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A. Taşıma Süresinin Taraflarca Belirlenmiş Olması

II. CMR’YE GÖRE

O proj eto Aprendiz Encena apresenta Três Viúvas de Artur. São três textos de Art ur Azevedo ( 1855 -1908) , escolhidos por t erem sido encenados por Luiz Mendonça, hom enageado do VI I I Festival Recife de Teatro Nacional.

ANEXO F - TEATRO A VAPOR (3)

Teatro a Vapor, do escritor e jornalista Artur Azevedo (1855-1908), convida o público a embarcar em uma viagem ao Brasil do início do século XX.

Repleta de bom humor e sarcasmo, a peça caminha como uma locomotiva de cenas que retratam o cotidiano, as crenças, e os valores sócio-culturais do país naquele início de século.

Aproveitando-se do fato de ser jornalista, Artur Azevedo buscou inspiração nas notícias publicadas em sua época para escrever os roteiros das cenas.

Bons exemplos disso são o famoso Crime da Mala e o escandaloso caso da proibição da venda da cerveja Brahma, ambos retratados nas estórias da peça.

Acompanhada de música ao vivo, a comédia conta com uma direção inovadora e um figurino de primeira linha. Além disso, as interpretações conseguem extrair com muita competência as riquezas do texto de Artur Azevedo.

Encenado pelo Grupo de Teatro Uniban, o espetáculo Teatro a Vapor encontra-se em sua segunda montagem e tem a direção de Eloísa Cichowitz, diretora e atriz do Grupo TAPA. A assistência de direção é de Adriano Campos.

O Elenco conta com a participação de Adriano Campos, Ana Lúcia Barbosa, Daniela Rocha, Eduardo Cléber, Francielle de Freitas, Gabriele Freitas, Laura Guerra, Luiz Fernando, Marcelo Sousa, Patrícia Abibe, Paula Cordeiro, Potiguara Novezze e Sandra Fonseca.

Na Iluminação está Alexandre Gomes. Na direção musical, Maurício Sanaiote, músico e compositor. A peça também conta com a participação especial do músico Dario Arruda, da Banda Arruda Brasil e Maurício Sanaiote.

Texto: Artur Azevedo Direção: Eloisa Cichowitz Direção Musical: Paulo Marcos

Assistência de direção: Adriano Campos Iluminação: André Martins

Arranjos: Maurício Sanaiote Elenco: Alunos da Uniban Estréia: 27/09/2003 às 21h

Local: Av. Rudge, 315 (Campos Elíseos) – auditório do Campus Rudge Entrada : GRATUITA

Ingressos: nas Centrais de Atendimentos dos Campi Agradecimentos:

À Profa. Christianne Coletti, Maurício Leonardi, Stillo & Classe, Marino e Márcio do campus RG, TV Uniban, Folha Universitária, Tomás Martins, Rodrigo Petterson, Alessandra A. Doria, Ana Lúcia Sinopoli, aos Seguranças do Campus RG, Armando (pai e filho), Ana Fernandes, Grupo Tapa e a todas as pessoas que de forma direta ou indireta contribuíram para a realização desse espetáculo.

ANEXO G - Apresentação de “Aroma do Tempo”

O professor das Faculdades de Publicidade, Propaganda, Turismo e Comunicação Multimídia, Dyonisio Moreno, participou da direção musical da peça “Aroma do Tempo”, de Erné Vaz Fregni, com direção de José Renato.

O espetáculo é um projeto da Casa da Comédia, movimento cultural destinado a praticar e a difundir a arte teatral através de vários segmentos, buscando a integração de atores, diretores e autores em um mesmo rumo de engajamento na discussão de problemas atuais e que tem como meta unir divertimento e educação, ou seja, aliar o prazer do riso com o despertar da consciência da cidadania.

A peça é uma comédia musical, composta por 22 atores que por intermédio da dança, do canto e da atuação, estarão recriando o clima da passagem do século XIX para o século XX, na visão idealista do maior comediógrafo que a história do Teatro Brasileiro produziu: Arthur de Azevedo.

O espetáculo estréia no dia 9 de março às 21 horas no Teatro dos Arcos localizado na rua Jandaia, 218 – Jd. Bela Vista – São Paulo.

ANEXO H – Rio Antigo 1

Foto 3 – Avenida Central. Fonte: Almacarioca

Foto 4 - Avenida Beira-Mar - Foto de Augusto Malta em 27/10/1906 - Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro

ANEXO I – Rio Antigo 2

Foto 6 - Cinema Olinda – Praça Saens Pena – Tijuca

Foto 7 - Teatro Municipal, Estátua de Pedro Álvares Cabral e a Escola Nacional de Belas Artes. A Biblioteca Nacional aparece parcialmente no canto direito.

