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Bankacılık hesaplarından kaynaklanan faiz oranı riski

Aşama 3: Aşama 3, raporlama tarihi itibarıyla değer düşüklüğüne uğradıklarına dair yeterli ve tarafsız kanıtı bulunan finansal varlıkları içermektedir. Bu finansal varlıklar için ömür boyu beklenen

X. Konsolide risk yönetimine ilişkin açıklamalar

8. Bankacılık hesaplarından kaynaklanan faiz oranı riski

No presente capítulo faz-se a triangulação de resultados obtidos por via qualitativa e quantitativa e o seu confronto com o referencial teórico, com os resultados referenciados e face ao contexto investigado, procurando relações, convergências e/ou divergências dentro do próprio estudo e com outros estudos já realizados, aumentando o campo de visão das diferentes perspetivas e abordagens.

Foi definido como ponto de partida para este estudo compreender a contribuição das Artes Plásticas na educação de jovens com diagnóstico de PHDA, no ambiente escolar em Portugal. Considera-se o tema abordado de relevância pois a hiperatividade está presente em grande número de casos na população escolar infanto-juvenil e constitui um desafio educacional cada vez mais frequente na sociedade atual.

Verifica-se, a partir do estado da arte, que vários são os autores que atestam uma correlação significativa e positiva entre a atividades criativas e aprendizagem, revelando

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que uma relação pedagógica mais criativa, está associada a maior motivação para a aprendizagem (Torrance (1962); Guilford (1983); Amabile (1983), Read, (1986); Munari (1987); Santos (1989); Sousa (2003); Delors (1996), entre outros).

A análise dos resultados, da via quantitativa do presente estudo permitiu aumentar o conhecimento relativo aos fatores do efeito da criatividade nas artes plásticas como estratégia lúdico-pedagógica nos alunos com PHDA e, como esse processo facilita a interação do aluno rumo a uma inclusão efetiva e afetiva. Constatou- se que a hipótese H.G.1. “A criatividade nas artes plásticas contribui para uma melhoria da autonomia, da autoestima, das aprendizagens, da atenção e concentração e potencia a inclusão do aluno com PHDA”, foi confirmada estatisticamente.

Verificaram-se apenas algumas relações estatisticamente significativas entre criatividade e a perceção da sua aplicação pedagógica com a questão relacionada com a inclusão, pelo que podemos concluir que apenas parcialmente os professores consideram que o processo (criatividade aplicada ás artes plásticas) facilita a interação do aluno com PHDA rumo a uma inclusão efetiva e afetiva.

A hipótese H.G.2. “Uma relação pedagógica considerada, pelos professores, mais criativa, apresenta-se associada a maior motivação para a aprendizagem”: verificaram-se bastantes relações estatisticamente significativas, pelo que se verifica a hipótese de que uma relação pedagógica considerada, pelos professores, mais criativa, apresenta-se associada a maior motivação para a aprendizagem.

As dificuldades existentes para lidar com o diagnóstico da PHDA, têm gerado muitas interrogações. Investigadores desta área, como Lobo Antunes (2014) e Rodrigues (2014) atestam que a PHDA é um problema de saúde pública. Atinge uma fração importante da população (5 a 7%), está associada a sofrimento considerável e, nos EUA, com abandono escolar precoce em cerca de 1/3 das crianças.

Procurou-se clarificar os resultados, obtidos na via quantitativa, confrontando-os com os resultados da via qualitativa, em que o contacto com as situações foi mais direto. Verificou-se que a totalidade dos docentes participantes no estudo entende que a escola é inclusiva e concorda com a colocação de alunos NEE nas turmas regulares, sendo esta ação um ato de civismo e respeito pela diferença. Consideram que o número de alunos

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por turma é um obstáculo ao ensino individualizado, necessário para uma prática pedagógica adequada e adaptada ao aluno com PHDA. Quanto às competências para trabalhar com alunos com PHDA, a maioria dos professores considera fundamental a formação especializada para se sentirem mais preparados para ensinar alunos com NEE integrados nas turmas do ensino regular. De facto, e conforme Shapiro & DuPaul (1993) argumentam, é preciso refletir sobre o escasso conhecimento que os professores parecem ter sobre a PHDA, tendo sido este identificado como um dos maiores obstáculos para responder às necessidades desses alunos.

