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6. BULGULAR VE YORUMLAR

6.2. Diyetisyenlerin Instagram Üzerinden Paylaştıkların İçeriklere İlişkin

O RCNEI (1998), documento oficial que tem como propósito nortear o trabalho dos professores que atuam com crianças pequenas, ao abordar questões inerentes aos princípios éticos, políticos e estéticos preconizados nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil12 enfatiza, categoricamente, o perfil desse profissional (v. 1, p. 41). De acordo com esse documento, ele deve possuir competência polivalente no sentido de que, “ao professor cabe trabalhar com conteúdos de natureza diversas que abrangem desde cuidados básicos essenciais” (higiene, saúde, alimentação, repouso) até “conhecimentos específicos provenientes das diversas áreas de conhecimento” (Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade e Matemática). Tais áreas, segundo Kuhlmann Jr. (2005), subordinam-se à estrutura funcional do ensino fundamental, conforme registra este trecho:

É claro que a educação infantil não pode deixar de lado a preocupação com uma articulação com o ensino fundamental, especialmente para as crianças mais velhas que logo mais estarão na escola e que se interessam por aprender a ler, escrever e contar. Isso poderia ser resolvido muito mais facilmente se houvesse clareza quanto ao caráter da educação infantil, se a criança fosse tomada como ponto de partida e não um ensino fundamental pré-existente (KULHMANN JÚNIOR. 2005, p. 64).

Pinto (2000-2001), também questiona a abordagem educacional baseada no modelo de disciplinas curriculares segundo a qual “vai privilegiar a criança-aluno em

detrimento da criança-criança, representando riscos concretos de redução ou mesmo destruição do tempo da infância” (PINTO, 2001, p. 3). Completando a sua análise do modelo proposto pelo RCNEI, ela afirma:

A criança precisa ter garantidas formas didático-pedagógicas que possibilitem a conquista da criatividade e da autonomia, conceitos necessários e fundamentais para a formação de crianças cidadãs. A especificidade do infantil deve ser compreendida no contexto da cultura da infância como formas específicas de ser, estar, agir e sentir. Ou seja, a criança constrói/gera cultura nas formas específicas com que explora o meio ambiente; estabelece relações afetivas com outras crianças e com os adultos; comunica e compreende sentimentos, valores, atitudes; ressignifica objetos, entre outros. Para tanto, utiliza diferentes linguagens, expressando tal cultura em palavras, gestos, olhares, choro, riso, silêncio, imitação... (PINTO, 2000- 2001, p. 5).

Para a efetivação de uma proposta pedagógica que esteja em harmonia com as diretrizes estabelecidas na política nacional de educação infantil, parece-nos importante e necessário não só o professor ter domínio dos saberes específicos provenientes das diversas áreas de conhecimento, mas também ter ciência do conhecimento dos alunos e de como eles aprendem, conforme observa Campos (1999):

A importância do domínio sobre os conteúdos é evidente; entretanto, se em lugar de uma concepção pedagógica tradicional, na qual o papel do professor é central, adote-se uma concepção que entende os alunos como aprendizes ativos, tendo o professor o papel de criar condições favoráveis para a ampliação de seus conhecimentos e de incentivo para que se tornem aprendizes inquisitivos, criativos e críticos, ao lado do domínio dos conteúdos é preciso que o professor conheça muito bem a fase de desenvolvimento em que os alunos se encontram, suas características culturais, sociais, étnicas, de gênero, de qual realidade eles partem e como aprendem (CAMPOS, 1999, p. 137).

Entretanto, assegura Campos (2007, p. 138), atingir esse patamar de formação de professores de educação infantil torna-se muito difícil se levarmos em conta o contingente de professores e educadores leigos. A maioria sequer possui o nível básico de escolaridade. Trata-se de exigências que, numa perspectiva profissional, só serão alcançadas se for garantido, como ponto de partida, um patamar mínimo de instrução.

