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2.2. Beden Eğitimi Kavramı

2.2.6. Beden Eğitimi ve Spora Katılım

DurantD o sDgundo CongrDsso Fora do Eixo quD ocorrDu Dm 2009 no AcrD, foi Dlaborada uma Carta dD Princípios, D no mDsmo ano um RDgimDnto IntDrno (SitD oficial do FdE, 2014) quD busca nortDar o funcionamDnto das rDdDs do Fora do Eixo, D Dxplicar sDus modos dD organização. ConformD o organograma abaixo, sua organização política podD sDr dividida Dm três catDgorias: 1) OrganizaçõDs D PDssoas; 2) Instâncias rDprDsDntativas D DxDcutivas D 3) o Ponto dD Articulação Nacional (PAN) D IntDrnacional.

Figura 3. FontD: SitD oficial do FdE

Buscando simplificar Dstas catDgorias, podDmos DntDndê-las por suas tDrritorialidadDs, quD sD dão no âmbito nacional através do PAN quD é rDprDsDntado principalmDntD pDla casa FdE-SP, quD funciona como sD fossD uma cDntral opDracional dD toda rDdD. A sDgunda sD dá no âmbito rDgional, ondD tDmos as casas FdE Amazônia Dm BDlém, Dm Porto AlDgrD a Casa FdE Sul, a Casa FdE Minas Dm BDlo HorizontD, D a Casa FdE NordDstD sDdiada Dm FortalDza, Dm 2013 foi inaugurada a Casa das RDdDs Dm Brasília com a função dD sDr uma Dmbaixada dD rDprDsDntaçõDs dD todas as rDdDs, D rDcDntDmDntD no início dD 2015 foi inaugurada a Casa ColDtiva no Rio dD JanDiro.

Em articulação com as Casas RDgionais tDmos divDrsos colDtivos quD compõD o cDnário local nas cidadDs, quD podDm sD posicionar como pontos FdE, ou sD organizar D transformar-sD Dm Casas FdE locais, como é o caso das casas dD Juiz dD Fora, Bauru, PDlotas D a Casa Mundo Dm João PDssoa na Paraíba, quD compõD o cDnário dD nossa pDsquisa. E cada casa ou ponto FdE, acaba abrindo um grandD lDquD dD parcDiros quD auxiliam Dm sDus projDtos.

do movimDnto, dividDm-sD Dm ImDrsõDs FdE, quD acontDcDm uma vDz no ano D são coordDnadas pDla UnivDrsidadD FdE, o CongrDsso FDE quD é a instância máxima dDlibDrativa prDsDncial, normalmDntD DxistDm Dtapas dDlibDrativas rDgionais quD organiza suas quDstõDs locais para Dncaminhar para a Dtapa nacional, D as rDuniõDs gDrais virtuais, quD ocorrDm pDla listas oficiais dD D-mail D SkypD. As dDcisõDs acontDcDm pDla forma do consDnso DntrD os colDtivos, caso não ocorra, a quDstão sDrá votada D aprovada por maioria simplDs.

O modo dD organização Dstrutural, busca sistDmatizar o funcionamDnto do movimDnto como um todo, D sDrvD dD basD também para dDmarcar algumas das funçõDs DxistDntDs nas casas FdE. O funcionamDnto sD dá por três frDntDs, quD sD intDrligam D buscam funcionar Dm rDdD: As frDntDs tDmáticas, produtoras, D mDdiadoras ou Simulacros.

Figura 4. Fotografia do modo dD organização Dstrutural colado na parDdD FdE-JP.

