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Comodes ritoanteriormente,oobjetivodaavaliação onsistiaem:

É possívelqueespe ialistas onsigam riarabstrações( onsultas)úteisparaosusuários nais,

onde esses onsigam interagir omosistema de mineraçãode segundageraçãosemquesaibamos

on eitos té ni osenvolvidos?

Assim,oquesequeriaanalisaréapropostadasoluçãoenãooprotótipoemsi. Comodes rito,

ostestesrealizados ontaram omaparti ipaçãode4usuários,sendo2espe ialistase2leigos,um

de adaperl para adaumdos ontextos. Foram testespreliminares,nãosendopossívelarmar

queosresultadosobtidosnostestessão on lusivosouqueabrangeramtodososaspe tospossíveis.

Masapartirdeles,foramdete tadosdiversosindi adoresdequeasoluçãopropostaatendeaoque

sepropõe. Paraumaprimeiraavaliação omosusuários,osresultadosforambastantesatisfatórios.

O primeiroindi ador deque asoluçãoésatisfatória, foi que todos parti ipantes onseguiram

utilizarosistema,realizandoastarefaspropostaspara adaperl.

Osusuáriosespe ialistas onsiderarambaixo o usto de riação deuma onsulta. Armaram

queamodelagemprontafa ilita a riaçãodas onsultas,masnãovêemproblemaem riá-lassem

que elas sejam previamente modeladas. Eles onsideraram que o trabalho não aumentou muito

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emrelaçãoaoque fazempara riardiretamente astarefasdemineração,sendoamaiordiferença

em relação ao forne imento das expli ações sobre as de isões durante o pro esso. Entretanto,

a reditamqueparaosusuáriosleigosasabstraçõeseexpli ações riadassãomuitointeressantes.

Paraosusuáriosleigos,apossibilidadedeinteragir omasabstrações riadasévista omouma

grandeoportunidadedeampliarousodesistemasdemineraçãodedados. Elesnãotiveramdi ul-

dadesemexe utaras onsultase omonãopossuíam onhe imentodiretoemrelaçãoaos on eitos

té ni osdemineraçãodedados,foipossívelper eberqueesse onhe imentonãoéne essáriopara

interagir omasabstrações riadas,que onsistenoqueépropostopelomodelo.

Ainda em relação ao modelo, alguns outros aspe tos apontaram omo fatores positivos do

mesmo:

Os usuários leigos sentiram ne essidade de mais informações sobre as onsultas, o que é previstopelomodelopelabasede onhe imentoedesta aaimportân iadamesma. Embora

os espe ialistas tenham ofere ido expli ações, osusuários leigos onsideraramque estavam

amplasepoderiamsermaisespe í as;

Emrelaçãoaostermosutilizados,osusuáriosleigostambém soli itarammaistraduções,o que onrmaautilidade dodi ionário propostonomodelo. Porexemplo,emborahouvesse

ore ursono protótipopara tradução dosnomes dosatributos, algumas nãoforam feitas,

omoDiaSem (DiadaSemana),oquegerouinsatisfaçãodosusuáriosleigos.

Apesardosindi adores positivosrela ionadosaomodelo,foramlevantadosdiversosproblemas

esugestões,tantoemrelaçãoàsmodelagensfeitasquantoaoprotótipo.Emrelaçãoàsmodelagens,

osusuáriosleigos levantaram pontos que poderiamser melhorados. Como itado, opro esso de

mineração onsiste um pro esso interativoe iterativo que demanda que adaptações sejam feitas

até que se onsiga uma boa modelagem na on epção dos leigos. No aso, osespe ialistasnão

interagiram om os leigos após a riação da onsulta, o que seria ideal em um ontexto real.

Alémdisso,osusuáriosespe ialistas,emboratrabalhemnaequipedoTamanduá,nãoestavamno

momentotrabalhando omosprojetosutilizadosnaavaliação. Issopodetê-loslevado asedarem

por satisfeitos om a modelagem assim que identi aram uma primeira geração de padrões de

interesse,sem investigara fundosevaleria apenarenarmelhora modelagem ounão. De todo

jeito, o fato dos usuários leigos terem sido apazes de sugerir melhoriaspara as onsultas é um

indi adordequeelesentenderamasde isõesdosusuáriosespe ialistas,semquetenhamtidoque

aprenderos on eitos té ni os. Desta forma, estetambém éum indi adorinteressante para esta

primeiraavaliaçãofeita omusuários.

