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Ehl-i Hadis Haşviyyesinin Teşbîhî Ulûhiyet Tasavvuru 67

2.2. TEŞBÎH DOKTRİNİ: MÜŞEBBİHE ÖRNEĞİ 50

2.2.3. Müşebbihe’nin Ulûhiyet Tasavvuru: Teşbîh Doktrini 66

2.2.3.1. Ehl-i Hadis Haşviyyesinin Teşbîhî Ulûhiyet Tasavvuru 67

O Procrofe lançou em 1995 o processo de licitação por menor tarifa dos cinco trechos que haviam sido anteriormente pedagiados diretamente pelo Ministério dos Transportes, via DNER, numa extensão total de 858,6 km (ANTT, 2010), conforme apresentado no Quadro 2.

Quadro 2 – Programa Federal – 1ª Etapa

Primeira Etapa do Programa Federal de Concessões Rodoviárias Rodovia (BR) Trecho Extensão (km) Assinatura do Contrato Início da Cobrança de Pedágio Prazo (anos) Concessionária 101 - RJ Ponte Rio - Niterói 13,2 29/12/1994 ago/96 20 Ponte (CCR) 040 -

MG/RJ

Juiz de Fora - Rio

de Janeiro 179,9 31/10/1995 ago/96 25 Concer 116 -

RJ/SP

Rio de Janeiro -

São Paulo 402,0 31/10/1995 ago/96 25

NovaDutra (CCR) 116 - RJ

Rio - Teresópolis -

Além Paraíba 142,5 22/11/1995 set/96 25 CRT 290 - RS

Osório - Porto

Alegre 121,0 4/3/1997 out/97 20 Concepa

Total 858,6

Fonte – ANTT

Em 2000, o governo do estado do Rio Grande do Sul sub-rogou o contrato de concessão do Polo Rodoviário de Pelotas à União. Essa concessão, realizada em 1998, está a cargo da concessionária Ecosul (Ecorodovias). O trecho concedido compreende 623,8 km nas rodovias BR-116, BR-392 e BR-293. O início da cobrança de pedágio se deu no princípio de 2001 em três praças de pedágio e a partir dos primeiros meses de 2002 nas outras duas praças. O prazo total da concessão é de 27,3 anos (ANTT, 2010).

Com a inclusão do Polo Rodoviário de Pelotas, o governo federal passou a ser responsável pela concessão de 1.482,4 km de rodovias federais na primeira etapa do programa (ANTT, 2010).

A segunda etapa do programa licitou sete lotes de rodovias federais totalizando mais 2.600,8 km de concessões, pelo período de 25 anos (ANTT, 2010), conforme se pode verificar no Quadro 3.

Quadro 3 – Programa Federal – 2ª Etapa

Segunda Etapa do Programa Federal de Concessões Rodoviárias Lote Rodovia (BR) Trecho Extensão (km) Assinatura do Contrato Início da Cobrança de Pedágio Concessionária 1 153 – SP Divisa MG/SP - Divisa SP/PR 321,6 14/2/2008 18/12/2008 Transbrasiliana 2 116 - PR/SC Curitiba - Divisa SC/RS 412,7 14/2/2008 19/12/2008 Autopista Planalto Sul (OHL) 3 393 – RJ Divisa MG/RJ -

Via Dutra 200,4 26/3/2008 5/3/2009 Rodovia do Aço

4 101 – RJ Ponte Rio- Niterói - Divisa RJ/ES 320,1 14/2/2008 2/2/2009 Autopista Fluminense (OHL) 5 381 - MG/SP Belo Horizonte - São Paulo 562,1 14/2/2008 19/12/2008 Autopista Fernão Dias (OHL) 6 116 - SP/PR São Paulo - Curitiba 401,6 14/2/2008 29/12/2008 Autopista Régis Bittencourt (OHL) 7 376 - PR 101 – SC Curitiba - Florianópolis 382,3 14/2/2008 22/2/2009 Autopista Litoral Sul (OHL) Total 2.600,8 Fonte – ANTT

Em uma segunda fase da segunda etapa do programa, realizada em janeiro de 2009, foi concedido um lote de 680,6 km, constituído pelas rodovias BR-116 e BR-324 ligando Salvador ao extremo sul do estado da Bahia. A concessionária Viabahia irá operar o trecho por 25 anos e ainda não iniciou a cobrança de pedágio (ANTT, 2010).