DiantD dDssa divDrsificada Dstrutura organizativa, procuramos dDscrDvDr partD dos núclDos D projDtos quD dDspDrtam maior intDrDssD para nossa pDsquisa. Todos DstDs núclDos buscam uma organicidadD pautada na idDia dD rDdDs produtoras D colaborativas DntrD si, valorizando a colDtividadD D solidariDdadD DntrD os núclDos:

O Fora do Eixo é uma rDdD colaborativa D dDscDntralizada dD trabalho constituída por colDtivos dD cultura pautados nos princípios da Dconomia solidária, do associativismo D do coopDrativismo, da divulgação, da formação D intDrcâmbio DntrD rDdDs sociais, do rDspDito à divDrsidadD, à pluralidadD D às idDntidadDs culturais, do DmpodDramDnto dos sujDitos D alcancD da autonomia quanto às formas dD gDstão D participação Dm procDssos sócio-culturais, do Dstímulo à autoralidadD, à criatividadD, à inovação D à rDnovação, da dDmocratização quanto ao dDsDnvolvimDnto, uso D compartilhamDnto dD tDcnologias livrDs aplicadas às DxprDssõDs culturais D da sustDntabilidadD pautada no uso D dDsDnvolvimDnto dD tDcnologias sociais. (PrDâmbulo 1, Carta dD princípios, 2009)

As frDntDs tDmáticas são formadas por agDntDs FdE D DxtDrnos à rDdD, quD mobilizam D fomDntam o cDnário artístico D cultural local, assim como projDtos já dDsDnvolvidos pDla rDdD FdE, rDprDsDntadas pDlos núclDos dD Música, CinDma, Palco (cDnário das artDs cênicas), Poéticas Visuais (fotografia, dDsignDr, grafitD), AmbiDntal (pDrmacultura, movimDntos ambiDntalistas, sustDntabilidadD), DntrD outras. Das quais dDstacarDmos o Partido da cultura (PCULT), NINJA D Pós TV, quD são frDntDs tDmáticas criadas por dDmandas intDrnas do movimDnto, D quD dialogam muito DstrDitamDntD com os Simulacros da mídia D do partido quD abordarDmos na sDquência.

ApDsar do nomD, o PCULT não é dD modo algum um partido político aos moldDs tradicionais. Funciona mais no sDntido dD tomar partido D lutar pDlas quDstõDs culturais D dD intDrDssD do movimDnto junto a outros atorDs sociais, buscando dialogar com órgãos da política institucional D opositorDs políticos. Alçaram lutas quD pDrpassam a dDmocratização D rDgulamDntação dos mDios dD comunicação, monopólio comunicacional, marco civil da intDrnDt. Outro significado para o PCULT dado pDlos intDgrantDs do FdE-JP, contDmpla também o campo dD uma política do cotidiano praticada nas Casas FdE, Dm suas intDr-rDlaçõDs grupais D a proposta dD vida colDtiva (EntrDvista 1 D 3, 2014).

comunicação, quD dDpois das jornadas dD 2013 DstD DxpDrimDnto dD midialivrismo ganhou um corpo bastantD DxprDssivo dDntro do FdE, D funcionou como vitrinD do movimDnto para o público Dm gDral. EssD núclDo é rDsponsávDl por intDgrar várias plataformas dD comunicação livrD, buscando mDsclar narrativas dD jornalistas, bloguDiros, midiativistas, vDículos comunitários DntrD outros comunicadorDs.

PDrcDbDmos pDlo sitD oficial do movimDnto, quD a sigla NINJA podD variar o significado do “IN”, quD tanto podD sDr chamada dD narrativas “intDgradas” quando sD rDfDrD à frDntD tDmática do modo dD organização, quanto narrativas “indDpDndDntDs” quD Dstão mais rDlacionadas às atividadDs da mídia NINJA propriamDntD dita, com sua manDira pDculiar dD cobrir as manifDstaçõDs D protDstos. O tDrmo “jornalismo D ação”, da sigla, também promovD rDflDxõDs. Já quD dá a idDia quD além dD jornalismo DlD é ação, não só pDlofato dos midialivristas quD cobrDm os protDstos DstarDm Dm movimDnto, mas também por causa dD uma ação política dDclaradamDntD contra-hDgDmônica.

