2.2. KÜLTEPE DÖNEMİNDE SİYASÎ EVLİLİKLER
2.3.1. Eski ve Orta Hitit Devleti Döneminde Kraliçeler
ocorrem formações florestais.
Segundo o mapa Uso e Ocupação do Solo da RMSP: Vegetação de Atlas do Uso e Ocupação do Solo dos Municípios da RMSP (2006), soma-se a tais usos o reflorestamento, chácaras, atividades hortifrutigranjeiras [possivelmente mais desenvolvidas], maciços de matas mais isolados, fragmentos de campos e vegetação de várzea.
1.2 A EXPANSÃO URBANA AO LONGO DO TEMPO SOBRE OS TERRENOS CRISTALINOS
Ao longo do tempo, a mancha urbana da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), em estudos relativos à ciência da terra como a geologia e a geomorfologia, por exemplo, normalmente foi associada à Bacia Sedimentar de São Paulo (BSP), que abriga a maior parte dos terrenos sedimentares, mesmo nas décadas mais recentes, quando já era evidente seu extravasamento para os terrenos cristalinos circunjacentes. O exposto por Riccomini, Coimbra e Takiya (1992, p. 21) ilustra bem esta constatação:
A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), com cerca de dez milhões de habitantes, é hoje o maior aglomerado populacional do país. A quase totalidade da área urbana da cidade encontra-se desenvolvida sobre terrenos sedimentares de idade cenozóica da Bacia Sedimentar de São Paulo.
No mapa Expansão Urbana e Unidades Geomorfológicas na Metrópole Paulistana de Batista (2002) (Figura 2), fica evidente que em 1992, data da afirmação de Riccomini exposta acima, a mancha urbana já havia se extravasado
para considerável extensão dos terrenos cristalinos circunjacentes aos sedimentares na RMSP.
Tal raciocínio pareceu encontrar respaldo na evidente diferença de padrão do uso da terra observada ao longo do tempo entre os terrenos sedimentares e cristalinos.
Segundo o capítulo Geomorfologia de São Paulo (1983)
[...] a urbanização e a implantação industrial preferiram a área das colinas sedimentares, de relevo suave, ficando as áreas cristalinas com pequenas ocorrências isoladas de urbanização e predominância de mata, capoeiras e campos, apesar de algumas tentativas de loteamento, como na Serra da Cantareira. (SÃO PAULO, 1983, p. 7).
[...] evidencia-se a extensão dos terrenos correspondentes aos sedimentos da Bacia de São Paulo (Terciário-Quaternário), que sustentam grande parte do relevo colinoso e da área urbanizada, em contraste com os relevos sobrelevados dos terrenos cristalinos, menos contínuos, onde se destacam formas de uso mais variadas, mas com predominância da vegetação primária, secundária ou cultivada. (SÃO PAULO, 1983, p. 8).
Já Lombardo (1984) comenta que a expansão urbana ocorreu sobre os terrenos sedimentares e, no cristalino, os loteamentos foram pontuais, com a ocupação de espaços intersticiais (aí predomina mata, campos e capoeiras, um exemplo é a ocupação da Cantareira).
Ao longo do tempo, desde décadas distantes do século passado (XX), os terrenos cristalinos vêm sendo ocupados pela mancha urbana, mesmo quando ainda ocorriam terrenos sedimentares teoricamente mais favoráveis ainda não ocupados. Vantagens locacionais, custo da terra, podem ser explicações para tal fato, mas não parecem ser as únicas, se fossem, tal ocupação seria restrita e não tão ampla e generalizada como parece ser.
Figura 2 – Expansão urbana sobre terrenos sedimentares e cristalinos na RMSP. Fonte: Mapa Expansão Urbana e Unidades Geomorfológicas
na Metrópole Paulistana (BATISTA, 2002), mapa Compatimentação Geomorfológica e Bacias Hidrográficas da GSP (GROSS;
MALHEIROS; SAITO, 1984) e bases cartográficas digitais utilizadas no Plano de Manejo dos Parques Naturais localizados ao longo do trecho Sul do Rodoanel Metropolitano de São Paulo Mário Covas. Adaptação e montagem: Eduardo Silva Bueno – 2013
Azevedo (1945)6 comenta que já na década de 1940, trechos suburbanos de São Paulo, mesmo se dando de forma predominante sobre a bacia sedimentar, já ultrapassavam seus limites em alguns pontos (SÃO PAULO, 1994a). Tal fato parece ter associação com o processo de expansão horizontal da mancha urbana advindo de décadas passadas.
