2.1. Büyülü Gerçekçilik Edebi Türünün Kuramsal Özellikleri Açısından Dede
2.1.2. Dede Korkut Anlatılarında Melezlik İlkesi
Os dados foram coletados durante os encontros que se sucederam conforme programa estabelecido junto às professoras do grupo. Foram três encontros no ano de 2006 e cinco em 2007, de acordo com o que mostra o quadro abaixo:
Tabela 2. Assuntos discutidos no grupo, suas características e finalidades.
TEMA DO ENCONTRO INSTRUMENTOS/ATIVIDADES DE ESTUDO E PESQUISA FINALIDADE Entrevista e reflexão Inicial
- Questões abertas, em grande grupo. - Discussão e reflexão por parte das professoras, abrangendo aspectos como o reconhecimento da metodologia utilizada nas aulas de Ciências, suas
potencialidades, pontos positivos e possíveis inseguranças e dificuldades.
44 TEMA DO ENCONTRO INSTRUMENTOS/ATIVIDADES DE ESTUDO E PESQUISA FINALIDADE O educar pela pesquisa
- Questões individuais: O que é ensinar Ciências? O que é a pesquisa em sala de aula? - Questões de estudo e pesquisa (em grupo): estudo, explanação e diálogo sobre os princípios do educar pela pesquisa.
- Reflexão
- Reconhecimento das concepções das professoras sobre o ensino de Ciências e a pesquisa em sala de aula. - Trabalho com os princípios do educar pela pesquisa com as professoras.
- Discussão sobre suas idéias iniciais e finais sobre o tema.
O Ensino de Ciências
- Leitura de texto sobre a
importância do ensino de Ciências nas séries iniciais
- Retorno à questão proposta no encontro anterior.
- Dialogo e reflexão com as
professoras sobre a importância do ensino de Ciências.
- Comparação entre as respostas dadas inicialmente com as conclusões formadas a partir do texto.
PCN - Questões individuais: Qual é o papel do professor em suas aulas? Qual é o papel do aluno em sala de aula?
- Jogo das frases.
- Proposição de momentos de leitura, análise e reflexão sobre os PCN.
- Discussão sobre a relação entre os PCN e o educar pela pesquisa. Construtivismo - Questões iniciais:
O que é conhecimento? Como este conhecimento chega até nós? (individuais);
- Estudo sobre as diferentes visões epistemológicas;
- Retorno às questões iniciais
- Reconhecimento das concepções das professoras sobre o que entendem por conhecimento e como ele é
construído.
- Discussão e reflexão sobre as diferentes visões epistemológicas e sobre as idéias iniciais e finais sobre conhecimento
Interdisciplinaridade - Frases propostas para análise individual inicial e retorno às mesmas no final do encontro; - Estudo em grupo e formulação pelas professoras, de frases que identificam cada uma das abordagens de ensino;
- Discussão e reflexão sobre seu fazer pedagógico, relacionado aos
equívocos existentes no uso da interdisciplinaridade em suas aulas.
Projetos 1ª PARTE
- Leitura de texto e identificação das etapas e aspectos importantes.
- Discussão e construção (em grande grupo) do conhecimento sobre o trabalho com projetos.
45 TEMA DO ENCONTRO INSTRUMENTOS/ATIVIDADES DE ESTUDO E PESQUISA FINALIDADE Projetos 2ª PARTE
- Construção de um projeto piloto: Trabalho no grande grupo
- Estabelecimento de metas,
procurando sanar possíveis dúvidas, e elaboração do projeto piloto.
A primeira etapa do primeiro encontro de estudos consistiu em uma discussão sobre a prática dessas professoras, relacionada à maneira de como são trabalhados os conteúdos de Ciências em suas aulas. Questionou-se sobre suas inseguranças e dificuldades na aplicação de atividades práticas, bem como em relação aos seus desejos e convicções, para que o ensino de Ciências se torne mais eficiente. Foi uma conversa informal, que visou conhecer as experiências das professoras quanto ao ensino de Ciências e, assim, chegar à compreensão das possíveis razões das dificuldades encontradas por elas para ensinar Ciências nas séries iniciais, tentando, com isso, encontrar caminhos que gerem possíveis soluções para esses problemas.
Essa etapa foi importante porque levou as professoras à reflexão sobre sua prática pedagógica, identificando pontos cruciais para a continuação dos trabalhos.
