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A. İhramlıya Yapması Yasak Fiiller

1. Avlanma Yasağı

Emissões Otoacústicas – Produto de Distorção

Diagramas de dispersão da amplitude (dBNPS) das EOA - PD e o limiar das CCEOA - PD (dBNPS), nas orelhas direita e esquerda, nas frequências de 1500Hz, 2000Hz, 3000Hz, 4000Hz e 6000Hz são apresentados, respectivamente, na figura 18. Os pontos nos gráficos são identificados segundo o sexo e antecedentes. Essas figuras sugerem uma correlação negativa entre a amplitude e o limiar.

Figura 18 - Diagramas de dispersão da amplitude das EOA - PD e o limiar das

CCEOA - PD (dBNPS), nas orelhas direita e esquerda, por antecedentes e sexo – 1500, 2000, 3000, 4000 e 6000Hz

No ajuste dos modelos de regressão em 1500Hz, houve correlação negativa entre a amplitude das EOA - PD e o limiar das CCEOA - PD (p<0,001), e a correlação não dependeu do sexo (p=0,193), mas dependeu de antecedentes (p=0,005) e orelha (p=0,002). O coeficiente linear não dependeu do sexo (p=0,193) e orelha (p=0,332), mas dependeu de antecedentes (p=0,005). As estimativas dos coeficientes linear e angular obtidas no ajuste do modelo de regressão são apresentadas na tabela 11.

Tabela 11 – Estimativas dos coeficientes linear e angular obtidas no ajuste do

modelo de regressão em 1500Hz

Antecedentes Orelha Coeficiente linear Coeficiente angular

Sim Direita 27,47 -0,23

Esquerda 27,47 -0,30

Não Direita 39,90 -0,49

Esquerda 39,90 -0,56

Em 2000Hz a correlação foi negativa entre a amplitude e o limiar das CCEOA - PD (p<0,001), e a correlação não dependeu do sexo (p=0,600) e orelha (p=0,861), mas dependeu de antecedentes (p=0,035). O coeficiente linear não dependeu do sexo (p=0,921) e orelha (p=0,167), mas dependeu de antecedentes (p=0,012). As estimativas dos coeficientes linear e angular obtidas no ajuste do modelo de regressão são apresentadas na tabela 12.

Tabela 12 – Estimativas dos coeficientes linear e angular obtidas no ajuste do

modelo de regressão em 2000Hz

Antecedentes Coeficiente linear Coeficiente angular

Sim 24,34 -0,21

Não 43,57 -0,58

Os resultados obtidos em 3000Hz foram similares aos obtidos em 2000Hz: houve correlação negativa entre a amplitude e o limiar (p<0,001), e a correlação não dependeu do sexo (p=0,641) e orelha (p=0,523), mas dependeu de antecedentes (p=0,012). O coeficiente linear não dependeu do sexo (p=0,594) e orelha (p=0,076), mas dependeu de antecedentes (p=0,001). As estimativas dos coeficientes linear e angular obtidas no ajuste do modelo de regressão são apresentadas na tabela 13.

Tabela 13 – Estimativas dos coeficientes linear e angular obtidas no ajuste do

modelo de regressão em 3000Hz

Antecedentes Coeficiente linear Coeficiente angular

Sim 23,99 -0,23

Não 36,30 -0,43

Em 4000Hz, os dois coeficientes não dependeram dos fatores sexo, antecedentes e orelha: houve correlação negativa entre a amplitude e o limiar das CCEOA - PD (p=0,003), e a correlação não dependeu do sexo (p=0,768), orelha (p=0,177) e de antecedentes (p=0,186). O coeficiente linear também não dependeu do sexo (p=0,678), orelha (p=0,918) e de antecedentes (p=0,240). O modelo de regressão ajustado foi:

Amplitude prevista = 39,42 - 0,46 x limiar das CCEOA - PD.

