B) Varsayımlar
1.8. Dikte Derslerinde Kullanılan Yöntem ve Kaynaklar
Regime Geral da Previdência Social. Com este objetivo foram construídas tábuas seletas e últimas de mortalidade para cada sexo, a partir dos registros
rtalidade, procurou-se situar a
ficou-se que, neste período, as aposentadorias por invalidez foram o benefício com maior número de concessões aos homens
no período. As diferenças nestas porcentagens são, em parte, resultado das diferenças nas regras de concessão de
foi de aposentadorias por idade.
sentadorias por invalidez foram mais freqüentes entre os homens do que entre as mulheres. Para clientela
facultativos.
ntrada em aposentadoria por invalidez das mulheres é mais envelhecida do que aquelas dos Neste estudo, procurou-se retratar o processo de mortalidade dos aposentados por invalidez, de clientela urbana, do
administrativos da DATAPREV, relativos a todos os beneficiários de aposentadoria por invalidez, cujos benefícios estiveram ativos entre 01/01/1999 e 31/12/2002.
Antes de proceder à construção das tábuas de mo
importância das aposentadorias por invalidez, dentre as aposentadorias concedidas pelo RGPS, utilizando as informações sobre os benefícios de aposentadorias iniciados entre 01/01/1999 e 31/12/2003, de clientela urbana e rural. Como resultado, veri
de clientela urbana, correspondendo a 40,53% das aposentadorias iniciadas no período. Para as mulheres de clientela urbana, este foi o segundo benefício em número de concessões, responsável por 34,81% das aposentadorias iniciadas
aposentadorias por idade e tempo de contribuição para homens e mulheres. As aposentadorias por invalidez foram, na sua maioria (86,53%), concedidas à clientela urbana. Dentre as aposentadorias rurais concedidas no período, a maioria
Observando as distribuições das aposentadorias, segundo a condição de filiação do segurado na DIB, notou-se que elas são dependentes desta condição. Com exceção dos segurados facultativos, para as demais categorias de filiação dos beneficiários na DIB, as apo
urbana, as aposentadorias por tempo de contribuição também foram mais freqüentes entre os homens do que entre as mulheres, com exceção dos beneficiários que, na DIB, eram segurados facultativos e domésticos. Por outro lado, as aposentadorias por idade foram mais freqüentes entre as mulheres, para todas as categorias de filiação ao RGPS, na DIB, com exceção dos
As aposentadorias por invalidez, iniciadas entre 01/01/1999 e 31/12/2003, foram descritas quanto à idade de entrada em benefício. Verificou-se que a distribuição das idades de e
homens e que a porcentagem de mulheres aposentando-se por invalidez, depois de terem atingido as idades mínimas exigidas para concessão das aposentadorias por idade. são muito maiores para as mulheres do que para os homens, principalmente para os beneficiários que eram na DIB segurados individuais ou facultativos. Possivelmente. estes grupos ingressaram
arência
orias por invalidez, iniciadas entre 01/01/1998 e 31/12/2003, também foram caracterizadas segundo os capítulos da CID10 que originaram o benefício. As doenças
porcentagem de aposentadorias por doenças ósseo-musculares, entre as
inui com a idade, as porcentagens de aposentadorias por doenças ósseo-musculares aumentam com a idade. Ao analisar a tendência do padrão de
ez. Isto ocorreu de forma mais acentuada entre as mulheres. Para elas, as doenças ósseo-musculares já eram, em 2003, a principal causa de
cessão de aposentadorias por invalidez.
reabilitação dos trabalhadores aposentados.
