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3. DENEYSEL ÇALIŞMALAR

3.2 Deneylerin Yapılışı

No desenvolvimento da pesquisa foram aplicados 400 questionários para os estudantes, dos quais 389 foram respondidos. Quanto ao corpo docente, 39 professores devolveram o questionário de um total de 40 distribuídos.

Durante a aplicação dos questionários ficou evidenciado o interesse do corpo docente e discente da instituição em responder as questões propostas. Outro fator interessante é que ambos os segmentos demonstraram a vontade em conhecer melhor a gestão do Departamento e sua efetividade.

A análise das respostas dos questionários, tanto dos estudantes, quanto dos professores, pode ser vista a partir dos gráficos abaixo.

Gráfico 01: No DCH Campus IX os estudantes e professores são tratados com respeito, independentemente de suas opiniões.

0 2 4 6 8 10 12 14 16 Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião Professores Qtde Estudantes Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

Pelo gráfico vê-se uma convergência de opiniões dos dois segmentos pesquisados. Ambos concordam parcialmente que são tratados com respeito na organização. A questão é importante porque, segundo Sacristán (1999, p. 57), a democracia é “um conjunto de procedimentos para viver racionalmente. São os cidadãos livres que determinam a si mesmos como indivíduos e coletivamente”. A Constituição Federal de 1988 e a legislação educacional brasileira reafirmam o valor da democracia. Num contexto democrático é importante a construção de práticas diárias de manifestação de respeito aos indivíduos da instituição, articulando a função social da educação e o respeito aos direitos individuais e coletivos, onde os cidadãos possam conviver democraticamente.

Gráfico 02: O gestor do DCH Campus IX é aberto a receber e reconhecer as opiniões e contribuições de seus estudantes e professores.

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Estudantes

Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

As organizações de maneira geral implantam práticas de participação de seus membros nas decisões para solucionarem os problemas que vão surgindo. O ato de ouvir e acatar as opiniões e contribuições favorece a articulação do processo da gestão democrática no ambiente institucional. O sucesso e a efetividade do trabalho pedagógico na universidade dependem, muitas vezes, de uma gestão profissional competente. Ao fazer uma leitura dos gráficos acima, percebe-se que ambos os segmentos, professores e estudantes, concordam parcialmente que o gestor recebe e reconhece as opiniões e contribuições dos sujeitos da organização. Assim, ao estabelecer e fortalecer uma inter-relação entre as sugestões e a execução de

novas práticas de planejamento e gestão, o gestor permite uma visão estratégica do trabalho desenvolvido e possibilita uma condução prospectiva de todo o processo.

Gráfico 03: O gestor do DCH Campus IX explica adequadamente aos estudantes e professores o motivo das decisões que são tomadas.

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A comunicação é inerente à organização. Ela deve ser entendida não como uma prática linear, mas sim, como um processo dinâmico e relacional entre os indivíduos e os diversos setores da instituição. Na sua Teoria da Ação Comunicativa, Habermas (1989) preconiza que a emancipação e a libertação dos sujeitos acontecem por meio de um processo permanente de interação, com vistas a construir uma verdade coletivamente elaborada e socialmente aceita, agindo comunicativamente. Assim, os dados acima demonstram que tanto os estudantes quanto os professores discordam do processo comunicativo instaurado no Campus IX, pois o gestor não viabiliza ou explica adequadamente aos seus pares as decisões tomadas. Ressalta-se que as ações comunicativas precisam ser direcionadas por uma política comunicacional contínua e integrada entre o ambiente interno e o institucional, primando por uma prática eficaz e eficiente na comunidade acadêmica.

Gráfico 04: Existe um relacionamento de cooperação entre os estudantes, professores e o gestor do DCH Campus IX.