Silva (2008), ainda, acrescenta que:

Quando se trata de crianças muito pequenas, especialmente quando atendidas em período integral – o que, no Brasil, não possui identidade com a ideia de escola -, a prática se estabelece com base na instituição que historicamente se encarregou do cuidado e da socialização da primeira infância: a família.

Enquanto na escola de Ensino Fundamental a entrada desses elementos pode ser apreendida por meio do processo de feminização do magistério, o trabalho em creche já nasce como um ocupação feminina. Isso faz das tarefas historicamente associadas a funções tidas como próprias da mulher na nossa cultura, como o cuidado das crianças, carregado de forte carga de afetividade,

algo “naturalmente” pertinente às relações nas creches (SILVA, 2008, p. 130-

1, grifo do autor).

Considerando, então, que esses professores não possuem formação pedagógica, para enfrentar as dificuldades e os desafios que lhe são colocados, a preparação da docência para esse nível de ensino se impõe. Nesse nível “as perplexidades, as contradições e os choques de modelos de formação são ainda mais intensos do que nas etapas seguintes, pois o impacto das reformas mais abrangentes somou-se a problemas preexistentes ainda não superados” (CAMPOS, 2007, p. 138).

Isso nos remete à importância e a necessidade de formação específica para profissionais dessa modalidade educacional, dada à especificidade dessa faixa etária. Assim, para exercerem uma prática de qualidade, os professores devem ter consciência da realidade dessas crianças.

A esse respeito, Kishimoto (2009) assim se refere:

Os programas de formação profissional vigentes sinalizam a necessidade de definição de um perfil profissional mais adequado às funções exercidas em creches e pré-escolas e o reconhecimento da ausência de tradição no atendimento a crianças pequenas de creches. Diante desses desafios, a integração entre o cuidado e a educação de crianças, especificamente das creches, começa a ser estudada no Brasil. O tipo de relações entre adultos e crianças muito pequenas, ocultas na prática de maternagem, a premissa de que bastava ser mulher para cuidar de crianças pequenas, começa a ser questionada, exigindo a formação especializada. O pouco valor atribuído à educação das crianças de zero a três anos e o acelerado processo de escolarização das maiores de quatro a seis anos aumentam a distância entre esses dois segmentos. O baixo nível de identidade profissional reflete-se nas denominações como pajens, crecheiras, monitoras, auxiliares de creche e indefinição da atividade exercida. Para as maiores, práticas de antecipação de escolaridade, típicas do ensino fundamental, desrespeitam a forma de compreensão do mundo pela criança (KISHIMOTO, 2009, p. 45).

A necessidade de construção de um novo perfil para o profissional da educação infantil, leva Morsiani e Orsoni (1997) a discutirem a formação prévia e em serviço dos professores. Concluem que os professores devem adquirir saber, saber ser, saber interagir e saber fazer. Em síntese, segundo as autoras, os quatro saberes completam-se e constituem o perfil desejável do professor de educação infantil, como detalha o trecho abaixo:

Saber: [...] o que se refere aos conteúdos da formação de base e à importância da cultura, permitindo o confronto do conhecimento teórico com a situação real vivida com as crianças; saber ser: [...] é necessário que exista uma estrutura de apoio na instituição, [...] prevendo momentos de descanso e rodízio de funções; saber interagir: os professores precisam interagir com

vários “outros” e não só com o aluno [...] e; saber fazer: para desempenhar

bem seu trabalho cotidiano, os professores precisam aprender a refletir sobre sua prática, construindo um projeto educativo próprio, utilizando a documentação, a avaliação, a pesquisa e a observação (MORSIANI E ORSONI, apud CAMPOS, 1999, p. 139, grifos do autor).

