BÖLÜM 3: BULGULAR
3.4. Farklı Sosyoekonomik Düzeye Sahip Ailelerin İlköğretim 1. Sınıfa Giden
Uma vez calculados, nas nossas amostras, os índices que avaliam os problemas metodológicos e tomadas as medidas espaciais, analisamos cada uma das cinco relações levantadas no item 2.1, ―Objetivos‖, que são mostradas desde o presente item, 4.4, até o 4.8. Começamos pela análise da relação entre consumo e tamanho da área. Foram tomadas um total de cinco medidas, o MPC e a rede de células de 50 e de 100 metros de
89 lado, calculadas sobre a ―área líquida‖ e a ―área total‖ (ver item 3.5, ―Medidas espaciais‖). Nas amostras da metodologia nova avaliamos a diferença entre categorias de consumo, por meio de estatística descritiva e do teste U Mann Whitney. Esses testes não puderam ser utilizados na análise pseudo-convencional, porque não utilizava categorias de consumo. Depois, com ambas as metodologias, desenvolvemos uma análise de regressão linear e quadrática entre a variável porcentagem de consumo de alimento disperso (%dis) e cada uma das cinco medidas do tamanho da área explorada. Os resultados de todas as análises ficam expostos no apêndice 6, o presente item é um esquema desses resultados, baseado sobretudo na análise de regressão, porque podia ser aplicada à metodologia pseudo-convencional e porque podia descobrir padrões quadráticos. Além disso, o teste U Mann Whitney revelou poucas diferenças significativas (APÊNDICE 6, tabelas A6. 2 e A6. 5), possivelmente porque nessa prova devemos controlar o tamanho amostral das categorias, alem do tamanho total. A estatística descritiva não podia levantar diferenças significativas, e os índices utilizados (%dif. comp e %dif. s.d., ver ―Análise de dados‖) foram introduzidos com interesse meramente exploratório. Contudo os resultados do teste U Mann Whitney e da estatística descritiva serviram para complementar a informação da análise de regressão. Quando consideramos importante explicamos a possível ação dos problemas metodológicos nas diferentes amostras, a partir do exposto no item 4.2, "Setores construídos e problemas metodológicos‖.
A tabela 4.13 ajuda a compreender a informação dos resultados encontrados de forma sintética. Para cada amostra a tabela apresenta uma célula com a hipótese alternativa (H1), que descreve o tipo de relação, se alguma relação foi significativa. Na tabela também podemos observar a célula hipótese nula (H0), que sempre considera que não existe nenhuma relação. Para cada amostra foi medido o tamanho da área de vida de cinco formas diferentes. Quando uma das cinco medidas apresentou uma relação significativa, a chamamos de ―relação sugerida‖ e colocamos o fundo de cor laranja tanto da célula H1 como da H0. Se pelo menos duas medidas encontraram uma relação significativa a chamamos ―relação encontrada‖ e colocamos a cor da célula H1 de amarelo. Quando a maioria das medidas de uma amostra apresentou uma relação significativa, a consideramos ―relação forte‖ e ademais do fundo de cor amarela, colocamos o símbolo ―!‖ detrás da relação. Quando nenhuma relação foi encontrada colocamos o símbolo ―?" na célula H1, e, na célula H0, o fundo de cor amarela.
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Tabela 4.13. Esquema dos resultados no estudo da relação entre o consumo (%dis) e o tamanho da área explorada, nas diferentes análises efetuadas. A tabela foi elaborada a partir dos resultados expostos no item ―Resultados‖. Em cada amostra foi medido o tamanho da área de vida de cinco formas diferentes. Quando alguma das medidas apresentou uma relação significativa colocamos o tipo de relação encontrada na coluna H1. A coluna H0 sempre considera que não existe nenhuma relação (sem. rel). Os tipos de relações tipificadas são: linear (ascendente descendente) e quadrática. Se for quadrática o padrão pode ser côncavo ou convexo. Nos casos que apresentaram ambos os padrões linear e quadrático, também explicamos se era crescente ou descente, e.g. convexo crescente. Quando somente uma das cinco medidas apresentou uma relação significativa, que era uma ―relação sugerida‖ e colocamos o fundo de cor laranja, tanto da célula H1 como da H0. Se pelo menos duas medidas encontraram uma relação significativa consideramos que era uma ―relação encontrada‖ colocamos a cor da célula H1 de amarelo. Quando a maioria das medidas de uma amostra apresentou uma relação significativa, a consideramos ―relação forte‖ e ademais do fundo de cor amarela, colocamos o símbolo ! detrás da relação. Quando nenhuma relação foi encontrada colocamos o símbolo ? na célula H1, e o fundo de cor amarela na célula H0. Nos casos onde o tamanho amostral foi de três setores ou menos colocamos o fundo de cor cinza. Observamos a aclaração ―Problem. Amost‖ na última coluna.
Nos setores de dimensão micro, independentemente da metodologia empregada, quando o comprimento foi de três dias observamos uma relação de tipo convexa (APÊNDICE 6, figuras A6.1 e A6.2), e, com quatro dias de comprimento não observamos nenhuma relação (APÊNDICE 6, tabelas A6.3 e A6.8). Assim, se a relação
91 convexa fosse um falso positivo, esse poderia ter sido originado pelo problema de fracionamento ou de linearidade fechada que, lembremos, é maior nos setores pequenos. Os valores no vfi tiveram diferenças significativas entre os setores de três e quatro dias (página 86). Contudo, consideramos difícil que a ação dos problemas assinalados tenha um limite decisivo, precisamente, entre os três e os quatro dias de comprimento. Nos setores de quatro dias observamos algumas características que poderiam ter diminuído a capacidade de encontrar uma relação real, como a quantidade amostral, claramente inferior aos segmentos de três dias. Na metodologia pseudo-convencional, os setores de quatro dias sofreram mais do problema de filtragem que os setores de três dias (página 81).
Independentemente da metodologia empregada, com setores de dimensão macro não encontramos nenhuma relação. Se realmente existisse uma relação que as amostras não tivessem sido capazes de encontrar, o falso negativo poderia ter sido originado pela menor quantidade amostral dos setores macro. Contudo a estatística descritiva apresenta valores das médias das categorias de consumo muito próximos entre si, por exemplo, na metodologia nova, nas duas amostras de aproximadamente 120 dias de comprimento, o tamanho da área do setor agregado medida com MPC somente se diferenciou do setor disperso 0,5% sobre o valor da média (APÊNDICE 6, tabela A6.4)
Para acabar esse ponto, podemos concluir que na análise micro, quando o
setor teve um comprimento de três dias, a proporção de alimento disperso ingerida e o tamanho da área explorada mostraram um relacionamento convexo, sendo maior a área dos setores de consumo médio que a área dos setores de consumo agregado ou disperso. Esse padrão não foi observado nos setores de quatro dias de comprimento. Com setores de dimensão macro não constatamos nenhuma relação. As duas metodologias mostraram muita uniformidade nos resultados encontrados.