E- Diğer Hususlar
III- EKLER
após sensibilização e desafio antigênico com OVA.
As CCE, obtidas pela adição de cálcio (10-6 a 10-2 M), após contração induzida por KCl (60 mM), 24 horas após o desafio antigênico, em traquéia isolada de ratos naive, sensibilizados (SENS) ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24) são apresentadas na figura 3a. A tabela 03a apresenta os valores das CE50 e RM. A adição
de Ca2+, na solução extracelular sem cálcio e com EDTA, na presença de 60 mM de potássio e atropina (10-6 M), de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), produziu contrações cuja RM foi atingida na concentração de 10 mM. Podemos observar que houve aumento significativo (p<0,05, ANOVA, BONFERRONI) de 50,88% na RM obtida em traquéia de animais sensibilizados e desafiados, em relação à RM obtida com traquéia do grupo naive. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50. Podemos observar ainda que não
houve alteração significativa nem na RM nem na CE50 obtidas em traquéias do grupo
4.5 Efeito do hipotireoidismo no desenvolvimento de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pela adição de Ca2+ em preparações mantidas em solução despolarizante zero Ca2+
As CCE, obtidas pela adição de cálcio (10-6 a 10-2 M), após contração induzida por KCl (60 mM), em traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados com OVA são apresentadas na figura 3b. A tabela 03b apresenta os valores das CE50 e RM. A adição
de Ca2+, na solução extracelular zero cálcio e com EDTA, na presença de 60 mM K+ e atropina (10-6 M), produziu contrações, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), cuja RM foi atingida com concentração de 10 mM de Ca2+. Podemos observar que não houve alteração significativa na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados, em relação à RM das CCE obtidas com traquéia do grupo sensibilizado. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50.
4.6. Hiperreatividade da traquéia isolada de rato para a resposta contrátil induzida por carbacol após sensibilização e desafio antigênico com OVA.
As CCE, obtidas para o carbacol, 24 horas após o desafio antigênico, em traquéias isoladas de ratos naive, apenas sensibilizados ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24), são apresentadas na figura 4a. A tabela 04a apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de carbacol (10-8 a 3x10-5 M) produziu,
de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de força contrátil cuja força máxima foi atingida com 10 µM de carbacol. Podemos observar que houve aumento significativo (p < 0,001, ANOVA, BONFERRONI) de 64,97% na RM obtida em traquéias de animais SD24, em relação à RM das CCE obtidas com traquéias do grupo naive. Nota-se que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50. Podemos observar ainda que não houve
alteração significativa nem na RM nem na CE50 obtidas em traquéias do grupo
sensibilizado em relação às traquéias do grupo naive.
4.7. Efeito do hipotireoidismo no desenvolvimento de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pelo carbacol
As curvas concentração-efeito (CCE), obtidas para o carbacol, com traquéia isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 4b. A tabela 04b apresenta os valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de carbacol (10- 8 a 3x10-5 M) produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA),
desenvolvimento de força contrátil cuja resposta máxima foi atingida na concentração de 10 µM. Podemos observar que não houve alteração na RM obtida em traquéias de animais hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados, em relação à RM obtida no grupo sensibilizado, entretanto houve deslocamento significativo da curva para a direita como pode ser evidenciado pelo aumento do valor da CE50 dos animais hipotireóideos sensibilizados em relação ao grupo apenas
sensibilizado (p<0,05, ANOVA, BONFERRONI).
4.8 Hiperreatividade da traquéia isolada de rato para a resposta contrátil induzida pela adição de Ca2+ em preparações mantidas em solução zero Ca2+ na presença de carbacol após sensibilização e desafio antigênico com OVA.