a partir dos registros administrativos de todos os beneficiários de aposentadoria por invalidez cujos benefícios estiveram ativos, em algum momento, do período compreendido entre 01/01/1999 e 31/12/2002. Modelos paramétricos de Poisson foram mais tardiamente no RGPS ou apresentaram um padrão de contribuição ao RGPS mais irregular, chegando às idades exigidas para aposentadoria por idade sem cumprirem a c
para recebimento deste benefício. As aposentad
circulatórias foram a principal causa de aposentadorias por invalidez neste período. As principais diferenças observadas no padrão de causas de invalidez de homens e mulheres foram a maior
mulheres, e a maior porcentagem de aposentadorias por lesões, envenenamentos e conseqüências de causas externas, entre os homens. Enquanto a porcentagem de aposentadorias causadas por lesões dim
causas no período 1998-2003, os principais resultados observados foram a redução na participação das doenças circulatórias e o aumento na participação das doenças ósseo- musculares, como causas de invalid
concessão de aposentadorias por invalidez, enquanto para os homens, caso mantenha-se a tendência observada, as doenças ósseo-musculares, se já não são, provavelmente serão, em breve, a principal causa de con
Espera-se que o conhecimento do padrão de causas de concessão das aposentadorias por invalidez possa ser útil no planejamento de políticas de prevenção de invalidez e de
Para a construção das tábuas seletas de mortalidade de homens e mulheres, as taxas brutas de mortalidade, por idade simples e duração do benefício, foram estimadas, por máxima verossimilhança,
utilizados para obter estimativas suaves das intensidades de mortalidade dos aposentados por invalidez, como função das variáveis “idade alcançada pelo segurado” e “logaritmo duração da invalidez”. A partir das taxas de mortalidade suavizadas, tábuas seletas e últimas de
do, o efeito da duração da invalidez sobre as taxas de mortalidade foi maior nos primeiros anos de aposentadoria, diminuindo com o aumento da idade alcançada pelo
cançadas, acima dos 70 anos foram muito parecidas, independentes da duração do benefício. Um fato diferente
usas de mortalidade no primeiro ano de invalidez.
ças de vida dos aposentados por invalidez do sexo masculino são superiores àquelas observadas para o sexo masculino, além da existência de maior variabilidade nas idades de
ais heterogênea do que
diferentes, o que deve estar associado ao padrão de causas de invalidez e às variações nas taxas de mortalidade dos aposentados, segundo estas causas. As doenças que mais
as mortes no primeiro ano de aposentadoria estão concentradas entre os aposentados por neoplasias. A segunda, porque as doenças circulatórias
nvalidez, sobreviventes ao período de seleção, com as esperanças de vida estimadas pelo IBGE para a população
rasileira, ano 2000, mostrou que as esperanças de vida dos aposentados por invalidez são mortalidade foram construídas para homens e mulheres. Períodos de seleção de 20 e 25 anos foram considerados para homens e mulheres, respectivamente.
Como espera
beneficiário. Com o aumento da idade, o efeito da duração da invalidez tende a diminuir, à medida que as condições de saúde dos aposentados por invalidez tendem a se tornar mais homogêneas. Para ambos os sexos, as taxas de mortalidade nas idades al
observado para as mulheres, no primeiro ano de duração de benefício, foi a diminuição das taxas de mortalidade com o aumento da duração do benefício, explicado, em parte, pelo padrão de ca
A comparação das tábuas seletas e últimas de homens e mulheres revelou que as esperan
morte das mulheres, para todas as idades de seleção. Este último resultado indica que a condição de saúde das mulheres, ao se aposentarem por invalidez, é m
aquela observada para o sexo masculino.
Os padrões de mortalidade de homens e mulheres, no primeiro ano de benefício, são muito
contribuíram para a mortalidade no primeiro ano de invalidez foram as neoplasias e as doenças circulatórias. A primeira, porque
foram a principal causa de invalidez no período estudado.
A comparação das esperanças de vida dos aposentados por i
menores do que aquelas estimadas para a população e, também, que os diferenciais por sexo são maiores entre os aposentados por invalidez.
