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Budin Türküler

Belgede Rumeli Olay Türküleri (sayfa 42-50)

2. BÖLÜM: RUMELİ OLAY TÜRKÜLERİ

2.1. Şehir Türküler

2.1.5. Budin Türküler

George Edward Moore (1873-1958) foi um filósofo britânico altamente influentes do início do século XX. Sua carreira foi formada principalmente na Universidade

99 A filosofia de senso comum de Reid não estava sem defesa entre os britânicos no décimo nono século. Um dos mais notáveis era Henry Sidgwick. Também houve recentes filósofos britânicos que divergiram dele em aspectos significantes, mas mesmo assim foram influenciados por Reid, por exemplo, H.H. Pirce. A posição mantida neste capítulo, com respeito à natureza e a validez de consciência de percepção, está, em essência, idêntica com o mantido por Reid contra Hume, a pesquisa de Bary, demonstra isso (2002, passim).

de Cambridge, onde lecionou ao lado de Bertrand Russell e, mais tarde, Ludwig Wittgenstein. O período de suas aulas, tem sido chamado de "idade de ouro" da filosofia Cambridge. Principais contribuições de Moore para a filosofia foram nas áreas de metafísica, epistemologia, ética e metodologia. Em epistemologia, Moore é lembrado como um defensor vigoroso do realismo do senso comum. Rejeitava o ceticismo por um lado, e, por outro as teorias metafísicas que possam invalidar as crenças no senso comum.

Desde muito cedo em sua carreira Moore estava atento a filosofia de Reid, porque em "A Natureza e Realidade de Objetos de Percepção" (1905-1906), Moore critica o uso de Reid sobre a percepção (cf. HALDANE, 2003, p. 8-9).

Mas fora a questão do conhecimento de Moore e de Reid, há várias semelhanças notáveis no que eles afirmam, podemos compreender isso à luz da pesquisa de BEANBLOSSOM:

• Há a afirmação comum de que algumas condições ou conceitos são impossíveis de analisar. Para Reid se aplica à “fé”, “à vontade”, e “ao dever”. Posição idêntica é defendida por Moore.

• Reid e Moore distinguem entre atos mentais e a realidade de objetos físicos. Para eles pode haver confusão se não há uma distinção entre as duas coisas, por exemplo, entre sensações e objetos, porque a mesma palavra é usada para denotar sensações e qualidades físicas – o objeto está quente, e a pessoa pode ter uma sensação quente ao tocar aquele objeto. A confusão também pode surgir por causa da dificuldade de prestar atenção às nossas sensações que ficam transparentes quando há familiaridades; ao tocar um objeto familiar, a pessoa não presta atenção normalmente às sensações táteis, mas, ao invés, presta atenção ao objeto que causa essas sensações.

• Por estas razões, é possível que ocorram equívocos, como fazem os idealistas, quando afirmam que só as sensações existem ou, como outros fazem, ao dizer que só objetos físicos existem.

• Semelhanças adicionais entre as visões de Reid e Moore são as atrações mútuas de ambos ao Senso Comum e os argumentos

deles contra ceticismo e idealismo. Reid e Moore concordam que o ceticismo e o idealismo estão de mãos dadas.

• O objeto de pensamento nem sempre é uma ideia presente na mente como, por exemplo, um unicórnio.

Finalmente, Reid e Moore concordam que tanto o homem comum, como também o filósofo podem saber tais coisas como "esta é minha mão que eu vejo", sem poder fazer uma análise do que isto significa. Reid preocupou-se com o significado ordinário de cláusulas e violação de filósofos deste uso como meios de criar problemas céticos.

As semelhanças entre Reid e Moore abordadas nesse trabalho são somente um esboço. Porém, estas analogias, junto com o fato de Moore estar familiarizado com os trabalhos de Reid, mostra como Reid estava sendo muito utilizado entre o fim século XIX e começo do século XX.

