3. İTTİHAT TERAKKİ POLİTİKALARININ BALKANLARDA AYRILIKÇI-
3.3. Ekonomi Politikalarının Etkisi
A necessidade de implantação de controle interno na administração pública tem sido determinada em várias leis e decretos como forma de garantir o bom desempenho organizacional.
A Lei 4.320, de 17 de março de 1964, estabelece em seu artigo 75 a necessidade do controle da execução orçamentária. Já o Decreto Lei 200, de 25 de fevereiro de 1967 (BRASIL, 1967), estabelece o Controle como um dos princípios fundamentais da Administração Federal. O Artigo 13 desse mesmo decreto traz a seguinte redação sobre o controle:
Decreto Lei 200, Art. 13:
O controle das atividades da Administração Federal deverá exercer-se em todos os níveis e em todos os órgãos, compreendendo, particularmente:
a) o controle, pela chefia competente, da execução dos programas e da observância das normas que governam a atividade específica do órgão controlado;
b) o controle, pelos órgãos próprios de cada sistema, da observância das normas gerais que regulam o exercício das atividades auxiliares;
c) o controle da aplicação dos dinheiros públicos e da guarda dos bens da União pelos órgãos próprios do sistema de contabilidade e auditoria.
A visão de controle administrativo, de acordo com o artigo acima citado, pressupõe que toda e qualquer entidade da administração pública deve estruturar e implantar sistemas de controle com vistas a assegurar o bom desempenho da gestão tanto do ponto de vista da administração quanto do controle orçamentário.
Segundo Di Pietro (2014, p. 808), o controle tem como finalidade:
[...] assegurar que a Administração atue em consonância com os princípios que lhe são impostos pelo ordenamento jurídico, como os da legalidade, moralidade, finalidade pública, publicidade, motivação, impessoalidade; em determinadas
circunstâncias, abrange também o controle chamado de mérito e que diz respeito aos aspectos discricionários da atuação administrativa.
Ainda segundo Di Pietro (2014, p. 811) o “Controle administrativo é o poder de fiscalização e correção que a Administração Pública (em sentido amplo) exerce sobre sua própria atuação, sob os aspectos de legalidade e mérito, por iniciativa própria ou mediante provocação”.
A Instrução Normativa TCU nº 63, de 1 de setembro de 2010 (BRASIL, 1963), disponível em: portal.tcu.gov.br/, apresenta no Título I, Artigo 1º, item X, a seguinte definição sobre controle interno:
[...] conjunto de atividades, planos, métodos, indicadores e procedimentos interligados, utilizado com vistas a assegurar a conformidade dos atos de gestão e a concorrer para que os objetivos e metas estabelecidos para as unidades jurisdicionadas sejam alcançados.
A Instrução Normativa Conjunta MP/CGU de número 01, de 2016, (www.cgu.gov.br), define controles internos da gestão como sendo:
[...] conjunto de regras, procedimentos, diretrizes, protocolos, rotinas de sistemas informatizados, conferências e trâmites de documentos e informações, entre outros, operacionalizados de forma integrada pela direção e pelo corpo de servidores das organizações, destinados a enfrentar os riscos e fornecer segurança razoável de que, na consecução da missão da entidade, os seguintes objetivos gerais serão alcançados:
a) execução ordenada, ética, econômica, eficiente e eficaz das operações; b) cumprimento das obrigações de accountability;
c) cumprimento das leis e regulamentos aplicáveis; e
d) salvaguarda dos recursos para evitar perdas, mau uso e danos.
De acordo com a Instrução Normativa acima citada, “o estabelecimento de controles internos no âmbito da gestão pública visa essencialmente aumentar a probabilidade de que os objetivos e metas estabelecidos sejam alcançados, de forma eficaz, eficiente, efetiva e econômica”. O estabelecimento de controle interno dentro da organização pública além de contribuir para que os objetivos e metas sejam alcançados pela gestão, proporciona um melhor desempenho da administração dentro de um contexto de eficácia, eficiência, responsabilidade e melhor utilização do recurso público.
As Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBCT 16.8 (portal.cfc.org.br/),
[...] estabelece referenciais para o controle interno como suporte do sistema de informação contábil, no sentido de minimizar riscos e dar efetividade às informações da contabilidade, visando contribuir para o alcance dos objetivos da entidade do setor público.
A mesma norma citada define o Controle com enfoque contábil como sendo “um conjunto de recursos, métodos, procedimentos e processos adotados pela entidade do setor público”.
Diante das referências apresentadas sobre controle interno, fica clara a necessidade de a organização pública estabelecer controles internos tanto em nível administrativo quanto em nível do controle orçamentário e financeiro, como forma de assegurar o bom desempenho da gestão.
Apresentado o referencial teórico que utilizamos para o desenvolvimento deste estudo, indicamos, no próximo capítulo, a metodologia de pesquisa utilizada nesta pesquisa.
3 METODOLOGIA DA PESQUISA
Esta seção apresenta a metodologia deste trabalho, ou seja, a que tipo de pesquisa corresponde e quais os procedimentos adotados para coleta de dados.
Há muitos estudos sobre Metodologia e Métodos de Pesquisa, sendo que entre os estudos existentes, destacamos o desenvolvido por Prodanov e Freitas (2013, p.14), os quais entendem que “Metodologia de Pesquisa é a aplicação de procedimentos e técnicas que devem ser observados para construção do conhecimento, com o propósito de comprovar sua validade e utilidade nos diversos âmbitos da sociedade”. Outros estudos, como o intitulado “Metodologia da pesquisa e elaboração de dissertação” (SILVA e MENEZES, 2001) também foram utilizados.
De acordo com Gil (2002), o desenvolvimento de uma pesquisa se justifica quando não se dispõe de informação suficiente para responder a um determinado problema ou então quando as informações disponíveis se encontram não sistematizadas, conforme explicita em sua obra “Como elaborar projetos de pesquisas”. Outro estudo relevante utilizado é “Metodologia da pesquisa: um guia prático”, elaborado por Kauark, Manhães e Medeiros (2010), além da “Metodologia científica” de Oliveira (2011), obras que serviram como pilares metodológicos para a construção de nossos caminhos metodológicos que serão apresentados nos próximos subitens.