ANEXO J – Rio Antigo 3

Foto 9 - Revolta da Armada - Forte São João - Foto de Juan Gutierrez

Revolta da Armada - rebelião promovida por algumas unidades da Marinha brasileira contra o governo de Floriano Peixoto. Começa no Rio de Janeiro em setembro de 1893, estende-se à Região Sul e prolonga-se até março de 1894.

Com a renúncia de Deodoro da Fonseca à Presidência da República em 23 de novembro de 1891, passados nove meses de governo, o vice-presidente Floriano Peixoto assume o cargo. A Constituição, no entanto, prevê nova eleição caso a Presidência ou a Vice-Presidência fiquem vagas antes de decorridos dois anos de mandato. A oposição acusa Floriano de manter-se ilegalmente à frente da nação. Em 6 de setembro de 1893, um grupo de altos oficiais da Marinha exige a imediata convocação dos eleitores para a escolha dos governantes. Entre os revoltosos estão os almirantes Saldanha da Gama, Eduardo Wandelkok e Custódio de Melo, ex-ministro da Marinha e candidato declarado à sucessão de Floriano. Sua adesão reflete o descontentamento da Armada com o pequeno prestígio político da Marinha em comparação ao do Exército. No movimento encontram-se também jovens oficiais e muitos monarquistas. A revolta consegue pouco apoio no Rio. Sem chance de vitória, os revoltosos dirigem-se ao sul. Alguns efetivos desembarcam em Desterro (atual Florianópolis) e tentam, inutilmente, articular- se com os federalistas gaúchos. Floriano adquire novos navios no exterior e com eles derrota a Revolta da Armada em março de 1894.

Foto 10 - Alargamento da Rua da Carioca - 31 de janeiro de 1906 - Foto de Augusto Malta

Para alargamento da Rua da Carioca, todos os imóveis do lado par foram destruídos. Em meio aos escombros, os ocupantes dos prédios transportam para veículos o material, ainda aproveitável, recolhido entre as ruínas. À esquerda, o que sobrou da demolição do Hospital da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência.

ANEXO L – A capital federal e as transformações urbanas

Foto 11 - O caminho aberto para que um cano de pedra levasse para o mar as águas estagnadas da Lagoa de Santo Antônio, deu origem à "Rua do Cano", assim foi chamada até 1856, quando foi batizada como 7 de Setembro.

Em 6 de setembro de 1906, há exatos 96 anos, o Prefeito Pereira Passos lá esteve, inaugurando o trecho que ia da Rua 1º de Março até a Avenida Central. O fotógrafo Augusto Malta registrou o momento histórico.

O Prefeito Pereira Passos está no centro. É o mais alto do grupo.

Foto 12 - Cortiço (ou Estalagem) na Rua dos Inválidos - Foto de Augusto Malta

Definido oficialmente como uma "habitação coletiva, geralmente constituída por pequenos quartos de madeira ou construção ligeira algumas vezes instalados nos fundos de prédios e outras vezes uns sobre os outros; com varandas e escadas de difícil acesso; sem cozinha, existindo ou não pequeno pátio, área ou corredor, com aparelho sanitário e lavanderia comum", o cortiço reinou absoluto - juntamente com casas de cômodos e estalagens, denominações que freqüentemente se confundiam - com a alternativa mais econômica para a habitação de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro.

A principal característica dos cortiços, seu pátio central, era, ao mesmo tempo, área de lazer e de trabalho para seus moradores. Os varais, com as roupas "tremulando qual bandeiras agitadas", denotavam uma importante função econômica e social, ainda hoje presente na vida brasileira, que as lavanderias (tradicionais e automáticas) e a tecnologia não conseguiram eliminar: a das "lavadeiras pra fora". Tanques e sanitários comuns promoviam a promiscuidade e comprometiam a saúde pública, transformando os cortiços em focos propagadores de doenças.

O prefeito Barata Ribeiro pretendia erradicar os cortiços e casas de cômodos, mas não teve tempo: sua administração durou apenas cinco meses. O prefeito Pereira Passos prosseguiu com as demolições de sobrados antigos e decadentes, construídos

ANEXO M – Informação e diversão no Rio de Janeiro

Foto 13 - Sede do jornal O PAIZ - Av. Central - Fotografia de família enviada por Alexandre Raposo.

ANEXO N – Alguns tipos urbanos

ANEXO N – Alguns tipos urbanos

Amolador de facas e tesouras – foto de Marc Ferrez

Benzer Belgeler