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Elektriksel İletkenlik(Direnç) Algılayıcısı

Belgede Biyomedikal Dönüştürücüler (sayfa 95-108)

9. MİKROORGANİZMA ALGILAYICILAR VE DÖNÜŞTÜRÜCÜLER

9.1. Elektriksel İletkenlik(Direnç) Algılayıcısı

Considerando os objetivos propostos de compreender o lugar que a criança tem ocupado no texto literário enquanto instância enunciativa, percebe-se que aos poucos os autores literários, principalmente a partir de Monteiro Lobato, têm trazido à infância para o seu discurso, em textos dirigidos ou não à criança.

Os recursos discursivos utilizados têm se aproximado do universo infantil, seja através de tematizações, figurativizações ou mesmo quando a infância é pressuposta pelos enunciados, assumindo voz no enredo. Essas questões perpassam pelo entendimento que cada sociedade e contexto cultural têm da infância. E esses aspectos foram pontuados durante o trabalho, quando no passado autores renomados da literatura, ao se proporem a escrever para ou pela infância, mantiveram caráter pedagógico ou mesmo moralístico. Mas se tratam das temporalidades socioculturais e tiveram suas contribuições naquele dado momento histórico.

No entanto, percebeu-se que a literatura, enquanto fruto da atividade humana e, portanto, interligada com questões de diferentes ordens, foi inserindo a infância nos textos literários, considerando discursivamente o universo infantil, mesmo quando a criança não era protagonista. Nesse sentido, foram apresentados autores da poesia e da prosa, como Ziraldo, Ana Maria Machado, Cecília Meireles, Henriqueta Lisboa e tantos outros que, sem preocupações didáticas, utilizaram uma linguagem na qual foi possível a criança pressuposta se inscrever subjetivamente na enunciação.

A linguagem utilizada por esses e outros escritores tem lançado um olhar sobre o simulacro da infância, ao abordar temas e figuras que são pertinentes ao universo infantil, bem como estruturado a linguagem para alcançar uma compreensão do mundo sob o ponto de vista infantil, através do jogo da enunciação.

Podemos perceber que as estratégias discursivas utilizadas, a exemplo das obras de Bartolomeu Campos de Queirós, têm conduzido ao simulacro da criança, com todas as suas fantasias e representações simbólicas. No livro O olho de vidro do meu avô, Bartolomeu Campos de Queirós configura enunciados que trazem a infância, às vezes pelas memórias de acontecimentos, às vezes por debreagens, onde é possível pressupor a voz da própria criança, como visto nas análises.

Quando analisado semioticamente, percebeu-se como o texto bartolomiano tematiza e figurativiza a infância, trazendo-a cuidadosamente e metaforicamente e fazendo reflexões sobre a vida infantil e seus entornos. As instâncias actorial, espacial e temporal exploradas contribuem para a presença discursiva da infância, configurando sentido.

E no que se refere à análise do discurso autobiográfico de Bartolomeu Campos de Queirós, considerando textos literários e não literários, percebeu-se que as obras analisadas se entrecruzam temática e figurativamente. Depoimentos dele em que fala de si mesmo se relacionam diretamente com trechos de obras literárias, sendo possível perceber traços biográficos. Os discursos memorialísticos opera-se pela memória do acontecido e pela memória- acontecimento, nas quais o enunciador ora fala de um passado distante dele, ora fala de um passado que se presentifica no momento mesmo da narração.

O tempo da enunciação e o tempo do enunciado, pela memória do acontecido e memória-acontecimento leva o enunciador a divagar por caminhos poéticos, tornando possível a fuga para o aspecto da passionalidade. Essa fuga do enunciador arrebata também o enunciatário. Esses recursos memorialísticos são caros nas obras escolhidas de Bartolomeu Campos de Queirós.

Assim, acreditamos que esta pesquisa contribuiu para reflexões sobre o lugar que a infância tem ocupado na literatura brasileira, considerando os aspectos discursivos como linguagem, universo imaginário, jogo de sentidos, ludicidade, apreensão social, em estruturas discursivas que muitas vezes brincam com a linguagem, a partir de temas e figuras que se relacionam diretamente com a infância.

Nas obras de Bartolomeu Campos de Queirós, constatamos que aparecem conflitos interiores metaforizados e temas complexos, como a morte, a solidão e o silêncio, isotopias temático-figurativas que permeiam os enredos analisados, mas sempre por um viés discursivo onde a infância compõe a enunciação, direta ou indiretamente.

Outra contribuição desta pesquisa refere-se ao fortalecimento da percepção da infância como uma construção de sentidos, o que contribui para reflexões sobre o fazer-literatura para a infância ou sobre ela, dando lugar à criança através das estratégias discursivas, com abordagens temáticas e figurativizações integradas semanticamente ao universo infantil.

Acreditamos também que esta pesquisa contribuirá com outros estudos em que a obra de Bartolomeu Campos de Queirós venha a ser analisada semioticamente, visto que não foi

encontrada nenhuma análise considerando essa abordagem teórico-metodológica, onde o sentido do texto é discutido a partir do próprio texto.

Assim, ao entender a amplitude dessa análise, visto que a Semiótica literária é um campo onde é possível trabalhar diversos aspectos textuais, buscando sempre o sentido, compreende-se que ainda há muito a ser estudo, visto também que o escritor Bartolomeu Campos de Queirós sabe trabalhar a linguagem, provocando os mais variados sentidos, a partir de enunciados bem construídos. Mas acreditamos que os objetivos propostos tenham sido contemplados.

Enfim, foi um trabalho prazeroso: primeiro porque discutir a presença da infância em textos literários a partir da linguagem pressuposta é interessante, analisando em muitos autores como esse jogo de enunciados é construído; segundo porque considero a Semiótica uma abordagem metodológica instigante; e terceiro pela gostosura da prosa poética de Bartolomeu Campos de Queirós, que nos conduz para outros caminhos.

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(produções do autor Bartolomeu Campos de Queirós)

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Benzer Belgeler