BÖLÜM 6. HER İKİ ESERDEKİ EĞİTİM SORUNSALININ
6.2. Baskıcı ve İdeolojik Eğitim Anlayışları
2.2.1. Os inoccops e as Cooperativas Habitacionais2.2.1. Os inoccops e as Cooperativas Habitacionais
2.2.1. Os inoccops e as Cooperativas Habitacionais2.2.1. Os inoccops e as Cooperativas Habitacionais
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a . a . a .
a . Atividade orientadora junto aos organismos de classe como elemento de estímulo à organização e constituição de novas cooperativas;
b . b . b . b .
b . Orientação para a pesquisa sócio-econômica, a fim de dimensionar a capacidade de poupança e demanda existente; c .
c . c . c .
c . Orientação para o estabelecimento de critérios de classificação e seleção de candidatos às cooperativas a serem organizadas, em estrita colaboração com os sindicatos e demais organismos representativos das classes operárias;
d . d . d . d .
d . Orientação jurídico-administrativa para sua constituição; e .
e . e . e .
e . Orientação quanto às características habitacionais a serem atendidas, em função dos elementos fornecidos pela pesquisa sócio-econômica e das condições regionais de planejamento urbanístico e econômico;
fffff... Orientação na seleção e escolha de terrenos; g .
g . g . g .
g . Orientação na seleção dos projetos de urbanização e construção, e respectivos custos;
h . h . h . h .
h . Preparação do planejamento econômico-financeiro do programa habitacional da Cooperativa;
i . i . i . i .
i . Organização do sistema contábil das Cooperativas, seu controle e acompanhamento;
j . j . j . j .
j . Elaboração da proposta da Cooperativa, solicitando ao BNH o financiamento para execução do programa, dentro das normas estabelecidas pelo BNH;
k . k . k . k .
k . Preparação das concorrências para execução das obras e respectivos cronogramas de controle;
l . l . l . l .
l . Acompanhamento das obras, fiscalizando-as em cumprimento à orientação do BNH;
m . m . m . m .
m . Presença na organização comunitária, no seu desenvolvimento e na sua promoção. (RC n. 68/66, de 21/06/ 66)” 12
12 SOUZA, Maria Teresa Xavier.
O Programa de Cooperativas Habitacionais do BNH. O cooperativismo inventado. Dissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Arquitetura e urbanismo da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999. p.104-105.
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Os primeiros INOCOOPs eram formados por empresários ligados à Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCEs) recebendo inicialmente ajuda financeira do Estado conforme previsto em lei. Conforme um relatório de 1978 que indicava a relação de órgãos assessores credenciados pelo BNH e sua área de atuação, haviam Estados com mais que um órgão, como São Paulo (INOCOOP- BANDEIRANTE e INOCOOP-SP), Minas Gerais (INOCOOP- CENTRAB e INOCOOP-MG) e Rio de Janeiro (INOCOOP-RIO, ESCOOP, ATECOP). Enquanto em outros casos, havia um mesmo órgão atuando em diferentes estados, como o INOCOOP-BA (Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Alagoas e Sergipe), INOCOOP-RN (Rio Grande do Norte e Paraíba), INOCOOP-DF (Distrito Federal e Goiás) e INOCCOP-AM (Amazonas e Rondônia). No mesmo relatório mostra que 76% das unidades construídas no Programa de Cooperativas estavam sob a orientação dos INOCOOPs (SOUZA, 129).
As Cooperativas Habitacionais dos Operários foram regulamenta- das pela RC n.94/66 (Resolução do Conselho de Administração do BNH). Esta resolução determinava as regras para constituição, administração, operações, fiscalização, além de dar ao BNH poderes para aplicar penalidades, intervir, cassar e outras coisas.
a . a . a . a .
a . Sem o registro no BNH, as Cooperativas não podiam funcio- nar.;
b . b . b . b .
b . Elas não poderiam ter fins lucrativos e deviam se constituir apenas por trabalhadores sindicalizados.;
c . c . c . c .
c . Deveriam ser responsáveis pela concorrência para a constru- ção ou aquisição das casas;
d . d . d . d .
d . Ao final da entrega de todas as unidades deveriam ser liqui- dadas.
