à noção de eficiência diferem: no caso do capital, requer-se a combinação eficiente de ativos, força de trabalho, insumos e produtos que gerem a máxima taxa esperada de lucro. No caso do trabalho, requer-se eficiência social: reprodução das melhores condições possíveis, tanto materiais quanto simbólicas da vida em sociedade (CORAGGIO, 2003, p.95).

O debate sobre a organização do trabalho nas cooperativas aponta para diferentes abordagens nas cooperativas tradicionais e nas populares. As cooperativas tradicionais apresentam uma aproximação do modelo de heterogestão das empresas de capital, em que todo o trabalho se coloca enquanto força de trabalho, equiparada a um fator de produção, motivando uma gestão da força de trabalho adequada ao discurso vigente da reestruturação da produção. Independente da relação de cooperação, a racionalidade técnica norteia a organização do trabalho nas cooperativas tradicionais, unicamente sob os critérios da maior produtividade.

Por seu turno, nas cooperativas populares o fato de o trabalho se colocar como principal ativo permite que a organização do trabalho se paute pela solidariedade entre os cooperados sob a autogestão. A maior isonomia entre os trabalhadores associados pode levar à identidade com a cooperação autêntica e com os princípios solidários, o que muitas vezes contrasta com a necessidade de eficiência econômica pelo empreendimento. As cooperativas populares, ao desenvolverem suas forças produtivas e migrarem da priorização da produção

51 de gêneros primários para a produção de gêneros mais elaborados e de maior valor, passam a internalizar elos da cadeia produtiva e a se relacionar diretamente com o mercado tradicional, tendo que satisfazer aos requisitos deste mercado, ainda que não se guiem pelos ditames de uma racionalidade exclusivamente econômica. Um dos desafios das cooperativas populares é desenvolver instrumentos de organização do trabalho que possibilitem aferição de resultado econômico satisfatório sem ter de abrir mão de seus princípios solidários, submetendo os interesses econômicos aos interesses sociais.

As especificidades na organização do trabalho em cooperativas tradicionais e populares podem ser visualizadas de forma esquemática no quadro abaixo:

CONFIGURAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Cooperativas Tradicionais Cooperativas Populares Relações de poder Hierarquia vertical, concentração

de poder no núcleo gestor e nos núcleos técnico-administrativos

Isonomia horizontal, poder deliberativo concentrado na Assembleia Geral

Núcleo de gestão Composto por sócios eleitos e eventualmente por profissionais contratados Composto exclusivamente por trabalhadores associados eleitos Núcleo técnico- administrativo

Composto por profissionais

contratados Composto por trabalhadores associados com assessoria profissional contratada

Núcleo de execução

Composto por sócios, profissionais contratados e trabalhadores

assalariados

Composto por trabalhadores associados e eventualmente por trabalhadores assalariados

Elaboração própria

Quadro 1: configuração teórica da organização do trabalho em cooperativas tradicionais e populares

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Benzer Belgeler