Emrelaçãoaoprotótipo,algunsdosproblemaslevantadossãorela ionadosàqualidadedeusodo

sistema. Apesardenãoserofo odaavaliação,nestemomento,algunsproblemasforamper ebidos

durante ainteraçãodosusuários. De forma arealizaruma análise mais detalhada,dois tipos de

avaliaçõesdevemserrealizadas:ade omuni abilidadeedeusabilidade. Comuni abilidadevisando

analisar aqualidade da omuni ação, visto que o modelo é baseadoem Engenharia Semióti a e

usabilidadepor avaliareên iaee á iadosistema. Usabilidadeéumdosfatoresaseranalisado

e onsiste na apa idade que um sistema interativo ofere e a seu usuário, em um determinado

ontextodeoperação,paraarealizaçãodetarefasdemaneirae az,e ienteeagradável[ISO9241

(2008)℄. Entretanto, não foi feita uma análise de usabilidade detalhada, tanto que não foram

protótipo. No Apêndi e C.2, listamos algunstiposde problemas lassi adosde a ordo omas

diretrizesdeNilsen[Nielsen(1994)℄.

Aindaemrelaçãoaqualidadedeinteração, onformeapresentadono apítulo 3,aEngenharia

Semióti aentendeainteraçãohumano- omputador omouma omuni açãoentredesignereusuá-

rio. É fundamental então uma forma deavaliar o su essoou não dessa omuni ação. Para isso,

foi proposto o método de avaliação de omuni abilidade [Prateset al. (2000), deSouza (2005)℄.

A omuni abilidade édenida omo sendoa apa idadedainterfa ede transmitirao usuáriode

formae azee ienteasintençõeseprin ípiosdeinteraçãoqueguiaramoseuprojeto. Oobjetivo

do método é o de veri ar omo os usuários estão re ebendo as mensagens do designer através

dainterfa eeidenti arrupturasna omuni açãoquepodemo orrerduranteainteração. Entre-

tanto,essetipodeavaliaçãonãofoirealizadanessetrabalho,vistoque, omo itado,oobjetivoda

avaliaçãoeraanalisarasoluçãoenãooprotótipo. Nesteprimeiromomento,oobjetivofoianalisar

aexperiên iadousuário.

Emrelaçãoàs sugestões,os usuários,tanto leigosquantoespe ialistas,sugerirammudançase

novasfun ionalidadesparaoprotótipo. Osprin ipais omentáriosforamem relaçãoàsformasde

visualizaçãodosresultados. Foramsugeridasnovasformasdevisualização, omotabelasegrá os,

alémde melhoriasna formaatual. Algumasdas sugestõesjá estão do umentadas para asnovas

versõesdoprotótipo, omoapossibilidadede riaçãodenovostemplateseediçãodoapresentado

atualmente omodefault. Algumasdassugestõeslevantadasestãoapresentadasno apítuloaseguir

omotrabalhosfuturos.

Deformageral, omovimos,aavaliaçãofeita omosusuáriosfoi preliminar,masfoibastante

ri aerelevante. Tivemosvários fatorespositivos, omo apresentadosanteriormente. Além disso,

duranteas entrevistas,osusuáriosarmaramqueasoluçãoéútil einteressante. Osespe ialistas

armaramquearelação usto|benefí iopara riaçãodasabstraçõesébastantepositivaeosusuários

leigosdemonstrarambastanteinteresseemutilizarasoluçãoemseus ontextosdetrabalhos.

Assim,foipossívelobterindi adoresdequearespostaparaapergunta,objetivodaavaliação,foi

positiva,sendoentãopossívelqueespe ialistas riemabstrações( onsultas)úteisparaosusuários

nais, onde esses onsigam interagir om o sistema de mineração de segunda geração sem que

saibamos on eitosté ni osenvolvidos.Sendoassim,a redita-sequeasoluçãopropostaérelevante

eútil aosusuários.