As CCE médias obtidas, 24 horas após o desafio antigênico, pela adição de cálcio (10-6 a 10-2 M) à solução zero Ca2+ com nifedipina (10-6 M), após pequena contração induzida por carbacol (10-5 M),em traquéias isoladas de ratos naive, apenas sensibilizados ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24) são apresentadas na figura 5a. A tabela 05a apresenta os valores das CE50 e RM. A adição cumulativa de
Ca2+, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), produziu contrações com RM na concentração de 10 mM de CaCl2. Podemos observar que houve
aumento significativo (p<0,05, ANOVA, BONFERRONI) de 38,28% na RM obtida em traquéia de animais sensibilizados e desafiados, em relação à RM das CCE obtidas com traquéia do grupo naive. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50. Podemos observar ainda que não houve alteração
significativa nem na RM nem na CE50 obtidas em traquéias do grupo sensibilizado em
4.9 Efeito do hipotireoidismo no desenvolvimento de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pela adição de Ca2+ em preparações mantidas em solução zero Ca2+ na presença de carbacol
As CCE, obtidas pela adição de cálcio (10-6 a 10-2 M), após contração induzida por carbacol (10-5 M), em traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 5b. A tabela 05b apresenta os valores das CE50 e RM. A adição
de Ca2+, na solução extracelular sem cálcio e com EDTA, na presença de carbacol e nifedipina (10-6 M), produziu contrações de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), cuja RM foi atingida na concentração de 10 mM de CaCl2. Podemos
observar que houve redução significativa (p<0,01, ANOVA, BONFERRONI) da RM de 49,17% e de 50,83% nas CCE obtidas em traquéia de animais hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados, respectivamente, em relação à RM das CCE obtidas com traquéia do grupo sensibilizado. Nota-se ainda que ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50 em relação ao grupo
eutireóideo sensibilizado. Portanto, houve desvio da curva para direita como pode ser verificado pelo aumento significativo dos valores de CE50 do grupo hipotireóideo
sensibilizado e desafiado em relação ao grupo eutireóideo sensibilizado (p< 0,05, ANOVA.BONFERRONI).
4.10 Hiperreatividade da traquéia isolada de rato para a resposta contrátil induzida por serotonina após sensibilização e desafio antigênico com OVA
As CCE, obtidas para a serotonina 24 horas após o desafio antigênico, em traquéia isolada de ratos naive, apenas sensibilizados ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24), são apresentadas na figura 6a. A tabela 06a apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de serotonina (10-7 a 3x10-4 M)
produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de força contrátil cuja resposta máxima foi atingida com 0,1 mM de serotonina. Podemos observar que houve aumento significativo (p < 0,001, ANOVA, BONFERRONI) de 97,54% na RM obtida em traquéias de animais SD24, em relação à RM das CCE obtidas com traquéias do grupo naive. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50. Podemos observar ainda
que não houve alteração significativa nem na RM nem na CE50 obtidas em traquéias do
4.11 Efeito do hipotireoidismo no desenvolvimento de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pela serotonina
As CCE, obtidas para a serotonina, com traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 6b. A tabela 06b apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de serotonina (10-7 a 3x10-4 M) produziu, de
maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de contração cuja resposta máxima foi atingida na concentração de 0,1 mM. Podemos observar que houve redução significativa (p < 0,001, ANOVA, BONFERRONI) de 79,27% e de 65,85% na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados, respectivamente, em relação à RM obtida no grupo sensibilizado. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50.
4.12 Hiperreatividade da traquéia isolada de rato para a resposta contrátil induzida pela adição de Ca2+ em preparações mantidas em solução zero Ca2+ na presença de serotonina após sensibilização e desafio antigênico com OVA.
As CCE médias obtidas, 24 horas após o desafio antigênico, pela adição de cálcio (10-6 a 10-2 M) à solução zero Ca2+ com EDTA, após pequena contração induzida por serotonina (10-4 M) em traquéias isoladas de ratos naive, apenas sensibilizados ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24) são apresentadas na figura 7a. A tabela 07a apresenta os valores das CE50 e RM. A adição cumulativa de Ca2+, de maneira
dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), produziu contrações com RM na concentração de 1 mM de CaCl2. Podemos observar que houve aumento significativo
(p<0,001, ANOVA, BONFERRONI) de 79,68% na RM obtida em traquéia de animais sensibilizados e desafiados, em relação à RM das CCE obtidas com traquéia do grupo naive . Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50. Podemos observar ainda que não houve alteração significativa nem na
RM nem na CE50 obtidas em traquéias do grupo sensibilizado em relação às traquéias
4.13 Efeito do hipotireoidismo no desenvolvimento de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pela adição de Ca2+ em preparações mantidas em solução zero Ca2+ na presença de serotonina
As CCE, obtidas pela adição de cálcio (10-6 a 10-2 M), após contração induzida por serotonina (10-4 M), em traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 7b. A tabela 07b apresenta os valores das CE50 e RM.