Dessa forma, a ANTT é atualmente responsável pela regulação de 14 concessões de rodovias federais no Brasil, correspondentes a um total de 4.763,8 km (ANTT, 2010).

Para a regulação dos serviços da concessão são utilizados os parâmetros definidos no Programa de Exploração de Rodovias – PER. Esse instrumento subsidia todas as concessões realizadas pelo governo federal. Entretanto, somente a partir das licitações da segunda etapa, o programa foi uniformizado. O

PER da segunda etapa contempla todas as obras e serviços a serem realizados pela concessionária no período da concessão e está dividido nas seguintes fases: - trabalhos iniciais - da assinatura do contrato até o 6º mês de concessão. É a

fase de eliminação de problemas emergenciais que signifiquem riscos pessoais e materiais iminentes dotando a rodovia de requisitos mínimos de segurança e conforto aos usuários;

- recuperação - do 6º mês até o 5º ano de concessão. Os serviços de recuperação têm por objetivo restabelecer as características de projeto da via; - manutenção - até o final da concessão.

Simultaneamente às fases descritas acima, serão realizados, em caráter permanente, os trabalhos de conservação, operação e melhoramentos das rodovias.

O PER pode sofrer alterações para inclusão ou supressão de obras, bem como antecipação e postergação de cronogramas, de modo a ficar compatível com as demandas dos usuários. Estão previstas também revisões periódicas no programa para ajustá-lo ao mercado de rodovias.

No PER são definidos índices de desempenho para auxiliar na fiscalização das concessões. São eles:

- IC - índice de condição da rodovia - é calculado considerando parâmetros cujas medições em campo são procedidas periódica e sistematicamente em trechos de 20 km da rodovia concedida. Esses parâmetros são: pavimento, drenagem, encostas, obras de arte especiais, sinalização, dispositivo de segurança, dispositivo de controle, operação da rodovia, atendimento ao usuário e equipamentos;

- IP - índice de qualidade do pavimento - média geométrica dos parâmetros diretamente relacionados com a visão do usuário;

- IS - índice do nível de serviço da rodovia - de acordo com o contrato de concessão, a rodovia não pode operar em nível de serviço inferior ao nível D;

- IQ - índice de qualidade da rodovia - média aritmética dos três índices: IP, IS e IC.

Além desses termos, está também estipulado no PER que a concessionária deve ainda dispor de sistemas de pesagem e aferição de velocidade nas rodovias. A operadora deve fornecer serviço de atendimento médico (primeiros socorros/remoção, UTI móvel) gratuito, serviço de socorro mecânico (guincho) gratuito e implantar o Serviço de Atendimento ao Usuário – SAU. Está previsto também o aparelhamento, pela concessionária, da Polícia Rodoviária Federal no trecho concedido.

As concessões federais são caracterizadas por sistema de pedagiamento do tipo aberto, com praças de cobrança em forma de barreira, em média a cada 80 km, com tarifação bidirecional. A tarifa de pedágio tem base quilométrica e é diferenciada por categoria de veículos conforme o número de eixos. O reajuste anual da Tarifa Básica de Pedágio (TBP) é calculado com base na variação do IPCA. À concessionária cabe o risco do tráfego e dos quantitativos de serviço. A empresa é obrigada a prestar garantias e a contratar seguros. Existe ainda a possibilidade de a concessionária receber receitas alternativas que são utilizadas na redução da tarifa. A manutenção do equilíbrio econômico-financeiro pela TIR está garantida no contrato de concessão, e a revisão de tarifa pode ser feita de forma ordinária ou extraordinária, sempre que houver aumento ou redução nos encargos da concessionária.

A recuperação do passivo ambiental da rodovia, a obtenção das licenças ambientais e a implantação de um sistema de gestão ambiental também ficam a cargo da concessionária.