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4. ARAŞTIRMA SONUÇLARI VE TARTIŞMA

4.15. Başakta tane ağırlığı (g)

O nosso interesse, no entanto, é no mapeamento da Internet no nível de roteadores, devido

à ne essidade de maior pre isão dos mapas topológi os, onforme detalhado no apítulo 2.

Existem projetos que oletam rotas usando tra eroute entre diversos pontos de oleta espa-

lhadospelomundo,tais omooprojetodoNLANR[43℄eoprojetoSkitterdoCAIDA[11 ℄. A

mera oletade rotas,no entanto, nãopermite amontagemde topologiaspre isasemnívelde

roteadores. Isto porque que uma rota onsiste numa seqüên ia de interfa es em vez de uma

seqüên ia de roteadores,porémummesmo roteador pode possuirdiversasinterfa es.

OprojetoSkitter pro uraresolveresse problema atravésde umpro edimento que deno-

minaremos Teste IP, para identi ação de pares de interfa es perten entes a um mesmo

roteador. Entretanto, esse teste não resolve ompletamente o problema. A metodologia do

Ro ketfuel [57℄ estende a solução usada pelo projeto Skitter, através do uso de um tipo de

teste adi ional,quedenominaremos Teste IPID.Por seremimportantespara estetrabalho,

esses doistiposde teste estão des ritosemdetalhesna seção 3.4.2.1 .

OprojetoRo ketfuel [57,56℄mapeiatopologiasemnívelde roteadoresdediversosprove-

dores de a esso(ISP) através da oleta de rotas a partir de diversosservidores de tra eroute

públi os. Os destinos de ada rota são endereços IP de prexo perten ente ao ISP sendo

mapeado. Oobjetivoésele ionarIPsdeformaa obrirtodaarededoISPeaomesmotempo

limitar o número de tra eroutes exe utados, para não sobre arregar os servidores públi os

de tra eroute. As interfa es des obertas passam por um pro esso de resolução de interfa es

sinnimas no qual se pro ura determinar quais interfa es perten em a um mesmo roteador,

realizandoostestesdes ritosnaseção3.4.2.1 . Paradeterminarquaisparesdeinterfa edevem

ser testados, Ro ketfuel sebaseia prin ipalmente eminformaçõesde DNS.Usam-se informa-

çõesde DNStambémparadeterminar quaisroteadoresperten em aoISP sendomapeado.

Teixeira et al[58℄ mostram que astopologias geradas pelo projetoRo ketfuel sãoimpre-

isas. Isso é feito omparando-se uma topologia inferida pelo Ro ketfuel om a topologia

real do mesmo ISP, que forne eu ummapa de sua topologia aos autores sob um a ordo de

sigilo. Os autores atribuemaimpre isãoe in ompletudedomapainferidopeloRo ketfuel às

seguintes ausas: falta de múltiplos pontos de oleta; rotas in ompletas; mudança no rotea-

mentodurantea oletadeumarota;DNSin orreto;falsospositivosnaresoluçãodeinterfa es

sinnimas; errosaousarDNSpara on luirqueduasinterfa essãosinnimas;adiçãodelinks

reversos. Um outro problema que pode o orrer, segundo onstatamos, é o fato de não se

testarem paresde interfa es quedeveriamser testados, por perten erem a ummesmo rotea-

dor. Isso o orre porque a metodologia do Ro ketfuel não testa todos ospares de interfa es

en ontrados,masapenasaquelesqueapresentamnomeDNSpare idosouestãoaumamesma

distân ia, em saltos, dos pontos de oleta. Na seção 4.5, dis utimos omo resolvemos ada

um dessesproblemas.

O projeto Ro ketfuel [57 , 56℄ usa dados oletados a partir de servidores de tra eroute,

onforme veremosno apítulo4.

3.4.2.1 Resolução de interfa es sinnimas

Estaseção des reve ostestes utilizadospeloprojetoRo ketfuel [57℄ paradeterminar seduas

interfa esIPsãosinnimas,isto é,seperten ema ummesmoroteador. Essestestestambém

sãoutilizadosemnossa metodologia, omo veremosno apítulo 4.

O projeto Mer ator [27 ℄ introduziu uma té ni a para determinar se duas interfa es são

sinnimas,baseadanoendereçoIPdeorigemdepa otes ICMPdotipoPortNotRea hable

retornados por essas interfa es. Sejam A e B dois endereços IP de interfa es que se deseja

determinarsesãosinnimas. Envia-separaAumpa oteUDP,destinadoaalguma portaalta

(por exemplo, 33434), que provavelmente estará fe hada. Estando a porta fe hada, espera-

sere eber de A umpa ote ICMPdo tipo Port not rea hable, ( ontendo o pa ote original

UDP en apsulado). Chamemos esse pa ote ICMP de

A

ICM P

. Repete-se o pro esso para a

interfa e B, obtendo-se um pa ote

B

ICM P

. Caso A e B estejam realmente em um mesmo

roteador, é possível que ambas as respostas

A

ICM P

e

B

ICM P

tenham saído de uma mesma

interfa e,em geral a interfa e pelaqual oroteador enviaria umpa ote destinado à máquina

queestárealizando o teste. Essainterfa e de saídapodeser A,B,ou alguma outrainterfa e

do roteador em questão. Caso o ampo SRC (origem) do pa ote

A

ICM P

seja igual a B, ou

o ampo SRC do pa ote

B

ICM P

seja igual a A, é fato que A e B perte em a um mesmo

roteador. Caso ambossejam diferentes de Ae de B, massejam iguaisentre si(por exemplo,

ambos iguaisa C), issoindi a que não sóA e Bsãosinnimas entre si, mas que existe uma

ter eira interfa e Cque também é sinnima de A e B.Além disso,sempre que

A

ICM P

tiver

o ampo SRC diferente de A (sendo igual a D), poderemosdizer queA é sinnima de D. O

mesmovale paraB.Chamaremos o teste des ritoa ima de Teste IP.

