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2. ETĠK ve DEĞER KAVRAMLARI

2.2 Değer Kavramı

Os respondentes foram categorizados em 3 níveis de escolaridade (Nível 1- até ensino médio completo, Nível 2 - ensino superior completo e Nível 3 - pós-graduação completa). As Tabelas 22(4) e 23(4) apresentam as percepções dos trabalhadores da UFPE e da Chesf, respectivamente, para cada um dos níveis de escolaridade definidos, referentes às práticas relativas à dignidade organizacional, visualizadas graficamente nas Figuras 21(4) e 22(4).

Tabela 22(4) - Comparação entre as percepções dos trabalhadores da UFPE quanto às práticas relativas à dignidade organizacional, em relação ao nível de escolaridade dos respondentes

PRÁTICAS RELATIVAS À DIGNIDADE ORGANIZACIONAL (NÍVEIS DE ESCOLARIDADE) - UFPE FATORES

1 Até Ens. Médio

Completo 2 Ens. Superior Completo 3 Pós-graduação Completa Teste Mann-Whitney U 1 com 2 2 com 3 1 com 3

MÉD DP N MÉD DP N MÉD DP N z p Z p z p Promove o desenv. do empregado 2,96 0,864 7 2,69 0,826 17 2,86 0,813 97 0,889 0,37 0,748 0,45 0,266 0,79 Oferece prod/atendim de qualidade 3,75 0,876 8 2,89 0,695 16 3,04 0,815 98 2,174 0,03 0,563 0,57 2,069 0,04 Respeita os direitos dos empregados 3,58 0,636 8 3,38 0,755 17 3,51 0,762 97 1,049 0,29 0,688 0,49 0,248 0,80 Favorece o meio- ambiente e o social 3,20 0,775 9 2,90 0,924 14 2,95 0,903 97 0,913 0,36 0,333 0,74 0,731 0,46 Não engana os stakeholders* 4,63 0,463 8 4,31 0,978 17 4,44 0,708 95 0,583 0,56 0,146 0,88 0,518 0,60

OBS: Diferenças estatisticamente significativas para 5% estão assinaladas em vermelho.

* As notas foram invertidas, uma vez que as respostas originais mediriam práticas de não dignidade Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa (Statsoft Statistica 8.0)

Figura 21(4) - Representação gráfica da comparação entre grupos sociodemográficos: Práticas relativas à dignidade organizacional X escolaridade dos respondentes (UFPE)

* As notas foram invertidas, uma vez que as respostas originais mediriam práticas de não dignidade Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa

Para a amostra da UFPE, a aplicação do Teste Mann-Whitney U identificou diferença estatisticamente significativa, indicando que a escolaridade afeta a percepção dos servidores, apenas no fator ‘Oferece produto e atendimento de qualidade’. Os indivíduos com menor escolaridade (até ensino médio completo) avaliaram este fator de forma mais positiva do que os servidores com nível de escolaridade mais elevado (ensino superior e pós- graduação completa).

Neste fator, enquanto todos os servidores com menor escolaridade perceberam que a assertiva ‘Oferecimento de bom atendimento’ descreve fortemente a organização em que atuam, atribuindo notas ‘3’(concordo), ‘4’ (concordo muito) e ‘5’ (concordo totalmente), apenas 59% dos servidores com maior escolaridade deram essas 3 notas.

Outra assertiva que também apresentou diferença significativa foi ‘Respeita o código de defesa do consumidor’, com 88% dos servidores de menor escolaridade dando notas ‘3’, ‘4’ ou ‘5’, contra 65% dos com maior escolaridade.

Entretanto, vale salientar que, apesar do teste de Mann-Whitney U ter apontado uma diferença estatística significativa (p=0,04), este grupo sociodemográfico apresentou uma

amostragem bastante desbalanceada na UFPE – 8 servidores com no máximo o nível médio completo, contra 16 com nível superior completo e 98 com pós-graduação completa – o que pode ter comprometido a avaliação deste item.

Tabela 23(4) - Comparação entre as percepções dos trabalhadores da Chesf quanto às práticas relativas à dignidade organizacional, em relação ao nível de escolaridade dos respondentes