O elevado número de alunos nas turmas, revelou-se como um dos fatores mais identificado, no que se refere às dificuldades da inclusão de alunos com PHDA. Tal conclusão converge nas vias qualitativa e quantitativa, tendo-se verificado que nenhum professor concordou com a afirmação ”Atualmente, o número de alunos por turma permite ao professor desenvolver um apoio personalizado em sala de aula aos alunos com Necessidades Educativas Especiais”.

Constatou-se na vertente qualitativa, pelos dados recolhidos na observação direta, que o aluno melhorou a concentração e atenção, o comportamento e o aproveitamento. O apoio pedagógico personalizado de Educação Especial foi fulcral no sucesso educativo do aluno, baseou-se em estratégias criativas promotoras de autonomia e de socialização, promovendo a inclusão. Tais conclusões são concordantes com várias investigações que têm demonstrado que métodos de aprendizagem através das artes (por exemplo Programa Learning Through The Arts do Royal Conservatory) potenciam a motivação dos alunos e capacidades de aprender a aprender. Barbosa (2003) quando afirma que a criatividade é entendida como a capacidade individual de ver os mais diversos aspetos da vida sob um novo prisma e então dar forma e corpo a novas ideias, terá notado que a mente PHDA, em meio à confusão resultante do intenso bombardeio de ideias, é capaz de entender o mundo sob ângulos habitualmente não explorados.

Os resultados obtidos no presente estudo vão ao encontro dos de estudos levados a cabo em Portugal, por Brilha (2010), Sternberg e Williams (1999) onde dão conta de técnicas que podem ser utilizadas para escolher ambientes criativos, para expor os alunos a papéis-modelo criativos e para identificar e ultrapassar os obstáculos à criatividade. A importância do ambiente propício à criatividade é tratada por Rogers

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(1985) referindo que o ‘lugar psicologicamente’ seguro tem de ser criado. Uma sala de aula em que o risco de se ter ideias é assumido, onde as ideias são tão válidas como boas respostas, e em que os erros são entendidos como mais uma oportunidade de aprendizagem.

Erichsen & Nunes (2011), no estudo de caso no Brasil, consideram que por meio do fazer artístico o hiperativo consegue superar as dificuldades de aprendizagem. As autoras aclaram que o hemisfério direito é responsável pelas funções da imaginação criativa, serenidade, visão global, capacidade de síntese e habilidades visuo-espaciais, funções estas aplicadas em atividades expressivas. O hemisfério esquerdo é responsável por organizar todas estas funções num sentido lógico, pragmático, organizado e com significado. Através de técnicas criativas e artísticas, pode-se estimular o lado direito do cérebro e buscar a integração destas duas áreas, equilibrando o uso de potencialidades e ativando a flexibilização do pensar e a capacidade de abstração e associação. Os benefícios são maiores quando se estimulam diversas áreas do cérebro, ajudando os neurónios a fazerem novas conexões, ampliando as interconexões de diversas redes cognitivas quanto à transmodalidade e diversificando assim novos campos e novos potenciais e a arte trás essa possibilidade as quais são variadas como: escultura, pintura, desenho, música, gravura, fotografia, artesanato. Tem sido proposto que a PHDA seja vista mais como um transtorno de adaptação do que uma doença estática, pois, a dificuldade de focalizar a atenção, hiperatividade e impulsividade somam-se com desvantagens em situações em que a manutenção da atenção focalizada e o controle dos impulsos são necessários.