Apesar das diferenças existentes entre os benefícios de aposentadoria por invalidez do
s da SSA. Em ambos os casos as esperanças de vida das mulheres são maiores do que aquelas observadas para os homens, embora os diferenciais sejam maiores
lidez do RGPS, sejam úteis na realização de projeções sobre o número de
tem a ser estudado sobre entrada e saída da condição dos segurados do RGPS da condição de aposentado por invalidez. Durante a condução deste estudo idéias de
eis de mortalidade dos beneficiários. A primeira sugestão de trabalho futuro é a replicação periódica deste estudo, de
o impacto de mudanças no padrão de causas de invalidez sobre a mortalidade
s informações sobre os segurados do RGPS expostos ao risco de aposentadoria por invalidez, este objetivo foi RGPS e de “disability insurance”, da SSA, as esperanças de vida estimadas neste estudo para os beneficiários do RGPS foram comparadas com aquelas estimadas por ZAYATZ (2005) para os beneficiário
para os beneficiários do RGPS do para aqueles da SSA.
Espera-se que as tábuas seletas e últimas, construídas neste trabalho, para os aposentados por inva
beneficiários e na estimação dos gastos com este benefício. Embora o grupo de aposentados por invalidez seja um grupo seleto de pessoas, espera-se, também, que os resultados obtidos neste estudo contribuam para o conhecimento do ainda pouco conhecido padrão de mortalidade da população brasileira.
Muito ainda
trabalhos futuros relacionadas com este tema foram surgindo. Algumas delas são apresentadas a seguir.
Como observado, o padrão de causas de concessão de aposentadorias por invalidez tem- se modificado, o que tem implicações sobre o padrão e os nív
modo que probabilidades de mortalidade de inválidos sejam sempre disponíveis.
Outra questão relevante é a construção de tábuas de mortalidade para cada causa de invalidez. O conhecimento das probabilidades de morte por causa de invalidez permitiria avaliar qual
geral dos aposentados por invalidez.
Para a realização de projeções atuariais de beneficiários, é necessário que se conheçam, também, as probabilidades de entrada em invalidez. Esta era uma questão presente na primeira formulação dos objetivos deste trabalho. Devido às limitações da
deixado de lado. Porém, é importante que estudos sejam realizados para estimar estas probabilidades.
Neste estudo não foram considerados os benefícios de incapacidade temporária do RGPS, os auxílios doença previdenciários e acidentários. Para estes benefícios, várias questões
oença ao absenteísmo ao trabalho propiciará informações relevantes para a formulação de políticas de prevenção e de redução dos custos previdenciários.
am desenvolvidos.
merecem estudo. Uma delas é a caracterização das entradas e saídas deste benefício. Outra, a estimação da participação de diferentes categorias de doença nos custos com este benefício, em termos de dias de trabalho perdidos. A quantificação da contribuição das diferentes causas de concessão do auxílio d
A carência de estudos sobre invalidez continua. Espera-se que a contribuição deste trabalho seja útil para o entendimento deste tema e que outros trabalhos nesta área sej
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, são apresentadas as distribuições ausa d nvalidez dos benefícios de
aposentadorias por invalid 01/01/ e 31/12 e as categorias
da lista especial para tabulação de morbidade da CI OMS, 199 a capítulo. Na
ba dado informações sobr CID, um nte à primeira perícia realizada
pelo benef i lt s de doenças
sã s a segundo a concordância ou discordância da CID a perícia
com a com a 1ª perícia, para cada sexo. Alguns í s esentavam a
class da idez pela CID 9 e outros tinham a infor e
in z era orada
Anexo A - Classificação dos benefíci
iniciados entre 01/01/2000 e 31/12/2003,
Neste anexo se de o clas ificação validesegundo as categorias da lista
orbidades da CID1
das c 2000 D 10 ( a refere s e iez, iniciados entre /2003, s gundo
3), p ra cada s há duas e a ic ific ári das
o e outra referente à ú ima perícia. Nas tabelas seguintes as causa registrada na últim
CID registrada na benef cio apr
inval mação sobre a causa d
TABELA A 1: Brasil - Distribuição das aposentadoria por invalidez iniciadas entre 01/01/2000 e 31/12/2003, por categorias da lista especial de classificação de