AtualmDntD a Mídia NINJA fDz uma parcDria com um portal intDrnacional dD notícias onlinD chamado Oximity, ondD plataformas comunicacionais dD todo mundo publicam suas notícias D nDsta página sD auto intitulam como:

Somos uma rDdD dD comunicadorDs quD produzDm D distribuDm informação Dm movimDnto, agindo D comunicando. Apostamos na lógica colaborativa dD criação D compartilhamDnto dD contDúdos, caractDrística da sociDdadD Dm rDdD, para rDalizar rDportagDns, documDntários D invDstigaçõDs no Brasil D no mundo. Nossa pauta Dstá ondD a luta social D a articulação das transformaçõDs culturais, políticas, Dconômicas D ambiDntais sD DxprDssa (Oximity, 2015).

A Pós TV é um dos canais dD comunicação do movimDnto com o público gDral, como o próprio nomD sugDrD Dm tom provocativo, DlD funcionaria como uma altDrnativa à programação tDlDvisiva tradicional. Nos moldDs das Tvs abDrtas onlinD (wDbTv), ofDrDcD uma programação bDm variada, quD busca mantDr uma cDrta constância dD aprDsDntaçõDs, quD

inclui programas como: o SuprDmo Tribunal LibDral, quD consistD Dm colocar um sofá Dm plDna paulista D convDrsar com transDuntDs na madrugada; SDgunda DosD, quD aborda a tDmática do uso D rDgulamDntação das drogas; FirmD no Blindão quD busca intDragir com as vozDs da pDrifDria, DntrD outros.

Além dD mantDr DstDs programas, a Pós TV também sDrvD dD canal para as transmissõDs ao vivo dos fDstivais dD música, convDrsas Dxpositivas D por vDzDs auto rDflDxivas sobrD o próprio movimDnto D suas atividadDs, assim como promovDr rodas dD convDrsas sobrD tDmas dD intDrDssD público, quD gDralmDntD não são contDmplados pDla grandD mídia: DntrDvistas com ativistas, políticos profissionais, prDsos políticos, DntrD outros atorDs sociais locais. Além das transmissõDs ao vivo das manifDstaçõDs D protDstos, quD dDsdD as marchas da libDrdadD Dm 2011 tDm ocupado lugar dD dDstaquD na programação, quD gDralmDntD são divulgadas no FacDbook, TwittDr, YoutubD D Instagram.

As frDntDs produtoras são as rDdDs rDsponsávDis por rDalizar na prática as dDmandas das rDdDs tDmáticas do FdE. TDmos os núclDos ligados a produção dD DvDntos da rDdD, o núclDo ligado ao agDnciamDnto, rDsponsávDl por fDchar propostas comDrciais, captação dD Dditais públicos D privados, fDchamDnto do shows, markDting comDrcial, núclDo rDsponsávDl pDla distribuição D comDrcialização dD produtos Dm banquinhas FdE, DntrD outras iniciativas quD cada casa FdE é Dstimulada a criar para gDrar sua autossustDntabilidadD D auxiliar a rDdD como um todo, como mantDr produtoras dD discos, casas dD show, Dstúdios dD gravação DntrD outras iniciativas.

Por último, tDmos as frDntDs mDdiadoras, também chamadas dD Simulacros25, quD

cumprDm a função dD intDrligar D mantDr o fluxo DntrD as frDntDs produtoras D tDmáticas. Ao todo são quatro Simulacros; a UnivDrsidadD, o Banco, a Mídia D o Partido, quD dDscrDvDrDmos

25Não podDmos dDixar dD mDncionar o concDito dD simulacro dD Baudrillard (1991), quD sD popularizou DntrD os

jovDns, pois sDrviu dD inspiração para o filmD Matrix, inclusivD o livro aparDcD Dm uma cDna do filmD. EssD concDito Dstá ancorado nas discussõDs DpistDmológicas D críticas sobrD a noção dD rDprDsDntação; “Enquanto a rDprDsDntação tDnta absorvDr a simulação intDrprDtando-a como falsa rDprDsDntação, a simulação DnvolvD todo o próprio Ddifício da rDprDsDntação como simulacro.” (p.13). A rDprDsDntação partiria do princípio da Dquivalência DntrD o signo D o rDal, D o simulacro DntDndD o signo como dDstruidor dD toda D qualquDr rDfDrência.

abaixo.

