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Bölge 1 gradiometre veri sonuçları

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4.8 Manyetik gradiometre verilerinin işlenmesi

4.9.1 Bölge 1 gradiometre veri sonuçları

OBJETIVOS

• Analisar o processamento do SCV e de seus constituintes luminância e

crominância.

• Relacionar os níveis dos sinais de cores primárias com a excitação da tela. • Descrever o efeito dos controles de contraste, brilho e saturação sobre os

sinais de luminância,crominância e de cores primárias. • Observar o apagamento forçado do sinal de vídeo.

• Verificar a atuação do limitador da corrente de feixe do cinescópio.

DESCRIÇÃO

Em TV a cores o termo vídeo engloba sinais diversos que ora caminham juntos, ora separados, e que após o devido processamento no receptor vão resultar nos sinais de cores primárias (R, G, B) adequados à excitação do cinescópio tricromático.

Quando transita entre equipamentos de vídeo e quando aparece à saída do detetor de vídeo do receptor, o sinal de vídeo está na forma composta (SCV), que contém a luminância (Y) em banda básica , com freqüencias de até 4,2 MHz, a

crominância (C, C*) modulada em 3,58 Mhz, o burst e os pulsos de apagamento e

sincronismo.

No receptor, o SCV é distribuído entre vários estágios, após passar por um

buffer.

Para o estágio de luminância deve seguir toda a banda do SCV, isto é, de 0 a 4,2 MHz. Parte dela, porém, é compartilhada pelo sinal de crominância, que produz interferência visível na tela, tornando necessária uma filtragem. Nos receptores NTSC pode-se usar o filtro-pente (comb--filter), que consegue remover a croma sem retirar a luminância. Já nos receptores PAL, no atual estado da tecnologia, é viável apenas o uso de um filtro passa-baixas, com freqüência de corte de 3 MHz ou menor.

125 Os ajustes de brilho e contraste ocorrem no estágio de luminância, variando o nível médio e a amplitude do sinal. Aí torna-se necessário fixar o nível de preto ou de apagamento do sinal (grampeamento) para evitar a visualização das linhas de retorno quando o brilho estiver intenso e o contraste reduzido.

O sinal Y, já devidamente tratado, vai à matriz, onde também chegam os sinais diferença de cor (R-Y e B-Y) resultantes da demodulação de C, C*. Da combinação linear de todos surgem os sinais de cores primárias (R, G, B), que são amplificados nos estágios de saída de cor - um para cada primária - até o nível de tensão necessário para excitação dos catodos do TRC.

A etapa de crominância é a mais complexa do vídeo, pois além do percurso para o sinal há um conjunto de estágios auxiliares para assegurar a correta demodulação dos sinais de cor.

O sinal C, C* é inicialmente separado do SCV através de um filtro passa-faixa para 3,58 MHz ou de um passa-altas com freqüência de corte em torno de 2,2 MHz, o que não evita a passagem das componentes de alta freqüência da luminância, causadoras de alguma interferência visual. Já em um receptor NTSC pode ser usado um filtro-pente, que assegura uma eliminação quase completa do outro sinal (no caso, o Y).

Um amplificador controlado processa o sinal de 3,58 MHz, atuando em sua amplitude para fazer o ajuste da saturação. Tal atuação se dá a partir do controle de

cor, diretamente acionado pelo usuário, ou, indiretamente, quando o usuário atua no contraste, evitando aí as cores "borradas". Na ausência do burst, ou quando este tem

amplitude muito pequena ou, ainda, quando sua fase não coincide com a do receptor, um circuito inibidor de cores atua nesse amplificador desativando-o, para não aparecer na tela ruído de cor ("chuvisco" colorido) ou cores erradas.

Num receptor Pal segue-se o decodificador Pal que, com auxílio de uma

linha de retardo* de 1 H, um somador e um subtrator, corrige os erros de matiz

inseridos no trajeto do sinal, através da média entre os sinais C, C* de linhas sucessivas no tempo. Proporciona, ainda, a separação dos sinais u e v, v`. Estes têm suas amplitudes relativas corrigidas pelos inversos de k1 e k2 e tornam-se

(B-Y)RF e (R-Y)RF, (R-Y)’RF, ou seja, ainda modulados em 3,58 MHz e com inversão de

fase. A demodulação vem em seguida, nos demoduladores síncronos, que para atender ao processo de modulação com portadora suprimida que é usado, recebem também a portadora pura de 3,58 MHz com fase compatível (0o para B-Y e 90o ou 270o para R-Y). Finalmente, estão disponíveis os sinais B-Y e R-Y para a matrizagem.

Além dos estágios mencionados, há os que operam para a correta produção da portadora de 3,58 MHz (senóide pura), separando o burst do SCV e comparando sua fase com a da portadora criada, controlando o oscilador a cristal pela fase média do

burst (180o) e controlando a chave Pal - que inverte a portadora usada na

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PROCEDIMENTOS

1. Com o sinal de barras coloridas aplicado ao receptor, acompanhe o trajeto do SCV desde o demodulador de vídeo até o TRC, observando e relatando o processamento que ele e suas componentes recebem. Verifique a atuação dos

filtros corta-faixa de 4,5 MHz e passa-faixa e corta-faixa de 3,58 MHz, a separação

de u e v, v` e os sinais de cores primárias.

2. Escolha um dos sinais de primárias e observe sua forma de onda enquanto varia o ajuste de saturação do máximo ao mínimo. Nesta última situação, observe os outros dois sinais e compare-os entre si e com o sinal Y. Que concluiu?

Segunda Parte

3. Ajuste a saturação para o máximo e observe os sinais de primárias, um de cada vez, identificando neles os níveis correspondentes a cada barra de imagem. Verifique se o nível indica ausência ou presença da primária em questão na barra observada.

4. Ajuste a saturação para o mínimo e escolha um dos sinais de primárias, observando-o simultaneamente ao sinal Y. Varie, separadamente, o brilho e o

contraste, do máximo ao mínimo (aquele que não estiver sendo variado deixe

na posição média) e descreva o que ocorre nos sinais e na imagem. Compare o que ocorre em ambos os sinais durante o período de pagamento.

5. Como podemos definir o que é Brilho ?

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PARTE 4 - ESTÁGIOS DE SINCRONIZAÇÃO E VARREDURA DO RECEPTOR DE

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Benzer Belgeler