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Estudantes

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Capacidade de articulação é competência importante para o desenvolvimento de uma gestão efetivamente útil e caracteriza um foco essencial para um dirigente institucional. O trabalho de uma equipe deve estar associado às capacidades e aptidões dos membros da organização em busca de resultados satisfatórios e coerentes com a realidade educacional. Nessa atuação, o gestor exerce sua liderança promovendo mudanças significativas no ambiente, estabelecendo uma rede de cooperação entre todos, por meio de uma ação participativa e integrada. Os dados dos gráficos mostram que 50% dos professores e dos estudantes apontam que não existe um clima de cooperação no Departamento. É importante, portanto, possibilitar uma reflexão crítica coletiva sobre o assunto. Esta reflexão irá orientar o processo de transformação do papel do gestor, alargando a sua visão de conjunto e o seu significado social.

Gráfico 05: Você participa da definição das metas e dos objetivos relacionados às atividades do DCH Campus IX.

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Estudantes

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Lück (2006, p. 44) alerta que “participar implica compartilhar poder, implica compartilhar responsabilidades por decisões tomadas em conjunto como uma coletividade, no sentido da melhoria contínua e transformações necessárias”. A gestão democrática se fundamenta no princípio da participação como expressão de mudança, de convivência social, a partir de uma construção coletiva. Segundo Foucault (1984), o jogo do poder se constitui no problema central de relações sociais. Coordenar e gerir uma equipe de trabalho implica compartilhar poder. O exercício do poder influencia as pessoas e, conseqüentemente, a instituição. Diante do conceito de participação e de poder, é possível analisar os dados dos professores e dos estudantes onde ambos discordam do processo de participação do Campus IX, no que diz respeito à elaboração de metas e objetivos. Thompson Jr. e Strickland (2002, p. 311), colocam que “a implementação da estratégia é principalmente uma atividade orientada para as operações, que gira em torno do gerenciamento de pessoas e processos de negócios. A tarefa é a de converter estratégias em ações, para que os objetivos sejam alcançados”. Torna-se evidente a necessidade de priorizar a gestão a partir da elaboração do plano de trabalho pedagógico, discutindo o planejamento como uma atividade relevante no processo de gestão de qualquer organização, percebido como instrumento de superação das dificuldades e de motivação para alcançar os objetivos da coletividade.

Gráfico 06: Você confia nas decisões tomadas pelo gestor do DCH Campus IX.

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Estudantes

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Confiança é sinonimo de credibilidade, de reciprocidade, de segurança, de sinceridade afetiva, características de sucesso do trabalho do gestor. A confiança perpassa as ações de um trabalho compartilhado que traduz os valores do grupo. É um processo coordenado pelo gestor, onde é indispensável a presença de liderança

para conduzir o grupo. “A liderança dos dirigentes universitários combina a pessoalidade – capacidade de iniciativa e de antecipação – e a impessoalidade – despojamento e objetividade”. (TRIGUEIRO, 2006, p. 109). O dirigente deve exercer um papel de conciliador, trabalhando sobre o presente e o futuro. Dentre os dois segmentos pesquisados, o de professor não confia nas decisões do gestor. Isso demonstra a insegurança e o descrédito da postura do diretor. Quanto aos estudantes, a maioria concordou parcialmente que confia nas decisões do gestor. Isso significa que os alunos demonstram satisfação com relação à condução das atividades de gestão na universidade, concordam parcialmente que a equipe é forte o suficiente para cumprir sua função ou ao menos acreditam que suas expectativas serão concretizadas.

Gráfico 07: Você conhece a atual equipe de gestão do DCH Campus IX.

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A gestão é um processo de mediação na busca de objetivos comuns. No conceito de Paro (1986), gestão é a utilização racional de recursos para a realização de determinados fins. Pensar em uma gestão democrática é associá-la ao compartilhamento de decisões, de responsabilidade e de autocontrole nas soluções dos problemas. A abrangência do seu trabalho passa a ser orientada por uma ação integrada, dinâmica e coletiva com vista a uma orientação transformadora do processo pedagógico. Nesta perspectiva, a atuação da equipe de gestão está retratada nos gráficos acima, pois segundo os professores, quando se pergunta sobre a atual equipe de gestão do Departamento, eles concordam que conhecem. Em contrapartida, os estudantes discordam do seu conhecimento. Isso demonstra que os docentes como estão mais “próximos” do gestor ficam mais propícios à aproximação. Tomando como referência os conceitos apresentados e os dados

coletados, a prática da gestão democrática no Campus IX constitui um processo fragilizado e requer uma capacidade de liderança, de elaboração e de implantação de um projeto institucional, configurando-se como um fator de eficácia e eficiência nos propósitos da comunidade acadêmica.

