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1.1.4. Gebelik Döneminde Muayeneler ve Leopold Manevraları

1.1.5.1. Bağlanma

Inicialmente todas as variáveis foram examinadas pelo teste de normalidade Shapiro Wilk, sendo realizado teste T pareado para os dados que apresentavam normalidade e teste de Wilcoxon quando não apresentavam normalidade. Os resultados de caracterização dos triatletas foram expressos em média ± desvio padrãoe as porcentagens de diferença entre os tratamentos realizados (Δ% Pós-Pré, taurina ou placebo) foram testadas por teste T para dados pareados e não pareados.

As análises estatísticas foram feitas utilizando-se o software SPSS versão 20.0 e os resultados foram apresentados em media ± desvio padrão, com um nível de significa de 5% (p<0.05).

RESULTADOS

As características dos participantes foram apresentadas em media ± desvio padrão: idade 30 ± 4.6 anos, peso 77.45 ± 2.4 kg, altura 179.0 ± 0.01 cm.

A figura 1 apresenta a curva da média de lactato encontrada nos quatro momentos de avaliação, não apresentando diferenças significativas entre os períodos analisados. 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 L A C T A T O (m M) VELOCIDADE (Km/h-1) PLA Pre PLA Pos TAU Pre TAU Pos

Figura 1. Comportamento da concentração de lactato durante o teste físico até exaustão, (PLA Pré e Pós;TAU Pré e Pós).

Os resultados sobre o desempenho no teste físico apresentam-se na Tabela 1. Não foram observadas diferenças significativas nas variáveis analisadas no período pré suplementação de Placebo (PLA) ou Taurina (TAU), assim como no período pós de PLA e TAU.

Tabela 1. Desempenho no teste físico de triatletas antes e após a suplementação de Placebo e Taurina (n=9).

Pré Pós Δ % (Pós- pré) Pré Pós Δ % (Pós- Pré) VLAN (km.h-1) 11,2±0,8 11,1±1,2 -0,8 11,05±0,7 11,12±0,9 0,5 MVA (km.h-1) 13,5±1,2 13,4±1,4 -0,8 13,3±0,93 13,4±0,93 0,5 PSELan (u.a) 4,9±1,5 5,3±1,4 6,0 5±1 5,7±1,3 17,7 F.CLan (bpm) 167,2±10,2 168,2±8,5 1,4 170±9,5 160,4±26,01 -6,0 Nota: PLA: suplementação de placebo e achocolatado; TAU: suplementação de taurina e achocolatado; Pré: antes da suplementação; Pós: após a suplementação; VLAN: Velocidade no limiar anaeróbio; MVA: Máxima velocidade aeróbia; PSELan: Percepção subjetiva ao esforço no limiar anaeróbio; F.CLan: Frequência cardíaca no limiar anaeróbio. Valores Pré e Pós apresentados em média±desvio padrão. Test T pareado intra grupo, teste T não pareado entre grupos, p<0,05.

Como forma de monitorar a carga de treinamento físico durante o período de realização do estudo foram utilizados diários de treino, através dos quais se verificou que não houve diferenças significativas em ambos os grupos ao avaliar a somatória (p=0,957), monotonia (p=0,403) e densidade (p=0,383) dos treinos durante os períodos de suplementação.

A tabela 2 apresenta a carga total de treino desenvolvida para cada modalidade esportiva realizada durante o período de suplementação de PLA ou TAU, assim como a diferença entre as cargas para cada período (Δ% TAU- PLA). Não foram encontradas diferenças significativas entre as cargas desenvolvidas entre os períodos.

Tabela 2. Carga total do treino para cada modalidade nos períodos suplementados. (n=9).

Modalidade PLA TAU Δ% TAU-PLA

Natação (UA) 541,73±269,08 602,29±283,93 11,18 Ciclismo (UA) 1691,06±1663,98 1377,49±648,87 -18,54 Corrida (UA) 631,40±186,24 686,92±384,27 8,79

Nota: PLA: suplementação de placebo e achocolatado; TAU: suplementação de taurina e achocolatado; Pré: antes da suplementação; Pós: após a suplementação; Valores apresentados em média±desvio padrão

Da mesma maneira foi analisado o comportamento da carga de cada indivíduo nos períodos suplementados, podendo-se observar que, individualmente, a carga desenvolvida foi semelhante (figura 2).

