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4. ARAŞTIRMA SONUÇLARI VE TARTIŞMA

4.5. Başaklanma erme süresi (gün)

Osproto olos des ritos a ima fo amna redução de banda atravésdo ompartilhamento dos

uxos que saem do servidor. Esta seção apresenta trabalhos no sentido de otimizar o ro-

teamento dos uxos ompartilhados de forma a reduzir ainda mais a banda de rede. Note

queaquestão dalo alizaçãodosservidores tambéminuen iano usto de roteamento. Esse

problema, em geral, é onsiderado separadamente do de roteamento, uma vez que determi-

nar lo alização e roteamento ótimos simultaneamente é um problema NP- ompleto. Assim,

des revem-seaquiproto olosdelo alizaçãoderépli asederoteamentodosuxos. Essespro-

to olos sãoutilizados na riação deorestas dedistribuição, on eitodenidono apítulo2.

3.3.1 Proto olos lo alização de répli as

Chamamosde lo alização derépli as o pro esso de determinar emquaisnósdarededeverão

 arasrépli as.

Diversosproto olosforampropostos omfo oemtransmissãouni ast,para aqualorote-

amentopelo aminhomais urtominimizaabandamédiaderede. EmLietal[36℄eKrishnan

et al [34 ℄ determina-se a lo alização ótima para servidores proxy para web, lo alização esta

obtida om o uso de um modelo de otimização. Krishnan et al [34℄ propõem também uma

soluçãogulosa naqual olo a-seumarépli ade ada vez,mantendo-sexas asrépli as já o-

lo adas. A répli aé olo adano site queo asionarummenorvalorna funçãoqueestabele e

o usto total. Outros proto olos bastante utilizados são o Hotspot [46℄, que olo a répli as

nos sites lientes de maior demanda e o Fanout [47, 31℄, que olo a répli as nos sites om

maiorgraude saída. Em todos essesestudosutiliza-se também a lo alização aleatória, para

efeitode omparação omosproto olos propostos.

Comrelaçãoaestudosvoltadosparao ompartilhamentodeuxos,diversostrabalhos[16 ,

17,48, 64, 66℄ exploram a lo alização de servidores em CDNsque utilizam uxos omparti-

lhados. Zhaoetal [70℄estudaram proto olos de roteamento para uxos ompartilhados e foi

utilizadooproto oloFanout paradeterminaralo alização doservidor,ouseja,oservidorfoi

olo adoemumdossites ommaiorgraudesaída. Já Almeidaetal[2 ,4℄introduzemoutros

trêsproto olos paraes olher a lo alizaçãodas répli as,sendo duasheurísti as,denominadas

MaximumSavings e Min- ost TSP, e o proto oloótimo, que obtém asolução atravésde um

modelode otimização. Os doisprimeiros proto olos, quetratam apenas oproblema de lo a-

lizaçãodasrépli as,fun ionam de formagulosa, omoemKrishnan etal[34 ℄. Já oproto olo

ótimoobtém ao mesmo tempo a lo alização e o roteamento que, ombinados, minimizam a

seja

Candidatos

o onjunto de possiveis repli as

seja

m

o numero de repli as a serem es olhidas ,

m≤ |Candidatos|

Replicas← ∅

para

i← 1

ate

m

melhorCusto← ∞

melhorCandidato← N U LO

para ada

c∈ Candidatos

Replicas← Replicas ∪ {c}

// a fun ao re onstroiTSP liga ada liente a repli a

// mais proxima e retorna o usto dessa floresta

custo← reconstroiT SP ( )

Replicas← Replicas − {c}

se

custo < melhorCusto

melhorCusto← custo

melhorReplica← c

fimse fimpara

Candidatos← Candidatos − {melhorCandidato}

Replicas← Replicas ∪ {melhorCandidato}

fimpara

Figura3.1: Proto olo Min- ostTSP paralo alização derépli as

Por ter se mostrado mais promissor dentre as heurísti as apresentadas por Almeida et

al[2 , 4℄, oproto oloMin- ost TSP foies olhido paraeste trabalho.

Min- ost TSP A gura 3.1 mostra o pseudo- ódigo paraesse proto olo. Para es olher a

i-ésima répli a, al ula-se o usto asso iado a ada nó andidato. Esse usto orresponde à

banda média total da oresta dos aminhos mais urtos, usando omo répli as o andidato

e asrépli as já alo adas. Essa oresta é riada ligando ada lienteà répli amais próxima.

A banda média total é dada pela soma das bandas médias em ada link dessa oresta. A

i-ésimarépli a orresponderáao andidatodemenor usto. Essepro essoserepeteatéque

m

répli as sejamalo adas. A omplexidade dessealgoritmo é

O(|S| × |V |)

,onde

S

é o onjunto

de possíveis répli as e

V

é o onjunto de nósdarede.

3.3.2 Proto olos de roteamento

Os proto olos de roteamento re ebem omoentradao onjunto derépli as obtido por algum

proto olodelo alizaçãoe determinamaquerépli adeveser one tado ada lienteeatravés

de que aminho se dáessa onexão,ou seja, riam aoresta de distribuição.

Para transmissão uni ast existe um proto olo ótimo (e simples) para roteamento, o a-

minho mais urto (SP). Esse proto olo é o default para entrega uni ast na Internet [37 ℄.