A adição de Ca2+, na solução extracelular sem cálcio e com EDTA, na presença de serotonina, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), produziu contrações cuja RM foi atingida na concentração de 10 mM. Podemos observar que houve redução significativa (p < 0,01, ANOVA, BONFERRONI) de 54,24% e de 57,63% na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipotireóideos sensibilizados e hipotireóideos sensibilizados e desafiados, respectivamente, em relação à RM obtida no grupo sensibilizado. Nota-se ainda que ocorreu desvio da curva para a direita como pode ser comprovado pela comparação entre os valores de CE50 dos animais
4.14 Efeito do propiltiouracil (PTU, 0,01mg/ml), adicionado ao líquido de incubação, na resposta contrátil induzida por altas concentrações de potássio em traquéia isolada de ratos sensibilizados (SENS) e sensibilizados e desafiados (SD24h) à OVA
As CCE, obtidas para o potássio, após adição de propiltiouracil (0,01 mg/ml) ao líquido nutritivo 1 minuto antes dos experimentos, em traquéias isoladas de ratos sensibilizados (SENS+PTU) ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24+PTU), são apresentadas na figura 8. A tabela 08 apresenta os respectivos valores das CE50 e
RM. A aplicação cumulativa de potássio (10-3 a 10-1 M) produziu, desenvolvimento de contração de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA). Podemos observar que o PTU não foi capaz de diretamente impedir o aumento significativo (p < 0,05, ANOVA, BONFERRONI) de 39,58% na RM obtida em traquéias de animais SD24+PTU, em relação à RM das CCE obtidas com traquéias do grupo SENS, sem alteração significativa entre os valores de CE50. Podemos observar ainda que não houve
alteração significativa nem na RM nem na CE50 obtidas em traquéias do grupo
SENS+PTU em relação às traquéias do grupo SENS. A magnitude da hiperreatividade foi semelhante à obtida na ausência do PTU (vide Fig 4)
4.15 Efeito do propiltiouracil (PTU, 0,01mg/ml), adicionado ao líquido de incubação, na resposta contrátil induzida pelo carbacol em traquéia isolada de ratos sensibilizados ou sensibilizados e desafiados à OVA
As CCE, obtidas para o carbacol, após adição de propiltiouracil (0,01 mg/ml) ao líquido nutritivo 1 minuto antes dos experimentos, em traquéias isoladas de ratos sensibilizados (SENS+PTU) ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24+PTU), são apresentadas na figura 9. A tabela 09 apresenta os respectivos valores das CE50 e
RM. A aplicação cumulativa de carbacol (10-8 a 3x10-5 M) produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de força contrátil cuja força máxima foi atingida com 10 µM de carbacol. Podemos observar que a adição prévia de PTU produziu uma diminuição significativa do valor da CE50 para os animais
apenas sensibilizados (p < 0,01, ANOVA, BONFERRONI), embora não tenha sido capaz de impedir, assim como no caso da contração potássica, o surgimento de hiperreatividade nos tecidos sensibilizados e desafiados (Tabela 14). O aumento de 29,80% na RM obtida em traquéias de animais SD24+PTU foi significativo (p < 0,05, ANOVA, BONFERRONI), em relação à RM das CCE obtidas com traquéias do grupo sensibilizado.