Em 6000Hz, os resultados obtidos são similares aos obtidos em 4000Hz: houve correlação negativa entre a amplitude e o limiar (p<0,001), e a correlação não dependeu do sexo (p=0,462), orelha (p=0,206) e de antecedentes (p=0,204). O coeficiente linear também não dependeu do sexo (p=0,739), orelha (p=0,163) e de antecedentes (p=0,658). O modelo de regressão ajustado foi:

Amplitude prevista = 53,29 - 0,76 x limiar das CCEOA - PD.

Resumindo, foi encontrado:

- 1500Hz - correlação negativa entre a amplitude das EOA - PD e o limiar das CCEOA - PD (p<0,001), e a correlação depende de antecedentes (p=0,005) e orelha (p=0,002);

- 2000Hz - correlação negativa entre a amplitude e o limiar das CCEOA - PD (p<0,001), e a correlação depende de antecedentes (p=0,035);

- 3000Hz - correlação negativa entre a amplitude e o limiar (p<0,001), e a correlação depende de antecedentes (p=0,012);

- 4000Hz - correlação negativa entre a amplitude e o limiar das CCEOA - PD (p=0,003);

Discussão

Os objetivos principais desse estudo foram avaliar as interações das medidas de função da orelha média e interna, a interferência de fatores intrínsecos e extrínsecos e a associação entre diferentes tipos de avaliações psicoacústicas e eletroacústicas voltadas às limitações causadas pela alta variabilidade das Emissões Otoacústicas. Para atingir os objetivos propostos, a caracterização das condições de orelha média foi obtida pela anamnese, com a informação dos antecedentes de alterações de orelha média, e pela timpanometria com sonda de admitância de 226 e 1000Hz. A audiometria realizada com resolução de 01 dBNA possibilitou comparações mais refinadas entre o limiar psicoacústico da audiometria tonal, a amplitude do DP-Gram e os limiares das CCEOA – PD. Além dessas variáveis, a interferência dos fatores sexo e orelha foram testadas em todas as análises.

De maneira geral, os resultados apontaram que as curvas de crescimento sofreram influência significativa das variáveis sexo, antecedentes de alterações de orelha média e orelhas direita \ esquerda, porém, apenas a interferência dos antecedentes foi constante e causou um padrão de modificação, ou seja, o grupo com antecedentes apresentou sempre respostas aquém das respostas do grupo sem antecedentes. As outras variáveis afetaram de forma desigual as respostas dos testes realizados nesse estudo, não sendo possível designar um padrão único de variabilidade. Os limiares audiométricos também apresentaram alta correlação com as amplitudes das EOA – PD e com os limiares das CCEOA – PD, quando identificadas as variáveis que interferiram nos resultados. Considerando que o ruído de fundo foi controlado nessa pesquisa, durante a avaliação das EOA – PD e CCEOA – PD, os resultados

confirmaram a importância da consideração dessas variáveis na composição de grupos com audição normal em pesquisas com medidas de emissões otoacústicas. Ainda sobre os resultados, foi possível, por meio da medida da curva de crescimento (slope e limiar), demonstrar que o padrão de crescimento das CCEOA – PD é diferente nos casos de modificação nas condições de orelha média, e isso foi verificado tanto pelos antecedentes de alterações de orelha média, quanto pelas medidas timpanométricas com sonda de admitância de 1000Hz. Ao final, o estudo do limiar das CCEOA – PD, segundo o critério proposto por Almeida et al. (2010), é apresentado e discutido, além de correlacionado com o limiar audiométrico e com os valores de amplitude das respostas das EOA – PD (DP-Gram).

Para facilitar a leitura e a organização das idéias, o capítulo foi organizado na seguinte ordem:

1. Relação entre as medidas das EOA-PD e das CCEOA-PD na presença de antecedentes de alterações de orelha média.

2. Relação entre as medidas das EOA-PD e das CCEOA-PD e o limiar tonal audiométrico.

3. Relação entre as medidas das EOA-PD e das CCEOA-PD e as medidas timpanométricas com sonda de 1000Hz.

4. Relação entre as medidas obtidas nas curvas de crescimento das EOA – PD e a medida da amplitude das EOA – PD (DP-Gram).

1 – Relação entre as medidas das EOA-PD e das CCEOA-PD na

Benzer Belgeler