Gráfico 08: Você se sente estimulado a participar das decisões, das ações e da construção de uma consciência social e política voltada para a qualidade dos

serviços prestados no DCH Campus IX.

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Professores

Qtde

A consciência funciona no indivíduo como julgamento de moral, direcionando comportamento para o bem ou para o mal. Etimologicamente, significa o cumprimento do dever, convicção, responsabilidade no que se faz. A consciência social ou coletiva surge da consciência individual. Racionalmente, o homem molda e transforma o mundo em que vive a partir das suas necessidades. Planejando ações ele se harmoniza e contribui para práticas sociais efetivas. Desta forma, a construção de uma consciência social e política no Departamento, visando à qualidade educacional, está longe de ser a aceitável. A partir dos dados coletados fica evidenciada a falta de participação, de debate, de informação, de compreensão e de manifestação das pessoas na instituição.

Gráfico 09: Questão nº: Você entende que sua participação ativa contribui para atingir os objetivos da instituição.

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Estudantes

Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

Bobbio (1991, p. 888) considera que a participação tem alguns níveis, como “presença”, como a presença em reuniões, situação onde o sujeito não expressa opiniões; e a “ativação” onde o individuo executa atividades atribuídas a ele na organização. Discutir a participação no contexto educacional é entender que “a educação não pode contentar-se com reunir pessoas, e sim, dar a cada um a capacidade de participar, ativamente, num projeto de sociedade”. (UNESCO, 2003, p. 60). O papel da participação é visto como condição da cidadania. O indivíduo deve ter um sentimento de pertença à instituição, reforçando a construção de uma gestão educacional democrática. Portanto, os docentes do Departamento demonstram que o gestor, como coordenador de uma equipe, não proporciona ou não cria mecanismos ou instrumentos de participação ativa na instituição. Quanto à participação dos estudantes na organização educativa é “altamente estratificada e hierarquizada, escondendo-se atrás de um discurso democrático e igualitário” (LIMA, 2003, p. 70). Evidencia-se, neste contexto de análise, que os alunos consideram a participação ativa como um dos instrumentos para a instituição alcançar seus objetivos, possibilitando aos estudantes o direito de interferência na organização, compreendendo esta participação como uma forma de construção coletiva de projetos e de decisões na execução de uma gestão democrática.

Gráfico 10: Você participa das decisões administrativas do DCH Campus IX. 0 2 4 6 8 10 12 14 16 Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião Professores Qtde Estudantes Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

Um dos objetivos da descentralização é promover uma melhor gestão dos recursos administrativos e financeiros da instituição. De acordo com Barroso (1997), é uma condição de aliviar os órgãos centrais, que se tornam sobrecarregados pelo crescimento do sistema educativo. “O Estado devolve as táticas, mas conserva as estratégias, ao mesmo tempo em que substitui um controle direto, centrado no respeito das normas e dos regulamentos, por um controle remoto, baseado nos resultados” (BARROSO, 1997, p. 11). O processo de descentralização é gradual e contínuo constituindo um movimento de conquista processual e cotidiano. Desta forma, os gráficos demonstram certa concordância entre os sujeitos da pesquisa em discordar ou concordar parcialmente na forma de participação nas decisões administrativas, uma vez que essa participação, em algumas situações, chega a ser presencial e não ativa. Portanto, a descentralização proporciona mobilização e participação, constituindo uma prática social que envolve processos de autogestão no espaço educacional.