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Sendo os agentes promotores, as cooperativas recebiam os recur- sos do BNH para a compra do terreno, para pagamento dos custos da obra e da assistência dos INOCOOPs. Auxiliados pelos INOCOOPs e regulamentadas em todas as ações pelo BNH, as cooperativas deveriam:
a. Inscrever os associados pertencentes aos respectivos sindicatos;
b. Escolher o terreno
c. Solicitar ao órgão assessor o estudo de viabilidade d. Contratar o financiamento para compra de terreno e. Solicitar ao órgão assessor a elaboração do projeto f. Fazer a licitação das obras. 13
Com a nova resolução de 1978, sendo revogada a anterior, as Cooperativas poderiam ter mais de um empreendimento e os asso- ciados não precisariam estar ligados a um sindicato ou entidade de classe
Em 1966 foi lançado o “Programa de 100.000 habitações para trabalhadores sindicalizados”. Estava previsto para ser concluído em 4 anos e era destinado a Cooperativas Habitacionais criadas junto a sindicatos ou associações de classe com 1.000 associados. As unidades seriam distribuídas pelos estados da federação pro- porcionalmente ao número de trabalhadores sindicalizados nos estados. A população atendida possuía renda entre 1,5 e 5 salários mínimos. Com o passar do tempo este programa foi sofrendo várias modificações.
Em 1968, com a RC n° 41/68 criou-se os Conselhos Consultivos dos INOCOOPs, e neles era permitida a participação de represen-
13 SOUZA, Maria Teresa Xavier.
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tantes das Cooperativas assessoradas. Se por um lado isto era visto como uma forma de fortalecimento do
“papel dos INOCOOPs na formação de lideranças efetivas e permanentes para o desenvolvimento do Programa e para a difusão do Sistema Cooperativista”, por outro lado esta “solução do Conselho Consultivo foi adotada como forma de controlar as novas lideranças.” 14
Com a introdução do Agente Financeiro em 1972, regulamentada pela RC n°04/72, o Plano para Cooperativas volta a sofrer novas modificações. Nesta regulamentação o financiamento do BNH li- mita-se a 90% do custo estimado do empreendimento, os agentes financeiros deveriam participar com 3% e o restante deveria ser coberto pela cooperativa através da poupança prévia paga em mensalidades. Outra modificação foi a faixa de renda atendida. Ampliou-se o limite, que já havia subido para 6 salários mínimos, desde que permanecesse a relação de 1,5 S.M. por componente familiar.
Os custos indiretos da unidade para o mutuário final tornam-se mais caros quando a remuneração do agente financeiro aumenta para 5% do custo direto do empreendimento, sendo isto propicia- do com a RD n° 29/73 (Resolução da Diretoria). Em 1975, a RC n°7/75 amplia o limite de custo das unidades habitacionais para 2.250 UPC e a poupança que antes era exigida para o financia- mento reduz-se a valores irrisórios, podendo o BNH financiar 100% dos custos diretos e indiretos do empreendimento.
Em 1980 o Programa poderia dispor de mais recursos para o fi- nanciamento dos empreendimentos com a captação dos recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), além dos FGTS.
14 SOUZA, Maria Teresa Xavier
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Cada nova modificação fazia com que o Programa de Cooperati- vas fosse se afastando cada vez mais de seus objetivos e caracterís- ticas iniciais. Foram oito diferentes planos para cooperativas desde sua fundação. Até que nos anos 80 o Programa de Cooperativas sofreu com a crise econômica juntamente com os demais programas do BNH e conseqüente crise do SFH. Esta crise leva a extinção do BNH em 1986.
Com a idéia de unir uma assessoria técnica a um sistema construti- vo espontâneo, surgiu o projeto de Elvira de Almeida juntamente com o INOCOOP-SP iniciado em outubro de 1970.
Figura 10 – Implantação do Conjunto Habitacional Alto de Pinheiros - INOCOOP / SP – Av. Diogenes Ribeiro de Lima – São Paulo.
Figura 11 - Foto atual do Conjunto Habitacional Alto de Pinheiros – INOCOOP-SP