0 2 4 6 8 10 0 500 1000 1500 2000 PLA TAU C a rg a (u .a ) Atletas

Figura 2. Comportamento da carga de treino individual dos triatletas durante os períodos de suplementação.

A figura 3 demonstra o comportamento da carga do treino no último dia de suplementação, na qual pode-se observar que ocorreu aumento não significativo da carga no período de suplementação de taurina.

PLA TAU 0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 C a rg a d o u lti m o tr e in o (u .a )

Figura 3 . Carga do último dia de treino nos períodos suplementados relatados nos diários de treino.

Quanto aos marcadores de lesão muscular, constatou-se aumento nas concentrações de CK nos período suplementados PLA e TAU. Apesar de ter sido observado um aumento de CK de 56,6% no período PLA, constatou-se diferença significativa (p=0,05) apenas no grupo TAU. No entanto, quando analisada a concentração de LDH, nos períodos propostos pelo estudo, não encontrou-se diferença significativa em nenhum dos grupos no período Pós suplementação.

Tabela 3. Marcadores de lesão muscular em triatletas antes e após a suplementação (n=9).

Medidas PLA TAU

Pré Pós Δ % (Pós-Pré) Pré Pós Δ % (Pós-Pré) CK (U.L-1) 100,9±69,8 129,6±72,3 56,6 94,8±98,6 201,8±73,4* 230,8♦ LDH (U.L-1) 196,07±78,1 230,2±98,5 37,6 270,13±141,3 350±186 40,1

achocolatado; Pré: antes da suplementação; Pós: após a suplementação; CK: Creatina quinase; LDH: Lactato desidrogenase. Valores Pré e Pós, apresentados em média±desvio padrão. *Diferença significativa comparado com o Pré TAU. ♦Diferença significativa comparado com o período PLA.

Quanto aos marcadores inflamatórios (IL-6 e TNF-α), não foram encontradas diferenças significativas (Tabela 4) nos quatro momentos de avaliação e a porcentagem de variação (Δ% Pós-Pré).

Tabela 4. Marcadores inflamatórios de triatletas antes e após a suplementação de Placebo e Taurina (n=9).

Medidas PLA TAU

Pré Pós Δ % (Pós-Pré) Pré Pós Δ % (Pós-Pré) IL-6 (U.L-1) 71,4±146,2 71,4±135,5 0,05 66,3±124,6 70,51±130,5 6,37 TNF-α(U.L-1) 90,2±149,2 76,56±131,5 -15,13 80,2±131,3 83,82±148,3 4,54

Nota: PLA: suplementação de placebo e achocolatado; TAU: suplementação de taurina e achocolatado; Pré: antes da suplementação; Pós: após a suplementação; IL-6: Interleucina-6; TNFα: Fator de necrose tumoral-α. Valores Pré e Pós, apresentados em média±desvio padrão.

As variações nas concentrações de taurina no plasma sanguíneo nos quarto períodos antes e depois da suplementação de TAU e PLA apresentam- se na figura 4.

PLA TAU 0 100 200 300 T AUR INA µm o l/ L Pre Pos *

Figura 4. Concentrações de Taurina no Plasma antes e depois da

suplementação. PLA: suplementação de placebo e achocolatado; TAU: suplementação de taurina e achocolatado.

DISCUSSÃO

O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos da suplementação de taurina e achocolatado sobre os marcadores de lesão muscular, reposta inflamatória e desempenho físico em triatletas. Foi analisada a velocidade no limiar anaeróbio durante um teste incremental em esteira, e observou-se que ambos os grupos TAU e PLA não apresentaram diferenças significativas quando comparado com o período Pré e Pós suplementação, assim como não foram observadas alterações para as variáveis de frequência cardíaca, percepção subjetiva de esforço e velocidade aeróbia máxima.

Resultados semelhantes foram encontrados no estudo de Rutherford et al (2010) que avaliou o efeito da suplementação de três tipos de bebidas (bebida contendo 1,6 g de taurina, bebida controle ou bebida placebo) sobre o tempo de execução, frequência cardíaca e percepção subjetiva do esforço para realização de uma prova contra-relógio TT (5 kJ de carga/kg peso corporal o mais rápido possível), não obtendo diferença significativa entre os três grupos, no entanto, observaram aumento na oxidação de gorduras corporal de 16%. Da mesma maneira Astorino et al (2012) avaliaram o efeito de uma bebida contendo 1 g taurina e outra placebo onde avaliando-se os mesmos

parâmetros de percepção subjetiva ao esforço e frequência cardíaca durante um teste físico de oito sprints e não observou-se diferença significativa.