Por sua vez, Kramer (2005a), reflete sobre questões políticas, econômicas, sociais e culturais que afetam as políticas públicas de formação. Quanto às questões de natureza política e econômica, a autora chama a atenção para a convivência na educação infantil com paradoxos de uma realidade em que diferentes instâncias (federal, estadual e municipal) e instituições atendem às crianças de zero a cinco anos. Daí ocorrem exigências distintas não só quanto à formação inicial, como também quanto ao processo de formação. Tal situação se agrava quando resoluções e deliberações estaduais e municipais se confrontam, fazendo leituras diferenciadas da legislação em vigor, em especial, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil13.

Ainda, segundo Kramer (2005a), tais conflitos geram, nos profissionais, principalmente nos que atuam em creches e pré-escolas, incertezas quanto ao que lhes será exigido com relação à formação inicial e ao processo de formação continuada. Mas essas contradições não causam surpresas, pois, na prática, vimos conciliar uma realidade em que estão inseridos profissionais com diversos níveis de escolaridade.

Para Silva (2008), a observação de Kramer (2005a) é pertinente, uma vez que:

Tendo como base para definição da capacidade de trabalho elementos ligados às características pessoais, subjetivas, adquiridas ao longo da própria socialização, o olhar lançado sobre a criança expressa uma projeção de sua próprias vivências infantis. É a sua história pessoal que orienta a interpretação sobre as atitudes da criança com a qual trabalha e que serve de balizamento para o seu comportamento dentro e fora do trabalho (SILVA, 2008, p. 155-6).

Além disso, é fato um grande contingente de profissionais não habilitados que se dedicam ao atendimento de grande parcela da população de zero a cinco anos, buscando prover a omissão e ineficiência do Poder Público. Acrescentamos a esta realidade, o

grande número de creches e pré-escolas do segmento privado que vão à contramão da legislação, não só por não oferecer instalações adequadas, mas também por apresentarem em seus quadros, uma formação inadequada dos profissionais.

Explica Machado (2000):

Com seu conjunto de prescrições e, especialmente, com a exigência de formação prévia e apropriada para o trabalho com crianças pequenas, a LDB legitima iniciativas no campo da educação infantil visando à recomposição do cenário no qual instituições, adultos e crianças pequenas convivem cotidianamente. Até a promulgação da LDB, os cursos que preparavam os profissionais para atuarem nos sistemas educacionais não tinham como tarefa implícita incorporar temas relativos ao cuidado e à educação de bebês ou sobre o atendimento da criança em período integral, mesmo que eventualmente o fizessem. Doravante a exigência de profissionais com a formação específica impõe-se como uma das estratégias de incorporar o atendimento a crianças na faixa etária inferior a 4 anos dentro dos padrões de atendimento estabelecido pelos sistemas educacionais, o que implica um retorno aos estudos do pessoal que já atua na área, porém sem habilitação específica para tanto (MACHADO, 2000, p. 194).

O fato é que, num primeiro instante, é imputado ao Estado o dever de oferecer creche e pré-escola às crianças de zero a cinco anos (LDB, art. 4°, IV). Isso requer ações educativas de qualidade através da formação e do preparo de profissionais para esse nível de ensino. Entretanto, ainda hoje, a formação de nível superior exigida por lei não atingiu o nível desejado e não está ainda universalizada no País14.

Argumenta Nunes (2007):

Continuamos convivendo com uma formação mínima em que os cursos normais de nível médio ainda têm um papel a cumprir e continuam sendo procurados nos municípios mais pobres por uma população que em muitos casos, sem opção, não encontra vagas nas escolas públicas de formação de nível médio. A profissão docente não é mais tão desejada pelos jovens, sequer os mais pobres (NUNES, 2007, p. 128).

As reformas educativas das últimas duas décadas que vieram contemplar a educação infantil como primeiro nível educacional, incluindo aí os primeiros anos de vida, zero a três anos, estão hoje consolidadas no que se refere ao atendimento das crianças maiores (pré-escola). No entanto, ainda defasadas, ou pouco abrangentes para as crianças menores de três anos, faixa etária correspondente à creche.

