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Doğu Anadolu Bölgesinin Depremselliği

CONCLUSÕES

A técnica centrífuga foi o método utilizado para investigar a influência do tamanho das partículas de um material pulverulento orgânico (polvilho doce) e inorgânico (concentrado fosfático) sobre a força de adesão partícula-substrato, em diferentes substratos e velocidades de compressão e de desprendimento.

A partir desses resultados experimentais e tendo em vista os objetivos propostos, as principais conclusões deste trabalho são:

A força de adesão entre as partículas dos materiais pulverulentos investigados e a superfície dos substratos apresentou um comportamento linear com o diâmetro das partículas.

A força de adesão entre as partículas de concentrado fosfático e a superfície do substrato construído de vidro apresentou sempre a maior grandeza em relação as demais superfícies

dos substratos investigadas, seguida do aço inoxidável, do PVC e do Teflon,

respectivamente, quando aplicou-se a mesma velocidade angular de compressão.

Tanto para o polvilho doce, como para o concentrado fosfático, a força de adesão entre as partículas e a superfície dos substratos aumentou com o aumento da velocidade angular de compressão (press-on).

A força de adesão entre as partículas de polvilho doce e a superfície do substrato construído de vidro apresentou sempre a maior grandeza em relação a superfície do substrato construído de aço inoxidável quando aplicou-se a mesma velocidade angular de compressão.

Para uma mesma velocidade angular de compressão aplicada, o material pulverulento orgânico (polvilho doce) apresentou maior força de adesão em relação ao material pulverulento inorgânico (concentrado fosfático), quando usou-se os substratos de aço inoxidável e de vidro.

Conclusões 83

O material pulverulento orgânico amido de milho (maisena) apresentou maiores valores de força de adesão que o material pulverulento orgânico amido de mandioca (polvilho doce) e, a força de adesão entre as partículas de maisena e a superfície do substrato construído de vidro apresentou maior grandeza que o substrato construído de aço inoxidável.

A força de adesão diminui com o aumento da rugosidade da superfície das partículas e dos substratos.

Os valores de força de adesão teórica, dos materiais pulverulentos investigados, ficaram bem distantes dos valores de força de adesão experimental, sendo de 35% e de 45% os desvios para o material pulverulento inorgânico quando utilizou-se o substrato de aço inoxidável e de vidro, respectivamente, e 75% os desvios obtidos para o material pulverulento orgânico para ambos os substratos investigados.

A força de adesão teórica é influenciada somente pela interação das partículas com as superfícies através da energia superficial, enquanto que a força de adesão experimental é influenciada através da velocidade angular de compressão sobre as partículas, provocando, desta maneira, uma deformação elástica dessas partículas sobre a superfície dos substratos e o conseqüente aumento da força de adesão.

Os valores da distância de separação efetiva (z0) obtidos para o concentrado fosfático

mantiveram-se constantes quando foram utilizados os substratos construídos de aço

inoxidável, de PVC e de Teflon, para as velocidades angulares de compressão de 1000,

de 2000 e de 5000 rpm. Quando se utilizou o substrato construído de vidro, a distância de separação efetiva entre a superfície das partículas do material pulverulento inorgânico e a superfície deste substrato apresentou valores decrescentes.

A distância de separação efetiva entre as superfícies das partículas de concentrado fosfático e de polvilho doce e a superfície dos substratos construídos de aço inoxidável e de vidro apresentaram valores decrescentes quando aplicou-se a velocidade angular de compressão de 10000 rpm.

Conclusões 84

Os maiores valores de distância de separação efetiva entre as superfícies das partículas de

concentrado fosfático e a superfície dos substratos foram para o Teflon, seguida para o

PVC, para o aço inoxidável e por último para o substrato de vidro.

Todos os valores, obtidos para a distância de separação efetiva (z0) entre a superfície das

partículas de concentrado fosfático e a superfície dos substratos, estão dentro da faixa de valores sugeridos por Shubert (1981).

Alguns valores de z0, obtidos para o material pulverulento orgânico, polvilho doce, não

são da mesma ordem de grandeza da menor distância possível entre duas superfícies.

Os valores de distância de separação efetiva (z0) entre as superfícies dos materiais

pulverulentos e a superfície dos substratos, possuem uma variação muito pequena de z0

com o diâmetro da partícula, mostrando que z0 é fracamente dependente ao tamanho de

partícula para a faixa de diâmetro investigada neste trabalho.

O planejamento fatorial estatístico, 2k

+ 5 pontos centrais, comprovou que o termo linear para a velocidade angular de compressão e o termo linear para o diâmetro médio de partícula são parâmetros significativos (limite de confiança de 95%) sobre a variável resposta força de adesão.

Conclusão Final

Pela definição da força de adesão e da força centrífuga apresentadas neste trabalho, a conclusão final desta tese de doutorado, é que os resultados físicos de força de adesão partícula- substrato obtidos através da técnica centrífuga são persistentes com a metodologia e as condições assumidas neste trabalho, pois, conforme exposto, no equilíbrio, a grandeza da força centrífuga aplicada iguala-se a força de adesão, mas com sinal oposto.

E através dos resultados de reprodutibilidade da velocidade angular de compressão, conclui-se que a pressão de aplicação do contato das partículas dos materiais pulverulentos sobre a superfície dos substratos, além de possuir influência direta na força de adesão partícula-

Benzer Belgeler