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El Bakımı ve Sağlığı

Belgede Kişisel Bakım ve Hijyen (sayfa 21-0)

2. EL VE AYAK BAKIMI

2.4. El Bakımı ve Sağlığı

Com base no relatório de gestão do ano de 201277, ‘Análise dos Resultados Obtidos por Serviço em 2011’, a rede de acolhimento institucional e familiar para crianças e adolescentes na cidade de Campinas é constituída por 22 unidades executoras, sendo sua meta o atendimento mensal de 469 crianças/adolescentes. Os dados do atendimento dessa rede demonstraram que houve uma diminuição de 40 usuários (crianças/adolescentes), uma ampliação dos serviços e uma organização do sistema de atendimento a grupo de irmãos, de ambos os sexos, de idade compreendida entre 0 e 17 anos e 11 meses.

Conforme definido na Resolução nº 001/2010 da Prefeitura Municipal de Campinas – Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, que dispõe sobre o processo de cofinanciamento, os serviços de acolhimento estão dispostos por modalidades: abrigo institucional, abrigo especializado, casa lar, casa de passagem de 7 a 17 anos e 11 meses, casa de passagem especializada de 7 a 17 anos e 11 meses e família acolhedora.

No que diz respeito à articulação com as políticas de educação e de saúde para composição de orçamento da execução dos serviços de acolhimento, conforme previsto no artigo 90 do ECA, destaca-se a participação da política de educação nos serviços, com o repasse de recursos para contratação de pedagoga/o e compra de material didático. Com a política de saúde estão sendo criados protocolos e fluxos de atendimento, mas que ainda necessitam de maior atenção e aporte orçamentário para a efetivação de uma política intersetorial.

Para a elaboração dos projetos político-pedagógicos para os serviços de acolhimento, a equipe tem contado com a parceria do CMDCA, da Fundação FEAC e de entidades locais. Esses parceiros também têm participado da formação teórico-metodológica para o desenvolvimento dos trabalhos com as famílias e da realização de três encontros sobre as boas práticas da rede, denominados ‘Cá entre nós’. Todos os serviços de acolhimento puderam, ainda, usufruir de recursos para pagamento de supervisão institucional, para a qualificação de suas ações.

77 Dados disponibilizados no site http://www.campinas.sp.gov.br/arquivos/relatorio-gestao-2011.pdf. Novas ações foram desenvolvidas em 2012, mas até o momento na presente tese, não estavam oficialmente disponibilizados.

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O ano de 2008 representou forte avanço no reordenamento do abrigo municipal, transformando-o primeiramente em dois serviços com 28 crianças e adolescentes em unidades residenciais. Um ano após essa mudança, uma das unidades foi encerrada, passando o atendimento das crianças e adolescentes em processo de destituição e destituídos do poder familiar a ser realizado em casas lares.78

Houve, durante o ano de 2011, o início do processo de reordenamento de duas unidades executoras de serviços de acolhimento institucional de grande porte, para adequação das atividades, de acordo com a legislação vigente79, com a formação de um grupo de trabalho coordenado pelo CMDCA e com a participação dos serviços envolvidos – Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social. Desse grupo surgiu como resultado, em uma das unidades, a reorganização das escalas de trabalho, a ampliação do numero de educadores, a qualificação dos serviços ofertados e o estudo do espaço físico para sua readequação no atendimento80. Na outra unidade (que atendia em regime afastado de áreas residências, com escola e formação profissional no local), foi planejado o início da implantação de casas lares na comunidade, para a transferência gradativa de grupos de irmãos e adequação do numero de atendimentos81.

Foi apontado no documento de gestão que, durante o ano, houvera a manutenção de encontros semanais de gestão da rede de serviços de acolhimento, que totalizaram 34 reuniões no

78 Nesta ocasião, contou-se com o importante apoio das Aldeias Infantis SOS Brasil, do CMDCA, do CMAS e da FEAC. Essa parceria foi sensível à necessidade prioritária da criança e do adolescente, envidando esforços para vencer burocracias e a composição dos recursos financeiros e técnicos.