Campos (2007), assim analisa a questão:

14

As Diretrizes Curriculares para os cursos de Pedagogia, que determinam a oferta obrigatória da habilitação em docência na Educação Infantil, são de 15 de maio de 2006 (Brasil, 2006).

Os modelos de formação e recrutamento de professores seguem essa compartimentação, que possui um longo legado histórico. Pode-se dizer que a educadora de creche, da qual pouco se exige em termos de formação prévia, ainda segue o antigo modelo [...], de uma identidade profissional totalmente baseada em disposições de caráter individual e saberes de experiência, fortemente relacionados ao âmbito doméstico. Por outro lado, a professora de pré-escola possui uma identidade profissional muito próxima da professora primária, em que já há lugar para conhecimentos especializados sobre psicologia e didática, sendo que, em diversos países, como no Brasil, sua formação e carreira são equivalentes (CAMPOS, 2007, p.138).

Além disso, segundo determinações contidas na LDB, a formação específica dos profissionais de educação infantil mostra-se complexa, merecendo destaque especial. Além do caráter de pré-requisito para o exercício de funções docentes e não docentes, o que está posto sobre a educação infantil conduz ao encaminhamento e à inclusão de temas específicos à formação dos que atuam na área, como desenvolvimento infantil e criação de projetos pedagógicos, nunca se esquecendo da faixa etária que vai do nascimento aos seis anos de idade, podendo abranger período parcial ou integral de atendimento.

Sobre isso, Campos (2007), assinala:

A absorção da creche no sistema educacional trouxe, assim, novas demandas para a educadora de creche, no sentido de transformá-la em professora. No entanto, essa tendência encontra dificuldades, não só de ordem prática, mas também relativas ao choque desse modelo mais escolar e formal com os modelos pedagógicos próprios da educação infantil, que, pelo menos no plano das intenções, enfatizam a brincadeira e a livre expressão, diferentemente dos modelos que fundamentam a formação docente tradicional (CAMPOS, 2007, p. 138).

Outro ponto nos chama a atenção acerca da formulação das propostas pedagógicas. Com as novas exigências à educação infantil, crescem as expectativas quanto ao papel dos professores desse nível de ensino. Para tal, espera-se que sua formação lhe dê conhecimento técnico e desenvolvimento de habilidades para propor e realizar atividades variadas com as crianças. Deve ser um mediador eficiente das interações entre as crianças e competente no momento de por em ação a proposta pedagógica elaborada pela instituição, promovendo a autorreflexão e a autocrítica possibilitando mudanças e avanços de sua prática.

O que queremos dizer é que desafios complexos precisam ser enfrentados com vistas a superar as inadequações do processo formativo. As mudanças propostas pela atual LDB já sinalizam mudanças ao indicar maior escolaridade, definindo o curso

superior como meta educacional para todos os professores que atuem na faixa etária de zero a cinco anos, independentemente da faixa etária com a qual trabalhará. A ideia de que a prática por si só garante a competência para o trabalho na pré-escola já está superada; resta, então, ampliá-la, também à creche.

O processo de formação dos educadores infantis deve igualmente assegurar-lhes a crítica e a reflexão sistemática entre os aspectos cotidianos de sua prática pedagógica e aqueles advindos dos textos teóricos e acadêmicos, e por eles condicionados. Acreditamos, que, assim, os professores adquirirão uma autonomia que os possibilite e assegure-lhes uma atuação profissional transformadora, comprometida com a realidade social e cultural das crianças.

Em tese de doutorado apresentada à Universidade Federal Fluminense (UFF), Aquino (2002) reconhece que a formação dos professores de Educação Infantil deve ser entendida como necessidade e direito desses profissionais, conforme podemos observar neste trecho:

Como o grau de escolaridade e qualificação específica para o desempenho profissional de cuidado e educação de crianças pequenas influenciam decisivamente sobre a qualidade do serviço, há necessidade de investir na formação dos professores de Educação Infantil tanto na formação prévia, destinada àqueles que pretendem ingressar na carreira, como na formação continuada (ou em serviço), para profissionais já experientes que construíram seus saberes no fazer cotidiano e no intercâmbio com seus colegas (AQUINO, 2002, p. 17).