O próximo apítulo apresenta as on lusões deste trabalho, além de listar algumas direções

Con lusões

Mineração de dadosé uma área que vem res endo muito nos últimos anos, issopela apa-

idade de lidar om grandes volumes de dados, um desao res ente na bus a por informações

[Golds hmidt (2005)℄. Oarmazenamentode dadosse tornou uma práti a onstante em diversas

árease aanálise desses dados éalgo inviável de serrealizada manualmente. A mineração em si

onsiste em uma fase do pro esso de des oberta de onhe imento (KDD), a de exploração dos

dados,masusualmente otermoéusadoparareferen iartodoopro esso.

Ossistemas de mineraçãode dadospodem serdivididosem quatro gerações,onde adauma

apresenta suas ara terísti asespe í as, des ritas no apítulo 1. Nosso fo o foi em relação aos

sistemasdesegundageração,queenglobaas hamadassuiteseabrangemmaisdeumaetapado

pro essodemineraçãodedados. Essaes olhafoi pela amplaapli açãoeutilização desse tipode

sistema,vistoquenãosãodire ionadosanenhumproblemaespe í o.

A mineraçãode dadosapresenta diversasté ni as, quepodem serapli adas aproblemasdis-

tintos. Dentre asdiversas té ni asexistentes, aes olhida para serexplorada foi amineração de

regrasdeasso iação,apresentadano apítulo3. Trata-sedeumadasté ni asmaispopulares,que

tem apli açõesnas mais diversas áreas omo marketing,e onomia e iên ias so iais [Hippet al.

(2000)℄. Ela tem omo ara terísti ageral en ontrar orrelaçõesinteressantes, quenão são fa il-

mentedes obertas,embasesdedados.

Entretanto,sistemasdemineraçãodedadosdesegundageraçãoderegrasdeasso iaçãoapresen-

tamdiversosdesaosdeinteração. No apítulo2,foramapresentadosessesdesaos, omoes olha

dosatributos,es olhaemanipulaçãodeparâmetros,análisedosresultadoseentendimentosdeme-

didasdeinteresse. Todasessasdi uldadesserviram omomotivaçãopara asoluçãoapresentada

nesse trabalho. Issoporque foi dete tadoque osusuários apazes deinteragir omessestiposde

sistemastinhamquepossuirumgrande onhe imento té ni oeespe í odemineraçãodedados.

A partirdessa motivação, foi propostoneste trabalhoummodelodeinterfa eextensível para

sistemasdemineraçãodedadosporregrasdeasso iação. Eletemporobjetivoampliaroa essoa

sistemasdemineraçãodedadosdesegundageraçãoe,logo,ao onhe imentoqueessesão apazes

degerar. Para isso,ele propõea riaçãode uma amadade abstraçãoondeformas deinteração

possamserexe utadasdiretamente,semquesejamne essáriosos onhe imentosté ni os itados.

Comisso,ogrupodeusuáriosdessetipodesistemapodeserdivididoemduas ategorias,leigos

eespe ialistas. Osespe ialistas riamasabstrações omqueosleigosirãointeragir. Jáosleigos,

podem obtero onhe imentoquene essitamsemterem os onhe imentosté ni os.

pítulo 3), que entendea interaçãohumano- omputador omo uma omuni açãoentre designer e

usuário. Assim,nossasoluçãopermitequeusuáriosda amadadeabstraçãosetornem o-autores

espe ialistasdosistema.

A estrutura do modelo é omposta por três omponentes: o Gerador, a LAIU (Linguagem

Abstrata de Interfa e om o Usuário) e a Base de Conhe imento. O Gerador é utilizado pelos

espe ialistaspara riaraLAIU.ALAIUéainterfa e omaqualosusuáriosleigosirãointeragir.

