BÖLÜM 3: E-MALİYE UYGULAMALARININ VERGİ UYUMUNA ETKİSİ:
3.7. Araştırma Bulguları ve Değerlendirilmesi
3.7.2. Çapraz karşılaştırmalar
3.7.2.1. Cinsiyetin çapraz karşılaştırması
1.6
Conclus˜ao
Neste cap´ıtulo, vimos a descric¸˜ao de OGs desiderativas, proposicionais e perceptuais em relac¸˜ao a uma s´erie de propriedades sint´aticas. Entre outras coisas, inspecionamos propriedades que eu assumo que s˜ao dependentes de TP, a saber, licenciamento de negac¸˜ao e adv´erbio senten- ciais. Tamb´em vimos propriedades que eu proponho que s˜ao dependentes de fase, a saber, alc¸amento (de modo mais geral, marcac¸˜ao de Caso), ligac¸˜ao e QR. A descric¸˜ao aponta para uma classificac¸˜ao tripartite de OGs completivas. Mais precisamente, OGs desiderativas e OGs perceptuais apresentam comportamento oposto, enquanto OGs proposicionais apresentam um comportamento intermedi´ario: de um lado, OGs proposicionais se agrupam com OGs desi- derativas em relac¸˜ao a propriedades dependentes de TP; de outro, elas se agrupam com OGs perceptuais em relac¸˜ao a propriedades dependentes de fase.
Para explicar as propriedades de cada uma dessas OGs completivas, assim como a ma- neira como elas se agrupam, propus que OGs completivas diferem no tamanho de sua estrutura sint´atica e que o comportamento delas pode ser derivado dessa estrutura. Propus que OGs per- ceptuais projetam a estrutura mais simples, AspP, enquanto OGs desiderativas projetam n˜ao apenas AspP, mas tamb´em TP e CP. Tento capturar o comportamento intermedi´ario de OGs proposicionais propondo que elas se assemelham a OGs desiderativas por tamb´em projetarem TP, mas elas se assemelham a OGs perceptuais por a projec¸˜ao mais alta de nenhuma das duas ser uma fase.
Uma descric¸˜ao dos outros subtipos de OG que v˜ao ser analisados nessa dissertac¸˜ao tamb´em foi apresentada. Na maioria dos casos, essas outras OGs tamb´em podem ser submetidas a uma an´alise tripartite. Usei o termo taxonˆomico OG de classe 1 para fazer referˆencia a OGs deside- rativas e a OGs adverbiais altas. OG de classe 3 foi como denominei as OGs perceptual, exis- tencial, de controle de objeto, adverbial baixa e adnominal. Finalmente, a classe intermedi´aria, as OGs de classe 2, incluem OGs proposicionais, subjetivas e adverbiais preposicionadas.
Cada um desses subtipos de OG tem as suas pr´oprias caracter´ısticas particulares e `as vezes algumas delas apresentam comportamento que contrasta com o restante dos membros na mesma classe. Ao inv´es de considerar que isso ´e um contra-argumento para a an´alise, vou tentar derivar essas especificidades de fatores extras regendo a derivac¸˜ao delas. O desafio dos cap´ıtulos a seguir ´e identificar esses fatores e formular uma an´alise unificante para todos os subtipos de OG.
Porque eu estou tentando apresentar uma explicac¸˜ao sint´atica para o comportamento de cada OG, ´e importante saber o conte´udo interno `as OGs. Conclu´ı que o T em OGs de classe 1 possui apenas tempo e um trac¸o de Caso valorado. A discuss˜ao se restringiu a OGs de classe 1 porque eu vou assumir heranc¸a de trac¸os (Chomsky,2004,2008). Outra conclus˜ao foi que o morfema de ger´undio, uma pec¸a necess´aria na construc¸˜ao de OGs, qualquer que seja a sua classe, tem um trac¸o de Caso a ser valorado. Esse trac¸o vai exercer um papel importante na derivac¸˜ao.
Cap´ıtulo 2
Ferramentas te´oricas
Neste cap´ıtulo, apresento as ferramentas te´oricas que eu vou usar para derivar OGs, a saber, heranc¸a de trac¸os (sec¸˜ao2.1), um sistema de valorac¸˜ao de trac¸os particular (2.2) e uma hip´otese relativa `a definic¸˜ao de dom´ınio sint´aticos, uma que ´e uniformemente baseada em fases (2.3). Esses s˜ao os principais ingredientes na an´alise sint´atica das propriedades de cada subtipo de OG e da maneira como elas se dividem em trˆes classes. Em cap´ıtulos posteriores, outras ferramentas v˜ao ser adicionadas, a saber, a teoria de controle por movimento (4.3.1), movimento lateral (6.2) e uma teoria de interpretac¸˜ao temporal (cap´ıtulo7).
2.1
Heranc¸a de trac¸os
De acordo comChomsky (2008, 144), C e T funcionam em conjunto, no sentido que os trac¸os que geralmente se assume que T tem, tais como trac¸os-ϕ, Caso e mesmo tempo, n˜ao s˜ao propri- edades de T, mas uma especificac¸˜ao lexical de C. Na ausˆencia de C, T n˜ao teria nem trac¸os-ϕ, nem Caso ou tempo.1 Chomsky (2008) implementa essa relac¸˜ao entre C e T via heranc¸a de trac¸os: propriedades tais como trac¸os-ϕ, tempo e Caso s˜ao especificac¸˜oes lexicais de C e s˜ao transferidas a T durante a derivac¸˜ao via heranc¸a de trac¸os de C para T.Chomsky (2008, 148) estende heranc¸a de trac¸os para v/V. Esquematicamente:2
1Em outras palavras, heranc¸a de trac¸os parece implicar necessariamente que T seja complemente desprovido de trac¸os. Isso nos leva a questionar se heranc¸a de trac¸os e a implicac¸˜ao de que T, ao menos no comec¸o da derivac¸˜ao, ´e necessariamente vazio n˜ao s˜ao uma violac¸˜ao generalizada do Princ´ıpio de Interpretac¸˜ao Plena. H´a pelo menos trˆes soluc¸˜oes para esse problema. Primeiro, poderia ser o caso que as vantagens conceituais de heranc¸a de trac¸os sejam ranqueadas como sendo mais importantes do que observar o Princ´ıpio de Interpretac¸˜ao Plena (verRichards 2007). Segundo, se esse princ´ıpio puder “esperar” para ser verificado apenas depois de ocorrer heranc¸a de trac¸os de C para T, pode ser poss´ıvel que n˜ao haja violac¸˜ao. Essa soluc¸˜ao, no entanto, n˜ao ´e ´otima se assumirmos que o sistema computacional, para reduzir complexidade, n˜ao espera para efetuar operac¸˜oes ou verificar a observˆancia de algum princ´ıpio. Terceiro, poder´ıamos afirmar que T pode ser relevante para interpretac¸˜ao mesmo quando ele ´e vazio. EmDemirdache and Uribe-Etxebarria(2000,2004,2007), por exemplo, um T vazio exerce uma func¸˜ao na computac¸˜ao temporal. Ver detalhes no cap´ıtulo7.
2Notac¸˜ao utilizada: Ph0 ´e um n´ucleo de fase e¬Ph0, o n´ucleo n˜ao-fasal do complemento de Ph0; trac¸os transferidos de Ph0est˜ao riscados e trac¸os herdados est˜ao dentro de caixas .
2.2. Um sistema de valorac¸˜ao de trac¸os