Assim, pensar a formação de professores é preocupar-se em assegurar-lhes conhecimentos e competências profissionais para um trabalho de qualidade, permitindo- lhes refletir constantemente sobre sua prática, como um crítico, como um pesquisador que busca entender não apenas seus próprios processos de aquisição de conhecimentos, mas também os das crianças. Por conseguinte, a formação do profissional desse nível de ensino requer conhecimentos que vão além dos meramente acadêmicos ou técnicos. Mais do que isso, requer o reconhecimento da profissionalização como um direito: não apenas o direito da criança de receber melhor atendimento, mas também o do educador de ter acesso aos bens educacionais e culturais da nossa sociedade.

Ressalta Kramer (2005a):

A formação de profissionais da educação infantil precisa ressaltar a dimensão cultural da vida das crianças e dos adultos com os quais convivem, apontando para a possibilidade de as crianças aprenderem com a história vivida e narrada pelos mais velhos, do mesmo modo a que os adultos concebam a

criança como sujeito histórico, social e cultural. Reconhecer a especificidade da infância – sua capacidade de criação e imaginação – requer que medidas concretas sejam tomadas, requer que posturas concretas sejam assumidas. A educação da criança de 0 a 6 anos tem o papel de valorizar os conhecimentos que as crianças possuem e garantir a aquisição de novos conhecimentos, mas, para tanto, requer um profissional que reconheça as características da infância. [...] Apesar de, com ou sem projetos do MEC, ou de secretarias, os profissionais designados para essa tarefa, os que atuam com crianças precisam assumir a reflexão sobre a prática, o estudo crítico das teorias que ajudam a compreender as práticas, criando estratégias de ação, rechaçando receitas ou manuais. O eixo norteador precisa ser a prática aliada à reflexão crítica, tendo a linguagem como elemento central que possibilita a reflexão, interação e transformação dos processos de formação em espaços de pluralidade de vozes e conquista da palavra (KRAMER, 2005a, p. 129).

Campos (2007), analisando a atual situação da educadora de creche, chama a atenção para a emergência de concretização e expansão da formação do educador infantil, principalmente daquele que convive e interage com as crianças muito pequenas no cotidiano do espaço escolar das creches. Ressalta a autora que não é suficiente ter leis que garantam sua formação apenas no papel, ou uma infinidade de pesquisas e teorias desenvolvidas e criadas sobre o universo infantil. E acrescenta:

Dessa maneira, ao mesmo tempo em que a LDB traz a meta da formação em nível superior, os sistemas precisam enfrentar o desafio de formar um contingente expressivo de educadoras leigas que já atuam nas creches públicas e conveniadas, muitas das quais não possuem sequer o diploma de ensino médio (CAMPOS, 2007, p. 138).

Do mesmo modo, Kramer (2005b), analisando as práticas de formação dirigidas aos profissionais da educação infantil afirma: “É necessário conhecer e considerar esses saberes, construídos a partir das dimensões da profissionalidade desses professores, para que tais práticas sejam capazes de promover a autonomia dos sujeitos” (KRAMER, 2005b, p. 170).

Diante do exposto, diríamos que pensar na formação dos profissionais é questionar como e onde essa formação é realizada e em que medida a apropriação do conhecimento pedagógico tem sido utilizada na prática docente cotidiana. Mais do que isso, é questionar: como se dá a articulação do conhecimento concretizado no discurso e a sua articulação na prática?

A partir dessas considerações é que pensamos ser fundamental discutir a formação do professor de educação infantil pela leitura dos cursos envolvidos e responsáveis por essa formação.

4.4. Cursos de Pedagogia e Normal Superior: formação dos profissionais para

Benzer Belgeler