BÖLÜM 3: BULGULAR
3.7. Öğretmen Görüşlerine Göre Farklı Sosyoekonomik Düzeydeki Ailelerin 1. Sınıftaki
Agora analisaremos a relação entre consumo e uso do espaço. Todas as medidas foram calculadas mediante a rede de células, com 50 e com 100 metros de lado. Utilizamos dois índices de dispersão (Var/mean e Morisita) que foram calculados sobre a ―área líquida‖ e a ―total‖ e, por último, calculamos o índice porcentagem de excipiente
92 (%excipient) (ver item 3.5, ―Medidas espaciais‖). Nas amostras da metodologia nova avaliamos a diferença entre categorias de consumo, por meio de estatística descritiva e do teste U Mann Whitney. Essa estatística não podia ser utilizada na análise pseudo- convencional, porque não utilizava categorias de consumo. Depois, com ambas as metodologias desenvolvemos uma análise de regressão linear e quadrática entre a variável porcentagem de consumo de alimento disperso (%dis) e os índices para avaliar o uso do espaço. Os resultados de todas as análises ficam expostos no Apêndice 7. O presente item é um esquema desses resultados, baseado, sobretudo na análise de regressão, porque, como falado, pode ser aplicado à metodologia pseudo-convencional e é capaz de descobrir padrões quadráticos. Contudo, de novo o teste U Mann Whitney revelou poucas diferenças significativas, possivelmente pelos problemas amostrais das categorias de consumo. Quando consideramos importante comentamos a possível ação dos problemas metodológicos nas diferentes amostras.
Para exposição dos resultados construímos a tabela 4.14, que permite compreender a informação de forma sintética, sendo a estrutura similar à da tabela 4.13. Para cada amostra avaliamos as quatro medidas nos índices de dispersão (var/mean e Morisita sobre a área líquida e a total). Quando uma das quatro medidas apresentou uma relação significativa, a chamamos de ―relação sugerida‖ e colocamos o fundo de cor laranja, tanto da célula H1 como da H0. Se pelo menos duas medidas encontraram uma relação significativa a chamamos ―relação encontrada‖ e colocamos a cor da célula H1 de amarelo. Quando a maioria das medidas de uma amostra apresentaram uma relação significativa, a consideramos ―relação forte‖ e ademais do fundo de cor amarela, colocamos o símbolo ! detrás da relação. Quando nenhuma relação foi encontrada, colocamos o símbolo ―?‖ na célula H1, e, na célula H0 colocamos o fundo de cor amarela. Para cada amostra também avaliamos a possível relação entre o consumo e o índice %excipient, quando encontramos uma relação significativa, essa foi escrita na célula H1, com o fundo de cor amarela.
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Tabela 4.14. Esquema dos resultados no estudo da relação entre o consumo (%dis) e o uso do espaço, nas diferentes análises efetuadas. A tabela foi elaborada a partir dos resultados expostos no item ―Resultados‖. Em cada amostra foram medidos os índices com células de 50 e de 100 metros de lado. Com cada tamanho de célula foram calculados quatro medidas de uso uniforme ou desigual do espaço, o índice var/mean (aplicado à área líquida e total), e Morista (aplicado à área líquida e total) também foi calculado o índice %excipient. Para compreender a estrutura e o código de cores da tabela consultar as explicações da tabela 4.13.
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4.5.1 Índices de dispersão (var/mean e Morisita)
Nos setores micro da metodologia nova, com células de 50 metros de lado, encontramos em praticamente todas as amostras um claro padrão côncavo descendente (APÊNDICE 7, Tabela A7.3, Figura A7.1 e Figura A7.2). A tendência descendente foi confirmada pelo teste U Mann Whitney, no índice Morisita aplicado à área total, já que, os setores de consumo agregado foram significativamente maiores do que os setores de consumo disperso. A diferença foi significativa em todas as amostras menos as duas de quatro dias registrados, (APÊNDICE 7, Tabela A7.2). No entanto, quando observamos os mesmos índices nos setores micro da metodologia pseudo-convencional, encontramos uma relação linear descendente (APÊNDICE 7, Tabela A7.14, Figura A7.8 e Figura A7.9). As diferenças no padrão encontrado nas duas metodologias são difíceis de explicar, se o padrão real fosse mais similar ao da metodologia nova, os erros na metodologia pseudo-convencional poderiam ser atribuídos à falta de controle no problema de filtragem. Contudo, ambas as metodologias concordaram na tendência descendente, que implica que, em geral, quando aumentou o consumo de fontes dispersas, os macacos mostraram um padrão mais uniforme de uso do espaço. Os setores de consumo médio foram mais confusos, dependendo da metodologia empregada as localizações mostraram um padrão espacial mais ou menos uniforme que os setores de consumo disperso, mas sempre mais uniforme que os de consumo agregado.