79 Tipificação Nacional de Serviços Socioassistencias/2009 e Orientações Técnicas: serviços de acolhimento para crianças e adolescentes/2009 e ECA/Lei 12010/09.

80 Desde o ano de 2011 tem realizado o reordenamento gradativo no atendimento de 0 a 17 anos e 11 meses e organizado o espaço físico – de unidades separadas por sexo para o atendimento em unidades de até 20 crianças e adolescentes de ambos os sexos, priorizando os grupos de irmãos.

81 Esta unidade executora atendia em 2008, 258 crianças e adolescentes. Em 2012 ela esta assim constituída: 60 crianças e adolescentes de ambos os sexos em uma mesma unidade física, ainda dividida por 30 do sexo feminino e 30 do sexo masculino. Está em processo de reorganização das duas ‘republicas’ já denominadas casas lares. Implantou 03 casas lares na comunidade. Total de atendimento: 110 crianças e adolescentes, adequando ainda o atendimento para gradativamente atender de 0 a 17 anos e 11 meses.

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ano. Foram realizadas no mesmo período, também, 25 reuniões para discussão de casos específicos de crianças e adolescentes acolhidos.

O acompanhamento dessa rede foi realizado através de monitoramento mensal ‘online’ com 264 instrumentais/ano; visitas de monitoramento em 100% dos serviços; reuniões especificas de monitoramento; reuniões com as entidades co-financiadas; 26 respostas a solicitações protocoladas pelo CMDCA, pelos Conselhos Tutelares, pela Vara da Infância e Juventude e pelo Ministério Publico; além de contatos telefônicos e troca de e-mails para orientações, controle de metas e efetivação de interfaces com a Coordenadoria de Prestação de Contas, para acompanhamento de planos de aplicação de recursos e prestação de contas das entidades.

Nesse documento, foi informado também que a ampliação do atendimento da Casa de Passagem para crianças de 0 a 6 anos e a implantação da Republica para Jovens de 18 a 21 anos ainda não foram efetivadas: a primeira por falta de espaço físico e de recursos financeiros, e a segunda por falta de apropriação teórico metodológica e falta de articulação com a rede de atendimento para discussão das diretrizes e dos objetivos de serviços dessa natureza.

Destaca-se a implantação, com recursos do FMDCA, no final de novembro/2011, de uma Casa Lar com capacidade para oito pessoas entre crianças e adolescentes, para atendimento de adolescentes grávidas e/ou com filhos pequenos.

Desde 2008, tem sido realizado, anualmente, um seminário de formação para a rede de atendimento, com temas relacionados ao cuidado, ao apadrinhamento afetivo, às normativas nacionais e internacionais, priorizando a convivência familiar e comunitária.

Durante o ano de 2011 o poder público participou, no CMDCA, do comitê intersetorial de elaboração do Plano Municipal de Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, juntamente com os profissionais dos órgãos do Sistema de Garantia de Direitos. Esse Plano foi aprovado em dezembro daquele ano.

Com o objetivo de otimização das metas, da qualificação do serviço e da adequação às orientações técnicas, foi proposto pelo gestor público, para 2012, a junção dos dois abrigos especializados em um único serviço misto, com capacidade de atendimento de 18

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crianças/adolescentes. Para essa adequação foram realizadas varias reuniões entre os profissionais da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social e a equipe do serviço. No sentido de contribuir para uma reflexão sobre essa mudança - que implicava na apropriação de novos métodos - o CMDCA possibilitou a realização de dois encontros de formação, que contou com a vinda de profissionais de duas experiências exitosas: a Casa das Expedições de São Paulo e a Associação Lua Nova de Sorocaba.

2.3.2. Algumas considerações sobre a rede local de atendimento, com dados do ano de 2011

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Benzer Belgeler