Gráfico 11: Você participa das decisões financeiras do DCH Campus IX.

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Estudantes

Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

O aspecto financeiro enfrenta um problema de desconhecimento por parte da comunidade acadêmica sobre a possibilidade e a importância de participar da gestão e da fiscalização dos recursos da instituição. Ambos os segmentos, na sua quase totalidade, responderam que não participam das decisões financeiras do Departamento. Segundo o Regimento Geral da UNEB no seu Art. 2º, parágrafo 3º “A autonomia de gestão financeira e patrimonial consiste em: II – decidir sobre a distribuição, no âmbito da Universidade, dos seus recursos financeiros, observado a sua programação”. A legislação vigente da Instituição permite o gerenciamento e a participação de toda a comunidade acadêmica no regime financeiro. Portanto, é necessário viabilizar uma prática de co-responsabilidade no gerenciamento dos recursos públicos. Outro ponto importante é a assimetria de informação entre a universidade e a sociedade por meio da accountability, onde a instituição presta contas e fornece informações úteis à comunidade daquilo que foi gasto, permitindo uma avaliação das atividades desenvolvidas e, dessa forma, exercer uma pressão na instituição para uma melhor aplicabilidade dos recursos. Este conceito está associado à esfera ética organizacional. Schulz (2008, p. 86), alerta que “a dimensão ética é um desafio de criar uma cultura, um clima e ambiente em que sejam refletidos e vividos os valores e a moral que se pretende formar por meio das relações nos diferentes níveis e entre os diferentes atores envolvidos”. Então, não se pode discutir accountability sem relacionar com responsabilidade social, obrigação, imputabilidade e agregar como características centrais da governança.

Gráfico 12: Você participa das decisões pedagógicas do DCH Campus IX.

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Estudantes

Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

A descentralização pedagógica deve ser vinculada à implementação do Projeto Pedagógico Institucional, entendida como uma das formas de instauração da gestão democrática na instituição. Esse projeto se distancia da prática descentralizada de gestão, pois os dados dos alunos revelam o desconhecimento da sua construção e condições de elaboração. Quanto aos professores, concordam parcialmente que participam de sua implementação percebendo-o como processo democrático de sistematizar a ação educativa. Conclui-se, portanto, que a sua operacionalização não atende às exigências de uma ação coletiva e os sujeitos da pesquisa não evidenciam o poder articulador do Projeto Pedagógico Institucional - PPI como um instrumento de reflexão e discussão dos problemas da organização e da intencionalidade da instituição. Outro documento legal que garante a autonomia didática da Instituição é o Regimento Geral da UNEB, que, em seu Art. 2º, parágrafo 1º, preconiza que autonomia didático-científica consiste em: II – fixar currículos e programas dos cursos, bem como modificá-los, observadas as normas pertinentes”.

Gráfico 13: Existe um relacionamento de cooperação entre os diversos colegiados do DCH Campus IX.

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Professores

Qtde

No Estatuto da Universidade do Estado da Bahia (2001) o Colegiado de Curso é o órgão responsável pela coordenação didático-pedagógica de cada curso. A coordenação é exercida por um professor do curso, eleito pelos seus pares, com mandato de 02 (dois) anos, podendo ser reconduzido por igual período. É um órgão da administração setorial e os coordenadores são responsáveis pela “articulação com o Departamento, participando do planejamento, execução e avaliação das

atividades acadêmicas” (ESTATUTO, 2001, p. 33). Assim, fica evidente, nas respostas dos professores, que nos 06 (seis) colegiados do Departamento pesquisado não existe uma política de integração entre os cursos oferecidos. Vale ressaltar que, na sua maioria, os cursos são de licenciatura (Pedagogia, Ciências Contábeis, Letras, Matemática e Biologia). Desta forma, quando se fala em cooperação, espera-se que as pessoas atuem conjuntamente com os outros para o mesmo fim, colaborando mutuamente. O fim que se espera da atuação de um gestor é a implementação e o desenvolvimento de práticas participativas na organização e que possa ser considerada como autogestionária, fortalecendo o processo de gestão democrática.