PRÁTICAS RELATIVAS À DIGNIDADE ORGANIZACIONAL (NÍVEIS DE ESCOLARIDADE) - CHESF FATORES

1 Até Ens. Médio

Completo 2 Ens. Superior Completo 3 Pós-graduação Completa Teste Mann-Whitney U

1 com 2 2 com 3 1 com 3

MÉD DP N MÉD DP N MÉD DP N z p z p z p Promove desenv. do empregado 2,86 0,780 148 2,80 0,767 218 2,97 0,735 220 0,563 0,57 2,317 0,02 1,576 0,12 Oferece produtos e atendimento de qualidade 3,74 0,743 159 3,74 0,724 228 3,82 0,766 230 0,152 0,88 1,236 0,22 1,226 0,22 Respeita direitos dos empregados 4,10 0,694 165 4,28 0,648 234 4,41 0,588 234 2,685 <0,01 2,239 0,03 4,738 <0,01 Favorece o meio- ambiente e social 3,47 0,766 153 3,54 0,736 225 3,60 0,735 235 0,984 0,33 1,257 0,21 1,996 0,05 Não engana os stakeholders* 4,56 0,587 162 4,60 0530 232 4,62 0,523 231 0,315 0,75 0,531 0,60 0,7943 0,43

OBS: Diferenças estatisticamente significativas para 5% estão assinaladas em vermelho. * As notas foram invertidas, uma vez que as respostas originais mediriam práticas de não dignidade

Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa (Statsoft Statistica 8.0)

Figura 22 - Representação gráfica da comparação entre grupos sociodemográficos: Práticas relativas à dignidade organizacional X escolaridade dos respondentes (Chesf)

* As notas foram invertidas, uma vez que as respostas originais mediriam práticas de não dignidade Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa

Depois da aplicação do Teste Mann-Whitney U, para a Chesf, as respostas indicaram que os fatores ‘Promove o desenvolvimento do empregado’, ‘Respeita o direito do empregado’ e ‘Favorece ao meio ambiente e social’ apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre os níveis de escolaridade.

Verificou-se que os respondentes com ensino superior completo percebem a organização realizando menos as práticas de promoção do desenvolvimento do empregado, do que os respondentes com pós-graduação completa. As principais diferenças ocorreram nas assertivas:

• ‘Reconhece o valor do empregado’: 50% dos empregados nível 2 ‘concordam nada’ ou ‘concordam pouco’ contra 36% dos empregados nível 3;

• ‘Oferece condições de desenvolvimento profissional’: 35% dos empregados nível 2 ‘concordam nada’ ou ‘concordam pouco’ contra 20% dos empregados nível 3;

• ‘Oferece oportunidades aos empregados’: 34% dos empregados nível 2 atribuíram notas ‘1’ ou ‘2’ contra 22% dos empregados nível 3;

• ‘Investe em treinamento’: 25% dos empregados nível 2 atribuíram notas ‘1’ ou ‘2’ contra 13% dos empregados nível 3.

A percepção da prática ‘Respeita o direito do empregado’ como presente na Chesf variou diretamente em relação ao nível de escolaridade, apresentando diferenças estatisticamente significativas entre os 3 níveis, em ordem crescente, especialmente nas assertivas:

• ‘Prioriza a quitação de suas obrigações trabalhistas’: 15% dos empregados nível 1 ‘concordam nada’ ou ‘concordam pouco’ contra 7% dos empregados nível 2 e 4% dos empregados nível 3;

• ‘Reconhece o direito a férias’: 4% dos empregados nível 1 atribuíram notas ‘1’ ou ‘2’ contra 1% dos empregados níveis 2 e 3.

‘Favorece ao meio ambiente e social’ é uma prática que apresentou diferença estatisticamente significativa crescente entre as percepções dos empregados de nível médio e as dos pós-graduados, especificamente em relação à ajuda ao terceiro setor (18% dos empregados nível 1 ‘concordam nada’ ou ‘concordam pouco’ com ela contra 11% dos empregados nível 3) e, em menor escala, quanto a colocar em prática ações filantrópicas (17% dos empregados nível 1 atribuíram notas ‘1’ e’2’ contra 14% dos empregados nível 3).

De uma forma geral verificou-se que, na Chesf, os empregados com maior escolaridade, especialmente aqueles com pós-graduação completa, percebem mais intensamente a presença das práticas relativas à dignidade organizacional.

As Tabelas 24(4) e 25(4) apresentam as percepções dos trabalhadores da UFPE e da Chesf, respectivamente, para cada um dos níveis de escolaridade definidos, referentes aos valores organizacionais, visualizadas graficamente nas Figuras 23(4) e 24(4).