No final do encontro, foram entregues duas questões, que deveriam ser respondidas e trazidas para o encontro da semana seguinte. A primeira com a intenção de conhecer a metodologia usada por elas em sala de aula e também para entender o que pensavam ser um bom trabalho em Ciência, ou seja, se está relacionado com a aprendizagem do aluno ou se observam outros aspectos como o capricho e a beleza do mesmo.
A segunda questão surgiu com a intenção de conhecer o nível de sua auto-estima sob o aspecto profissional. As questões propostas foram: “Descreva uma situação de sala de aula, ou algum resultado de seu trabalho, que tenha lhe causado orgulho” e “O professor atual, muitas vezes, sente-se desvalorizado por vários motivos que não se faz necessário citarmos aqui. Mas, ele tem um papel muito importante na formação de um cidadão crítico no dia-a-dia em sala de aula. Como você vê isso e qual a percepção dos seus alunos em relação à importância do professor na sociedade atual?”.
O segundo encontro iniciou com a discussão das duas questões que deveriam ser respondidas individualmente e por escrito: O que é a pesquisa em sala de aula? O que é ensinar Ciências? A atividade tinha a intenção de conhecer as concepções das professoras sobre estes temas, que seriam discutidos no grupo.
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Assim, dando seguimento ao programa do dia, o grupo foi divido em três duplas para leitura e análise do texto “Pesquisa em sala de aula: fundamentos e pressupostos”, de Moraes, Galiazzi e Ramos (2002). O texto foi dividido em três partes que correspondem às etapas do Educar pela Pesquisa. Depois da leitura geral do texto, cada dupla, responsável por um dos momentos do Educar pela Pesquisa, deveria retirar desse texto: o que pretende o Educar pela Pesquisa? Em que consiste: o questionar, a construção de argumentos, ou de acordo com o grupo, a divulgação? E, quais os passos desse momento no Educar pela Pesquisa?
No final, em grande grupo, cada dupla comentou a parte que lhe coube e, como fechamento, realizou-se uma análise geral do tema proposto e estabeleceu-se um paralelo entre as respostas sobre o que é pesquisar em sala de aula, no início do encontro e as obtidas durante o estudo e discussão.
Para dar início ao terceiro encontro, foi passada uma mensagem aos professores através de slides, promovendo assim alguns minutos de reflexão sobre sua prática pedagógica sobre o ensino de Ciências, e sobre a importância desta área de ensino na formação do aluno.
Para que ocorresse a aproximação entre as professoras e o tema citado acima, foi entregue a elas, para uma primeira leitura, o texto “O ensino de Ciências Naturais nas séries iniciais” de Leonir Lorenzetti (2006), que fala exatamente sobre as funções do ensino de Ciências e a necessidade de novas estratégias de ensino. Pretendeu-se com essa atividade discutir a importância desta disciplina, no que se refere ao seu potencial para promover a formação do aluno de modo a tornar-se um indivíduo crítico, criativo e atuante na sociedade em que vive.
No quarto encontro, após a retomada das etapas do Educar pela Pesquisa, com o texto sobre os objetivos das aulas de Ciências descritos nos PCN, realizamos uma breve leitura sobre a estrutura e os objetivos dos PCN para as aulas de Ciências, cujo material foi entregue ao final do 3º encontro, para leitura em casa.
Todas concordaram que há idéias muito interessantes, que algumas coisas já são feitas durante suas aulas e outras não, e que a distribuição dos conteúdos em blocos e as sugestões de atividades, ali existentes, viriam a ajudá-las no momento de construir o currículo escolar. Coube então às professoras reconhecer, na proposta dos PCN, os princípios norteadores relacionados ao Educar pela Pesquisa, com a intenção de fazer-se um paralelo entre ambos. Isso aconteceu através de um jogo de frases retiradas dos PCN, as quais as professoras deveriam colar no quadro previamente montado, em locais correspondentes, ou seja, situando dentro das etapas do Educar
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pela Pesquisa. Após essa etapa foram feitas as análises dos possíveis acertos e erros e aberta a discussão.