Cada liente é one tado pelo aminho mais urto até oservidor maispróximo. A denição

de proximidade équepodevariar. Em muitos asosutiliza-seo número desaltosouo tempo

de ida-e-voltaentre oservidore o liente.

sistemasautnomosdistintos [21 ℄.

Entretanto,quandoseusa ompartilhamentodeuxos,oproto oloSPpodenãoserótimo.

Por esse motivo, outros proto olos de roteamento são propostos. Fei et al [22 ℄ propõem

modelos de otimização e heurísti as para roteamento assumindo lo alização xa e um úni o

uxo ompartilhado, omo o orre no aso de onteúdo ao vivo ou de difusão (broad ast).

Nesse asoa banda de redeindepende do número de lientes re ebendo o uxoem ada site

liente.

Para o aso de vídeo sob demanda foram propostos proto olos de roteamento para om-

partilhamento de uxos em dois trabalhos [70, 4℄. Zhao et al [70 ℄ analisam dois proto olos

pararoteamento om ompartilhamento de uxos,denominados Greedy Link e Greedy Cost,

para o aso de um úni o servidor. Greedy Link onstrói a árvore de distribuição de forma

gulosa,ligando,a ada passo,o liente quepuderser inseridoo asionandoo menor aumento

no número total de links da árvore. Greedy Cost fun iona da mesma forma, mas em vez de

tentarminimizaronúmerodelinks daárvore,ofo oénaminimizaçãodabandaderedetotal

da árvore. Esse usto é denido omo a banda média de redene essária para distribuir um

objetousandoBS, onsiderando asdemandas dossites lientes. Os proto olos propostos são

omparados omoSP,masapresentaram ganhoslimitados, inferioresa 16%. Omelhordeles

foi o Greedy Cost. O Greedy Link, para demandas baixas, hegou até mesmo a apresentar

perdas signi ativasemrelação aoSP.

Apesardeo Greedy Link sermaissimplespor nãone essitarsaber asdemandas dossites

lientes, elenão semostroupromissor. Por isso,Almeida et al[4℄ propõem umaextensãodo

Greedy Cost para o aso em que há mais de um servidor, denominada Menor Custo In re-

mental(MCI).Sãopropostos,ainda,umproto olode omplexidade omputa ionalinferiorao

MCI,denominado MenorCusto Ordenado (MCO) e o proto olo queobtém a solução ótima

para lo alização e roteamento utilizando um modelo de otimização. Por terem sido usados

nasnossasanálises,detalhamos abaixo ofun ionamento doMCIe do MCO.

MínimoCustoIn remental(MCI) Agura3.2mostraopseudo- ódigoparaoproto olo

MCI. Ini ialmente, o proto olo MCI onstrói uma oresta onstituída de

m

árvores. Cada

árvore é formada por um úni o nó, que orresponde a um dos servidores es olhidos pelo

algoritmodelo alizaçãoderépli as. Paraes olheroi-ésimo lienteaserinserido,oproto olo

MCI one ta ada umdos lientes aindanão inseridosa ada umdosnósnaoresta através

do aminho mais urto. A opção que o asionaro menor aumento de usto na oresta seráa

es olhida. A omplexidadedesseproto oloé

O(|Clientes|

2

× |V |)

,onde

Clientes

éo onjunto

desites lientes e

V

éo onjunto de nósdarede. Portanto,para o aso emquetodososnós

são lientes, essealgoritmo possui omplexidade

O(|V |

3

)

.

MínimoCustoOrdenado(MCO) Agura3.3mostraopseudo- ódigoparaoproto olo

MCO. Este proto olo fun iona de forma semelhante ao MCI, porém possui menor omple-

seja

Replicas

o onjunto de servidores es olhido pelo algoritmo de lo aliza ao seja

Clientes

o onjunto de sites lientes

//Ao longo do algoritmo, Verti es sempre orresponde a todos os verti es das

//florestas de distribui ao par ialmente riadas.

V ertices← Replicas

ClientesN aoInseridos← Clientes

para

i← 1

ate

|ClientesN aoInseridos|

para

cand∈ ClientesN aoInseridos

melhorCand← N U LO

melhorV ertice← N U LO

menorCustoInc← ∞

para

v∈ V ertices

//testaCone tar( ,v) retorna o usto in remental

//asso iado a onexao do liente ao verti e v

//pelo menor aminho.

custoInc← testaConectar( cand, v)

se

custoInc < menorCustoInc

menorCustoInc← custoInc

melhorCand← cand

melhorV erticelef tarrowv

fimse

fimpara

fimpara

ClientesN aoInseridos← ClientesN aoInseridos − {melhorCand}

N ovosV ertices← conectar( melhorCand, melhorV ertice)

V ertices← V ertices ∪ N ovosV ertices

fimpara

Figura3.2: MínimoCusto In remental (MCI)

servidor. A inserção, omo no aso do Mínimo Custo In remental, é feita através de uma

onexão pelo aminho mais urto om qualquer nó de qualquer dasárvores já par ialmente

riadas, nó paraoqual o aumento no usto daoresta sejao menor possível. Esse proto olo

possui omplexidade

O(|Clientes| × |V |)

, onde

Clientes

é o onjunto de sites lientes e

V

é o onjunto de nós da rede. Portanto, para o aso em que todos os nós são lientes, esse

algoritmo possui omplexidade

O(|V |

2

)

.

Benzer Belgeler