1.3 Cumhuriyet döneminde Ermeniler (1923-1990)
1.3.1. Bir Türkleştirme Politikası Olarak “Vatandaş Türkçe Konuş” Kampanyaları
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Aquecimento
A fi siologia do exercício surgiu na Grécia antiga e Ásia, porém os temas relacionados ao exercício, aos desportos, jogos e a saúde já interessavam as civilizações mais primi- tivas, como demonstram os achados históricos que faziam referência aos jogos e às práticas de saúde em civilizações da Síria, Egito, Macedônia e Mesopotâmia.
Entretanto, a maior infl uência para a civilização ociden- tal veio dos médicos gregos da antiguidade: Herodicus (séc. V a.C.), Hipócrates (460-377 a.C.) e Galeno (131-201 d.C.).
Herodicus, médico e atleta, defendia enfaticamente a dieta apropriada ao treinamento físico. Seus trabalhos iniciais vieram a infl uenciar o médico Hipócrates (pai da medicina moderna), a quem se atribuiu a autoria de 87 tratados sobre medicina, sendo vários deles relativos à saúde e a higiene, durante o período áu- reo da Grécia. Cinco séculos depois, quando o império romano começava a declinar, surgiu Galeno, provavelmente o médico mais conhecido e infl uente de todos os tempos, responsável pelo implemento dos estudos que envolviam a saúde e a higie- ne científi cas, uma nova área que alguns poderiam considerar como sendo a da fi siologia do exercício aplicada.
Durante toda a sua vida, Galeno praticou as chamadas “leis da saúde” da época: comer alimentos apropriados, beber bebidas em quantidades adequadas. Além disso, dormir por um período sufi ciente, evacuar diariamente e controlar as emoções. Mais de 80 tratados foram produzidos e envolviam diversos tópicos, muitos dos quais abordavam anatomia e fi siologia humanas, nutrição, crescimento e desenvolvimento, os efeitos benéfi cos do exercício e as consequências deletérias da vida sedentária. Assim sendo, ele realizou experiências originais em fi siologia, anatomia e medicina, incluindo dis- secações em seres humanos e em vários animais (cabras, porcos, elefantes e cavalos).
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A partir do século XX, mais precisamente no fi nal dos anos 60, os estudiosos licenciados na América do Norte e Europa revelaram um aumento pelo interesse na fi siologia do exercício, todos com o objetivo enfático de esclarecer a base científi ca do exercício. Alguns deles estudaram os me- canismos fi siológicos envolvidos nas adaptações ao exercício regular; outros avaliaram as diferenças individuais do desem- penho nos exercícios e nos desportos. Coletivamente, estas abordagens contribuíram para o conhecimento em expansão da área de conhecimento.
Na primeira conferência do ACSM (American College of Sports Association Medicine), em 1967, o Dr. David Bruce proferiu uma conferência acerca da regulação térmica de alguns animais (burros) no deserto. Além disso, os estudos avançavam na utilização da pesagem hidrostática, elaborando modelos de referência para o homem e para a mulher, além de um somatograma baseado em mensurações antropométri- cas, que serviram de alicerce para os hoje valiosos trabalhos na avaliação da composição corporal.
O primeiro laboratório formal de fi siologia do exercício nos Estados Unidos foi estabelecido em 1891 na Harvard University e fi cou localizado no recém-criado departamento de anatomia, fi siologia e treinamento físico na Lawrence Scientifi c School. Lá foram desenvolvidas as descobertas relativas ao princípio da contração cardíaca e o fenômeno da contração muscular (“lei do tudo ou nada”).
1º tempo
A fi siologia do exercício enquanto subárea e disciplina das ciências da saúde e da medicina passaram a contextua- lizar-se nos esportes e mais precisamente no futebol profi s- sional há apenas algumas décadas. Os primeiros relatos da
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utilização dos princípios da fi siologia aplicados ao futebol vieram da Europa e datam do início do século XX, em equi- pes inglesas e de outros países da Europa ocidental (Suécia, Alemanha, e Dinamarca, entre outros). As intervenções limitavam-se a testes laboratoriais com medições diretas do consumo máximo de oxigênio em protocolos incrementais ainda de baixa especifi cidade em relação ao futebol, mas com a principal fi nalidade de aferir os padrões e aptidão cardiorrespiratória dos futebolistas na época. O futebol prati- cado até então era disputado ainda em medianos padrões de exigência atlética, sendo o jogo disputado, na maior parte do seu tempo, em intensidades aeróbias ou subaeróbias, tendo ações de exigência anaeróbia quase inexistentes.