4.16 Efeito do propiltiouracil (PTU, 0,01mg/ml), adicionado ao líquido de incubação, na resposta contrátil induzida pela serotonina em traquéia isolada de ratos sensibilizados ou sensibilizados e desafiados à OVA
As CCE, obtidas para a serotonina, após adição de propiltiouracil (0,01 mg/ml) ao líquido nutritivo 1 minuto antes dos experimentos, em traquéias isoladas de ratos sensibilizados (SENS+PTU) ou sensibilizados e desafiados com OVA (SD24+PTU), são apresentadas na figura 10. A tabela 10 apresenta os respectivos valores das CE50 e
RM. A aplicação cumulativa de serotonina (10-7 a 3x10-4 M) produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de força contrátil tanto nos animais controle como nos animais SD24. A força máxima foi atingida em ambos os grupos com 0,1 mM de serotonina. Podemos observar que o PTU não foi capaz de diretamente impedir o aumento significativo (p < 0,05, ANOVA, BONFERRONI) de 39,02% na RM obtida em traquéias de animais SD24+PTU, em relação à RM das CCE obtidas com traquéias do grupo sensibilizado. Nota-se ainda que ocorreu desvio da curva para a esquerda como pode ser evidenciado pela diminuição significativa dos valores de CE50 em relação ao grupo sensibilizado (Tabela 15).
4.17 Efeito do hipertireoidismo (T4, 0,5 mg/kg, durante 7 dias) no desenvolvimento
de hiperreatividade em traquéias isoladas de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida por altas concentrações de potássio
As CCE, obtidas para o potássio, 24 horas após o desafio antigênico, em traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipertireóideos sensibilizados (HIPER7D+SENS) ou hipertireóideos sensibilizados e desafiados com OVA (HIPER7D+SD24), após 7 dias de tratamento com T4 (0,5 mg/kg), são apresentadas na
figura 11a. A tabela 11a apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação
cumulativa de KCl (10-3 a 10-1 M) na solução extracelular produziu desenvolvimento de força contrátil, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA). Podemos observar que houve aumento significativo de 64,58% e de 94.79% na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipertireóideos sensibilizados (p < 0,05, ANOVA, BONFERRONI) e hipertireóideos sensibilizados e desafiados (p < 0,001, ANOVA, BONFERRONI), respectivamente, em relação à RM obtida no grupo eutireóideo sensibilizado. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50 obtidas em relação às traquéias do grupo sensibilizado (p >
4.18 Efeito do hipertireoidismo (T4,0,5 mg/kg, durante 9 dias) no desenvolvimento
de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida por altas concentrações de potássio
As CCE, obtidas para o potássio, 24 horas após o desafio antigênico, em traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipertireóideos sensibilizados (HIPER9D+SENS) ou hipertireóideos sensibilizados e desafiados com OVA (HIPER9D+SD24), após 9 dias de tratamento com T4 (0,5 mg/kg), são apresentadas na
figura 11b. A tabela 11b apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação
cumulativa de KCl (10-3 a 10-1 M) na solução extracelular produziu desenvolvimento de força contrátil, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA). Podemos observar que houve aumento significativo (p < 0,01, ANOVA, BONFERRONI) de 66,67% e de 69,79% na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados, respectivamente, em relação à RM obtida no grupo eutireóideo sensibilizado. Nota-se ainda que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50 em relação ao grupo
4.19 Efeito do hipertireoidismo (T4, 0,5 mg/kg, durante 7 dias) no desenvolvimento
de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pelo carbacol
As curvas concentração-efeito (CCE), obtidas para o carbacol, com traquéia isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 12a. A tabela 12a apresenta os valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de carbacol (10- 8 a 3x10-5 M) produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA),
desenvolvimento de força contrátil cuja resposta máxima foi atingida na concentração de 10 µM. Podemos observar que não houve alteração na RM obtida em traquéias de animais hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados, em relação à RM obtida no grupo sensibilizado, entretanto houve desvio para esquerda das CCE nos animais hipertireóideos como pode ser comprovado pela diminuição significativa dos valores de CE50 dos animais hipertireóideos sensibilizados e
hipertireóideos sensibilizados e desafiados em relação ao grupo sensibilizado (p<0,001, ANOVA, BONFERRONI).