Com células de 100 metros de lado observamos nos setores micro um menor número de relações significativas. Na metodologia nova somente uma amostra apresentou uma relação, com forma côncava (APÊNDICE 7, Tabela A7.6 e Figura A7.4), igual ao padrão encontrado com células de 50 metros de lado. Na metodologia pseudo-convencional, as duas amostras de quatro dias registrados não mostraram nenhuma relação, e as outras duas amostras, de três dias, encontraram relações de tipo côncavo descendente (APÊNDICE 7, Tabela A7.16 e Figura A7.11 e Figura A7.12), diferente ao padrão linear observado com a mesma metodologia com células de 50 metros, mas que confirmava a tendência geral descendente.
Nos setores macro da metodologia nova, com células de 50 metros de lado, não encontramos nenhum padrão entre o consumo de alimento e uso do espaço
95 (APÊNDICE 7, Tabela A7.9). Com a metodologia pseudo-convencional, os setores macro sem a segunda filtragem apresentaram relações de tipo linear descendente (APÊNDICE 7, Tabela A7.18 e Figura A7.14 e Figura A7.15). Os setores filtrados que, lembremos, eliminavam um setor com uma distância entre registros muito diferente dos outros, não revelaram nenhuma relação. Se o problema da descontinuidade de registro criou um falso positivo, os setores com a segunda filtragem estariam certos, concordando com os resultados dos setores macro da metodologia nova. Por outro lado se realmente existisse uma relação linear descendente, concordando com os resultados dos setores micro da metodologia pseudo-convencional, o falso negativo das amostras com a segunda filtragem poderia ser explicado pela perda amostral. Mas, a perda amostral não explicaria a falta de relação nos os setores macro da metodologia nova, já que nessa metodologia encontramos um maior número de setores. Ademais, com a segunda filtragem somente foi retirado um setor por amostra.
Com células de 100 metros de lado, nos setores macro da metodologia nova não encontramos nenhuma relação significativa (APÊNDICE 7, Tabela A7.12). Na metodologia pseudo-convencional os achados são mais complexos. Somente encontramos relações significativas em duas amostras, sendo a mesma com e sem a segunda filtragem. As relações observadas não concordaram entre si, a amostra sem filtrar mostrou com força uma relação côncava, similar ao padrão encontrado na dimensão micro. Na amostra com a segunda filtragem é sugerida uma relação é linear crescente, que, por uma lado, contradiz o padrão observado, mas, por outro lado, a segunda filtragem melhora o problema da descontinuidade do registro (APÊNDICE 7, Tabela A7.20, Figura A7.16 e A7.17). Podemos concluir que as relações encontradas com os setores macro da metodologia pseudo-convencional foram confusas. Tanto com células de 50 como de 100 metros, existem indícios que sugerem que o problema da descontinuidade de registro poderia ser a origem dessa confusão. Ademais, se realmente não existisse nenhuma relação, como mostrou a metodologia nova, os falsos positivos da metodologia pseudo-convencional poderiam ter sido originados pela falta de controle no problema da filtragem.
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4.5.2 Porcentagem de excipiente
O índice %excipient em geral não ofereceu grandes resultados, muito menos do que esperávamos encontrar. Nos setores micro, com 50 metros de lado, uma amostra apresentou uma relação linear ascendente (APÊNDICE 7, Tabela A7.3, Figura A7.3). Mas, a mesma amostra com 100 metros de lado, a relação foi convexa(APÊNDICE 7, Tabela A7.6, Figura A7.5). Na metodologia convencional observamos na mesma amostra uma relação convexa, tanto com células de 50 (APÊNDICE 7, Tabela A7.14, Figura A7.10) como de 100 metros de lado (APÊNDICE 7, Tabela A7.6, Figura A7.13).
Nos setores macro somente uma amostra revelou uma relação significativa, sendo essa da metodologia nova. Nela observamos uma relação linear crescente, tanto com células de 50 metros de lado (APÊNDICE 7, Tabela A7.9, Figura A7.6) como de 100 metros de lado (APÊNDICE 7, Tabela A7.12, Figura A7.7).
Resumiremos agora como foram os padrões encontrados na relação entre consumo e uso do espaço. De forma geral consideramos que os setores micro tiveram
uma tendência descendente, ou seja, quando maior foi o consumo de fontes dispersas as localizações espaciais tiveram um padrão mais uniforme. Essa tendência foi observável nas duas metodologias, mas encontramos desacordos relacionados com os setores de consumo médio. As relações se observaram com células de 50 metrosde lado. Nos setores macro não percebemos nenhuma relação claramente. No %excipient também não encontramos relações muito claras.