Na Europa, a partir da década de 50, e no Brasil, em meados dos anos 80, a fi siologia do exercício, através da intervenção médica existente em alguns clubes de futebol iniciou um processo de investigação sobre o perfi l metabólico dos seus atletas. Mesmo ainda de forma bastante incipiente, foram feitas as primeiras análises clínicas que identifi cavam inicialmente o perfi l lipídico dos atletas e as quantidades de alguns elementos do sangue (hemácias, hemoglobinas, plaquetas e leucócitos). Pouco se relacionava ainda a inter- ferência e os efeitos agudos e crônicos da então metodologia do treinamento esportivo aplicado naquele período com a bioquímica sanguínea apresentada pelos jogadores, e tão pouco se investigava os efeitos e estratégias relacionadas à melhoria fi siológica dos sistemas energéticos utilizados pelos atletas de futebol durante os treinamentos e jogos e suas respectivas ações motoras específi cas durante uma partida.
Os grandes eventos esportivos no futebol, particular- mente as nomeadas de copas do mundo, tiveram grande in- fl uência no desenvolvimento e dinâmica do futebol praticado em cada período histórico, principalmente ao longo do século XX. Os campeões de cada copa apontavam novas tendências
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táticas que aparentemente só poderiam ser implementadas se houvesse uma aprimoramento da capacidade física e fi sioló- gica dos jogadores. A dinâmica das partidas modifi cava-se e a técnica de jogo parecia aliar-se cada vez mais com a evolução atlética dos futebolistas.
Alguns especialistas apontam que a copa de 1982, vencida pela Itália, tornou-se um marco divisor de um mes- mo jogo, até então praticado, e agora acrescido de novos componentes de capacidades físicas como: força, velocidade e resistências aeróbia/anaeróbia, aliados à técnica de jogo.
Era necessário fazer os futebolistas atingirem novos padrões físico/fi siológicos, capazes de fazê-los suportar no- vos esforços, em um ritmo cada vez mais determinado pela capacidade atlética de cada jogador e sua respectiva função/ posição em campo.
Intervalo
Esse novo cenário mundial fez com que os principais clubes europeus passassem a contar com profi ssionais da medicina especializados na área esportiva e conhecedores dos princípios e aplicabilidade da fi siologia do exercício e dos esportes. Iniciou-se uma era de investigações sobre as principais capacidades físicas utilizadas pelos jogadores du- rante os treinamentos e jogos, e de que forma a metodologia de treinamento esportivo, aliada ao suporte da fi siologia do exercício e ao planejamento de outros esportes que poderiam ser úteis ao futebol.
Os exercícios resistidos com cargas adicionais e ênfase no aumento da massa muscular passaram a integrar substan- cialmente a programação de treinamentos físicos planejados pelos responsáveis pela preparação física dos jogadores. Acreditava-se que novos níveis de resistência de força e for-
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ça explosiva, aliadas a capacidade aeróbia permitiriam aos atletas atingirem um novo patamar de desempenho atlético e, por conseguinte, a vantagem técnica durante a disputa dos jogos.
A preocupação com desgaste físico dos atletas a partir de então também se tornou maior, uma vez observada que a mudança na dinâmica dos jogos e a grande quantidade dos mesmos disputados em um torneio ou campeonato poderiam comprometer o desempenho técnico dos futebolistas e au- mentar as lesões de origem muscular, além das já conhecidas lesões osteoarticulares.
Nesse cenário, foi descoberto, com o auxílio da bioquí- mica, o primeiro indicador de estresse metabólico capaz de ser associado à fadiga muscular e a possíveis lesões musculares: tratava-se do ácido láctico ou lactato sanguíneo, um resíduo metabólico proveniente da degradação e uso dos carboidratos durante o exercício e da elevada utilização da via anaeróbia láctica (glicólise anaeróbia) durante os esforços dos jogos.
O ácido láctico ou lactato é um composto orgânico descoberto e estudado pelos russos, quando ainda na extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, nos anos 20 do século passado e, por algumas décadas, caracterizou-se como o principal resíduo metabólico a ser estudado e controlado bioquímica e fi siologicamente, com suas respectivas concen- trações sanguíneas encontradas e sua relação de produção de acordo com as intensidades dos diferentes tipos de trei- namentos físicos.
Esse início permitiu o avanço para a busca de uma maior investigação sobre a produção de diversos outros resíduos metabólicos, a quantifi cação e identifi cação de enzimas, e o controle de citocinas (proteínas) pró-infl ama- tórias relacionadas a lesões musculares. Todos esses resíduos produzidos pelo metabolismo energético dos jogadores e suas vias metabólicas predominantemente anaeróbias.
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Com essa investigação estendendo-se até os dias atuais, a análise e o controle desses metabólitos produzidos tem se tornado um dos mais importantes aliados dos fi siologistas do exercício no controle e aplicação das cargas de treinamento no futebol, no auxílio dos processos de recuperação dos atletas entre os treinamentos e, principalmente, dos jogos, além da possibilidade de redução signifi cativa das lesões musculares provenientes do elevado número de jogos disputados pelos atletas durante uma temporada.