Elaéde ompostaemdoisníveis,umqueenglobaaspe tosléxi osesintáti os( ompõeainterfa e)

e outro que aborda aspe tossemânti os ( hamadoInterpretador). O Interpretador faza omu-

ni ação entre o Gerador, aapli ação de segunda geraçãoe a amada de abstração. A Base de

Conhe imento, dentrodo ontexto daEngenharia Semióti a que onsideraa interação omo um

atode omuni ação,éum omponente importanteparaqueosespe ialistas,no asoosprin ipais

autoresda amadadeabstração,possamdo umentarsuasde isões. Umsub omponente dabase

de onhe imentoéodi ionário,quebus arealizaratradução dostermosrela ionadosàminera-

çãona amadadeabstração. Aestruturaedemais ara terísti asdomodelosãoapresentadasde

formamaisdetalhadano apítulo 4.

Para analisar a utilidade e viabilidade de implementação do modelo, foram realizadas duas

grandes etapas de avaliações. A primeira parte bus ava veri ar a utilidade do modelo, já a

segunda foi rela ionada a viabilidade da implementação do mesmo, a oplado a um sistema de

segundageração.

Naprimeiraparte,foram riadasabstraçõesparaumdeterminado ontextoeutilizados enários

paraveri arseomodelopoderiaserrealmente utilizado. Essaetapa ontou omaparti ipação

deusuários,alunosdegraduação,quesimulavam onsultas,deformaaveri arsea riaçãodas

mesmasseriapossível.

A segunda parte da avaliação onsistiu em testar a viabilidade de implantação do modelo.

Paraisso,uma instân iadomodelofoiimplementadaa opladaaumsistema desegundageração

existentedenominadoTamanduá,des ritono apítulo5. Comissofoi riadaumaprimeiraversão

deumprotótipo,denominadaTamanduá2.0. Essaversão onseguiuviabilizaros on eitosdes ritos

nomodelo, permitindo a riaçãodoquehaviasidoproposto. A versãodoprotótipofoiavaliada,

in lusive omaparti ipaçãodeusuáriosreais, tantoespe ialistasquantoleigos.

Comoresultadodetodasasavaliações,foipossívelper eberqueomodeloéviáveleútilparaos

usuáriosdediversos ontextosdistintos. Dessaforma,épossívelqueespe ialistas riemabstrações

( onsultas)úteisparaosusuáriosnais,ondeesses onsigaminteragir omosistemademineração

desegundageraçãosemquesaibamos on eitosté ni osenvolvidos.

O trabalhodesenvolvidotrouxe ontribuiçõesem diferentes áreas. A seguirsão apresentadas

as ontribuiçõeslevantadaseaseguirsãoapresentadostrabalhosfuturos,mostrando quetrata-se

deumapesquisaqueaindapodeserampliadaemdiversosaspe tos.

6.1 Contribuições

Estetrabalhoapresenta ontribuiçõesemáreasdistintas. Aprin ipaldelasrela iona-sedireta-

mente omoobjetivodotrabalhoemproporomodelodeextensãoparasistemasdemineraçãoem

regrasdeasso iação. A riaçãoeavaliaçãodomodelolevantapossibilidadesdeseampliaraapli a-

çãodeté ni asdemineraçãoemdiversos ontextosdistintose,omaisimportante,paraosusuários

éapli ado a qualquerambiente de segundageração. Além disso, aversãoimplementada ini ial-

mentefoi pararegrasde asso iação,masteori amente elepodeserutilizado omoutrasté ni as.

Assim, omodelonão é restritonem pelo sistema nem pela té ni autilizada, oque éum grande

benefí ioparasuautilização.

A expansãodaapli açãoéumaimportante ontribuição,issoporque afa ilidadedeinteração

em sistemasé algorelevantee extremamente importanteem qualquer ontexto. Emsistemas de

mineraçãodedados,essaimportân iaéaindamaiordevidoa omplexidadedasté ni as. Pornão

seralgotrivialede fá ilentendimento, muitasvezesessessistemas  amrestritosaumgrupode

usuáriosespe ialistas. Parailustraraimportân iadesseaspe to,éimportante itarqueausabili-

dadedesistemasdeMineraçãodeDados(MD)re entementefoiapontadaem[Kriegeletal.(2007)℄

omoumdos in ograndesdesaosdaárea. Entretanto,diversostrabalhosquejáforampropostos

rela ionadosaesseaspe to ontinuam fo ando nosusuáriosespe ialistas,bus andofa ilitarain-

teraçãoeinterpretaçãodosresultadosen ontradosparaosmesmos. Nestetrabalho,apresentamos

uma propostaoriginalnosentidodeampliarousodesse tipodesistemas ausuáriosleigos. Para

isso,ateoriadaEngenharia Semióti afoiutilizada omobase,bus andoauxiliaroentendimento

dosmesmosemrelaçãoàaspe tosdainteração.