Gráfico 14: O seu trabalho no DCH Campus IX lhe dá um sentimento de realização profissional. 0 5 10 15 20 25 Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

Professores

Qtde

Observando o gráfico acima, constata-se que não há um sentimento de realização profissional em trabalhar na instituição. Cada um compreende o ambiente de trabalho por prismas diferentes, com visões, interesses, gostos e atitudes diferenciadas. De maneira geral, a maioria dos professores respondeu que não se sentem realizados profissionalmente no Departamento. Pesquisas demonstram que a satisfação e a realização docente favorecem uma boa imagem institucional. Segundo Perrow (1961), quando há um grau de satisfação elevado na organização

ela pode influenciar e exercer poder na sociedade. A satisfação dos sujeitos é uma importante categoria determinante da imagem institucional, tanto para o ambiente interno quanto o externo, refletindo no clima organizacional na universidade. A idéia de realização profissional é que faz com que a instituição cresça e conquiste o seu espaço na sociedade. Está ligada ao comprometimento do indivíduo na organização. Com isso cria uma identidade grupal, onde os sujeitos compartilham valores e idéias para o fortalecimento do grupo.

Gráfico 15: O trabalho em equipe (participação em comissões, por exemplo) é incentivado pela gestão do DCH Campus IX.

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Concordo Conc ordo Parc ialmente

Disc ordo Disc ordo Parcialme nte

Sem O pnião

Professores

Q tde

Segundo Lima (2003, p. 69), “participação é hoje uma palavra-chave onipresente nos discursos político, normativo e pedagógico”. Continua o autor: é necessário transitar de uma “participação espontânea” para uma “participação organizada”. Desta forma, a participação na escola e na educação constitui um princípio democrático, em oposição ao autoritarismo, ruptura consagrada institucionalmente e justificada legalmente. Avançou da reivindicação para a consagração. Assim, o gráfico demonstra que no Campus IX a “participação organizada”, por meio de órgãos colegiados, conselhos, comissões, sobretudo no que diz respeito aos professores, é uma “situação democrática” que precisa ser generalizada, neste sentido, conquistada. Vale ressaltar que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996), determina que os profissionais da educação sigam princípios da gestão democrática, dentre eles: “participação da comunidade escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes” (art. 14, inciso II).

Gráfico 16: As suas idéias e sugestões são levadas em consideração pelo gestor. 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião Professores Qtde Estudantes Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

O entendimento hoje que se tem é de que o trabalho do gestor em uma instituição de ensino deve primar pela coordenação e execução de uma prática democrática, participativa, articulada com a coletividade e com a singularidade dos indivíduos, no intuito de um compromisso de todos. As ações cotidianas devem ser planejadas e executadas de forma a atender aos princípios do projeto pedagógico, levando em conta a especificidade do sistema educativo. Saber ouvir e acatar as sugestões propostas pelos implicados no processo é imprescindível para o sucesso do trabalho desenvolvido na organização. Assim, ao analisar os gráficos, fica evidente que os professores concordam parcialmente na execução das ações e sugestões encaminhadas ao gestor. Quanto aos estudantes, estes discordam da prática do gestor, uma vez que as suas propostas não são levadas em conta. A identificação de parceiros e a mobilização de todos são fundamentais para uma efetiva atuação do gestor, contribuindo para o sucesso do seu trabalho e para a condução do grupo.

Gráfico 17: As ações decididas coletivamente são executadas pelo gestor.

0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião Professores Qtde Estudantes Concordo Concordo Parcialmente Discordo Discordo Parcialmente Sem Opnião

O contexto pesquisado aponta que os professores e os estudantes concordam parcialmente que as ações decididas coletivamente são executadas pelo gestor. Do ponto de vista de Formosinho (2005), existe uma forma atenuada da

Benzer Belgeler