3.2. Na França

França e Escócia tiveram disputas culturais e políticas fortes durante o século XVIII – conflitos promovidos pela oposição francesa à hegemonia política da Inglaterra. Isto pode ajudar a responder a respeito da pouca aceitação do trabalho de Reid na França (HOUSTON, 2004 p. 3-6). Porém, Reid também serviu ao

propósito dos que procuravam uma resposta à filosofia sensualista de Condillac100. Segundo MALHERBE, Royer-Collard (1763-1845) ele é considerado como o filósofo responsável para apresentar o trabalho de Reid à França (in Broadie, 2003, 298). MALHERBE diz que Collard dissertou sobre Reid na Sorbonne

de 1811 a 1814 (IDEM). Collard, cuja tradução do trabalho de Reid se tornou a

edição básica na França, estabeleceu a filosofia de Reid como método indutivo no estudo da mente101.

Vitor Cousin (1792-1867), um estudante de Collard, pôde usar a posição dele como ministro de instrução pública e fazer da filosofia de Senso Comum de

100 Étienne Bonnot de Condillac (1715-1780) combina elementos retirados de filosofia de Locke e da metodologia científica de Newton, desta forma, tal como Reid, foi uma forte influência da França (cf. CONDILLAC, 1973, vol. XXVI, passim).

101 Embora Condillac concordasse com o método indutivo de Bacon, aceitava, no entanto, a doutrina de Locke que nada está no intelecto que não está primeiro nos sentidos; Condillac usa esta pressuposição para desenvolver um sistema que não tem nenhuma base em experiência (Malherbe, in Broadie, 2003, p. 299).

Reid material básico nas escolas francesas. A filosofia de Reid continuou sendo aplicada na escola francesa até o décimo nono século.

Michael MALHERBE mostra que a influência de Reid na França, em seu

tempo, foi perdida por alguns aspectos, tais como: 1) Não haver interesse pelos escritos de Hume, e como os trabalhos de Reid são instigados pelo seu compatriota Hume, uma coisa implicou em outra, ou seja, o interesse pelo pensamento de Reid era muito pequeno. 2) Outra questão é o fato de que depois da descoberta do pensamento de Hume, houve um desânimo motivado pelas ideias do filósofo, tal como o seu ceticismo, que levavam os leitores franceses a um desânimo natural, que por tabela atingiu os escritos de Thomas Reid102. 3) O combate de Reid às Teorias das Ideias não era algo que trouxesse o interesse para um povo que tinha muito conhecimento das ideias de Descartes e conhecimento superficial de Locke. É importante ressaltar que seria natural um paralelo entre a obra de Condillac Traité des sensations (1754) e a Investigação

de Reid (1764). Mesmo em face de diferença cronológica entre as duas obras, o

que mais se percebe é que o pensamento de Condillac é mais voltado para Hume, ou seja, por estes detalhes nota-se que Reid não teve campo de influência na França em sua época até ser descoberto103 por filósofos tais como Royer- Collard (1763-1845) e Vitor Cousin (1792-1867).

Desta forma, a filosofia de Reid foi muito usada pelo contexto filosófico francês. Maine de Biran abraçou a filosofia de Condillac, mas com muitos pressupostos de Reid. Biran se tornou um moderador entre os ideais da Revolução Francesa e os ditames de Bonaparte. Biran trabalhou como Cônsul e foi um dos responsáveis pelas implantações de fundações intelectuais para um novo sistema de ensino e da Lei (MALHERE, in BROADIE, p. 304-305). Outro fato

histórico: em 1832 Victor Cousin foi apontado como conselheiro da Universidade e, no seu planejamento curricular para as escolas, encontra-se o espírito da Filosofia Escocesa integrado com o das tradições francesas.

102 Isso pode ser entendido pela própria questão da filosofia sensualista de Condillac.

103 Isso foi assim até que, em 1800, apareceu uma série de obras escritas por Maine de Biran (Mémoire sur I’habitude appeared in bookshops, e Comparison des trois points de vue de Reid, Condillac et Tracy sur I’idée d’existence et le jugement d’extériorité (Uma comparação dos três pontos de vista de Reid, Condillac e Tracy na Ideia da Existência e o Julgamento das coisas externas). Nesta obra, Biran escreve que Reid é um profundo escritor cuja filosofia está bem fundamentada (cf. MALHERE, BROADIE, 2003. p. 301-302).

Belgede Rumeli Olay Türküleri (sayfa 42-50)

Benzer Belgeler