Sinnimosdes obertospor essaté ni asãogarantidamentesinnimos(nãoháfalsosposi-

tivos). Noentantonãoexisteagarantiadeque, asoA,

A

ICM P

,Be

B

ICM P

nãoseenquadrem

emnenhumadassituaçõesdes ritasa ima,asinterfa esnãosejamsinnimas. Em outraspa-

lavras,épossívelqueAeBsejam sinnimoseesse fatonão sejades oberto por essaté ni a.

O projeto Ro ketfuel [57, 56℄ aprimorou a té ni a, utilizando, além do Teste IP, um

outroteste,baseadono valor do ampo IPID(umidenti ador depa ote, geralmente gerado

pelosistemaopera ionaldoroteador usandoum ontadorque res eseqüen ialmente) desses

pa otes. Em termos gerais, a té ni a veri a se, nos pa otes ICMP retornados pelas duas

interfa es, os ampos IPID possuem valores próximos entre si, dentro de ertoslimites. Em

asopositivosupõe-sequeospa otes podemtersidogeradospor ummesmo ontadoremum

mesmo omputador. Chamaremosesse tipo de teste deTeste IPID.

Até ni adoRo ketfuel,que ombinaosdoistiposdeteste,éhojeamaispre isa omom

dedeterminar seduasinterfa es sãosinnimas. Utilizamos essa té ni a, portanto, para ada

par de interfa es des obertas pela oleta de rotas, estendendo-a para lidar om um número

Coleta

Este apítulo des reve a oleta dos dadosne essários ao mapeamento de topologias reaisda

Internet. Esses mapas foram utilizados, neste trabalho, om dois ns. Primeiro, para a-

ra terizar a Internet sob diversos aspe tos relevantes ao roteamento de mídia ontínua, tais

omo o aspe to dos aminhos existentes e sua diversidade entre vários pontos da Internet,

o omprimento dos aminhos e a assimetria entre aminhos de ida e volta entre dois pon-

tos. Segundo, para se avaliar osganhos da apli ação de proto olos de roteamento de mídia

ontínua otimizados para ompartilhamento de uxos. Tais proto olos tiram proveito dessa

diversidade e de té ni as omo ompartilhamento de uxos para obter e onomias na banda

deredene essáriaàentregadamídia ontínua. Essemapeamentotambémpodeserutilizado

por outros trabalhos que se interessem pela realização de quaisquer simulações que tenham

omo entradaumatopologia real.

Pela própria di uldade de se mapear topologias ao nível de roteadores, existe uma a-

rên ia grande de tais mapas. Essa arên ia, por si só, já justi a quaisquer esforços de

mapeamento.

Opro esso demapeamento sedivide nasseguintes fases:

Es olha dospontos de oleta

Coleta

Resolução deinterfa es sinnimas

Padronizaçãoe ltragem dosdados

Asseçõesseguintes des revem ada umadessasfases.

4.1 Es olha dos pontos de oleta

Ospontosde oletasãoservidorespúbli osdetra eroute. Essesservidoresforames olhidosa

partir deuma listagemdisponível em[33℄. Alternativasao usodessesservidores públi osse-

doCAIDA [11℄. OPlanet Labapresenta restriçõesaouso, ne essidadede autenti ação, om-

partilhamento dos nós om outros gruposde pesquisa e instabilidade de disponibilidade dos

nós. Os dadosdo CAIDA estão emformatos quepre isariam de programas parainterpretá-

lose extrair otipo de informaçãoquedesejávamos,assima hamos maissimplesnósmesmos

oletarmosasrotas apartirdosservidores públi os.

A es olha dos servidores foi guiada basi amente por dois ritérios. O primeiro deles é

o grau de penetração da Internet em ada lo alização geográ a, om base na intuição de

que, geralmente, em países maisdesenvolvidos o grau de penetração é mais alto. Com base

nesse ritério, pro urou-se es olher um grande número de servidores nosEUA, na Europa e

noJapão.

Osegundo ritério diz respeito ao espalhamento geográ o desses servidores. Assim, em

lo ais de grande extensão geográ a, omo EUA e Europa, pro urou-se espalhar da melhor

forma possível os servidores ao longo da área, tentando não deixar grandes regiões sem o-

bertura. Esse ritério foiutilizado visando obrir grandeparte Internet.

Essesdois ritériosforamadotadosdentrodaslimitaçõesimpostaspeladisponibilidadede

servidores tra eroute públi os em ada região do mundo, onforme a listagem de servidores

dequedispúnhamos.

Benzer Belgeler