4.20 Efeito do hipertireoidismo (T4,0,5 mg/kg, durante 9 dias) no desenvolvimento
de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pelo carbacol
As curvas concentração-efeito (CCE), obtidas para o carbacol, com traquéia isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 12b. A tabela 12b apresenta os valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de carbacol (10- 8 a 3x10-5 M) produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA),
desenvolvimento de força contrátil cuja resposta máxima foi atingida na concentração de 10 µM. Da mesma forma que no tratamento durante 7 dias, observamos que não houve alteração na RM obtida em traquéias de animais hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados, em relação à RM obtida no grupo sensibilizado. Entretanto, houve diminuição significativa dos valores da CE50 dos
animais hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados em relação ao grupo sensibilizado (p<0,001, ANOVA, BONFERRONI), caracterizando assim um desvio à esquerda das CCE.
4.21 Efeito do hipertireoidismo (T4, 0,5 mg/kg, durante 7 dias) no desenvolvimento
de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pela serotonina
As CCE, obtidas para a serotonina, com traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 13a. A tabela 13a apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de serotonina (10-7 a 3x10-4 M)
produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de contração cuja resposta máxima foi atingida na concentração de 0,1 mM. Podemos observar que não houve alteração significativa na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados, respectivamente, em relação à RM obtida no grupo sensibilizado. Ao contrário do ocorrido com o carbacol, nota-se que não ocorreu alteração significativa na comparação entre os valores de CE50 com o respectivo grupo controle.
4.22 Efeito do hipertireoidismo (T4, 0,5 mg/kg, durante 9 dias) no desenvolvimento
de hiperreatividade em traquéia isolada de ratos sensibilizados e desafiados à OVA na resposta contrátil induzida pela serotonina
As CCE, obtidas para a serotonina, com traquéias isoladas de ratos eutireóideos sensibilizados, hipertireóideos sensibilizados e hipertireóideos sensibilizados e desafiados à OVA são apresentadas na figura 13b. A tabela 13b apresenta os respectivos valores das CE50 e RM. A aplicação cumulativa de serotonina (10-7 a 3x10-4 M)
produziu, de maneira dependente de concentração (p < 0,001, ANOVA), desenvolvimento de contração cuja resposta máxima foi atingida na concentração de 0,1 mM. Podemos observar que ocorreu desvio para esquerda na CCE dos tecidos provenientes de animais hipertireóideos sensibilizados e desafiados como pode ser comprovado pela significativa redução nos valores de CE50 em relação ao grupo
sensibilizado (p<0,05, ANOVA, BONFERRONI). Nota-se ainda que houve redução significativa (p<0,05, ANOVA, BONFERRONI) de 33,54% na RM nas CCE obtidas em traquéia de animais hipertireóideos sensibilizados em relação à RM obtida no grupo sensibilizado.
4.23 Efeito do hipotireoidismo na resposta contrátil induzida pela apresentação do antígeno OVA em traquéia isolada de ratos apenas sensibilizados ou sensibilizados e desafiados à OVA
A figura 14 apresenta os resultados obtidos quando foi avaliada a resposta contrátil induzida pela adição de OVA a tecidos de ratos eutireóideos sensibilizados (eut+SENS), hipotireóideos sensibilizados (hipo+SENS) ou hipotireóideos sensibilizados e desafiados com OVA (hipo+SD24), de acordo com a reação de Schultz- Dale. O estado hipotireóideo acarretou drástica redução da resposta contrátil induzida pela OVA (p<0,001, ANOVA, BONFERRONI). Houve redução de 100% na resposta contrátil obtida em traquéia de animais hipotireóideos sensibilizados e de 95% em animais hipotireóideos sensibilizados e desafiados, em relação aos animais eutireóideos sensibilizados e eutireóideos sensibilizados e desafiados respectivamente.
4.24 Efeito do hipertireoidismo na resposta contrátil induzida pela apresentação de OVA em traquéia isolada de ratos apenas sensibilizados ou sensibilizados e desafiados à OVA
A figura 15, painel A, apresenta os resultados obtidos quando foi avaliada a resposta contrátil induzida pela apresentação de OVA a tecidos de ratos eutireóideos sensibilizados (EUT+SENS), hipertireóideos sensibilizados e tratados com T4 durante 7
dias (HIPER-7D+SENS) e hipertireóideos sensibilizados, desafiados e tratados com T4
durante 7 dias (HIPER-7D+SD24). Embora seja demonstrada uma elevação nos valores