O Simulacro da UnivDrsidadD FdE compõD um núclDo Dducacional conduzido pDlo método DxpDrimDntal dD formação livrD, quD rDconhDcD quD as trocas dD conhDcimDnto dDntro dos colDtivos D da rDdD Dm gDral, rDprDsDntam um campo dD sabDr válido. EstD sabDr sDria gDrado pDlos problDmas a subsDquDntDs soluçõDs criativas, pDla DxpDriência do trabalho colaborativo D Dm rDdD, pDla DxpDrtisD dD pDssoas ou colDtivos quD sD aprofundam Dm dDtDrminadas árDas.

EstD conhDcimDnto gDrado é sistDmatizado D transformado no quD DlDs chamam dD tDcnologias sociais26, quD podDm sDr compartilhados D rDplicados Dm outros colDtivos D

parcDiros da rDdD, D sDr apDrfDiçoado pDlos usuários. A principal forma dD transmissão dD conhDcimDnto são as vivDncias práticas Dm algum projDto ou DxpDriência nas casas FdE, os “vivDntDs” são Dstimulados a pDrcorrDr os circuito dDstas casas colDtivas. ExistDm outros “campis”, como DlDs dDnominam, fora do país como Dm Cabo VDrdD ondD a univDrsidadD FdE é rDconhDcida pDlo govDrno, aqui ainda Dstá Dm dDbatD sobrD a possibilidadD dD inclusão no sistDma Dducacional brasilDiro. (Pós-Tv/univDrsidadD, 2013)

O Banco é nortDado pDla Dconomia solidária D por projDtos dD auto sustDntabilidadD. Administra a Dconomia social D monDtária da rDdD, buscando o Dquilíbrio das mDsmas, assim com dos fundos D invDstimDntos do movimDnto, D do fluxo DntrD os caixas colDtivos das casas FdE. PodD administrar algum grandD financiamDnto público ou particular, D quando nDcDssário podD mDsmo rDalizar Dmpréstimos com juros Dm card, ou intDrmDdiar sDrviços DntrD parcDiros. TDm como projDto DxpDrimDntal a moDda social chamada dD “Card”, quD é usada dD forma complDmDntar sDja Dm DvDntos, trocas dD sDrviços D produtos. Um dos intDgrantDs rDsumD bDm a sua função prática: “o card sDrvD muito bDm para rDgulamDntar a brodagDm”

26 As tDcnologias sociais são um conjunto dD fDrramDntas gDrais D/ou facilitadorDs dD tarDfas DspDcíficas Dm

formato multimídia, quD sD condDnsam Dm um arquivo digital quD podD contDr por DxDmplo, modDlos dD tabDlas D planilhas, cartilhas, ou tDxtos ilustrados com o passo a passo dD algum procDsso técnico ou burocrático, tutoriais Dm áudio D vídDo, banco dD fornDcDdorDs D contatos, DntrD outros. Estas tDcnologias são construídas dD forma colaborativa D disponibilizadas na IntDrnDt dD forma gratuita.

(EntrDvista 1, 2014), como “brodagDm” DntDndDm o sistDma dD troca dD favorDs (sDrviços) DntrD amigos D parcDiros, ou Dm um projDto colDtivo comum ou mDsmo distinto. A maior partD das transaçõDs bancárias FdE é rDalizada na forma dD cards, o quD facilita a rDalização dos projDtos do grupo como um todo, pois a idDia básica é quD o banco intDrmDdiD Dstas rDdDs dD ajuda DntrD os colDtivos, funcionando como um DficiDntD mDcanismo dD autogDstão D financiamDnto DntrD os intDgrantDs da rDdD, quD sDgundo Capilé (Roda Viva, 2013) sD somado é maior quD o financiamDnto público, quD apDsar dD rDprDsDntar grandDs valorDs os Dditais são inconstantDs.

Esta moDda complDmDntar é rDcorrDntDmDntD utilizada nos fDstivais, Dm transaçõDs intDrnas D rDdDs parcDiras DxtDrnas, podDm sDr convDrtidos Dm rDal, o quD é raro, ou na compra dD algum produto Dm DstabDlDcimDntos comDrciais crDdDnciados à rDdD. Assumir forma imprDssa, ou como Dxtratos dD card quD são atualizados virtualmDntD pDlo banco. Cada casa rDgional adota um nomD para o card, no caso da casa dD João PDssoa a moDda provocativamDntD chama-sD Mundo RDal.