Como fechamento desse encontro, e preparando o próximo, solicitou-se que respondessem a duas questões: Qual é o papel do professor? Qual é o papel do aluno?. E, como tarefa, foi entregue uma lista de frases que trouxe equívocos sobre o construtivismo em sala de aula, retiradas do livro “Apontando falsas verdades” de Annamaria Píffero Rangel (2002). Essas frases (anexo A) deveriam ser analisadas como verdadeiras ou falsas e colocadas antes do próximo encontro no grupo yahoo, criado para facilitar a entrega do material solicitado como tarefa e para que pudesse ser feita a análise das mesmas para o encontro em que essas tarefas seriam utilizadas.
Iniciando o quinto encontro, questionou-se oralmente as professoras sobre o que entendiam por conhecimento e como as pessoas dele se apropriam. Questões de análise e reflexão inicial, para o estudo que faríamos sobre o construtivismo.
Logo depois as professoras foram mais uma vez divididas em três duplas e cada uma das duplas ficou responsável por uma visão epistemológica, a qual além de ler, estudar e organizar as idéias principais deveriam, ainda, responder as questões propostas (anexo B). As questões foram iguais para as três duplas.
Voltando ao grande grupo, as professoras fizeram a explanação de suas análises e houve uma discussão muito proveitosa. Fez-se o fechamento e então foram devolvidas às professoras as questões previamente respondidas para que as mesmas pudessem perceber se haviam ou não equívocos por parte delas em relação ao construtivismo como concepção epistemológica.
Solicitou-se que realizassem, para o próximo encontro, a tarefa que já estava no grupo Yahoo. Esta tarefa consistia em frases que relatavam situações de sala de aula para que as professoras identificassem quais eram relacionadas à interdisciplinaridade (anexo C).
No sexto encontro, inicialmente, dividiu-se o grupo de estudos em dois. O primeiro ficou responsável por ler e analisar a multidisciplinaridade e a pluridisciplinaridade, e o segundo grupo ficou responsável por trabalhar com a transdisciplinaridade e a interdisciplinaridade. Solicitou-se que, após esta etapa, as professoras elaborassem situações de sala de aula que exemplificassem cada uma das abordagens e que explicassem às suas colegas as diferenças existentes entre elas. O texto utilizado para esse trabalho foi retirado do livro “Interdisciplinaridade aplicada”, de Nilbo Ribeiro Nogueira (1998).
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Para o fechamento desse encontro, usou-se uma apresentação de slides na qual a ênfase recaía na interdisciplinaridade, retomando no final as questões previamente respondidas pelas professoras em momentos que antecederam esse encontro. As questões foram analisadas e discutidas. Os temas mais discutidos foram: os equívocos e as desculpas mais comuns quando do surgimento e da implantação de projetos interdisciplinares; atitude interdisciplinar do professor: que atitude é esta?; ensino de Ciências como agente integrador entre disciplinas; necessidade da existência de uma coordenação da equipe interdisciplinar e suas funções, entre outros.
No sétimo encontro, questionou-se as professoras sobre o que elas entendiam por projeto, pedindo que elas dessem exemplos. Fez-se então, a leitura em grande grupo do texto retirado do mesmo livro acima citado, analisando cada etapa do planejamento e construção de um projeto.
Como tarefa para o próximo encontro, solicitou-se que as professoras trouxessem algumas idéias sobre temas que pudessem ser trabalhados em forma de projeto. Para isto deveriam avaliá- los de acordo com os aspectos estudados: ser problematizável, ser de fácil integração, ser relevante, provocar mudanças atitudinais nos alunos e ser passível de atingir os objetivos propostos neste projeto.
O oitavo encontro foi o mais longo. Teve duração de quatro horas. Neste encontro revisamos aspectos importantes do encontro anterior, analisamos os temas trazidos e iniciamos a construção de um projeto inicial, cuja elaboração final ficaria a cargo das professoras, solicitando ajuda quando necessário, através do grupo yahoo.
Após esse encontro, percebeu-se uma insegurança inicial tanto no aspecto do planejamento como na realização do projeto, pois não se observavam resultados. Questionadas e solucionadas as primeiras dúvidas, as professoras colocaram em prática o projeto, no segundo semestre de 2007.
Ficaram ainda algumas dúvidas, que procurou-se sanar durante a implantação do projeto. Houve o pedido, por parte das professoras, para mais um encontro ainda no primeiro semestre de 2008, para serem feitas algumas correções, necessárias dentro do planejamento do projeto, e para realizarem algumas práticas de sala de aula, sejam experimentais ou não, dentro dos princípios do Educar pela Pesquisa.
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