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BEŞERİ SERMAYENİN ÖLÇÜLMESİ

No presente trabalho foi avaliada a aplicabilidade da caracterização VEL de MAF para previsão do comportamento VEL de MAC. Foram utilizados os dados obtidos por Coutinho (2012) e Freire (2015), a partir dos quais foi avaliada a aplicabilidade do PSTT em caso de MTS (plotagem da curva no Espaço de Black), como observado para o ligante não modificado. Para a maioria dos casos restantes, nos quais os dados apresentaram descontinuidade, foi aplicado o PSTTP, muito embora nem todos possam ser classificados como MTC, mas apenas o ligante modificado com polímero, como já comprovado na literatura. Acredita-se que tais descontinuidades, em MAFs e MACs, tenham origem no sistema de obtenção de dados dos ensaios. Esta característica foi refletida tanto na modelagem 2S2P1D quanto na transformação SHStS.

Com base no PSTT e PSTTP, foram construídas as curvas mestras do módulo e do ângulo de fase. Para os materiais em que se aplicou PSTTP, a curva mestra do ângulo de fase refletiu a descontinuidade já constatada na curva no Espaço de Black, enquanto a curva mestra do módulo foi suave e contínua. Observou-se que o modelo 2S2P1D apresentou bom ajuste com os dados experimentais de módulo (R2 > 0,90) para todos os materiais analisados, mas ajuste ‘pobre’ ou ‘muito pobre’ para o ângulo de fase, com exceção dos ligantes. Conclui-se, portanto, que o modelo 2S2P1D é capaz de modelar satisfatoriamente o comportamento VEL de MAFs no que se diz respeito ao módulo dinâmico. Além disso, foi possível constatar que para a maioria dos materiais analisados, o modelo forneceu ordenamento das misturas por valores de módulo dinâmico e ângulo de fase semelhante àquele obtido por dados experimentais.

Quanto a metodologia de transformação SHStS, percebeu-se que a previsão obtida com dados experimentais do ligante se limita a uma porção restrita (assíntota inferior) das curvas mestras do módulo. Já a previsão feita com a MAF representou um espectro de frequência maior. Para que fosse avaliada melhor a diferença de ajustes entre as duas escalas de origem (CAP e MAF), utilizou-se o modelo 2S2P1D para obter dados do comportamento VEL dos materiais em uma faixa de frequência maior. Observou-se que as previsões com o CAP apresentaram ajuste satisfatório aos dados experimentais de módulo e ângulo de fase das MACs associadas, como aconteceu para metade das MAFs analisadas. O restante delas apresentou inconformidade na zona de baixa frequência, superestimando os valores do módulo estático !! e ângulo de fase !. Conclui-se, então, que as MAFs podem ser utilizadas

na metodologia SHStS, obtendo-se uma previsão satisfatória da MAC, devendo-se, entretanto, se avaliar a qualidade de obtenção de dados nesta escala em trabalhos futuros.

Como recomendação para trabalhos futuros, citam-se:

a) Investigação do efeito do alto teor de polímero elastômero (> 7% SBS) para a previsão do comportamento VEL da MAC a partir da caracterização da MAF;

b) Investigação do efeito das condições de obtenção de dados no reômetro de cisalhamento e UTM-25 para a qualidade dos dados de módulo dinâmico e ângulo de fase, e consequentemente para a modelagem 2S2P1D e a transformação SHStS;

c) Investigação do comportamento VEL de outras composições de MACs e MAFs, avaliando o seu efeito na modelagem 2S2P1D e na transformação SHStS (ex.: incorporação de fresado, aditivo melhorador de adesividade etc.).

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