Tabela 24(4) - Comparação entre as percepções dos trabalhadores da UFPE quanto aos valores organizacionais, em relação ao nível de escolaridade dos respondentes

VALORES ORGANIZACIONAIS (NÍVEIS DE ESCOLARIDADE) - UFPE FATORES

1 Até Ens. Médio

Completo 2 Ens. Superior Completo 3 Pós-graduação Completa Teste Mann-Whitney U

1 com 2 2 com 3 1 com 3

MÉD DP N MÉD DP N MÉD DP N z p Z p z p Autonomia 3,29 1,104 9 2,92 0,770 17 2,93 0,925 100 0,728 0,47 0,309 0,76 0,837 0,40 Bem Estar 3,00 1,333 8 2,72 1,016 16 2,74 0,536 103 0,429 0,67 0,347 0,73 0,507 0,61 Realização 3,65 0,955 8 3,14 0,848 16 3,25 0,931 103 1,194 0,23 0,654 0,51 1,146 0,25 Domínio 2,61 0,972 9 2,34 0,795 16 2,21 0,853 98 0,679 0,50 0,481 0,63 1,252 0,21 Prestígio 4,36 0,697 9 4,04 0,756 17 4,25 0,918 104 0,943 0,35 1,350 0,18 0,053 0,96 Conformidade 3,63 0,655 9 3,43 0,779 16 3,49 0,830 102 0,481 0,63 0,487 0,63 0,173 0,86 Tradição 3,03 0,817 8 3,48 0,816 16 3,57 0,659 101 1,255 0,21 0,500 0,62 1,987 0,05 Preocupação com a coletividade 3,46 1,015 9 3,09 0,878 17 3,21 0,953 101 0,970 0,33 0,609 0,54 0,840 0,40

OBS: Diferenças estatisticamente significativas para 5% estão assinaladas em vermelho. Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa (Statsoft Statistica 8.0)

Figura 23(4) - Representação gráfica da comparação entre grupos sociodemográficos: Valores organizacionais X escolaridade dos respondentes (UFPE)

Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa

Quanto aos valores organizacionais, na UFPE, verifica-se diferença estatisticamente significativa, em apenas um fator - ‘Tradição’- fator relacionado com a manutenção das tradições e respeito aos costumes e a história da organização e entre os empregados nível 1 (até ensino médio completo) e nível 3 (pós-graduação completa), com estes últimos percebendo o fator como mais presente na organização em que atua. As maiores diferenças nos percentuais de respostas ‘1’ (não se parece com a UFPE) e ‘2’ (pouco parecida com a UFPE) foram nas seguintes assertivas:

• ‘Esta organização evita mudanças. Ela prefere manter sua forma de trabalhar’: 63% dos empregados nível 1 contra 37% dos empregados nível 3;

• ‘Esta organização procura manter práticas consagradas. Ela acredita que é importante trabalhar sempre do mesmo modo’: 50% dos empregados nível 1 contra 28% dos empregados nível 3.

O mesmo comentário feito para as práticas relativas à dignidade organizacional também vale para este caso, ou seja, apesar do teste de Mann-Whitney U ter apontado uma

diferença estatística significativa (p=0,05), este grupo sociodemográfico apresentou uma amostragem bastante desbalanceada na UFPE – 8 servidores com até o ensino médio completo contra 101 com pós-graduação completa – o que pode ter comprometido a avaliação deste item.

Tabela 25(4) - Comparação entre as percepções dos trabalhadores da Chesf quanto aos valores organizacionais, em relação ao nível de escolaridade dos respondentes

VALORES ORGANIZACIONAIS (NÍVEIS DE ESCOLARIDADE) - CHESF FATORES

1 Até Ens. Médio

Completo 2 Ens. Superior Completo 3 Pós-graduação Completa Teste Mann-Whitney U 1 com 2 2 com 3 1 com 3

MÉD DP N MÉD DP N MÉD DP N z p Z p z p Autonomia 3,31 0,886 157 3,10 0,899 226 3,07 0,842 228 2,208 0,03 0,430 0,67 2,732 <0,01 Bem Estar 3,11 0,935 159 2,98 0,881 227 3,15 0,811 232 1,272 0,20 2,186 0,03 0,509 0,61 Realização 3,51 0,837 158 3,41 0,924 229 3,42 0,854 231 0,937 0,35 0,045 0,96 0,938 0,35 Domínio 3,62 0,807 155 3,51 0,789 225 3,33 0,742 231 1,593 0,11 2,704 <0,01 3,941 <0,01 Prestígio 4,05 0,887 161 4,12 0,867 234 4,19 0,830 236 0,837 0,40 0,992 0,32 1,748 0,08 Conformidade 3,76 0,762 157 3,74 0,778 234 3,67 0,749 233 0,146 0,88 1,204 0,23 1,222 0,22 Tradição 3,21 0,719 155 3,31 0,804 229 3,53 0,744 231 1,197 0,23 2,936 <0,01 3,993 <0,01 Preocupação com a coletividade 3,59 0,839 161 3,56 0,889 231 3,56 0,876 227 0,132 0,89 0,017 0,99 0,170 0,87 OBS: Diferenças estatisticamente significativas para 5% estão assinaladas em vermelho.

Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa (Statsoft Statistica 8.0)

Na Chesf, foi observado que os empregados com pós-graduação completa têm uma maior percepção do fator ‘Tradição’, entretanto, nos fatores ‘Autonomia’ e ‘Domínio’ ocorreu o inverso, com os empregados com menor escolaridade percebendo-os como mais presentes na organização. No fator ‘Bem estar’, verificou-se diferença estatisticamente significativa apenas entre as percepções dos empregados pós-graduados e as dos com ensino superior completo.

Figura 24(4) - Representação gráfica da comparação entre grupos sociodemográficos: Valores organizacionais X escolaridade dos respondentes (Chesf)

Elaborada pela Autora - Fonte: Dados da Pesquisa

No valor ‘Tradição’, as maiores diferenças nos percentuais de respostas ‘1’ (não se parece com a Chesf) e ‘2’ (pouco parecida com a Chesf) foram nas seguintes assertivas:

• ‘Esta organização evita mudanças. Ela prefere manter sua forma de trabalhar’: 46% dos empregados níveis 1 e 2 contra 32% dos empregados nível 3;

• ‘Esta organização procura manter práticas consagradas. Ela acredita que é importante trabalhar sempre do mesmo modo’: 35% dos empregados níveis 1 e 2 contra 21% dos empregados nível 3.

Os empregados com nível superior completo, sem e com pós-graduação (níveis 2 e 3) percebem o valor ‘Autonomia’ como menos importante na Chesf do que os empregados de nível médio (nível 1), principalmente em relação ao estímulo à criatividade e à variedade no trabalho. As assertivas que apresentaram maiores diferenças entre as respostas ‘1’ e ‘2’ foram:

• ‘Para esta organização, é importante ser criativa. Ela gosta de ser original’: 39% dos empregados níveis 2 e 3 contra 21% dos empregados nível 1;

• ‘Esta organização deseja que o colaborador tenha uma vida profissional variada. Ela valoriza o colaborador que tem experiências profissionais variadas’: 45% dos empregados níveis 2 e 3 contra 30% dos empregados nível 1;

• ‘Esta organização incentiva o colaborador a ser criativo. Esta estimula a criação de produtos e serviços originais’: 35% dos empregados níveis 2 e 3 contra 26% dos empregados nível 1.

Os achados em relação ao valor ‘Autonomia’ não confirmaram a afirmação de alguns autores quanto à diferença de percepções, em função do nível de escolaridade, como, por exemplo, Canova e Porto (2010, p.26) que dizem que “quanto maior a escolaridade, mais provavelmente se experimenta liberdade de ação, demandas por pensamentos independentes, questionamentos de verdades aceitas e o encorajamento de flexibilidade intelectual” e que “pessoas mais estudadas têm mais oportunidade de se engajar em atividades que satisfaçam seus desejos e porque sentem menos constrangimentos convencionais ao fazê-lo”.

Os empregados com pós-graduação (nível 3) têm uma percepção menor dos que os demais (níveis 1 e 2) que a Chesf busque o valor ‘Domínio’, principalmente em relação à promoção de novos produtos e serviços e à busca do domínio do mercado, com a eliminação da concorrência. As assertivas que apresentaram maiores diferenças entre as respostas ‘1’ e ‘2’ foram:

• ‘Esta organização estimula, nos clientes, o desejo de adquirir novidades. Ela encoraja os clientes a promoverem produtos e serviços novos’: 41% dos empregados nível 3 contra 24% dos empregados níveis 1 e 2;

• ‘Esta organização busca o domínio do mercado. Ela quer eliminar a concorrência’: 58% dos empregados nível 3 contra 45% dos empregados níveis 1 e 2.

No fator ‘Bem estar’, apenas entre as percepções dos empregados pós-graduados (nível 3) e as dos empregados com ensino superior completo (nível 2), verificou-se diferença

estatisticamente significativa, com estes últimos percebendo menos que a organização valorize a promoção da satisfação e do bem estar do empregado, bem como a qualidade de vida no trabalho. As assertivas que apresentaram maiores diferenças entre as respostas ‘1’ e ‘2’ foram:

• ‘Esta organização propõe atividades que dão prazer ao colaborador. Na visão dela, é importante o colaborador sentir-se satisfeito consigo mesmo’: 35% dos empregados nível 2 contra 28% dos empregados nível 3;

• ‘Esta organização oferece oportunidades de diversão aos colaboradores. Ela acha importante que eles tenham prazer no trabalho’: 33% dos empregados nível 2 contra 25% dos empregados nível 3;

• ‘Esta organização preocupa-se com a qualidade de vida dos colaboradores. Ela realiza projetos sociais que contribuem para o bem-estar deles’: 22% dos empregados nível 2 contra 13% dos empregados nível 3.

Benzer Belgeler