Em 1930 a metropolização começou com a incorporação de alguns aglomerados populacionais independentes através da expansão da mancha urbana ao longo das ferrovias (SÃO PAULO, 1983).
No capítulo Expansão da Mancha Urbana de São Paulo (1983, p. 1) afirma- se: “[...] em 1954, consubstanciaram-se as primeiras conurbações, com a incorporação de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Osasco e Santo Amaro (então município) ao espaço urbanizado a partir de São Paulo.”
Tal processo se reproduz, ao que parece, segundo São Paulo (1994a), devido ao arranjo espacial radiocêntrico que caracteriza o crescimento urbano da RMSP desde o final do século do XIX até meados da década de 1980, facilitando o deslocamento gradativo da população das porções centrais para os eixos de expansão periféricos. Este processo tendeu a diminuir depois da década de 1980, mas ainda ocorre de forma menos intensa, conforme cita a bibliografia em geral.
No mapa Expansão Urbana e Unidades Geomorfológicas na Metrópole Paulistana, de Batista (2002) (Figura 2), é possível constatar que já entre 1881-1949 a mancha urbana se expandiu de forma restrita para além dos limites das colinas sedimentares, ou seja, em terrenos embasados por morros cristalinos, quando haviam terrenos sedimentares em boa quantidade disponíveis para serem ocupados. Em tal mapa também se constata que é a partir de 1950 que tal expansão ocorreu de forma mais ampla e generalizada para todas as direções da RMSP.
Galvão (2011) informa que de 1980 a 2008 a mancha urbana da RMSP cresceu aproximadamente 20%. Batista (2002) comenta que na década de 1980 quase toda a BSP já havia sido ocupada pela mancha urbana. É lógico pensar que grande parte da porcentagem apresentada por Galvão (2011) consistiu em
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Não se tem certeza, mas acredita-se que se refere a AZEVEDO, A. E. de. Subúrbios orientais de São Paulo. São Paulo. 1945. 184f. Provimento de Cátedra.
expansão sobre terrenos cristalinos, mesmo em período em que a mesma ocorre de forma menos intensa que nas décadas passadas, como o dito nos parágrafos acima. Tal expansão é exemplificada em escala local e sub-regional nas afirmações a seguir:
Segundo Ross, a mancha urbana ocupa dois extensos trechos sobre terrenos cristalinos, um na margem direita do Tietê e outro a Oeste, acompanhando o eixo rodoviário das rodovias Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Anhangüera e Bandeirantes (LOMBARDO, 1984). São Paulo (1983) registra que a ocupação urbana se deu nos melhores sítios (terrenos sedimentares), depois passou para as várzeas e encostas íngremes que são mais inadequadas.
Desse modo, é lógico desenvolver o raciocínio de que mesmo oferecendo mais dificuldades ao assentamento urbano, os terrenos cristalinos têm potencial para serem ocupados, na medida em que não são tão apropriados quanto os terrenos sedimentares, mas também não oferecem grandes obstáculos à urbanização. Se partes consideráveis dos mesmos já foram ocupadas e continuam a serem ocupadas, presume-se que ainda ocorrem partes com o mesmo nível de favorecimento que ainda não foram ocupadas. Desse modo, a mancha urbana espacialmente predomina nos terrenos sedimentares, pois estes são os que mais favorecem sua expansão, mas pode ocorrer em terrenos cristalinos tão extensos quanto os sedimentares da BSP que favoreçam em algum grau a urbanização.
Mas em termos espaciais, existem evidências de que os terrenos cristalinos possuem potencial para serem alvo do assentamento urbano? O item a seguir tratará desta questão.
1.3 A EXPANSÃO URBANA PRESENTE EM TODAS AS DIREÇÕES SOBRE OS