Corroborando com os dados do presente estudo Agnol Dall’ e Araújo De Souza (2009) avaliaram o efeito da suplementação de 2 g de taurina em uma bebida energética durante um teste incremental até exaustão em ciclo ergômetro observando-se que não houve diferença significativa no tempo de execução da prova, frequência cardíaca e percepção subjetiva do esforço, concluindo-se que a taurina não beneficiou o desempenho dos atletas.

Como forma de monitorar as cargas de treinamento dos atletas foi utilizado diário de treino, sendo constatado um volume do treino semelhante entre os grupos. O monitoramento do treino através da PSE, análise das cargas e de outros indicadores de intensidade do exercício, como consumo de oxigênio, frequência cardíaca e concentração de lactato, são essenciais para avaliar a resposta do atleta aos treinamentos, visto que a pouca variabilidade das cargas aumentam a monotonia dos treinos, podendo comprometer as adaptações ao treinamento físico, e ainda provocar overtraining (Nakamura et al 2010).

No presente estudo, ao analisar as cargas de treinamento por modalidade, em cada período de suplementação, apesar de não significativa, constatou-se uma maior predominância de treinos de ciclismo e corrida (tabela 2), e ao avaliar as cargas geral de treino por atleta por período (Figura 2), nas três modalidades, não foram encontradas diferenças significativas .

Contudo, ao avaliar o comportamento das cargas do último dia de treino (figura 3) observou-se que a carga de treino do período TAU foi 56,3% superior ao período PLA. Estes resultados justificam as concentrações superiores de CK no período pós suplementação de TAU, visto que períodos de treinos com cargas elevadas e alto nível de monotonia podem provocar lesões musculares (FOSTER, 1998) e aumentar as concentrações de CK e LDH no sangue.

Quanto aos marcadores de lesão muscular, o presente estudo constatou um aumento significativo dos níveis de CK apenas no período pós- suplementação de TAU. Entretanto, os níveis de LDH não apresentaram diferença nos períodos analisados em ambos os grupos. Atribuem-se os resultados encontrados possivelmente ao período de intenso e constante

treinamento em que se encontravam os triatletas e à carga de treino do último dia, conforme abordado previamente.

De acordo com Ehlers et al (2002) e Koch et al (2014) as concentrações de CK refletem o nível de treinamento e a intensidade do esforço desenvolvido, além disso, pode-se observar o pico máximo de concentração 48 horas após a realização de exercício físico de moderado à intenso. Tal fato justifica os resultados encontrados no presente estudo visto que não foi solicitado aos triatletas a realização de pausa no treinamento no dia anterior às avaliações previstas neste estudo, desta forma, a carga de treino pode ter interferido nos resultados encontrados.

Com relação aos marcadores de inflamação não foram encontradas alterações significativas em ambos os grupos e esses resultados podem estar associados a intensidade da carga que manteve-se constante ao longo do período do estudo, sendo que a intensidade do exercício pode interferir diretamente no status inflamatório devido à ativação de heat shock proteins

(HPS) (Jeukendrup et al 2000; Suzuki et al 2006). Estudos que avaliaram as

respostas das citocinas ao exercício de endurance mostraram que eventos de longa duração como ultramaratonas e Ironman podem alterar consideravelmente as concentrações de IL-6 (Suzuki et al 2006; Nieman et al 2005), porém não apresentaram alterações significativas nas concentrações de TNF-α (Jeukendrup et al 2000; Suzuki et al 2006; Nieman et al 2005).

No presente estudo observaram se diferenças significativas nas concentrações de taurina no plasma após a suplementação entre os períodos PLA e TAU.

Baseado nos resultados do presente estudo pode-se concluir que a suplementação de taurina associada ao achocolatado por um período de 8 semanas não resultou em alterações significativas na performance dos triatletas, bem como não promoveu benefícios com relação aos marcadores de lesão muscular e inflamatória, assim como não foi eficiente em prevenir danos referentes ao aumento significativo da carga de treino.

Por isso discuta-se a possível utilização de uma dosagem maior de taurina para a melhora das variáveis analisadas, sabendo que a demanda energética de esportistas é maior principalmente em triatletas e em provas de longa duração, porem precisam se mais estudos para verificar a hipótese.

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Anexo 1. Cópia da aprovação do trabalho no Comitê de Ética em Pesquisa da

Benzer Belgeler