EmrelaçãoaEngenhariaSemióti a,teoriaemqueomodelofoibaseado,elaargumentaqueseo

usuárionalentendeavisãodoprojetista,existemmais han esdeele onseguirutilizarosistema

ommaiore iên ia. Omodelopropõeapossibilidadedequeextensõespermitamquesejamfeitas

adaptações dosistema ao onhe imento dousuário. Paraisso, também fazusode expli ações,

utilizando omponentes omoabasede onhe imentoparamelhorara omuni açãoentreousuário

espe ialista e o leigo. Ao implementar o modelo utilizando o Tamanduá, sistema de segunda

geração, foi possível avaliar e obter indi adores positivos sobre a solução e, onseqüentemente,

sobreateoria. Dadoqueateoriaaindaére ente, oletar dadossobre oapoioqueela é apazde

ofere erna geraçãodesoluçõespráti aséimportante parauma avaliaçãomaisamplada mesma.

Entretanto, outras avaliações e análises devem ser feitas, espe ialmente observando o uso real

dosistema em um determinado ontexto,analisando omo osusuáriosfarão usodosre ursos de

extensãoeexpli açõesforne idas.

Otrabalhoaquiapresentadoforne eumexemplode omoaEngenhariaSemióti apodeapoiar

a riação de modelos(e sistemas) que possam melhorar aqualidade da omuni ação. No nosso

aso, asmelhorias da omuni ação onsistem em permitir que usuáriosespe ialistasapresentem

uma interfa e que ofereça han e de usuários leigos exploraremsoluçõesde mineração de dados

paraseusproblemas.

Outro aspe to relevante do trabalho éouso dataxonomia baseadana Engenharia Semióti a

para ara terizaçãode extensões. Aimportân ia nautilizaçãodataxonomiafoipermitiranalisar

a apa idadeepoderdasextensões,in lusive omvisõesdediferentesusuários. Assim,foipossível

ilustrar omoas ategoriaspodemdes reveraextensãoemtermosdosistema omputa ionaledos

usuários. Vale ressaltarqueataxonomiapermitiu analisaredistinguiraextensãosoboponto de

vistadousuárioespe ialista(queproduz aextensão)edousuárioleigo(queautiliza) etambém

dosistemademineraçãoemsi.

Vários autoresargumentamquea extensão éfundamental para queo sistema sejarealmente

de alta usabilidade [Nardi (1993)℄[Fis heretal. (2004)℄[deSouza eBarbosa (2006)℄. O trabalho

ofere eindi adoresnessadireçãojáquepermiteaadequaçãodesistemasgenéri osparasituações

usuáriosespe ialistas quantoleigos.

Existemtambém ontribuiçõespráti asemrelaçãoaoprojeto Tamanduá,visto queuma nova

versãofoidesenvolvida,nãoperdendoasfun ionalidadesjáexistenteseenglobandodiversosaspe -

tosimportantes quenãoexistiamnosistema anterior. Comisso,épossívelutilizaranovaversão

emdiferentes ontextose omusuáriosqueatéentãonãoeraminseridosnopro essodemineração.

Dado o ontextode uso atual do Tamanduá, apossibilidade de uso por parte de usuário leigos

éum grandebenefí io, vistoque existe uma grandedi uldade deinteraçãoatualmente. Paraa

versão riada,novasapli açõesepoten iaispar eirose lientesjáestãosendolevantados,vistoque

opúbli oalvopodeserampliado.

Contextualizandoas ontribuiçõesdestetrabalhoemrelaçãoà omputaçãoemgeral,éinteres-

sante itaros grandesdesaosda omputaçãoidenti adospela omunidadeno en ontropromo-

vido pela So iedade Brasileirade Computação (SBC), que apontampara problemas entrais da

omputação[SBC(2006)℄. Osproblemasse ara terizamporseremvisionárioseambi iosos,mas