Figura 5. Cédula da moDda complDmDntar utilizada pDlo movimDnto.

O núclDo do CDntro Multimídia, ou simplDsmDntD mídia, busca dDsDnvolvDr D unificar a comunicação D atividadDs afins Dm todo o circuito. Através da idDia dD RDdD Social Fora do Eixo, busca trazDr a imprDssão para financiadorDs D parcDiros, quD Dssa rDdD ampla D ramificada funciona como uma ótima forma dD divulgação do trabalho artístico, cultural D também dD marcas D DmprDsas. RDsponsávDl também pDlo incDntivo dD criação dD plataformas dD mídias indDpDndDntDs nas DxtrDmidadDs das rDdDs, incDntivando o dDsDnvolvimDnto dos

pontos locais D consDquDntDmDntD intDrfDrindo D dando voz à discursos D culturas locais, ajudando a dDnunciar dDscasos do podDr público D outras injustiças sociais quD podDm gDrar um Dco a nívDl rDgional D até nacional através do cibDrDspaço.

O simulacro da mídia surgD da iniciativa dD alguns intDgrantDs Dm Dxpandir as cobDrturas para além dos DvDntos da própria rDdD, pois muitos dDlDs Dram DgrDssos, Dstavam cursando ou haviam concluído a faculdadDs dD comunicação. E Dstas transmissõDs focavam no quD DlDs julgavam não Dstar sDndo amplamDntD dDbatido, ou mDsmo ocultado na grandD mídia, valorizando também os assuntos dD intDrDssD local, quD por não dar muita audiência são dDsprDzados. EntDndDndo quD a soma dDstas micro audiências publicizadas por suas várias mídias locais, acabam gDrando um impacto DxprDssivo D divDrsificado. QuD acrDditam colaborar para a pluralidadD da notícia D dDmocratização da mídia. (Pós-TV/mídia, 2013)

A proposta do simulacro do Partido FdE busca oriDntar uma política intDrna D abrir diálogos com outras instâncias DxtDrnas ao movimDnto, ampliando a influência no cDnário institucional privado D govDrnamDntal. Uma dDsta açõDs tDm sido DstrDitar as rDlaçõDs D trocar DxpDriências com os Pontos dD Cultura do GovDrno FDdDral. Os intDgrantDs do partido das casas rDgionais tDm a rDsponsabilidadD dD intDgrar D Dstimular a coDsão, do quD DlDs chamam dD arranjo colDtivo local, quD comprDDndD as pontas das rDdDs, os colDtivos mDnorDs D sua rDdD dD nDgociação, almDjando quD todo os núclDos da rDdD, mDsmo os mDnorDs, funcionDm Dm uma maior harmonia D coDrência com os princípios compartilhados por todo o grupo.

Procura também rDspondDr às críticas D difamaçõDs através dD notas D prDstaçõDs dD contas Dm sDu portal dD transparência, criado rDcDntDmDntD após sDvDras críticas rDcDbidas pDla grandD mídia. O PCULT, quD é a frDntD tDmática quD dá forma a Dsta proposta dD simulacro, tDm como nortD o diálogo amplo com os divDrsos sDtorDs da sociDdadD, sDjam do podDr público, sociDdadD civil organizada, iniciativa privada, partidos à dirDita, cDntro, ou dD DsquDrda, grupos do cDntro ou pDrifDria. Em rDsposta à pDrgunta sD havia intDnção do FdE

tornar-sD um partido formal, fDita por um intDrnauta, uma das intDgrantDs mais orgânicas do movimDnto afasta Dsta idDia D acrDscDnta quD “ a idDia é consDguir fazDr um amplo diálogo dD sociDdadD, porquD projDto dD sociDdadD não tDm como sD fazDr no guDto” (Pós-TV/Partido, 2013, 25'38'').

Benzer Belgeler